Como a condescendência do TSE com a corrupção vai virar um bumerangue

BDT

Em meio ao julgamento que mais despertou interesse dos brasileiros na história, batendo o recorde de audiência da TV Justiça, o periódico Valor Econômicochamou a atenção para um provável desdobramento da absolvição que se avizinha da chapa Dilma-Temer no TSE, a despeito da evidente utilização de recursos de origem ilícita na campanha eleitoral de 2014 (a bem da verdade, verba que veio de empreiteiras, as quais a captaram junto ao BNDES; ou seja, dinheiro do pagador de impostos bancou o marketing da parceria PT/PMDB, e o resto é palavrório e juridiquês para justificar o injustificável):

A iminente exclusão das provas de caixa 2 da Odebrecht no financiamento da campanha presidencial da chapa vitoriosa em 2014 prenuncia a absolvição de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB) e talvez se torne a mais impopular decisão judicial da história recente do país. É alta a chance do Judiciário enveredar pela mesma espiral de descrédito que afeta os poderes Legislativo e Executivo desde o início do noticiário sobre corrupção produzido pela Operação Lava-jato. Uma pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, feita por questionário on-line, o que representa os 60% da população com maior renda e maior instrução, indica que quatro entre cinco brasileiros deste segmento da sociedade gostariam que o presidente Michel Temer perdesse o mandato no julgamento que transcorre nesta semana. Ainda que precária pela sua métrica, a sondagem é um indicativo do descasamento.

Difícil discordar da observação: o desfecho desta lide, tudo leva a crer, em muito concorrerá para depreciar a já não muito polida imagem que faz o brasileiro de nosso sistema judicial. Mas a frustração de nosso povo com a omissa e conivente atuação do Estado em desfavor daqueles que lesam seus cofres e corrompem o processo democrático (sejam eles agentes públicos ou privados) não é novidade em nossa trajetória recente.

O julgamento do Mensalão – desencadeado em 2005 pela denúncia do ex-deputado federal Roberto Jefferson que dava conta de que o governo Lula estaria comprando apoio parlamentar com capital estatal (oriundo do Banco Rural) – tinha tudo para ser um marco na política nacional e representar um significativo avanço no combate à malversação de recursos extraídos do setor produtivo.

E o andamento do feito até que começou de forma alentadora, com o Ministro Carlos Ayres Britto pautando o processo e dando início aos trabalhos (para desespero dos até então acostumados à impunidade irrestrita), e na sequência o Ministro Joaquim Barbosa assumindo sua relatoria e elaborando um trabalho irrepreensível de individualização das condutas criminosas perpetradas.

RJ

A fase em que as sentenças condenatórias começaram a ser expedidas também não deixou por menos, chamando a atenção o ineditismo do rigor das penas aplicadaspelo STF contra figuras de alto relevo. Parecia que, enfim, não valeria mais a pena adotar práticas ímprobas na administração pública, diante do (possível) efeito pedagógico da severidade diante dos delitos, abrindo caminho para uma nova era de posturas mais corretas de autoridades estatais.

Mas tudo ficou no quase. Assim que os chamados recursos infringentes foram protocolados, começou a desandar a maionese. A mudança no entendimento original de que teria sido praticado o crime de formação de quadrilha ajudou a reduzir em muito a pena de vários réus – especialmente às de José Dirceu e José Genoíno, petistas graúdos enrolados até o pescoço no esquema espúrio, apontados como seus líderes.

Resultado: os denominados núcleos publicitário e financeiro do Mensalão amargaram as maiores punições, enquanto o núcleo político acabou se safando de boa, usufruindo de sanções muito brandas diante da gravidade dos atos praticados.

Mas daí entra em cena o que Edward Lorenz chamou em 1963 de Efeito Borboleta. O fenômeno que compõe a Teoria do Caos foi massificado popularmente a partir da noção de que o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Ou seja, pequenas alterações na conjuntura inicial podem implicar em significativas alterações no decurso dos eventos seguintes.

Tal qual explica esta tese passou a ocorrer no cenário da política nacional – e nas páginas policiais – a partir do desenrolar da operação Lava-jato em 2014: o decepcionante desenlace do Mensalão motivou empresários capturados pela “República de Curitiba” (metacapitalistas, melhor dizendo) a abrirem o bico contra toda a classe política.

Nenhum deles, afinal, queria padecer do mesmo destino que acometeu Marcos Valério, o publicitário que foi condenado a 40 anos de detenção e viu os comparsas políticos saírem rindo da Papuda após cumprirem penas muito leves.

