Janaina: “Se a eleição fosse hoje, votava em Bolsonaro de novo”

Janaina Paschoal, no Roda Viva, disse que apostou em Jair Bolsonaro para derrotar o PT:

“Não queria o Alckmin, porque não queria PSDB. Quando a gente desmascara o PT, desmascara o MDB e PSDB. Como vou apoiar um partido que na esteira dos crimes do PT aparece tudo que apareceu? Dentre aquelas pessoas nas quais eu vislumbrava potencial para seguir com o processo de depuração do país, talvez o Alvaro Dias, o próprio Amoêdo. Aí tem uma coisa que quem faz pesquisa acho que não faz: ouvir o povo. O único candidato que despertava paixão, amor, esperança, era o Bolsonaro. Eu precisava de alguém forte para derrotar o PT, não queria os partidos envolvidos nos casos de corrupção. Eu pensei: ‘preciso me unir a ele’.

Agora, nunca fui bolsonarista, discordo com ele em uma série de coisas, mas nós precisávamos escolher entre uma aposta que ainda está em curso e um grupo sabidamente envolvido com o crime organizado, com desvio de milhões, financiamento de ditaduras, plano para América Latina muito ruim. Então, tinha que escolher um caminho, talvez incerto, mas não podia trabalhar para ir por um caminho ruim (…).

Sou uma pessoa bem mais moderada. Acho que orgulho não cabe muito bem. Agora, que alternativa eu tinha? Uma senhora me escreveu: ‘votei no Bolsonaro, confiava em você, a culpa foi sua’. Aí respondi: compreendo que a senhora esteja indignada, também não concordo com tudo, agora, que alternativa eu tinha? Se a eleição fosse hoje, votava nele de novo com tudo que está aí. Agora, ou ele melhora, ou nós teremos que construir uma alternativa.”


O Antagonista

Alunos de escola em Gravataí (RS) utilizam guarda-chuva dentro de sala de aula

Crianças assistem as aulas em espaço improvisado na biblioteca, que apresenta goteiras

Alunos utilizaram um guarda-chuva para se proteger das coteiras da sala de aula

Alunos utilizaram um guarda-chuva para se proteger das coteiras da sala de aula | Foto: Caren Renata Migliorance / Especial / CP

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Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Tuiuti, em Gravataí, precisaram usar guarda-chuva na sala de aula para poder estudar nesta segunda-feira. O motivo é a demora na recuperação dos prédios da escola.

A professora Caren Migliorance registrou o empenho de professores e turma para garantir a aquisição de conhecimentos, inclusive em sala improvisada, na biblioteca da instituição.

A diretora Geovana Affeldt revela que a espera pelas obras prejudica os 1.200 alunos dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico, em três turnos.

Alunos utilizaram um guarda-chuva para se proteger das coteiras da sala de aula

Alunos utilizam a biblioteca, que apresenta goteiras, como sala de aula improvidada | Foto: Caren Renata Migliorance / Especial / CP

Em junho a escola chegou a ser ocupada por pais e estudantes que reclamavam dos graves problemas na estrutura dos prédios da instituição. No ano passado, conforme o Cpers/Sindicato, o forro de uma das salas de aula desabou. Desde então, os alunos passaram a estudar em locais improvisados, como a biblioteca, a sala de informática e o espaço multimídia. E, uma vez por semana, havia revezamento destes espaços, entre os estudantes.

A Secretaria Estadual da Educação (SEC) informou na época que haviam sido destinados R$ 155.911,30 para a realização dos reparos em quatro prédios da escola, explicando que o atraso no cronograma ocorreu devido a um aditivo no contrato que foi solicitado pela empresa responsável. Confirmou, ainda, que o valor de R$ 45 mil já havia sido liberado, e que o prazo total da reforma, do início até a entrega, era de até 90 dias.

