Helicóptero de Evo Morales faz pouso forçado na Bolívia

Em nota, Força Aérea da Bolívia diz que aeronave teve problema durante a decolagem

Todos os envolvidos no incidente escaparam ilesos

Todos os envolvidos no incidente escaparam ilesos | Foto: Jorge Bernal / AFP / CP

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O helicóptero do presidente da Bolívia, Evo Morales, apresentou uma falha mecânica nesta segunda-feira e precisou fazer uma aterrissagem forçada. O presidente estava em Colquirí, segundo o jornal El Deber e ia para a cidade de Oruro, há cerca de 80 km de distância.

Todos os envolvidos no incidente saíram ilesos e o presidente está bem. A Força Aérea da Bolívia (FAB) emitiu um comunicado em que explica que o helicóptero apresentava um problema no rotor durante a decolagem.

“A FAB, de acordo com as normas, procederá para ativar o Conselho de Investigação de Acidentes; mais detalhes sobre o incidente serão fornecidos de acordo com o andamento da investigação”.

Em um vídeo divulgado no Twitter, é possível ver a aeronave FAB-007 no chão, cercada por um grupo de pessoas. Segundo a publicação, o helicóptero bateu em uma estrutura metálica durante a decolagem e pousou a menos de 15 metros do ponto inicial.


R7 e Correio do Povo


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EUA notifica formalmente a ONU sobre sua saída do Acordo climático de Paris

Apesar de decisão ter ocorrido em 2017, ela só foi concretizada nesta segunda-feira

Apesar de decisão ter ocorrido em 2017, ela só foi concretizada nesta segunda-feira

Apesar de decisão ter ocorrido em 2017, ela só foi concretizada nesta segunda-feira | Foto: Chip Somodevilla / Getty Images North America / AFP / CP

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Os Estados Unidos comunicaram formalmente, nesta segunda-feira, as Nações Unidas sobre sua saída do Acordo de Paris sobre o clima, decidida pelo presidente Donald Trump em 2017, anunciou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

Esta etapa-chave, que não poderia ter ocorrido antes devido a uma cláusula contida no texto, inicia um período de um ano para que Washington possa efetivamente concretizar sua saída. "A saída será efetivada um ano depois da notificação" enviada nesta segunda-feira à ONU, destacou Pompeo em um comunicado.


Correio do Povo


GERAL

Acidente com ônibus na BR 386 deixa 11 feridos em Sarandi

Eduardo Leite anuncia novo comandante-geral da Brigada Militar

Coronel Rodrigo Mohr Picon substituirá o coronel Mário Yukio Ikeda

Por Eduardo do Amaral

Coronel Rodrigo Mohr Picon substituirá o coronel Mário Yukio Ikeda

Coronel Rodrigo Mohr Picon substituirá o coronel Mário Yukio Ikeda | Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / CP

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O coronel Rodrigo Mohr Picon será o novo comandante-geral da Brigada Militar (BM). O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo Twitter do governador Eduardo Leite (PSDB). Picon, que atualmente ocupa o cargo de chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), assumirá o lugar do atual comandante, coronel Mário Yukio Ikeda, que anunciou sua aposentadoria após 34 anos de serviços militar.

Picon diz que manterá o foco no combate aos crimes mais graves e pretende ampliar as ações com outros órgãos. “Temos feito ações integradas na região Metropolitana e temos tido bons resultados, agora pretendo estender isso para o interior, seguir trabalhando para dar a sensação de segurança à sociedade.” O coronel também antecipou que deve ampliar o combate ao abigeato, crime comum no interior do estado. A ideia é formar os brigadianos para realizarem rondas nas localidades mais distantes da cidade, com policiais formados no centro de Santana do Livramento.

Um dos motivos apontados para a aposentadoria de Ikeda são as mudanças na previdência aprovadas no Congresso. Mohr diz que já tem uma proposta para evitar que mais brigadianos façam o mesmo pedido, o que causaria redução no efetivo da BM. “Vamos propor a criação de cursos para segundo sargento e primeiro tenente, assim aquele policial que está há mais de 30 anos no serviço poderão avançar mais na carreira, ao invés de pedir a aposentadoria para ganhar uma promoção.” Com os cursos de carreira, o novo comandante-geral da BM acredita que conseguirá impedir uma redução drástica no efetivo. “Não queremos a saída desses profissionais experientes e que ainda podem contribuir para o nosso trabalho.”



