MP desiste de recurso por suspensão de Jardel e projeta ações penais

Procurador Marcelo Dorneles acredita que exoneração de servidores elimina risco de prejuízos na AL
MP desiste de recurso por suspensão de Jardel e projeta ações penais | Foto: Paulo Nunes / CP Memória
MP desiste de recurso por suspensão de Jardel e projeta ações penais | Foto: Paulo Nunes / CP Memória
O Ministério Público anunciou, nesta sexta-feira, que as investigações envolvendo o deputado estadual Mario Jardel, do PSD, entraram em fase de conclusão e que ações criminais contra o parlamentar serão ajuizadas já na semana que vem. O Procurador-Geral de Justiça, Marcelo Dorneles, também confirmou que não vai mais insistir na suspensão de Jardel por seis meses. 

A mudança de posicionamento decorre da ordem de Jardel de, mais uma vez, exonerar todos os assessores (10 do gabinete e seis da bancada do PSD). Dorneles explicou que a suspensão tinha caráter preventivo baseado em dois focos: a de impedir a continuidade das práticas ilegais e a interferência do deputado no processo. “Todos os servidores já foram ouvidos pelo Ministério Público e a partir das exonerações eles deixaram de atuar na Assembleia Legislativa. Com isso, não há mais o risco de prejuízo ou qualquer outra pressão. Na semana que vem, já vamos ingressar com as ações penais relativas aos fatos”, projetou.

A interpretação é de que, a partir de agora, Jardel mantém o mandato com o futuro político sob a responsabilidade da Comissão de Ética da Assembleia. “Os fundamentos que nós queríamos para afastá-lo já obtivemos, só restou uma discussão jurídica se o Tribunal de Justiça pode ou não promover o afastamento”, ponderou Dorneles.

O passo inicial para o processo contra Jardel, que já foi aberto na Comissão de Ética, depende do depoimento do parlamentar. A manifestação era prevista para esta quinta-feira, mas Jardel não compareceu. Uma nova agenda foi marcada pelo corregedor da Assembleia, Marlon Santos, do PDT, para a próxima segunda-feira, às 15h30min. A maioria dos deputados já dá como certa a cassação de Jardel, a exemplo do que ocorreu com o colega Diogenes Basegio, do PDT, na semana passada.

Pelo menos até o momento, Jardel permanece suspenso apenas do PSD, conforme decisão da Executiva, confirmada durante a semana pelo presidente do partido, José Paulo Cairoli. Já a Superintendência Administrativa e Financeira da Assembleia Legislativa garantiu que não há mais ordenamento de despesas por parte do gabinete de Jardel desde que a operação do Ministério Público foi deflagrada. Não foram mais solicitadas verbas, por exemplo, para combustível ou diárias de viagens.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Candidato derrotado critica Scioli e Macri e defende renovar esquerda

O jovem Nicolás del Caño, 35, candidato da Frente de Esquerda e dos Trabalhadores, obteve 812 mil votos no primeiro turno (cerca de 3% do total) da eleição argentina.

O STF pode salvar Dilma Rousseff do impeachment?

Em tese, o Supremo só poderia intervir em duas situações para salvar a presidente Dilma do impeachment.
Em menos de 24 horas, base do governo entrou com três pedidos para anular processo de impeachment no STF. Entenda o que pode acontecer
EXAME.ABRIL.COM.BR|POR TALITA ABRANTES

Maioria da bancada federal gaúcha do PMDB defende saída de Padilha do governo

José Fogaça foi o único que se disse surpreso com a decisão

*Com informações dos repórteres: Samantha Klein e Lucas Rivas.

A maioria dos deputados federais do PMDB do Rio Grande do Sul entende como acertada a decisão do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, de deixar o governo federal. Considerado, até então, um dos principais aliados da presidente Dilma Rousseff (PT) na base governista, Padilha pediu demissão, segundo interlocutores. Braço direito do vice-presidente Michel Temer, ele deixa o governo dois dias depois do início das discussões sobre o impeachment da presidente. Oficialmente, o Palácio do Planalto não foi notificado. Conforme informações de bastidores, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, não quis receber Padilha nesta sexta. A expectativa é de que a oficialização da saída ocorra na segunda-feira.

Ex-prefeito de Porto Alegre, o deputado federal José Fogaça se disse estarrecido com a decisão. “É preocupante. Que motivo teria feito o ministro sair em meio aos problemas gigantescos do governo? Fico pensando se é uma posição conjunta com Temer ou se é alguma rixa interna que ele estivesse enfrentando”, ponderou. Dos cinco integrantes da bancada federal do PMDB, Fogaça foi o único que não defendeu a saída.

Ex-secretário estadual da Saúde nas gestões de Yeda e Rigotto, o deputado Osmar Terra foi enfático em enaltecer a decisão. Terra participou de um movimento recente do partido que se dizia contrário à aceitação de cargos na gestão do PT. “Já deveria ter saído muito antes. O PT não deixa nenhum outro partido ter protagonismo, todo projeto ou programa é ideia deles, mesmo que não seja. Não dá para trabalhar assim”. Terra também disse ser abertamente favorável à deposição de Dilma do cargo.