O prazo, contudo, não foi cumprido. Um dos quatro prédios será entregue apenas na segunda quinzena de novembro. Os demais, de acordo com a direção da escola, estão ainda em processo de licitação.


Correio do Povo

Lomba convoca coletiva e pede desculpa por expulsão no Gre-Nal

Goleiro do Inter negou intenção de atingir jogador do Grêmio e lamentou lance: “Acabei extrapolando”

Marcelo Lomba foi expulso no Gre-Nal disputado na Arena

Marcelo Lomba foi expulso no Gre-Nal disputado na Arena | Foto: Mauro Schaefer

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Protagonista na derrota e má atuação colorada no Gre-Nal deste domingo, o goleiro Marcelo Lomba pediu para manifestar-se nesta segunda-feira. Ele foi expulso jogo na Arena após uma forte entrada no atacante Luciano, lance sobre o qual pediu desculpas ao jogador gremista e à torcida. “Acabei extrapolando”, resumiu.

“Eu já tinha certeza que era impedimento, todo mundo sabia. Eu já vou me atirando para pegar a bola com as mãos. Então, não fui dar um carrinho ou uma voadora com intenção. Claro, o que parece demonstrar é isso. Mas saiu do meu controle”, reconheceu o goleiro, que detalhou o lance. “Levantei as pernas mais do que o normal, eu admito que fui com uma força desproporcional e que o lance é passível de cartão vermelho. Não acho que tenho razão nenhuma”, afirmou o goleiro.

“Peço desculpa ao Luciano. Graças a Deus não atingi ele com nada disso. Eu deslizei muito mais do que esperava. Meus pés subiram muito mais do que esperava. Peço desculpa se em algum momento arrisquei a integridade dele”, complementou. “Sei da minha responsabilidade como capitão, diante do grupo”, disse Lomba, que contou que teve dificuldades para dormir à noite em razão do lance. “Fiquei chateado.”


Fora do jogo contra o Ceará em razão do cartão vermelho, Marcelo Lomba voltará a ficar à disposição do técnico Zé Ricardo no próximo domingo, às 16h, no jogo contra o Fluminense, no estádio Beira-Rio.


Correio do Povo

Defesa Civil estuda evacuar região rural de São Gabriel após risco de rompimento de barragem

Duas famílias já foram retiradas de suas residências próximas ao reservatório

As chuvas intensas e frequentes que atingem o Rio Grande do Sul nos últimos dias provocaram a erosão avançada do talude de uma barragem em um assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na zona rural de São Gabriel, na Fronteira Oeste.

Desde a constatação do risco de rompimento o governo do RS, através da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), vem agindo para evitar um acidente mais grave. Um dreno foi feito, melhorando a estabilidade da estrutura. Duas famílias que vivem próximas à barragem foram emergencialmente retiradas. Agora, a Defesa Civil estuda evacuar a região.

Após a análise de imagens, o Departamento de Recursos Hídricos (DRH) da Sema atestou o risco de rompimento e confirmou que a barragem não tem outorga para uso de água. O DRH notificou a prefeitura para que tome as devidas providências de forma mais rápida possível, encaminhando avisos sobre a situação do reservatório. O proprietário da barragem também será notificado, já que é o responsável pela manutenção e segurança da estrutura.

A Defesa Civil municipal prepara um abrigo, caso a comunidade que vive no assentamento precise sair de suas casas. Também tranquiliza a população que não há risco iminente de que o vazamento chegue à cidade de São Gabriel.

GT de Segurança de Barragens

Desde o início do ano, o governo do Estado trabalha para reduzir situações como essa registrada agora em São Gabriel. Uma das medidas foi a criação de um Grupo de Trabalho (GT) de Segurança de Barragens, composto por profissionais do DRH da Sema. A atividade visa o aperfeiçoamento da política nacional de segurança de barragens no RS.