Quem é o novo comandante

Natural de Porto Alegre, o coronel Mohr ingressou na Brigada Militar em 19 de fevereiro de 1987. Aos 50 anos, já foi comandante do 9° Batalhão de Polícia Militar (BPM) e do 19° BPM, e subcomandante do 1° BPM, todos na Capital. Também atuou como diretor-adjunto no Departamento de Ensino e Treinamento da Secretaria da Segurança Pública e no Departamento de Ensino da Brigada Militar. Foi ainda chefe do Estado-Maior do CPC, onde atualmente exercia a função de comandante.


Correio do Povo

Operação da PF mira senadores Renan Calheiros e Eduardo Braga

O ministro Vital do Rêgo, do TCU, também é alvo; investigação foi autorizada por Fachin

Por Evandro Éboli

PF nas ruas... (Arquivo/Agência Brasil)

Operação da Polícia Federal na manhã desta terça-feira tem entre seus alvos o ex-presidente do Senado Renan Calheiros, o também senador do MDB Eduardo Braga e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU).

A Polícia Federal cumpre uma série de mandados atendendo a determinações do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Veja

Frente de esquerda para eleição 2020 ganha força em Porto Alegre

Cotada como candidata, a ex-deputada Manuela D'Ávila (PCdoB) manteve encontros com dirigentes e lideranças do PSol e do PT na Capital nessa segunda-feira

Por Luiz Sérgio Dibe

Manuela D'Ávila e lideranças do PSol, durante almoço

Manuela D'Ávila e lideranças do PSol, durante almoço | Foto: Samir Rosa de Oliveira / Divulgação

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Partidos políticos do campo da esquerda intensificaram sua movimentação, neste início de semana, em torno da composição de alianças para as eleições municipais do ano que vem. Um dos focos foi a disputa em Porto Alegre. Cotada como possível candidata e nome capaz de aglutinar forças políticas de diferentes siglas em sua órbita, a ex-deputada Manuela D'Ávila (PCdoB) manteve encontros com dirigentes e lideranças do PSol e do PT na Capital, cujos registros fotográficos divulgados pelas redes sociais repercutiram ao longo do dia.

O primeiro compromisso ocorreu pela manhã, na sede do PSol, onde Manuela reuniu-se com a pré-candidata à Prefeitura pela sigla, deputada federal Fernanda Melchionna (PSol), com a deputada estadual Luciana Genro (PSol) e com o presidente do PSol em Porto Alegre, vereador Roberto Robaina, além do ex-deputado Pedro Ruas (PSol). Em seguida, a ex-deputada do PCdoB e seus correligionários almoçaram com parlamentares e dirigentes do PT.


"Existe a visão, compartilhada entre estes partidos e outros com quem temos conversado, sobre a necessidade de uma ação política conjunta para disputar e vencer a eleição em Porto Alegre. Independentemente da colocação de possíveis candidaturas e composições, o que representa uma prioridade neste momento é a formulação de um projeto comum, que seja capaz de apontar uma mudança para os rumos da administração da Capital", indicou o presidente municipal do PCdoB, Márcio Cabral.

De ambos os encontros, resultaram fotos nas quais Manuela aparece falando aos líderes políticos do PSol, primeiro; e depois à comitiva petista formada pelos deputados federais Henrique Fontana (PT) e Maria do Rosário (PT), pelos deputados estaduais Sofia Cavedon (PT) e Edegar Pretto (PT), e pelos vereadores Adeli Sell (PT), Aldacir Oliboni (PT), Engenheiro Comassetto (PT) e Marcelo Sgarbossa (PT).

Em sua conta no Twitter, Manuela postou uma foto de cada compromissos e referiu-se de maneiras distintas sobre os encontros: "Hoje participei com meus companheiros de partido de uma reunião com a direção do PSol de Porto Alegre. Temos uma avaliação comum sobre o processo eleitoral de nossa capital: a unidade é importante para derrotar (o prefeito) Marchezan. Estou convicta que construiremos um caminho para chegar a ela", apontou, sobre a primeira reunião, em postagem realizada logo após o meio-dia.

Presidente do PSol, Roberto Robaina afirmou que existem leituras políticas, tanto sobre o cenário municipal, quanto da cena nacional, que aproximam as siglas de uma possível aliança. "Para o PSol, a novidade nesta frente é representada pela deputada Melchionna. É importante sabermos se esta novidade será incorporada para solidificar a ideia de uma frente, pois a parceira entre PT e PCdoB, por si só, tamvez não represente algo novo para os porto-alegrenses", analisou Robaina.

