Tempo vira no RS nesta terça e chuva volta após breve trégua
O tempo muda no Rio Grande do Sul nesta terça-feira. Segundo a MetSul, muitas nuvens cobrem o Estado, com aberturas de sol em meio à nebulosidade em diferentes localidades.
A instabilidade retorna pela Metade Norte, especialmente da tarde para a noite, com a formação de uma frente quente. Nas últimas horas do dia, com o avanço do sistema para o sul, pode chover em pontos da faixa central, nos vales e até na Grande Porto Alegre.
As temperaturas começam baixas, mas a nebulosidade deve impedir geada na maioria dos locais. A tarde será fria, principalmente nos Aparados da Serra.
PRF apreende mais de 2 toneladas de maconha escondidas em carga de melancias na BR-386
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de duas toneladas de maconha na tarde desta segunda-feira, 10, na BR-386, em Lajeado, no Vale do Taquari. A droga estava escondida em meio a uma carga de melancias em um caminhão Ford Cargo emplacado em Cascavel (PR).
Segundo a PRF, a apreensão ocorreu durante abordagem de rotina em frente ao posto da corporação, no km 342 da rodovia. Além da droga, o caminhão transportava outras 14 toneladas de melancia e feno na caçamba.
De acordo com a polícia, o caminhão teria saído de Goiás com destino a Porto Alegre. O veículo e a carga foram retidos.
O motorista, de 44 anos, natural de Pernambuco, foi preso por tráfico de drogas. A ocorrência segue em andamento.
EUA aceitam pedido do Brasil e marcam consultas na OMC sobre tarifaço; China pede para participar
Os Estados Unidos responderam nesta segunda-feira, 10, ao pedido do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas extras impostas a produtos brasileiros e aceitaram abrir consultas.
"Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil para participar das consultas. Estamos prontos para dialogar com as autoridades da sua missão em uma data mutuamente conveniente para consultas", informou o governo norte-americano.
O Brasil acionou o sistema de solução de controvérsias da OMC no dia 27 de julho, argumentando que as tarifas são "inconsistentes" com as regras da entidade. O pedido de consultas é a primeira etapa formal do sistema, em que os países tentam negociar uma solução antes da eventual instalação de um painel.
A manifestação brasileira expõe o cenário e rebate alegações dos EUA de tratamento discriminatório.
China pede participação
O governo chinês também se manifestou no processo e pediu autorização para participar das consultas. Maior parceiro comercial do Brasil, a China afirmou ter "um interesse comercial substancial nessas consultas".
"Essas medidas afetam todas as exportações da China aos Estados Unidos, sujeitas a isenções específicas, e em particular as condições de competição para esses produtos originados na China e vendidos ao mercado estadunidense, como resultado de tarifas adicionais impostas. A China, portanto, solicita respeitosamente que seja permitida sua participação nas consultas nesta disputa", diz o documento chinês, que afirma que os EUA também impuseram "certas medidas" a produtos de origem chinesa.
Com informações da Agência Brasil.
Tentativa de assalto em Alvorada termina com três suspeitos mortos em confronto com a BM
Três suspeitos morreram durante uma tentativa de assalto a um comércio no bairro Jardim Algarve, em Alvorada, na noite desta segunda-feira, 10. Segundo informações preliminares, o grupo foi surpreendido por equipes do 1º Batalhão de Choque de Porto Alegre, que estavam no local.
Houve tiroteio e os três homens foram baleados. Eles não resistiram até a chegada do socorro médico. Foram apreendidas duas armas de fogo e um simulacro.
A ocorrência também mobilizou efetivos do 24º Batalhão da Brigada Militar. As identidades dos mortos ainda não foram divulgadas. Nenhum policial ficou ferido.
Sem Zucco e Juliana, painel da Fetransul com candidatos ao Piratini debate concessões de rodovias
A reunião da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do RS (Fetransul) com os candidatos ao governo do Estado, na manhã desta segunda-feira, 10, foi marcada pelas ausências de Luciano Zucco (PL) e Juliana Brizola (PDT).
Juliana avisou no sábado, 8, que não poderia comparecer por questões de agenda e foi representada por Edegar Pretto (PT). A substituição foi criticada por Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB) durante o painel. Em nota após o evento, Gabriel disse que não aceitará mudanças de regra sem aviso prévio e que foi comunicado da troca ao chegar no local.
Zucco não enviou representante. Segundo a campanha, ele cumpria agenda de gravações de material eleitoral e deslocamento para sabatina em Santa Cruz do Sul.
Logo na primeira fala, Gabriel reforçou que estava com a chapa completa, com o candidato a vice Ernani Polo (PSD) e os candidatos ao Senado Germano Rigotto (MDB) e Frederico Antunes (PSD).
Maranata, que ficou isolado em boa parte do debate, aproveitou as ausências para alfinetar os adversários: "Respeito todos formatos de debate e espaços de diálogo. Para mim, cada convite feito por uma entidade representa uma oportunidade de ouvir e apresentar propostas", disse.
Concessões em pauta
O evento foi em formato de exposição, sem debate direto entre os candidatos, o que não impediu trocas entre Gabriel e Pretto. Cada um teve dez minutos de abertura, além de perguntas dos sindicatos da Fetransul.
A concessão das rodovias gaúchas foi o tema central. Gabriel defendeu que a CPI dos Pedágios desestimulou empresas na concessão do bloco 2 e que isso pode dificultar o próximo governo. "Sem concessões para atrair investimento privado para o modal rodoviário, independente do governador que venha a ter, vamos ter dificuldade de investimento", afirmou.
Pretto rebateu, dizendo que a chapa pedetista não é contra concessões: "Nós queremos concessão bem-feita, que quem paga o pedágio possa enxergar as obras acontecendo. Não teremos modelo específico, temos que observar a característica de cada região, de cada obra que nós faremos".
Maranata citou a retirada dos pedágios de Guaíba quando foi prefeito e defendeu que o Estado busque recursos: "Os investimentos, seja o viaduto, a duplicação, quem tem que fazer é o governo do estado, que busque dinheiro e que tenha diálogo com o governo federal".

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