Um dos resultados já está pronto. É o relatório feito a partir de vistorias realizadas em barragens de nível I – com altura maior que 15 metros de taipa e/ou volume superior a 7 milhões de metros cúbicos. Doze profissionais do DRH participaram do estudo, entre eles geólogos, geógrafo, engenheiros agrônomos e civis.

As vistorias ocorreram entre 1° de abril e 25 de maio deste ano, totalizando 31 barragens vistoriadas em 19 municípios do Rio Grande do Sul. As principais anomalias encontradas foram erosões, árvores e arbustos, formigueiros, afundamentos, buracos e falhas no enrocamento. Após a finalização das vistorias, o DRH encaminhou ofício aos empreendedores responsáveis com as principais anomalias constatadas e as providências que deverão ser tomadas.

Diretor do DRH, Paulo Paim afirmou que “hoje o Estado está organizado dentro de um programa estadual de enfrentamento da questão segurança das barragens e, consequentemente, cumprindo a legislação federal em relação a esse tema”.


Correio do Povo


Alunos utilizaram um guarda-chuva para se proteger das coteiras da sala de aula

ENSINO

Alunos de escola em Gravataí utilizam guarda-chuva dentro de sala de aula

Defesa do ex-presidente ainda não se manifestou sobre o pedido

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Cozinha Compacta Itatiaia Lya com Balcão - Nicho para Forno ou Micro-ondas 8 Portas 1 Gaveta Branco

Cozinha Compacta Itatiaia Lya com Balcão - Nicho para Forno ou Micro-ondas 8 Portas 1 Gaveta

A Cozinha Compacta Lya da Itatiaia veio trazer para a sua cozinha uma nova perspectiva. Um móvel que alinha beleza no design, simplicidade, praticidade e material de qualidade. Composta por paneleiro, balcão com tampo sem pia e aéreo com nicho para micro-ondas. Suas 08 portas, 01 gaveta, 05 prateleiras internas te auxiliam na organização dos utensílios domésticos e os alimentos. A beleza que você quer com a qualidade que você merece, isso só a Itatiaia tem.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/cozinha-compacta-itatiaia-lya-com-balcao-nicho-para-forno-ou-micro-ondas-8-portas-1-gaveta/2905345/

Com a queda dos juros, saiba o que fazer

por Michael Viriato

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Após três anos, desde o ponto máximo de 14,25% ao ano e dezesseis reduções, o Comitê de Política Monetária (COPOM) derrubou esta semana a taxa básica de juros Selic para seu mínimo histórico de 5% ao ano. Entretanto, pela expectativa do mercado ainda não será o último movimento. Em dezembro, esta taxa deve atingir 4,5% ao ano. Isso equivale a um juros de 0,37% ao mês. Este ambiente nunca foi experimentado pelos brasileiros e quase todos ficaram mal acostumados com décadas de juros elevados. Nesse sentido, descrevo abaixo algumas dicas sobre o que fazer com seus investimentos.

Há exatamente um ano atrás, essa queda de juros não era esperada pela maioria dos economistas do mercado. O relatório Focus do Banco Central, que faz uma pesquisa com os principais economistas do mercado, mostrava em novembro de 2018 que a taxa Selic deveria encerrar o ano de 2019 em 6,5% ao ano. Neste mesmo relatório, a inflação medida pelo IPCA para 2019 era de 4,40% ao ano. A inflação acumulada nos últimos 12 meses surpreendeu caindo para  menos de 3% ao ano e as taxas de juros no mercado internacional também caíram. Assim houve oportunidade para o comitê reduzir os juros mais que o esperado.

Como a taxa do CDI é similar à taxa Selic, ela deve terminar o ano em 4,4% ao ano. No gráfico abaixo, apresento a evolução do CDI acumulado de doze meses desde janeiro de 1998. Interessante notar que, como muitos só acompanham a rentabilidade passada e os juros caíram muito rápido, vários investidores ainda vão se assustar com a rentabilidade futura. Isso ocorre porque o retorno do CDI acumulado de um ano ainda está em 6,20% a.a..

