Dilma deixa definitivamente o Palácio da Alvorada

Publicado em 6 de set de 2016

A ex-presidente Dilma Rousseff está de mudança para Porto Alegre . Ela vai usar, pela última vez, um jato da Força Aérea Brasileira. Bancários decretam greve e agências amanhecem fechadas. 

 

 

 

Mais um ano de Lava Jato

 

Publicado em 6 de set de 2016

O Ministério Público autorizou a extensão dos trabalhos da força tarefa até setembro de 2017. No futebol, a seleção enfrenta a Colômbia pelas eliminatórias da Copa do Mundo. 

 

A ascensão da Europa anti-Europa

Publicado em 6 de set de 2016

A insatisfação da população com a onda de refugiados é a principal razão para o crescimento de partidos de direita na Alemanha, na França e em outros países. Assista aos comentários de Diogo Schelp, Vilma Gryzinski e Duda Teixeira

 

 

 

 

Rússia: Frota do Mar Cáspio se prepara para exercícios militares do Cáucaso 2016

 

 

 

 

Rússia: Rússia mostra poderio militar na Expo-Exército 2016

 

 

 

 

ISS: nave espacial Soyuz desacopla da ISS para viagem de volta à Terra

 

 

 

Síria: exército sírio recupera território do EI em Hama

 

 

Cazaquistão: Soyuz TMA-20M e tripulação voltam com segurança à Terra

 

 

 

 

 

Lava Jato denuncia empreiteiros por barrar investigações da CPI da Petrobras

Os procuradores da força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato apresentaram hoje (6) denúncia contra dois empreiteiros acusados de repassar R$ 10 milhões em propina ao ex-senador Sérgio Guerra, falecido em 2010, e ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) para barrar as investigações da extinta CPI da Petrobras, em 2009.

De acordo com a denúncia, Ildefonso Colares, ex-executivo da empreiteira Queiroz Galvão e Erton Medeiros, da Galvão Engenharia, participaram de uma reunião, na qual o valor foi oferecido. A investigação foi baseada nas delações premiadas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef.

Segundo os investigadores, o relatório final da CPI não indiciou nenhum investigado das duas empreiteiras e concluiu que os indícios de irregularidades em refinarias da Petrobras eram inconsistentes.

De acordo com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa, a investigação mostra que parlamentares também podem agir para barrar investigações contra si. “A sociedade precisa ficar atenta, porque reações contra a Lava Jato já começaram e se fortalecerão, tanto mediante campanhas difamatórias como por meio de iniciativas legislativas.", disse.

O pagamento de propina para barrar as investigações da CPI da Petrobras também é investigado na ação penal em que o ex-senador Gim Argello responde na Operação Lava Jato.

 

Agência Brasil

Ministério Público prorroga trabalhos da Lava Jato por mais um ano

O procurador da República e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados (Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

O procurador da República e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan DallagnolZeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O Conselho Superior do Ministério Público Federal prorrogou por mais um ano os trabalhos força-tarefa da Operação Lava Jato, composta por 11 procuradores federais e que estava marcada para ser dissolvida no próximo dia 8 de setembro.

A decisão foi tomada em sessão ordinária do conselho, realizada hoje (6) e presidida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Além dos onze integrantes, compõem a força-tarefa da Lava Jato o procurador Deltan Dallagnol, que comanda os trabalhos, e mais três assistentes. Os trabalhos do grupo tiveram início em abril de 2014. A Operação Lava Jato já teve 33 fases.

Foi prorrogada também a força-tarefa que investiga desvios na Eletronuclear, no âmbito das obras da Usina Nuclear de Angra 3.