Vale dizer: a consequência não intencional do circo (de horrores) armado na Suprema Corte em 2011 foi, justamente, motivar Marcelo Odebrecht e cia malfeitora a aderirem aos acordos de delação premiada e denunciarem os cabeças da facção ao Ministério Público feito devoto no confessionário.

Pode-se afirmar, pois, que a emenda daqueles que pretendiam promover impunidade saiu pior do que o soneto, tendo contribuído, ao fim e ao cabo, para que Sérgio Moro e demais membros das forças de imposição da lei pudessem encarcerar agentes políticos como nunca dantes havia sido possível.

E como tal enredo pode vir a se repetir agora, diante do inevitável melancólico desfecho da Ação de Impugnação de Mandato Eletivo em análise no Tribunal Superior Eleitoral? Qual efeito borboleta pode emergir diante deste caos jurídico planejado nos mínimos detalhes por Gilmar Mendes e Michel Temer (o primeiro tendo pedido vistas do processo por cinco meses, tempo suficiente para o segundo nomear dois Ministros – Tarcísio Vieira de Carvalho Neto e Admar Gonzaga – talhados para livrar sua cara)?

O principal deles já foi detectado no artigo do Valor Econômico supracitado: o Poder Judiciário, que até então vinha recebendo tratamento diferenciado da população revoltada com o Executivo e o Legislativo (muito por conta do trabalho da equipe da Justiça Federal no Paraná), vai passar a ser visto como apenas mais uma peça da engrenagem de dilapidação do patrimônio público.

E as repercussões práticas de tal mudança de paradigmas, quais poderiam ser?

A saber: a revisão dos critérios para nomeação de ministros para cortes superiores (esta já está caindo de madura, aliás); incremento do apoio popular aos pedidos de impeachment já protocolados contra Marco Aurélio Melo, Roberto Barroso e Gilmar Mendes (não que eles vão cortar na própria carne, mas a pressão dos cidadãos pode exortar o Congresso Nacional a tomar providências neste sentido), e até mesmo tal expediente vir a tornar-se comum em outros tribunais; redução dos inacreditáveis benefícios previstos no estatuto da magistratura, e que costumam alavancar os salários de seus membros para valores muito acima do teto constitucional; e a vedação ao chamado ativismo judicial, o qual inova o Direito por meio de suas decisões apartadas da vontade do legislador – entenda suas perigosas consequências neste artigo de Arthur Dutra.

Outra decorrência deste episódio insólito pode vir a ser, quem sabe, a mudança (tão desejada) de mentalidade do brasileiro médio, que pode passar a ver com tanto ceticismo o Estado e sua capacidade de prover o prometido bem-estar social (sem guardar metade no bolso) que o liberalismo econômico clássico e o conservadorismo podem ganhar (mais ainda) espaço nos debates políticos. Este, sim, seria o legítimo mal que veio para bem.

Por fim, é de se esperar que o tema da reforma eleitoral retorne com força no embalo da zanga com o TSE. É claro que, em meio a esta discussão, propostas descabidas como o financiamento estatal de campanhas voltarão à tona, mas caberá a opinião pública enterrar de volta este e outros descalabros, e exigir que uma reforma política verdadeiramente válida – com direito a instituição do voto distrital com recall e nova consulta popular a respeito do Parlamentarismo – seja promovida.

Ressalte-se que o minucioso voto do relator da AIME de Dilma e Temer, Ministro Herman Benjamim (o qual deixou claro que constatou abuso de poder econômico e político), bem como sua condução impecável do julgamento, colaborou por demais para deixar claro ao público em geral que a absolvição da chapa vencedora da última corrida presidencial é uma fanfarronice, com a qual ele não compactua – muito pelo contrário.

Trocando tudo em miúdos: a presepada (da vez) que aponta no horizonte vindo de Brasília vai, no curto prazo, causar muita indignação em nosso povo. No longo prazo, todavia, este mesmo sentimento pode insuflar a luta por melhorias diversas – algumas previsíveis, outras nem tanto. Ou seja, as consequências não intencionais deste despropositado livramento (momentâneo) do Presidente da República podem vir a ser salutares para nosso democracia, bastando, no caso, que os brasileiros reajam adequadamente.

Assim espera-se: que os envolvidos nesta trama indecorosa tenham lançado um bumerangue que lhes vai encarar de volta muito em breve.

A não ser, claro, que no recurso deste processo ao STF as coisas mudem de figura. Certamente, pois, haverá muitos portadores de bandeiras vermelhas financiados com imposto sindical na porta daquele tribunal exigindo a cassação de Temer, ainda que isso leve Dilma junto para a vala. Dê-se um voto de confiança a esse pessoal, ora essa…

MT


Por um Brasil sem Populismo!