Também pelo Twitter, mas já no meio da tarde, Manuela citou a reunião com o PT. "Hoje almocei com a bancada de vereadores do PT de Porto Alegre (...) e com os deputados (...). Tenho certeza que estaremos juntos em 2020 para derrotar Marchezan!", escreveu a ex-deputada.

Dirigente petista na Capital, Rodrigo Dilélio reconheceu que estabelecer uma unidade entre diversos partidos é "tarefa difícil", mas ponderou que a formação de um plataforma unificada de oposição aos governos municipal, estadual e federal poderá resultar em alianças. "Talvez cada partido busque inicialmente seu legítimo direito de apresentar nomes para concorrer, mas esta unidade deverá se consolidar como um proposta de mudança para o segundo turno", avaliou Dilélio.


Correio do Povo

MP pode convocar porteiro de condomínio de Bolsonaro novamente

Promotores acusaram funcionário do Vivendas da Barra de mentir em seu depoimento

MP do Rio disse que porteiro mentiu em depoimento

MP do Rio disse que porteiro mentiu em depoimento | Foto: Wilton Júnior / Estadão Conteúdo / CP

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Acusado pelo Ministério Público de mentir sobre quem permitiu a entrada de Élcio Queiroz no condomínio Vivendas da Barra no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), o porteiro do local pode ser convocado pelas promotoras a prestar novo depoimento. Em duas oportunidades, ele teria dito às promotoras que, em 14 de março de 2018, Queiroz teve sua entrada no condomínio liberada pela casa 58, que pertence ao presidente Jair Bolsonaro.

A informação foi revelada semana passada pela TV Globo. A liberação teria sido anotada no livro da portaria, segundo a reportagem. O porteiro teria declarado ainda que, o acesso foi liberado por "seu Jair". Na época deputado, Bolsonaro estava na Câmara dos Deputados, em Brasília, naquele dia.

O MP apresentou um áudio do sistema de comunicação interno do condomínio, em que Ronnie Lessa, da casa 65/66, autoriza a entrada de Queiroz. Com base nele, promotoras disseram que o porteiro mentiu. Peritos criminais questionaram a validade do áudio como prova porque ele foi analisado apenas por técnicos do MP e em menos de 2h30. "O material está à disposição do juízo", informou o MP. "Caso queira, a defesa pode requerer nova perícia."

Em depoimento dado em 4 de outubro, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, Queiroz confirmou que esteve na casa do amigo naquela noite. Lessa, que também foi interrogado, contou que os dois ficaram bebendo em sua casa, foram a um bar próximo ver um jogo de futebol e beberam até "três, quatro da manhã". As promotoras não questionaram quem liberou a entrada de Queiroz. Élcio e Lessa negaram ter matado a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes.

Quando lhe perguntaram se conhecia alguém no condomínio além de Lessa, Queiroz respondeu, após pensar por um instante: "Não, só conheço ele (Lessa)". Em seguida, interrompeu a promotora e acrescentou, em tom de brincadeira: "E o presidente da República, né?" Quando Queiroz esteve no condomínio, já era público que o então presidenciável morava ali.

Foi a primeira vez em que os dois suspeitos confirmaram que estiveram juntos em 14 de março. Isso se deu, porém, após o MP descobrir que Lessa havia recebido de sua mulher, em janeiro deste ano, pelo celular, uma foto da planilha que comprova que Élcio foi à casa do amigo por volta das 17h. Os dois estavam soltos, e Elaine, hoje também presa, pedia ao marido que falasse com o Élcio sobre o registro. Só após o interrogatório o MP apreendeu a planilha e os áudios de comunicação interna no condomínio.

Pesquisas

"A gente se vê muito, mas não temos uma rotina. Naquele dia (14 de março), com certeza nos encontramos, ele foi na minha casa. Chegou umas cinco. Ficamos bebendo e depois saímos porque tinha jogo do Flamengo", disse Lessa. O MP perguntou a Queiróz por que ele fez pesquisas sobre parlamentares do PSOL na internet, como o ex-deputado Jean Wyllys e o deputado Marcelo Freixo, amigo e padrinho político de Marielle.