 

 

Agência Brasil

Líder do Movimento Brasil Livre pede impeachment de Lewandowski

Brasília - O coordenador do Movimento Brasil Livre, Fernando Holiday, protocola no Senado pedido de impeachment do presidente do STF, Ricardo Lewandowski (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Para o líder do MBL, Fernando Holiday, o presidente do Supremo cometeu crime de responsabilidade ao acatar o fatiamento da votação no processo de impeachment de Dilma RousseffFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Um dos líderes do Movimento Brasil Livre, Fernando Holiday, protocolou hoje (6), no Senado, um pedido de impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski. Responsável por conduzir o julgamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff, Lewandowski acatou o destaque apresentado pelo PT para que a votação da condenação de Dilma fosse fatiada, resultando na manutenção do direito dela de exercer função pública, mesmo após ter o mandato cassado pelos senadores.

Segundo Holiday, a decisão de Lewandowski é o que motiva o pedido de impeachment. “O argumento principal é de que o presidente do Supremo cometeu crime de responsabilidade ao aceitar o fatiamento da votação, que votou separadamente o impedimento da presidente Dilma Rousseff e a sua inabilitação política por 8 anos. O texto constitucional é muito claro, ele diz que a consequência direta do impedimento da presidente da República seria a sua inabilitação”, disse aos jornalistas, logo após protocolar a petição.

Na opinião do coordenador do movimento, o ministro teve oportunidade de analisar a questão com calma, mas agiu com negligência. “O presidente do Supremo soube dias antes desse pedido de destaque, ou seja, ele já tinha analisado a questão previamente, sabia o que seria pedido, teve tempo, claro, de analisar uma questão simples como essa e infelizmente não o fez”, disse.

No pedido, Holiday pede ainda que o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o primeiro vice-presidente da Casa, senador Jorge Viana (PT-AC), sejam considerados impedidos de analisar o acatamento do pedido de impeachment de Lewandowski.

“Primeiro, porque Renan Calheiros foi o responsável por articular tudo isso, ou seja, seria uma parte interessada, e o Jorge Viana, que seria seu vice, é do Partido dos Trabalhadores, justamente o partido que apresentou esse pedido de destaque. Logo, pedimos que quem avalie esse pedido de impeachment seja o segundo-vice presidente do Senado”, afirmou.

O segundo vice-presidente do Senado é o senador Romero Jucá (PMDB-RR). No entanto, a prerrogativa de acatar ou arquivar pedidos de impeachemnt contra ministros do Supremo e o Procurador-Geral da República é do presidente do Senado. Neste caso, Renan Calheiros.

 

Agência Brasil

Moro autoriza novo depoimento de Léo Pinheiro na Lava Jato

leo-pinheiro (1)O juiz federal Sérgio Moro autorizou hoje (6) novo depoimento do ex-presidente da empreiteira OAS, José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, na Operação Lava Jato. Ontem (5), após ser preso pela segunda vez na operação, a defesa do empreiteiro pediu nova oitiva para colaborar com o processo. O novo depoimento será no dia 13 de setembro.

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Pinheiro é réu na ação penal da Operação Lava Jato em que o ex-senador Gim Argello é acusado de atuar para evitar a convocação de empreiteiros na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, encerrada em 2009.

No primeiro depoimento, prestado no dia 24 de agosto, o empreiteiro permaneceu em silêncio durante audiência com Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na Justiça Federal. Dois dias antes do depoimento, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia suspendido a negociação do acordo de delação premiada de Léo Pinheiro, após a divulgação pela revista Vejade vazamentos do acordo.

Ontem (5), ao decretar novamente a prisão de Pinheiro, Moro disse que a prisão não tem relaçãocom a suspensão das negociações do acordo de delação premiada. No despacho, Moro também explicou que o pedido de prisão de Léo Pinheiro foi feito em março e que demorou para tomar a decisão para aguardar o andamento das investigações.

Na Lava Jato, o empreiteiro também responde pela suposta participação no esquema de cartel de empreiteiras na Petrobras e por, supostamente, beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex em Guarujá e do sítio em Atibaia.