‘Existe expectativa positiva do Palácio em relação ao desfecho do julgamento’, diz Valdo

TSE deve concluir julgamento da ação contra a chapa Dilma-Temer. https://glo.bo/2smdWdZ #GloboNews

‘Existe expectativa positiva do Palácio em relação ao desfecho do julgamento’, diz Valdo Cruz

G1.GLOBO.COM

Sessão indica que maioria dos ministros é contra inclusão de delações

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Quatro ministros sugerem votação favorável à tese da defesa de Temer; dois deles foram indicados à corte eleitoral pelo presidente

Breno Pires, Leonêncio Nossa, Daniel Weterman e Beatriz Bulla, O Estado de S.Paulo


BRASÍLIA - Na sessão da manhã desta quinta-feira, 8, a terceira do julgamento da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014, quatro dos sete dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sinalizaram que não vão incorporar as delações da Odebrecht em seus votos. Os ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira concordaram com a preliminar apresentada pelas defesas de que o uso das delações da Odebrecht extrapola o que foi pedido inicialmente pelo acusador, o PSDB. O presidente o TSE, Gilmar Mendes, ainda não apresentou sua análise completa sobre este tema, mas se posiciona com este mesmo entendimento. A interpretação diverge da dos ministros Herman Benjamin, relator da ação, Luiz Fux e Rosa Weber.

HERMAN BenjaminMinistro Herman Benjamin, relator do processo, no terceiro dia da retomada do julgamento da chapa Dilma-Temer. Foto: Evaristo Sá/AFP

Diante de sinais de que a maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) excluirá delações da Odebrecht na análise da ação contra a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, o ministro relator do caso, Herman Benjamin, reforçou, na manhã desta quinta-feira, 8, no plenário da Casa, o seu posicionamento a favor da apreciação de novas denúncias envolvendo a campanha presidencial de 2014.

O posicionamento de Herman Benjamin foi bombardeado pelos colegas ministros Napoleão Nunes Maia Filho, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira - os dois últimos recentemente nomeados por Temer para ocupar os cargos de Henrique Neves e Luciana Lóssio. Tarcísio afirmou que não aceitaria fatos surgidos a partir de 1º de março deste ano. "No meu voto, não vou avaliar depoimentos de Marcelo Odebrecht, João Santana e Mônica Moura", disse, referindo-se a delações divulgadas nos últimos três meses.


ACOMPANHE AO VIVO O JULGAMENTO NO TSE

Herman Benjamin pediu que Tarcísio deixasse "claro" se excluía apenas "fatos novos" ou todas as denúncias envolvendo a Odebrecht. Tarcísio respondeu: "Caixa 2 não está em julgamento, nem caixa 3; apenas caixa 1". Em seguida, Herman disse que a posição do ministro "agora" estava "clara". "Sua manifestação serve para o seu voto, não para o meu", rebateu Tarcísio.

Ainda em clima tenso, Tarcísio comentou sobre a possibilidade de julgamento na esfera penal das denúncias. Herman comentou: "Se fôssemos esperar a Justiça Penal para proferir nossos votos, não teríamos nem julgamento aqui".

O presidente da Casa, Gilmar Mendes, tentou interromper a divergência entre Herman e Tarcísio. Foi quando classificou como um "belíssimo voto" o posicionamento de Tarcísio.

Os delatores da Odebrecht, de acordo com o relatório de Herman Benjamin, trouxeram evidências de irregularidades como o pagamento de serviços de publicidade e compra de partidos políticos, via “caixa 2”, pelo setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, e a terceirização de caixa 2, com a utilização da Cervejaria Petrópolis — o que o relator vem chamando de “caixa 3”.

As defesas apostavam as fichas na exclusão dos delatores da Odebrecht por entender que ela esvazia os argumentos para a condenação. Apesar de ainda não ter sido iniciado o julgamento do mérito, a maioria desenhada no debate sobre esta preliminar é um sinal positivo para Temer e Dilma.

A Procuradoria-Geral Eleitoral, no seu pedido de cassação do mandato de Temer e de decretação de inelegibilidade de Dilma, afirmou que há motivo para condenação mesmo sem incluir os delatores da Odebrecht, entendendo que há outros elementos que poderiam basear a condenação da chapa presidencial.