Evolução do CDI acumulado de doze meses desde 1998. Fonte: ComDinheiro.

Como a inflação acumulada também caiu é importante analisar o que ocorreu com o juros real implícito no CDI.

Perceba pelo gráfico abaixo que, apesar de vivenciarmos o menor juros nominal histórico, não estamos na mínima de juros real. Em junho de 2013 a inflação medida pelo IPCA acumulada em 12 meses foi de 6,7% enquanto o CDI era de 7,2%. Portanto, o juro real foi de apenas 0,5% ao ano.

Atualmente, essa mesma inflação é de 2,5% ao ano. Logo, a taxa real de juro,  implícita no CDI acumulado no último um ano, está em 3,6% ao ano.

Evolução do juro real implícito no CDI (CDI-IPCA) acumulado de 12 meses, desde 1998. Fonte: ComDinheiro.

No entanto, olhando para frente, com o CDI no próximo mês a 4,5% a.a. e um IPCA de 3,5% a.a., o investidor que mantém dinheiro em aplicações que remuneram apenas o CDI, deve ganhar apenas 1% acima da inflação.

Nos últimos vinte anos, este juro real médio foi de 6,6% ao ano. Isto significa que para dobrar o patrimônio real (acima da inflação) demorava cerca de onze anos. Este prazo pode ser encontrado usando uma regra simples. Para saber em quanto tempo um montante dobra, se aplicado a um determinado juro, basta dividir 72 por este juro. Assim, 72 / 6,6 = 11 anos.

Para aqueles que não quiserem correr risco, vão ter que necessariamente trabalhar mais, pois o patrimônio real só dobrará em 72 anos se aplicado no juro real esperado de 1% ao ano em aplicações que remuneram apenas o CDI atual.

Portanto, para ter o mesmo ganho real dos anos passados, o investidor precisa investir em aplicações de maior risco e ter um horizonte de mais longo prazo.

Estamos convergindo para taxas de juros mais próximas de patamares internacionais. Portanto, gradativamente você deve aproximar sua carteira para a forma de atuação desses investidores internacionais. Verifique o risco de seus investimentos, reavalie seu perfil de investidor e sua habilidade de correr risco.

Você vai precisar mudar a forma como avalia os rendimentos
Mesmo com perfil conservador é possível ter ativos de maior risco se o percentual alocado for pequeno. Entretanto, para que isso seja adequado, você vai ter que alterar a forma como acompanha os resultados do seu investimento.

A maior parte dos investidores acompanha os rendimentos diariamente e esperam que sua carteira apresente resultado positivo todos os meses.

Isso não é razoável, mesmo que tenha apenas uma pequena parcela de risco. Se quer obter uma rentabilidade maior que o CDI, essa prática precisa mudar. A análise precisa mudar para uma janela de observação maior. Passe a seguir e avaliar o resultado acumulado nos últimos 12 meses para os produtos.

É importante entender o que significa diversificação. Se tem uma carteira ativos que sobem juntos e caem juntos, você não está bem diversificado. Em uma diversificação boa sempre vai ter algum produto que não está bem quando os outros desempenham positivamente. Entretanto, atente para que este ativo não vá mal em todos os cenários, pois do contrário, ele deve ser revisto.

Fundos de ações e de Investimento Imobiliário
Com uma maior periodicidade de acompanhamento dos retornos, mesmo investidores conservadores podem ter uma pequena alocação em fundos de ações pagadoras de dividendos (FIAs) e em Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs). Há FIAs e FIIs pagando taxas de dividendos superiores ao CDI.

Evite investir em ações diretamente se não tem conhecimento ou não se dedica a estudar o mercado e acompanhar os resultados das empresas em pelo menos três horas por dia. Existem grandes vantagens de se investir em ações por meio de fundos que mais do que compensam a taxa de administração cobrada. Veja estes motivos para se investir em ações por meio de fundos.