Já o deputado Darcísio Perondi salienta o que chama de ‘efeito simbólico’ da decisão de Padilha. Segundo ele, a saída certamente teve aval do vice-presidente Michel Temer. “Ele não aguenta mais o desgoverno, o desequilíbrio. Não aguentou a incompetência, a imprudência desse governo”.

O deputado Alceu Moreira também defendeu a postura adotada pelo correligionário. “Como todos sabem, ele tem um grau de lealdade com o vice-presidente que não permite a ele servir a dois senhores ao mesmo tempo. Portanto, acho que ele fez bem”, atestou. Moreira também ratificou discurso adotado anteriormente ao defender o impeachment e avaliar que Dilma perdeu a capacidade de comando.

Já o colega de bancada, Mauro Pereira, adiantou estar com voto em aberto com relação à deposição de Dilma. O peemedebista disse que espera os esclarecimentos da comissão especial do impeachment e a reação dos eleitores dele, na Serra. “Eu não defini (voto) e vou ouvir bastante a sociedade para fazer o melhor para o País”, disse. Mauro Pereira disse, porém, apoiar a saída de Padilha.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Concurso SMTR 2016 - Secretaria Municipal de Transportes

Posted: 05 Dec 2015 12:03 AM PST
Concursos SMTR - Secretaria Municipal de Transportes / RJ - O órgão Secretaria Municipal de Transportes / RJ informou sobre a abertura das inscrições para o Concurso que visa selecionar profissionais para ocupar 113 vagas em cargos de níveis médio e superior. Cargos oferecidos Este Concurso Secretaria Municipal de Transportes RJ tem como objetivo selecionar candidatos que tenham formação de
Posted: 05 Dec 2015 12:02 AM PST
Concursos CASSEMS - O órgão CASSEMS informou sobre a abertura das inscrições para o Concurso que visa selecionar profissionais para ocupar 86 vagas em cargos de níveis médio e superior. Cargos oferecidos Este Concurso da Caixa de Assistência dos Servidores tem como objetivo selecionar candidatos que tenham formação de nível médio e superior aptos para exercer os seguintes cargos: Assistente

Sartori se manifesta sobre pedido de impeachment de Dilma

Sem se posicionar a favor ou contra, governador pediu “rigorosa legalidade” no processo
Sartori se manifesta sobre impeachment | Foto: Karine Viana / Palácio Piratini / CP Memória
Sartori se manifesta sobre impeachment | Foto: Karine Viana / Palácio Piratini / CP Memória
O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), manifestou-se, em nota, sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, deflagrado nesta semana pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, correligionário de Sartori. 

“Espero que as instituições funcionem dentro da mais rigorosa legalidade. Não cabe a mim fazer juízo de mérito sobre o processo de impeachment, que deverá ter seu transcurso no esteio de todas as garantias constitucionais existentes. Como governador, mantenho as relações federativas e espero que esse debate ajude o país a superar a crise política e econômica em que se encontra. Mais do que uma disputa pessoalizada ou partidarizada, a nação deve preservar suas instituições e encontrar um novo rumo de desenvolvimento.”, comentou a nota do chefe do Executivo gaúcho. 

Uma das estratégias do governo contra o impeachment é buscar apoio de governadores. Inicialmente, serão chamados a reuniões, governadores da base. Outros governadores deverão ser convidados em seguida a dialogar com o Planalto.

Governo acredita ter votos suficientes na Câmara para barrar impeachment

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, diz que processo tem que ser rápido para o Brasil não parar
Dilma diz que fará tudo para defender o seu mandato | Foto: Marcelo Camargo / Abr / Divulgação / CP
Dilma diz que fará tudo para defender o seu mandato | Foto: Marcelo Camargo / Abr / Divulgação / CP
Após a deflagração da abertura do processo de impeachmentda presidente Dilma Rousseff na última quarta-feira, o Governo federal agiu rápido. Reuniu ministros e traçou as linhas de defesa via Judiciário e na Câmara dos Deputados, convocando os líderes dos partidos da base para formar a "linha de frente" numa possível votação do pedido. O governo está confiante. Acredita que contará com os 172 votos exigidos para impedir que o plenário da Câmara consiga afastar Dilma do cargo e iniciar o julgamento de destituição.

Líderes da oposição, por sua vez, deram sinais de que não têm maioria. No entanto, calculam que quanto mais o tema se estender, maior será o desgaste de Dilma, já que o horizonte econômico está cada dia mais complicado e é previsível que comecem protestos nas ruas. "Fazemos agora o carnaval do impeachment e depois fazemos o impeachment propriamente dito", declarou o deputado opositor Rodrigo Maia, para quem a votação do julgamento deve ser realizada a partir de fevereiro.