O ministro Herman Benjamin apontou, no relatório, o uso de laranjas na campanha e destacou que um relatório da PF mostrou irregularidade no pagamento a gráficas contratadas pela campanha de Dilma Rousseff e de Michel Temer. O ministro ainda não entrou no mérito, mas dá todos os indicativos de que pedirá a cassação de Temer e a inelegibilidade de Dilma.

“Avestruz”. O relator Herman Benjamin foi acompanhado pelo ministro Luiz Fux e pela ministra Rosa Weber no sentido de que não se pode descartar as provas produzidas na instrução.

“É impossível uma Corte descobrir fatos e não levar em consideração”, disse Fux, indo além, apontando gravidade dos fatos apresentados e indicando qual deve ser seu posicionamento na hora do voto final.

“Não podemos deixar de passar a limpo esses fatos que, no meu modo de ver, são gravíssimos e contaminaram o processo eleitoral pela chaga da corrupção, iludindo o eleitor. Não se pode julgar sem atentar para a realidade política que se vive hoje. Somos uma Corte. Avestruz é quem enfia a cabeça", disparou Fux.

Benjamin chegou a dizer aos colegas que rejeitam a apreciação de fatos novos no processo "invertem" a história da Casa. "Aqui estamos num dos julgamentos mais importantes da história do TSE para julgar caixa 1 e não caixa 2, invertendo nossa história", afirmou.

Após mais de 3h de duração, a sessão foi suspensa temporariamente por Gilmar Mendes. Os ministros devem retomar o julgamento às 14h30. A expectativa é que eles deem início aos votos sobre o mérito da questão - até agora, os integrantes da corte discutiram preliminares.


Estadão

Programa que dará até R$ 9 mil para reforma deve começar em julho

por Lucas Baldez

1496966094003.jpgFamílias serão selecionadas por software que analisa condições socioeconômicas

Cartão Reforma atingirá 170 mil famílias de baixa renda; dinheiro é oferecido a fundo perdido
O governo deve lançar em julho um novo programa que oferece, a fundo perdido, dinheiro para quem precisa reformar a casa própria. Batizado de Cartão Reforma, a medida consiste em distribuir recursos entre R$ 2 mil e R$ 9 mil para 170 mil famílias, totalizando um orçamento de R$ 1 bilhão proveniente do caixa da União. Como não se trata de um empréstimo, os beneficiários não precisam devolver os valores.
Famílias serão selecionadas por software que analisa condições socioeconômicas Foto: Ministério das Cidades
Serão elegíveis para o programa famílias com renda mensal de, no máximo, três salários mínimos (R$ 2.811,00) e com escritura no nome do titular residente (ver arte abaixo). O dinheiro deverá ser empregado unicamente na compra de materiais de construção.
Quase 50% das casas do Minha Casa Minha Vida têm falhas de construção
A seleção dos beneficiários será feita por um software desenvolvido especialmente para o programa. O programa de computador priorizará os domicílios de menor renda e cujos principais responsáveis sejam mulheres. Também terão preferência as famílias com deficientes ou idosos. Os selecionados receberão o Cartão Reforma pelos Correios.

Segundo o Ministério das Cidades, órgão responsável pelo programa, a liberação dos recursos depende da publicação de um decreto que regulamenta a lei. O Diretor do Departamento de Melhoria Habitacional do Ministério das Cidades, Álvaro Lorenzo espera que esse decreto seja publicado até meados de julho.

Planalto sofre com goteira após lançar Cartão Reforma

As inscrições para a obtenção do cartão serão feitas diretamente nas prefeituras dos 1.923 municípios autorizados a participar do programa. Além do limite de renda familiar de R$ 2.811,00, o contratante deverá ser o proprietário do imóvel informado no cadastro - este estritamente residencial e não localizado em áreas de risco - e fornecer mão de obra, equipamentos e ferramentas para a execução dos serviços.

"O recurso é concedido de forma parcelada. Com a evolução da obra e a comprovação do material adquirido, automaticamente serão liberadas as parcelas seguintes. Cada parcela ficará disponível por 90 dias improrrogáveis", diz Lorenzo.