Os FIIs se mostram como uma boa alternativa de diversificação. Entretanto, lembre que eles são um produto de renda variável e podem apresentar forte volatilidade. Para os iniciantes, opte pelos fundos de FIIs. Com estes, pode ter um portfólio diversificado de forma mais simples e ainda conta com um gestor para fazer a seleção dos melhores produtos para você.

Renda fixa
Para elevar o ganho obtido na parcela de renda fixa, será necessário realizar duas estratégias: maior vencimento e títulos privados. Também será importante ter indexadores diferentes do CDI, dividindo em títulos prefixados e referenciados ao IPCA.

Diversifique uma parte dos títulos que possui na plataforma do Tesouro Direto para CDBs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas. Evite ter mais de 3% de seu patrimônio por emissor para os títulos privados que não contam com garantia do FGC. Uma forma de ter essa diversificação é investir por meio de fundos de crédito privado. Novamente, existe uma grande vantagem em investir em renda fixa por meio de fundos, pois títulos privados podem gerar perdas.

Com o alongamento dos títulos de sua carteira e a diversificação em indexadores diferentes do CDI poderá ter retornos superiores ao CDI. Mas, entenda que títulos com vencimento longo podem ter risco tão elevados quanto fundos de ações pagadoras de dividendos.

Você deve avaliar a diminuição de sua parcela de renda fixa, mas não sua eliminação. Ela é sua proteção para os momentos de queda do mercado, que são mais frequentes que se imagina. Adicionalmente. ela também é a fonte de recursos para aproveitar os preços mais baixos que ocorrem nesses momentos.

Investimento internacional
No atual patamar de taxa de juros, fica mais justificável a diversificação internacional. Atualmente, está mais fácil realizar essa diversificação sem precisar mandar dinheiro para o exterior e sem correr o risco cambial. Existe uma boa oferta de fundos internacionais, COEs e fundos multimercados que investem no exterior.

Embora os fundos internacionais sejam exclusivos para investidores qualificados (com mais de R$1 milhão em aplicações financeiras), há uma disponibilidade crescente de COEs que simplesmente replicam a aplicação em fundos de investimento internacional. Essa é uma nova modalidade que tem atraído grande interesse aqui e no exterior. Nela é possível ter a rentabilidade dos produtos internacionais multiplicadas por até cinco vezes e com proteção de principal.

Poupança
A taxa do CDI de 0,37% ao mês é menor que o ganho mensal obtido com a poupança no passado. No entanto, isso não significa que a poupança esteja melhor.

A popular caderneta de poupança não está mais atrativa com a queda da taxa de juros. Ao mês, a poupança deve render a partir de dezembro apenas 0,26%. Aplicações que rendem mais de 90% do CDI mesmo quando tributadas na alíquota máxima de 22,5% continuam melhores que a poupança.

Portanto, fuja da caderneta de poupança, pois a maior probabilidade é que ela vai render abaixo da inflação medida pelo IPCA.

A diversificação de sua carteira devem fazer com que seus investimentos rendam mais, podendo cobrir parte da queda dos juros.

Fonte: Folha Online - 03/11/2019 e SOS Consumidor

Rendimento da poupança deve perder da inflação a partir deste mês

por Júlia Moura

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Com a Selic a 5% ao ano, caderneta deve ter juro real negativo

Com a Selic a 5% ao ano, a poupança deve ter juro real negativo a partir de novembro. Ou seja, o juro nominal, que no caso da poupança é 70% da Selic + taxa referencial (TR), descontada a inflação, aponta perda de dinheiro.

A redução na taxa básica de juros, anunciada na quarta-feira (30) pelo Banco Central (BC) levou a poupança a um rendimento anual de 3,5%, já que a TR está em zero. Numa base mensal, esse rendimento é de 0,29%.