Nessa quinta, foi lido no Plenário da Câmara, a denúncia e hoje Dilma foi oficialmente notificada. A presidente discursou nesta sexta em uma cerimônia com funcionários do setor da saúde que se converteu em um ato político. "Não ao golpe" e "Fora Cunha" foram alguns dos gritos lançados pelos presentes, que também levaram cartazes com a frase "Fique Dilma".

"Não tem fundamento o processo do meu impedimento", disse Dilma. "Vou fazer a defesa de meu mandato com todos os instrumentos previstos em nosso Estado democrático de direito", afirmou.

Agilidade
Ministros, legisladores e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram mobilizados para acelerar um processo que pode levar vários meses, justamente quando o Brasil caminha em direção a sua maior recessão em 85 anos e Dilma tem uma
popularidade de 10%, apenas onze meses depois de ter iniciado seu segundo mandato.

"Temos que resolver isso já", disse Lula, que junto a vários líderes governistas quer suspender o tradicional recesso do Congresso que se estende de 22 de dezembro a 1 de fevereiro.

Prováveis manifestações
A pressão da opinião pública é um fator chave, e tanto os partidários de Dilma quanto seus adversários sabem que isso pode fazer muitos legisladores mudarem de posição. "É muito provável que sejam convocadas manifestações para pressionar o Congresso a votar pelo impeachment", estimou Rubens Figueredo, professor de ciência política da Universidade de São Paulo, em declarações à AFP.

"A demora de todo este processo conspira contra a economia e a piora da economia é ruim para o governo", acrescentou.
A central sindical CUT convocou o apoio a Dilma nesta sexta-feira em Brasília. Ao mesmo tempo, vários grupos que criticam a economia planejam manifestações para o dia 13 de dezembro, domingo.

Levy pede que debate sobre impeachment seja rápido

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu o encerramento rápido do debate sobre o impeachment. Na primeira declaração pública sobre o assunto, ele disse que ,quanto antes forem encerradas as discussões, melhor para o país, porque o governo pode prosseguir com o debate em torno da aprovação de medidas econômicas necessárias que dependem do Congresso Nacional.
 
O ministro ressaltou que o país passa por um momento político "muito particular", mas acrescentou que o país precisa continuar enfrentando os desafios para manter a economia. Ele lembrou da importância da recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para reequilibrar as contas da Previdência Social no próximo ano.

O ministro também defendeu que gastos com programas sociais sejam rediscutidos. Destacou que o governo está empenhado em regularizar os atrasos nos repasses a bancos públicos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
AFP, Agência Estado e Correio do Povo

Resort oferece passeio em submarino high tech

Este resort em Fiji oferece um passeio de submarino que promete uma vista incrível do fundo do mar. Veja fotos:
Espécie de veículo submersível de uso pessoal, o Super Falcon pode mergulhar a aproximadamente 120 metros e atingir 10 km/h
EXAME.ABRIL.COM.BR|POR JONAS CARVALHO

TSE abre prazo para defesa de Dilma e Temer e ação sobre campanha eleitoral

Tribunal aceitou recurso para apurar supostas irregularidades fiscais
TSE abre prazo para defesa de Dilma e Temer e ação sobre campanha eleitoral | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP
TSE abre prazo para defesa de Dilma e Temer e ação sobre campanha eleitoral | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou, nesta sexta-feira, a decisão do plenário, tomada em outubro, que reabriu ação de investigação eleitoral em que o PSDB pleiteia a cassação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente, Michel Temer. Com a decisão, os advogados da coligação de Dilma e Temer terão sete dias para apresentar defesa no tribunal, após serem notificados. Os advogados também podem questionar novamente a reabertura da ação.

Com a reabertura do processo, a Justiça Eleitoral procederá à investigação das questões levantadas pelo partido e, após a análise das alegações da acusação e da defesa, o caso será julgado no mérito pelo plenário da corte. Em fevereiro, a ministra Maria Thereza de Assis Moura arquivou o processo, por entender que não havia provas suficientes para o prosseguimento da ação. 

No entanto, o TSE aceitou recurso do protocolado pela Coligação Muda Brasil, do candidato derrotado à Presidência da República Aécio Neves, do PSDB. A legenda alegou que há irregularidades fiscais na campanha relacionadas a doações de empresas investigadas na Operação Lava Jato.

No processo, o PT sustenta que todas as doações que o partido recebeu foram feitas estritamente dentro dos parâmetros legais e posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral. As contas eleitorais da presidente foram aprovadas pelo plenário do TSE em dezembro do ano passado, por unanimidade.

Agência Brasil e Correio do Povo

A internet do Cazaquistão é melhor do que a do Brasil

O Borat conseguiria se comunicar melhor pela internet do que o Zé Carioca.
Estudo realizado em 167 países colocou o Brasil na 61ª posição do ranking
EXAME.ABRIL.COM.BR|POR FELIPE GERMANO