‘Minha Casa’ precisa de reforma, diz ministro

Além disso, uma equipe contratada pelo Ministério das Cidades realizará visitas periódicas aos domicílios e utilizará um aplicativo para acompanhamento das obras.
Cartão Reforma
Quem pode se inscrever?
- Podem receber o benefício as famílias que tiverem renda bruta mensal de até três salários mínimos (R$ 2.811,00);
- O titular do cartão deve ser o dono do imóvel em que reside e não pode ter mais de uma propriedade em seu nome; também deve ter 18 anos ou ser emancipado e possuir celular habilitado para receber mensagens SMS;
- Não estarão aptas a participar as famílias residentes em: imóveis alugados, cedidos ou exclusivamente comerciais; imóveis com precariedade extrema (taipa não revestida, madeira aproveitada, palha); imóvel em conflito fundiário; ou imóvel em áreas não passíveis de regularização, como áreas de risco;
- O beneficiário deve fornecer mão de obra, equipamentos e ferramentas para a execução dos serviços;
Como serão feitas as inscrições?
Um edital de convocação para o programa será publicado após a regulamentação via decreto; as famílias poderão se inscrever diretamente nas sedes das prefeituras habilitadas, levando os documentos e comprovantes necessários;
Como será feita a seleção das famílias?
A seleção será feita por um software que analisa as condições socioeconômicas das famílias. Terão prioridade os grupos cujo responsável principal pela renda seja mulher. Também terão preferência os grupos compostos por idosos e/ou deficientes;
Como será dado o crédito?
As famílias beneficiadas receberão o Cartão Reforma em sua residência pelos Correios. O crédito será dado de forma parcelada, e cada quantia disponibilizada para a compra de materiais de construção deve ser utilizada em até 90 dias;
Quais são os documentos necessários?
Documentos pessoais:
- Carteira de identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- Cadastro de Pessoa Física (CPF);
- Número de Identificação Social (NIS);
- Comprovante de estado civil (casamento, declaração de união estável, nascimento, óbito ou separação);
- Comprovante de Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), se houver;
- Escritura pública de emancipação, para os menores de 18 anos;
- Comprovante de renda dos titulares e dos demais moradores do domicílio.
Documento que comprove a posse do imóvel (qualquer um):
- Escritura;
- Concessão pública (CDRU/ CUEM/ cessão de posse);
- Cessão de direito emitida pelo poder público;
- Sentença judicial de usucapião especial de imóvel urbano;
- Certidão formal de partilha emitida pelo Poder Executivo;
- Certidão de doação;
- Contrato ou promessa de compra e venda;
- Contrato de direito de laje ou de superfície;
- Contrato de usufruto.
Documentos dos dependentes:
- Carteira de Identidade (RG) ou Certidão de nascimento dos menores de 18 anos;
- Carteira de identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dos maiores de 18 anos;
- Número de Identificação Social (NIS).

Fonte: Estadão - 08/06/2017 e SOS Consumidor

Temer diz que 'acha' que Wagner Rossi intermediou uso de avião

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Presidente afirma a interlocutores que ex-ministro da Agricultura, ligado a Joesley Batista, pode ter indicado jatinho e que prática é comum no meio político

Tânia Monteiro, Carla Araújo e Gustavo Porto, O Estado de S.Paulo


Questionado sobre o uso do jatinho do empresário Joesley Batista, em uma viagem entre São Paulo e Comandatuba (BA), em janeiro de 2011, o presidente Michel Temer tem dito a interlocutores que "acha" que foi por intermédio do ex-ministro da Agricultura dos governos petistas Wagner Rossi que conseguiu o avião para fazer o trajeto.

Temer tem alegado que o episódio ocorreu "há muito tempo" e que não é possível se recordar de todas as viagens que realizou. Em um primeiro momento, quando houve a divulgação da notícia do diário de bordo do avião da JBS, no qual constava o deslocamento dele e sua família, Temer disse que "não se lembrava" do episódio.

"Isso tem mais de seis anos", respondeu o presidente, de acordo com auxiliares, acrescentando que fez muitos voos ao longo dos últimos anos. Por isso, mandou que pesquisassem e respondessem aos questionamentos da imprensa, sem mensurar a repercussão que a informação poderia ter, já que acabou sendo usada para fortalecer a tese de sua proximidade com a família Batista.

Depois, em conversas com sua esposa, Marcela Temer, e com a checagem pela sua assessoria dos voos realizados, foi constatada a viagem. O presidente, então, mandou que a informação fosse retificada. Uma nova nota foi emitida pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) para confirmar o voo, mas os problemas se agravaram com a inclusão de duas novas informações consideradas "absolutamente desnecessárias", por auxiliares de Temer.


"O presidente não sabia a quem pertencia a aeronave" e "não fez pagamento pelo serviço". Para interlocutores, a repercussão negativa do "desconhecimento" do presidente e o caráter de "favor" no uso do avião deram ao episódio uma proporção muito maior do que esperavam.

Apesar disso, o Planalto está tentando minimizar o problema. Assessores do presidente alegam que não há irregularidade nisso e que a prática é comum no meio político. Tentam justificar ainda que isso ocorreu nos primeiros dias que ele chegou à Vice-Presidência, quando ainda não estava familiarizado com o modus operandi na sua nova posição.