 

Agência Brasil

Ritmo da Lava Jato no Supremo está "mais lento", diz Janot

Procurador Rodrigo Janot

Este é “o ritmo do tribunal”, disse o procurador-geral da República, Rodrigo Janot  Arquivo/Agência Brasil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse hoje (6) que os processos da Operação Lava Jato julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) têm um ritmo “mais lento” do que na primeira instância, na Justiça Federal do Paraná.
Os trabalhos da força-tarefa da Operação Lava Jato, que investiga desvios na Petrobras, começaram em abril de 2014, e 98 pessoas já foram condenadas pela primeira instância em Curitiba.

O STF, que julga processos que envolvem políticos com foro privilegiado, ainda não gerou nenhuma decisão final relacionada à Lava Jato. Janot evitou criticar diretamente o Supremo, dizendo apenas que este é “o ritmo do tribunal”.

Janot atribuiu a relativa morosidade da Lava Jato no STF ao fato de que o tribunal “não ter sido feito para formar processo, mas para julgar recurso”. Quando o Supremo recebe a tarefa de originar processos, “fica mais lento mesmo”, acrescentou o procurador-geral da República, que falou com os jornalistas após sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal.

Questionado se isso seria uma crítica direta ao foro privilegiado, Janot respondeu que “na extensão que está, é”.

 

 

AAgência Brasil

A falácia do espantalho. Ou: Jandira Feghali e a emancipação dos negros, das mulheres e dos gays

Jandira-Feghali-Falacia

É claro que não assisto propaganda eleitoral “gratuita”, mas às vezes é inevitável. Ontem, enquanto dirigia, fui obrigado a ouvir a propaganda da Jandira Feghali, no rádio. O texto dizia mais ou menos o seguinte (cito de memória): “não adianta eles tentarem, pois as mulheres não vão voltar para o tanque, os negros não vão voltar para a senzala e os LGBTs não vão voltar para o armário…”

Fiquei pensando: caramba, será que existe alguém, em pleno Século XXI, defendendo coisas do gênero? Claro que não! Eu pelo menos nunca vi. Ali estava, portanto, um exemplo claro da chamada “falácia do espantalho”, uma técnica de retórica e argumentação amplamente utilizada pela esquerda, que consiste em atribuir falsamente aos seus oponentes certas práticas, opiniões e argumentos, a fim de defender o seu exato oposto.

Mas o pior de tudo mesmo é que os desavisados que ouvem dona Jandira falar desse jeito saem com a nítida impressão de que a ideologia comunista/coletivista abraçada pela candidata a prefeita foi, de alguma maneira, responsável por aquelas conquistas das mulheres, dos negros e dos LGBTs.  Ledo engano!

Se os negros deixaram as senzalas, muito se deve ao movimento liberal iluminista inglês dos séculos XVIII e XIX, que, em conjunto com os cristãos reformistas, iniciaram a luta pela abolição da escravatura, uma tradição humana que durou vários séculos, desde a antiguidade.

Quanto às mulheres e o tanque, se este utensílio doméstico encontra-se hoje quase aposentado – e não duvido que em muito pouco tempo a maioria das novas residências já não o tenham -, isto se deve à evolução do modelo capitalista e ao incremento das novas tecnologias, cada vez mais em conta e, por isso, acessíveis à maioria da população.

Finalmente, falemos da saída dos gays do armário.  Quem ouve Jandira falar pode sair com a firme impressão de que os seus amiguinhos e ídolos comunistas sempre foram ferrenhos defensores da causa gay.  Mas a verdade é que os comunistas sempre foram os seus grandes algozes.

Enfim, trata-se de um discurso que em nada surpreende aqueles que conhecem a forma desonesta com que a esquerda costuma fazer política, até porque coerência e honestidade intelectual nunca foram o forte dessa gente…

 

Sobre o autor

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.

