Campanha começa em 10 dias e RS se prepara para disputa intensa e cheia de surpresas
A menos de dez dias para o início oficial da campanha eleitoral, o ritmo nas coligações se intensifica no Rio Grande do Sul. A partir de 16 de agosto, os candidatos poderão pedir votos e devem ampliar as agendas, sobretudo com contato direto com os eleitores.
Apesar da forte movimentação pré-eleitoral, parte da população ainda não despertou para o processo – e é justamente essa fatia que pode definir os rumos da disputa. Como nas últimas eleições, o interesse deve crescer com o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV e das inserções ao longo da programação, que estreiam em 28 de agosto.
Entre os desafios dos próximos 45 dias de campanha está convencer os eleitores desiludidos a comparecerem às urnas, em um Estado acostumado a surpreender nas urnas.
Dois exemplos marcam essa característica. Em 2002, Germano Rigotto (MDB), que não decolava nas pesquisas, acabou eleito governador. Quatro anos depois, em 2006, quando tentava a reeleição e era considerado favorito, ficou fora do segundo turno, disputado por Yeda Crusius (PSDB) e Olívio Dutra (PT), com vitória da tucana.

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