Rossi. A família de Rossi informou ao  Broadcast, serviço de notícia em tempor real doGrupo Estado, que ele não irá se manifestar, no momento, sobre sua possível intermediação no caso.

Em maio, logo após ser citado na delação de Joesley por ter recebido R$ 100 mil por mês de "mensalinho" durante um ano, Rossi admitiu conhecer o empresário e tê-lo apresentado a Temer.

No entanto, o ex-ministro refutou o fato de ter recibo "mesada" da companhia e afirmou que prestou "colaboração remunerada" à J&F, holding dona da JBS, após deixar o cargo e passar pelo período de quarentena. Durante a viagem de Temer e família, o ex-ministro ainda estava no cargo.

Rossi foi titular da Agricultura, entre abril de 2010, no último ano do segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e agosto de 2011, no primeiro ano do primeiro mandato de Dilma Rousseff. Ele foi alçado ao posto após presidir a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), sempre por indicação de Temer.

Em agosto de 2011, e "logo após deixar o ministério, Joesley me procurou e ofereceu para que eu fosse trabalhar com ele. Nessa oportunidade, agradeci o convite e declinei, pois estava cumprindo quarentena", disse. "Depois do prazo legal, prestei colaboração remunerada a uma das empresas do Grupo JBS", completou Rossi em um comunicado enviado em maio.

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Estadão

A primeira noite do homem da mala na Papuda

Loures manteve os cabelos intactos, como solicitado pela defesa, e divide uma cela de 25m² com outros presos

Fabio Serapião, de Brasília


Rocha Loures na quarta-feira, 7, rumo à Papuda. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

Flagrado em São Paulo correndo com uma mala com R$ 500 mil, o ex-assessor especial do presidente Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, teve nesta quinta-feira, 8, seu primeiro dia no complexo penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.

O ex-deputado (PMDB-PR) foi preso no sábado, 3, e ficou na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, até ser transferido para a Papuda, na quarta-feira, 7.

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Na prisão, Loures manteve os cabelos intactos, como solicitado pela defesa. Ele divide uma cela de 25 metros quadrados com outros presos – a Secretaria de Segurança do DF não informou quantos.

O peemedebista está na ala A do bloco 5 do Centro de Detenção Provisória (CDP) e seus colegas são presos com nível superior e ex-policiais. Embora o corretor Lúcio Funaro, outro candidato a delator que também poderia comprometer Temer e o PMDB, esteja na mesma ala, os dois estão em blocos separados.

As celas do CDP da Papuda, com três beliches, podem hospedar até nove presos. Os presos têm uma rotina com banho de sol de 2 horas e o único aparelho eletrônico permitido é a televisão, que pode ser providenciada pelo próprio detento.


Estadão



Julgamento em fase decisiva

O julgamento no Tribunal Superior Eleitoral entrou nesta quinta-feira em sua fase de votação e parece caminhar para a absolvição da chapa Dilma-Temer.

Delator era servidor público quando JBS emprestou um jato para Michel Temer

Josias de Souza


Acompanhado da mulher, Marcela, Temer viajou em janeiro de 2011 para a Bahia em jatinho da JBS

Ricardo Saud, diretor da J&F, holding controladora da JBS, era servidor do Ministério da Agricultura em janeiro de 2011, quando o grupo empresarial de Joesley Batista emprestou um jatinho para transportar Michel Temer e sua mulher Marcela para um resort em Comandatuba, na Bahia. Nessa época, Saud integrava a equipe do então ministro Wagner Rossi, um apadrinhado político de Temer. Em conversa com aliados, Temer disse que foi Rossi quem providenciou a aeronave para sua viagem recreativa.

Hoje, Ricardo Saud é um dos delatores que transformaram Temer no primeiro presidente da República da história a ser investigado por corrupção no exercício do mandato. Foi Saud quem, a serviço do empresário Joesley Batista, entregou no último dia 28 de abril a mala com propina de R$ 500 mil da JBS para Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor de Temer que está preso no presídio da Papuda, em Brasília. Em depoimento à Procuradoria-Geral da República, Saud sustentou que o dinheiro destinava-se a Temer. O presidente nega.

Rocha Loures (de paletó, abaixo) encontrou Saud antes de receber a mala com R$ 500 mil (acima)

O empresário Joesley Batista mencionou em sua delação o empréstimo do jato para demonstrar que sua proximidade com Temer vem do tempo em que ele era vice-presidente da República. Os dois foram apresentados por Wagner Rossi. Joesley entregou aos investigadores o plano de voo da aeronave. No documento, os passageiros foram identificados assim: “Família sr. Michel Temer”. A novidade foi trazida à luz pelo site Antagonista.