 

Instituto Liberal

Gilmar Mendes rebate Janot e diz que há lentidão da PGR em relação à Lava Jato

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou hoje (6) que há lentidão nas investigações da Operação Lava Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR). “Curitiba é muito mais célere que a Procuradoria-Geral da República, isso é evidente”, disse Mendes após cerimônia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Rio de Janeiro - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, visita Cartório Eleitoral de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O ministro Gilmar Mendes nega lentidão do Supremo em relação à Lava JatoTânia Rêgo/Agência Brasil

Pela manhã, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que os processos da Lava Jato julgados pelo STF têm um ritmo “mais lento” do que na primeira instância, na Justiça Federal do Paraná. Gilmar Mendes rebateu questionando a eficiência do Ministério Público Federal (MPF).
“Quantos inquéritos estão abertos que não tiveram denúncias oferecidas? Temos centenas de inquéritos abertos no Supremo, mas quantas denúncias foram oferecidas? Portanto, a lentidão é da Procuradora-Geral da República”, disse Mendes.

 

 

Agência Brasil

Cientistas da Fiocruz concluem que pernilongo comum não transmite vírus Zika

u muriçoca, mosquito de hábitos doméstico e noturno, de nome científico Culex quinquefasciatus, não transmite o vírus Zika. A pesquisa foi divulgada ao público nesta terça-feira (6), em conjunto com a revista científicaPLoS (Public Library of Science) Neglected Tropical Diseases, e tem parceria do Instituto Pasteur de Paris.

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Os trabalhos foram coordenados pelo médico veterinário Ricardo Lourenço, do IOC, e envolveram um total de 42 pesquisadores. Em uma primeira fase, no ano passado, eles coletaram cerca de 1.600 mosquitos, cerca da metade deles Culex e o restante Aedes aegypti, em quatro bairros da cidade do Rio: Copacabana, Manguinhos, Triagem e Jacarepaguá. Uma pequena parte, só 26 indivíduos, era de Aedes albopictus.

Os mosquitos foram testados e nenhum dosCulex era portador do vírus Zika. Em uma segunda fase, foi criada uma colônia de mosquitos no IOC e eles foram expostos, alimentados e contaminados com sangue contendo o vírus Zika. Os insetos foram minuciosamente examinados para detectar se havia vírus vivo neles, incluindo o estômago, a cabeça e a saliva, mas mesmo assim não foi identificado o causador da Zika nos pernilongos.

“Nós examinamos a saliva do mosquito, para ver se o vírus ativo infectante estava ali. Nós não encontramos nenhuma vez o vírus. Isto nos convenceu de que esse mosquito não era capaz de transmitir a Zika. Já os Aedes aegypti se infectavam de 80% a 100% das vezes, com uma quantidade de saliva com muitos vírus”, disse Ricardo Lourenço.

O cientista afirmou que o trabalho, que descarta a transmissão do Zika pelo pernilongo comum, representa um direcionamento importante para as políticas públicas de combate à doença, pois evitará desperdício de recursos financeiros e esforços de saúde no combate a esse inseto em particular.

Outras informações podem ser obtidas na página do IOC na internet.

 

Agência Brasil

 

Por que os “desenvolvimentistas” são uma piada de mau gosto?


Bordin Burke Andou circulando pelo Whatsapp, nos últimos meses, uma anedota que cativou a maioria dos usuários do aplicativo de troca de mensagens. Basicamente, ela apregoa que a prosperidade financeira de uma localidade qualquer advém de uma maior circulação do dinheiro na economia local. Transcrevo-a abaixo: Maio de 2015, numa cidade litorânea do Sul do […]

 

 

O ditador venezuelano cairá de Maduro?


Após a queda do PT o povo venezuelano parece ter adquirido mais motivação para destronar o tirano chavista. As mãos que hoje tremulam bandeiras nacionais talvez sejam as mãos que farão cair aquele fruto já podre, mas que ainda permanece preso aos galhos da árvore latino-americana. O chavismo, que alega querer alimentar o povo, é, […]