Em novembro, a expectativa do mercado para a inflação é de 0,34%, segundo as estimativas do Boletim Focus para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Dessa forma, a inflação anularia todo o rendimento da poupança e ainda tiraria 0,05% do valor do total investido.

O BC sinalizou que deve cortar a Selic novamente em 0,5 ponto percentual em dezembro. A taxa iria para 4,5% ao ano, e o rendimento da poupança, para 3,15%. Na base mensal, a rentabilidade seria de 0,26%, bem menor que a inflação de 0,35% projetada para dezembro.     Em 2020, o cenário piora. O mercado vê possibilidade de mais dois cortes de 0,25 ponto percentual, e a inflação deve acelerar. Ou seja, menos rentabilidade e um aumento maior no nível geral de preços.

A gradual queda no rendimento da poupança leva o pequeno investidor a buscar outros investimentos para manter o rendimento.

"Esse patamar de juros força quem quer mais rentabilidade a buscar risco. Por isso, o fluxo na Bolsa está avançando, tanto de pessoas físicas como de fundos de pensão", afirma Zeina Latif, economista-chefe da XP.

O grande problema é a liquidez. O investidor deve colocar sua reserva de emergência, quantia equivalente a seis meses de gasto em caso de desemprego, em aplicações em que se possa fazer o resgate a qualquer momento.

A Bolsa é extremamente volátil, com bruscas oscilações diárias e imprevisíveis, sendo inadequada para alocar a reserva emergencial.

Para preencher o espaço da poupança, o planejador financeiro José Raymundo, da Planejar, indica fundos DI com baixas taxas de administração ou o Tesouro Selic, que, com a Selic a 4,5%, teria um rendimento quase nulo após dois anos, mas não acarretaria perda de dinheiro. Além disso, ele pode ser resgatado em qualquer momento, sem perda de lucro.

"A partir daí, a sugestão é diversificar e colocar algum dinheiro na Bolsa, mesmo que o investidor seja mais avesso ao risco. Se ele não entende de ações, deve investir de maneira indireta, via fundos, e sempre começar com pouco dinheiro. A dica é ir devagar, ao passo que se aprende sobre esse novo mundo", afirma Raymundo.

Fonte: Folha Online - 01/11/2019 e SOS Consumidor



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ATIVIDADE ECONÔMICA MUNDIAL: PRECÁRIA!