Depois de negar que tivesse utilizado o jato, Temer viu-se compelido a dar meia-volta: “O então vice-presidente Michel Temer utilizou aeronave particular no dia 12 de janeiro de 2011 para levar sua família de São Paulo a Comandatuba, deslocando-se em seguida a Brasília, onde manteve agenda normal no gabinete”, escreveu a assessoria do Planalto em nota oficial. “A família retornou a São Paulo no dia 14, usando o mesmo meio de transporte. O vice-presidente não sabia a quem pertencia a aeronave e não fez pagamento pelo serviço.”

Na gestão de Wagner Rossi, o apadrinhado que o então vice-presidente Temer acomodou na cadeira de ministro da Agricultura, Ricardo Saud ocupava o posto de diretor de Programa da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. Ele pediu exoneração do cargo público sete meses depois da viagem de Temer nas asas da JBS. Saiu depois que Rossi foi afastado do comando do ministério sob suspeita de corrupção. Assinada pela então chefe da Casa Civil da Presidência, Gleisi Hoffmann, em 17 de agosto de 2011, a exoneração de Saud foi publicada no Diário Oficial dois dias depois. (veja o documento abaixo).


Josias de Souza

Juros médios do cartão de crédito caem para 345% ao ano em maio

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As taxas médias de juros que incidem no rotativo do cartão de crédito caíram para 345,1% ao ano (13,25% ao mês) em maio, sexta redução consecutiva, segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgado nesta quinta-feira (8).

Trata-se do menor patamar de juros desde julho de 2015, quando a taxa foi de 13,03% ao mês, o equivalente a 334,84% anuais. Em abril, a taxa era de 397,75% ao ano (14,31% ao mês). A queda reflete os sucessivos cortes da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 10,25% ao ano.

Das seis linhas de crédito pesquisadas pela Anefac, todas caíram em maio. O juro médio das modalidades voltadas às pessoas físicas recuou de 148,20% ao ano (7,87% ao mês) em abril para 142,20% ao ano (7,65% ao mês) em maio. É a menor taxa desde dezembro de 2015, segundo a associação.
O cheque especial, segunda linha de crédito mais cara, também registrou redução nos juros médios em maio. A taxa passou de 302,3% ao ano para 301,4%.
No empréstimo pessoal, o juro médio também caiu entre abril e maio, de 68,62% ao ano para 67,84% ano.

PESSOA JURÍDICA

Os juros médios cobrados de empresas caíram para 4,53% ao mês em maio, o que equivale a 70,17% ao ano.

Das três linhas de crédito analisadas, todas tiveram queda nas taxas, segundo a Anefac.

A taxa de desconto de duplicatas recuou para 2,92% ao mês, o que significa 41,25% ao ano. Já a linha de capital de giro caiu para 2,44% ao mês em maio, o equivalente a 33,55% ao ano.

Na modalidade de conta garantida, o juro médio passou de 8,27% ao mês (159,48% ao ano) para 8,23% ao mês, o que equivale a 158,33% ao ano.

Fonte: Folha Online - 08/06/2017 e SOS Consumidor


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Temer prioriza reforma trabalhista antes de denúncia da PGR; Previdência fica para depois

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

Marcos Corrêa/Presidência da República

  • Presidente Michel Temer com aliados no Palácio do Alvorada. Tropa de choque do governo tenta aprovar reforma trabalhista antes de o presidente ser formalmente denunciado pela PGR

    Presidente Michel Temer com aliados no Palácio do Alvorada. Tropa de choque do governo tenta aprovar reforma trabalhista antes de o presidente ser formalmente denunciado pela PGR

O Palácio do Planalto e aliados já trabalham com a hipótese de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente nas próximas semanas uma denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o presidente Michel Temer (PMDB). Com este cenário desenhado, o governo pretende priorizar a aprovação da reforma trabalhista no Senado antes que a denúncia seja formalizada. Já a votação da Previdência deve ficar para depois.

Palacianos acreditam que o ato de Janot ocorra após o fim do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Quanto ao resultado na Corte, que pode ser conhecido nesta sexta (9), a expectativa do placar é de 4 votos favoráveis à manutenção da chapa e 3 contra, resultado que, se confirmado, manteria Temer na Presidência.