Agência Estado e Correio do Povo


MADELEINE MULLER

A economia circular e a moda: mudança de mindset

ENTRETENIMENTO

Jaqueta e calça de 'Grease' são leiloados por 400 mil dólares

INTER

“Desafio é recuperar o mental”, admite Rodrigo Caetano
Inter promete cobrança interna sobre cartão recebido por Nico López

GRÊMIO

Gols no Gre-Nal comprovam pontos fortes do ataque do Grêmio
Grêmio repete disputa com São Paulo por vaga direta na Libertadores

Em 2018, Tricolor garantiu a classificação somente na rodada final do Brasileirão

LIBERTADORES

Conmebol discutirá nesta terça a disputa da final em Santiago

Óleo no Nordeste: o pior está por vir? Ministro explica fala de Bolsonaro

Publicado em 4 de nov. de 2019

#VEJA #GiroVEJA

Deputados da base e da oposição criticam proposta do governo sobre IPVA

Medidas foram questionadas pelos parlamentares nas redes sociais

Por Mauren Xavier

Entre as manifestações mais fortes, estavam a rejeição da medida

Entre as manifestações mais fortes, estavam a rejeição da medida | Foto: Galileu Oldenburg / Agência ALRS / Divulgação / CP

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A decisão do governo do Estado de anunciar medidas, como o fim do parcelamento do IPVA em 2020, pegou muitos deputados da base aliada e da oposição de surpresa. A reação foi rápida nas redes sociais. Entre as manifestações mais fortes, estavam a rejeição da medida, uma vez que a economia ainda enfrenta dificuldades e os servidores do Executivo ainda enfrentam o parcelamento dos salários.

Uma das manifestações foi do líder do MDB, deputado Fábio Branco, que criticou ainda o "fluxo de decisões do governo". "Falta rotina de encontros com presidentes de partidos ou líderes de bancada. O diálogo é meramente protocolar. Normalmente ficamos sabendo das pautas pela imprensa. Isso é injusto com quem está aberto a contribuir", postou ele, na sua conta do Twitter.

Diante da reação, o governador Eduardo Leite (PSDB) convidou os deputados da base aliada para um café da manhã, nesta terça-feira, no Palácio Piratini para discutir a questão das mudanças em relação ao IPVA 2020.

A seguir, alguma das manifestações dos deputados estaduais sobre o assunto.


Edson Brum@EdsonBrum

Retirar a possibilidade de parcelar o IPVA é o fim da picada.

44

4:55 PM - Nov 4, 2019

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Eric Lins@ericlinsg

Não fui consultado sobre a retirada da possibilidade de parcelamento de IPVA para saber os motivos da decisão
Os próprios salários estão parcelados e o 13o idem.
Vou conversar com o Governador e tentar reverter a decisão junto com outros Deputados.
Boa fé objetiva - Tu Quoque

34

3:30 PM - Nov 4, 2019

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Sérgio Turra@Sergio_Turra

Os deputados da base não foram consultados ou comunicados sobre a decisão em relação ao IPVA. Eu, ao menos, nunca fui. Como parceiro do governo Leite, prefiro fazer contribuições internas. Mas, como não houve essa possibilidade, cabe-me ser transparente com o meu eleitor. #IPVA

34

2:33 PM - Nov 4, 2019 · Porto Alegre, Brazil

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Juliana Brizola@JulianaBrizola

Morar em Porto Alegre e ser governado pelos tucanos Marchezan (prefeito) e Leite (governador) é ter que aguentar calado o aumento do IPTU e o fim do parcelamento/desconto do IPVA. Novamente, a população pagadora de impostos sofre na pele a tal crise - que, em alguns, nunca chega.

257

12:24 PM - Nov 4, 2019

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Dirceu Franciscon@dirceufrancscon

Devido aos inúmeros contatos que recebi, informo aos meus eleitores que a respeito da decisão do governo em relação à cobrança do IPVA para o exercício 2020, mesmo sendo da base aliada, não fui consultado para tal medida.

3

3:41 PM - Nov 4, 2019

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Sebastião Melo

@SebastiaoMelo

Fica o meu questionamento ao governador.
Essa conta não fecha.