(Paulo Leme - O Estado de S. Paulo, 03) Em outubro, o FMI publicou a nova edição do World Economic Outlook (WEO), onde apresenta suas estimativas para a economia mundial para 2019 e 2020. Apesar de não antecipar uma recessão global, as previsões do FMI para a recuperação do crescimento do PIB mundial para 2020 são desanimadoras.
Gita Gopinath, economista-chefe do FMI, rotulou essa recuperação de precária, adicionando que o viés de risco das previsões é para baixo. Fiquei mais preocupado ainda ao ler o relatório irmão do WEO sobre a Estabilidade Financeira Global (GFSR). Este alerta que a política de juros baixos ou negativos deixou o sistema financeiro global vulnerável a uma nova crise financeira.
O WEO prevê que a taxa de crescimento do PIB mundial cairá de forma sincronizada de 3,6% em 2018 para 3,0% em 2019 (o pior resultado desde 2008). Para 2020, o FMI antecipa que o crescimento mundial será de apenas 3,4%. Isso é preocupante, porque as economias desenvolvidas crescerão no mesmo ritmo lento de 1,7% previsto para 2019, e a China desacelerará para 5,8% em 2020, ante 6,6% em 2018 e 6,1% em 2019. Portanto, a modesta recuperação mundial esperada para 2020 dependerá da capacidade de algumas combalidas economias emergentes de saírem da recessão.
O viés das projeções para o crescimento mundial é para baixo, o que é explicado por sete grandes riscos. O primeiro é a intensificação do protecionismo e da guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos. Em 2020, as barreiras comerciais reduzirão o crescimento do PIB mundial em pelo menos 0,8% e deprimirão o comércio internacional e a indústria automobilística.
O segundo é o Brexit, caso o Reino Unido e a União Europeia não cheguem a um acordo sensato sobre quais serão as regras de transição. Isso poderia custar ao Reino Unido entre 3,0% a 5,0% de crescimento econômico nos próximos dois anos.
O terceiro é a desaceleração do crescimento do PIB da China, cujo ritmo será ditado pela guerra comercial e falta de reformas. O quarto é a queda da produtividade e o envelhecimento da população nas economias desenvolvidas. O quinto é a incerteza e a perda da confiança dos investidores gerada pela cegueira e a forma errática com que os líderes das economias avançadas vêm conduzido a sua política econômica. O sexto é o risco geopolítico generalizado, o que poderia afugentar os investidores dos ativos de risco.
O sétimo risco é a fragilização do sistema financeiro internacional gerada pelos efeitos tóxicos da política monetária expansionista e de juros baixos ou negativos. É fácil de explicar o problema. Primeiro, as taxas de juros negativas de longo prazo matam a intermediação financeira. Para melhorar os seus resultados financeiros, os bancos são forçados a tomar mais riscos e aumentar o grau de alavancagem.
Em segundo lugar, os grandes investidores institucionais (fundos de pensão, seguradoras, e fundos mútuos) vêm tomando mais risco e investindo em produtos ilíquidos e créditos de má qualidade para minimizar a queda da rentabilidade de suas carteiras. Além disso, os fundos aumentaram exposição a produtos estruturados, alavancados e exóticos. Isso os torna vulneráveis à uma redução do apetite por risco e a mudanças na política monetária. A situação técnica do mercado é ruim, porque os investidores estão aplicados nas mesmas posições e os bancos perderam a capacidade de dar a liquidez necessária para que possam liquidar suas carteiras. Isso é uma das consequências do aperto regulatório e do aumento dos requerimentos de capital e liquidez: os bancos diminuíram o seu estoque de ativos, o que reduz a liquidez e aumenta a volatilidade do mercado – comparável à retirada dos amortecedores de um carro.
Em terceiro lugar, o barateamento do custo do crédito vem estimulando o endividamento excessivo das empresas não financeiras nas economias avançadas e na China. Nos EUA, empresas no segmento de alto risco de crédito estão se endividando não para investir, mas para recomprar ações, pagar dividendos, e adquirir empresas. O grau de alavancagem e o de cobertura do serviço da dívida em relação à receita dessas empresas são preocupantes.
O que poderia ser feito para diminuir esses riscos para a economia mundial? O presidente Trump poderia reverter o dano causado pela guerra comercial e os grandes bancos centrais das economias desenvolvidas deveriam ter um plano crível e um cronograma para a normalização da política monetária.


Ex-Blog do Cesar Maia



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Geladeira/Refrigerador Electrolux Frost Free Inox - Duplex 380L Painel Touch DW42X11089 110V

Geladeira/Refrigerador Electrolux Frost Free Inox - Duplex 380L Painel Touch DW42X11089

Refrigerador duplex com capacidade para 386 litros. Possui dispenser de água externo para obter facilmente água direto do refrigerador. As prateleiras são 100% removíveis com maior limpeza e otimização de espaço, por serem de vidro são mais resistentes e fáceis de limpar, o freezer conta com 2 prateleiras. Tem gavetão de frutas e legumes com abertura diferenciada melhor organização e visualização, com abertura facilitada. Possui compartimento para alimentos frescos, espaço específico que conserva melhor os alimentos e acessório 3 em 1 – Porta-latas + cesta multi-uso. O controle de temperatura é externo Blue Touch gera facilidade para controlar a temperatura do refrigerador com o controle digital externo.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/geladeirarefrigerador-electrolux-frost-free-inox-duplex-380l-painel-touch-dw42x11089/14577/

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