Apesar de não descartarem a eventual denúncia já na semana que vem, nenhum aliado prefere bater o martelo de quando deve ser apresentada. "[Janot] pode esperar a perícia da gravação [da conversa entre Joesley Batista e Temer] ou enviar a denúncia até mesmo sem a fita. Se esperar a perícia, teremos mais tempo", disse um aliado.

"A agenda é dele [Janot]. Enquanto isso, o governo tem a sua própria agenda de aprovar logo a reforma", afirmou outro nome da tropa de choque do presidente no Congresso.

Temer é alvo de inquérito no STF, derivado de delação premiada do empresário da JBS Joesley Batista, por suspeita de envolvimento nos crimes de corrupção, obstrução à justiça e organização criminosa. Embora a perícia do áudio que deu impulso ao inquérito ainda não tenha data de conclusão, o presidente tem até esta sexta-feira para responder a 82 perguntas enviadas pela Polícia Federal, grande parte delas relacionada ao seu envolvimento com seu ex-assessor e ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso no último sábado (3).

Reforma trabalhista como prioridade

Na avaliação de aliados do peemedebista, a prioridade é aprovar logo a reforma trabalhista no Senado por estar encaminhada e com um consenso maior entre os parlamentares. Nesta quinta (8), o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que governo e oposição chegaram a um acordo sobre a tramitação da proposta, aprovada essa semana na CAE (Comissão de Assuntos Estratégicos).

Segundo Jucá, o relatório na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) vai ser lido em 13 de junho e votado no dia 20. No dia seguinte, o parecer sobre a legalidade da reforma deve ser lido na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania). A relatoria ficará a cargo de Jucá. Se aprovada sem modificações no plenário do Senado, em votação prevista para o dia 28 deste mês, segue para sanção presidencial. Caso contrário, terá de voltar à Câmara dos Deputados.

Previdência em espera para angariar mais votos

Ao contrário da trabalhista, a reforma da Previdência deve ficar somente para o segundo semestre, apurou o UOL. Na avaliação do Planalto, é preciso esperar conseguir barrar a denúncia da PGR na Câmara e deixar a crise política esfriar.

Para o Planalto, sabendo que a instabilidade não acaba com uma eventual vitória no TSE, o foco é assegurar um consenso em torno da recusa da denúncia e garantir a permanência de Temer no poder - a abertura da investigação só seria aceita se tivesse 342 votos entre 513 possíveis na Câmara.

Um dos trunfos do governo é o fato de parte da classe política já demonstrar insatisfação com atitudes de Janot. Assim, assessores consideram que uma união contra a denúncia, e posterior aprovação da reforma previdenciária, pode ser viabilizada mais facilmente.

Outro ponto é que, uma vez que a proposta ainda enfrenta resistência inclusive dentro da base aliada, o Planalto só pode colocá-la em votação no plenário após ter a aprovação dada como certa com razoável margem de segurança. Até lá, haveria mais tempo de se negociar com a base aliada a todo vapor nos bastidores.

Ao todo, são necessários 308 votos para se aprovar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), mas o Planalto almeja pelo menos 320 votos favoráveis. Por enquanto, assessores do presidente calculam entre 280 a 290 votos a favor da reforma.


UOL Notícias

CIRCULAÇÃO E PUBLICIDADE DOS JORNAIS NOS EUA CAEM! AUDIÊNCIA DAS TVS DE NOTÍCIAS SOBE!

(Poder 360) 1. A tiragem dos jornais norte-americanos (exemplares impressos e digitais) caiu 8% em 2016 na comparação com 2015. 
2. A queda foi maior na tiragem impressa: 10% em dias úteis e 9% aos domingos. O dados são do relatório “State of the News Media”, do Pew Research Center.
3. A curva mostra que a circulação total dos jornais voltou agora ao mesmo patamar de antes dos anos 1950.
4. O faturamento com publicidade dos jornais nos EUA também sofreu uma queda. Em relação a 2015, houve diminuição de 10% no ano passado, para US$ 18 bilhões.
5. Já a receita com venda de exemplares (impressos e digitais) ficou quase estagnada em US$ 11 bilhões, com uma alta de apenas 0,4%.
6. TVS DE NOTÍCIAS A CABO. As 3 principais emissoras a cabo especializadas em notícias (CNN, Fox News e MSNBC) registraram uma audiência média de 4,8 milhões de telespectadores, um impressionante aumento de 55% sobre 2015.
7. As informações estão em análise do Pew Research Center sobre dados da Nielsen Media. O aumento da audiência impactou no faturamento total dos canais, que subiu 19% em 2016 —chegando perto de US$ 5 bilhões.


Ex-Blog do Cesar Maia


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