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6

3:37 PM - Nov 4, 2019

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Correio do Povo


GOVERNO ANUNCIA O FIM DO PARCELAMENTO

DIRETO AO PONTO

Sem parcelamento, economista indica ter reserva para pagar tributos em janeiro

PODCAST MATRIZ

Os embates entre Piratini, Assembleia e Judiciário no RS

POLÍTICA

Audiência no STF debate ação contra mudança no conselho de cinema

Objetivo da audiência é ouvir as partes envolvidas e obter informações técnicas para embasar a decisão de Cármen Lúcia sobre a questão

Chuvas seguem no RS nesta terça-feira

Metade Norte do Estado deverá registrar volumes mais intensos


Chuvas devem ser mais intensas na metade Norte do Estado

Chuvas devem ser mais intensas na metade Norte do Estado | Foto: Fabiano do Amaral

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O Rio Grande do Sul deverá ter mais um dia marcado por instabilidade. A terça-feira será de muitas nuvens no Estado, com chuvas na maior parte do território. A metade Norte deverá registrar as pancadas mais intensas, com riscos de temporais, especialmente na madrugada.

De acordo com a MetSul Meteorologia, as demais regiões também deverão registrar chuvas, mas com menos intensidade. Ao longo do dia, não está descartada a possibilidade de o sol aparecer, especialmente nas regiões Sul e Oeste. À noite, as temperaturas caem.

Em Porto Alegre, tempo fica chuvoso, mas sol pode aparecer em alguns momentos. Na Capital, mínima deve ser de 18°C, e máxima não passa dos 24°C.

Mínimas e máximas no RS

Caxias do Sul 16°C / 22°C
Passo Fundo 18°C / 22°C
Santa Maria 19°C / 27°C
Chuí 17°C / 23°C
Uruguaiana 19°C / 29°C
Pelotas 18°C / 24°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

MP pede rejeição de recurso de Lula na condenação do triplex do Guarujá

Manifestação alega que delatores do ex-presidente não apresentaram nenhum fato novo em suas alegações finais

Defesa do ex-presidente ainda não se manifestou sobre o pedido

Defesa do ex-presidente ainda não se manifestou sobre o pedido | Foto: Instituto Lula / CP Memória

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O Ministério Público Federal afirmou nesta segunda-feira, 4, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foi prejudicado por alegações finais de seus delatores e, por isso, pede a rejeição de habeas corpus pleiteado pelo petista. Segundo a procuradoria, as ações contra Lula relativas ao triplex do Guarujá, ao sítio em Atibaia e à sede do Instituto Lula não devem ser revisadas pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ordem de alegações finais.

A manifestação assinada pelo sub-procurador-geral da República, José Adonis Callou de Araújo Sá, alega que delatores de Lula não apresentaram nenhum fato novo em suas alegações finais e destaca que petista teve tempo para se defender das acusações.

Em relação ao triplex do Guarujá, que levou Lula à uma sentença de oito anos, dez meses e vinte dias de prisão, Callou afirma que "nenhum dos réus tinha firmado acordo de colaboração premiada" à época da abertura da instrução processual e da determinação da sentença contra Lula.

Segundo o procurador, a delação de Léo Pinheiro foi firmada em dezembro do ano passado e homologada somente em setembro passado enquanto a colaboração de Agenor Medeiros foi assinada neste ano - as alegações finais da ação penal ocorreram em junho de 2017.

"À vista disso, um fato é certo: não havia réu delator na ação penal que condenou o paciente pelo recebimento de vantagem indevida envolvendo o apartamento triplex nem, tampouco, oferta concreta de benefício realizada", afirma o Callou.

A manifestação do procurador ressalta que, em relação ao caso do sítio de Atibaia, todos os delatores, "em suas razões finais, não inovaram em seus pedidos ou alegações". "Em primeiro lugar, nota-se que os argumentos utilizados pelos réus colaboradores foram meramente defensivos, de forma a se eximir da culpa ou minimizar os atos por eles praticados", afirma Callou. "Em suas alegações finais os réus colaboradores não imputaram crimes ou pediram a condenação dos demais réus, inclusive no que se refere ao ex-presidente Lula".

Instituto Lula

Sobre a terceira ação penal questionada pelos advogados do ex-presidente, o procurador afirma que em agosto deste ano o ministro Edson Fachin determinou a reabertura por cinco dias do prazo para apresentação ou complementação das alegações finais das partes, e que o processo foi feita de forma sucessiva em relação aos delatores, que se manifestaram antes da defesa.

A ação penal do Instituto é sobre suposto pagamento de vantagens indevidas da Odebrecht ao PT no valor de R$ 75 milhões como contrapartida de oito contratos da Petrobrás. A construtora também teria adquirido para Lula o imóvel que serviria de sede para seu instituto, em São Paulo.

O ex-presidente responde pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A reportagem entrou em contato com a defesa do ex-presidente Lula e aguarda resposta.


Agência Estado e Correio do Povo