Tentativa de frear atuação de catadores é rejeitada na Câmara de Porto Alegre

 Os vereadores foram contra a emenda n°58 à Lei de Uso e Ocupação do Solo, que tratava do regime de atividades em trechos do 4°Distrito


Os vereadores da Câmara de Porto Alegre rejeitaram, na tarde desta segunda-feira (11), a emenda n°58 à Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), que proibiria a atividade de ferro-velho e comércio de sucatas em regiões do Quarto Distrito. Essa deve ser a penúltima sessão de apreciação das emendas ao projeto, que será votado nesta quarta-feira (13).


A proposta, que recebeu 15 votos favoráveis e 18 contrários, afetaria a Zona de Ordenamento Territorial (ZOT) 8.2-A e 8.2-B, onde estão situados os bairros Floresta, São Geraldo, Navegantes, Farrapos e Humaitá. O texto rejeitado é de autoria do vereador Rafael Fleck (MDB), que deixou a cadeira na Câmara no Legislativo em janeiro para assumir a Secretária de Serviços Urbanos de Porto Alegre.


Em plenário, o bloco de oposição encaminhou contra a matéria, que foi alvo de manifestações populares nas galerias. “Isso vai prejudicar diretamente a economia dos ferros-velhos, dos galpões, das famílias que moram, por exemplo, na Vila dos Papeleiros, uma comunidade onde 90%, quase 100% (das pessoas) sobrevive dos resíduos sólidos”, afirmou Erick Dênil (PCdoB).

Além dos vereadores da esquerda, cinco integrantes da base de Sebastião Melo (MDB) votaram contra a medida. Foram eles: Carlo Carotenuto (Republicanos), Giovane Byl (Podemos), José Freitas (Republicanos), Marcelo Bernardi (PSDB) e Moisés Barboza (PSDB).


Até o final da tarde, a Casa Legislativa também havia rejeitado as emendas n°62, 66 e 78. A rejeição da primeira, que tratava da criação de um novo bairro, foi solicitada pelo próprio autor do texto, Marcos Felipi (PP). Os vereadores, por outro lado, aprovaram as emendas n°69, 70, 72 e 73, assim como a subemenda 1 à emenda n°69. Confira o detalhamento:


Aprovadas


Emenda n°69, de autoria de Moisés Barboza (PSDB) e Idenir Cecchim (MDB), que autoriza, para as áreas com mais de 50 hectares (ha), localizadas nas ZOTs 14 e 15, que estão situadas próximas ao Bairro Restinga, a unificação em regime único e o enquadramento e aplicação dos parâmetros urbanísticos previstos para a ZOT 1, “observados a preservação dos bens ambientais em percentual previsto na legislação específica e eventuais contrapartidas definidas pelo Poder Público.”

Subemenda 1 à emenda n°69, de autoria dos vereadores da situação, que altera o mapa das Zonas de Ordenamento Territorial para estabelecer a ZOT 1 em uma faixa de 200m de cada lado a partir das vias Estrada do Rincão (na Zona Sul de Porto Alegre), a rua Cinco Mil Setecentos e Três e a rua Sete Mil Cento e Quarenta (ambas na Restinga).

Emenda n°70, de autoria de Moisés Barboza e Idenir Cecchim, que permite a alteração da classificação urbanística da ZOT-16 – que permite altura máxima de 9 metros – para a ZOT-4 –que permite altura máxima de 18 metros – para as áreas localizadas na Unidade de Planejamento (UPL) Extremo Sul. O trecho está localizado dentro quarteirão formado pelo Lago Guaíba ao Sul, seguindo pela Rua Luis Vieira Bernardes até a confluência com a Estrada Otaviano José Pinto, desta seguindo até a confluência com a Estrada de Itapuã em direção a Viamão e por fim no Lago Guaíba.

Emenda n°72, de autoria de Moisés Barboza e Idenir Cecchim, que autorizada na ZOT 14, desde que o empreendimento se destine à Habitação de Interesse Social, a adoção e aplicação de regime urbanístico correspondente à ZOT 1.

Emenda n°73, de autoria de Moisés Barboza e Idenir Cecchim, que autoriza, para as áreas localizadas na Unidade de Planejamento (UPL) Lomba do Pinheiro, a alteração da classificação urbanística da ZOT 15 para ZOT 1. O trecho está localizada dentro quarteirão formado pela Rua da Comunidade até a confluência da Diretriz 6060 (Orquídea) até encontrar a Estrada Afonso Lourenço Mariante e, deste ponto, partindo de uma linha reta, sentido sudoeste até encontrar a Estrada do Rincão, desta seguindo até a confluência com a Rua da Comunidade.

Rejeitadas


Emenda n°62, de autoria de Marcos Felipi (PP), que proporia a criação do bairro Verdes Campos, localizado nas ZOTs 3, 10, 11 e 15. O próprio autor encaminhou a rejeição em plenário.

Emenda n°66, de autoria da vereadora Juliana de Souza (PT), que suprime o inciso IV do §1º do art. 35 da Luos. O inciso estabelece diretrizes para o percentual mínimo de destinação de áreas para equipamentos ou a conversão em obras e serviços no parcelamento do solo.

Emenda n°78, de autoria da vereadora Juliana de Souza (PT), que estabeleceria que projetos acima de 9 metros, para serem aprovados, deveriam conter o Estudo de Sombras projetadas pela nova edificação no solstício de inverno (21 de junho), que garanta o mínimo de três horas de insolação em ao menos uma das fachadas da edificação vizinha ou de um lado do terreno vizinho, no período das 10h às 14h.

Além disso, a Casa solicitou a retirada dos destaques da emenda n°89 e das subemendas 1 à emenda n°70, n°2 à emenda n° 70 e n°2 à emenda n°73.


Correio do Povo

O Senado pode fazer isso?

 





Postagem de Ranking dos Políticos

Fonte: https://web.facebook.com/reel/2143122889809583

Fundo de "aperfeiçoamento" da Justiça é usado para pagar supersalários no TJ-SP

 


O Fundo Especial de Despesas do TJ-SP, teoricamente criado para o "aperfeiçoamento" e a modernização da Justiça, teve R$ 4,1 bilhões destinados para o pagamento de benefícios, auxílios e "penduricalhos" aos magistrados em 2025.
Isso representa quase 79% de todo o recurso empenhado pelo fundo!!
Com o acúmulo de verbas indenizatórias, que não entram no cálculo do teto constitucional, a média salarial dos juízes paulistas beirou os R$ 146 mil por mês no primeiro semestre de 2025.
Para tentar manter esses pagamentos, o Tribunal entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a recente decisão do ministro Flávio Dino, que determinou a suspensão imediata de verbas usadas para "furar o teto" do funcionalismo público em todo o país.
Os supersalários precisam ser BARRADOS de uma vez por todas! Acesse o link dos stories e assine o manifesto contra este absurdo.

Post de Ranking dos Políticos

Fonte: https://web.facebook.com/100079731894575/posts/960282319972822/?rdid=yucNxIZWqcCBeLpg#

Vídeo - PT, PCdoB e PV apresentam ação ao STF para derrubar dosimetria que beneficia Bolsonaro

 




Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/05/pt-pcdob-e-pv-apresentam-acao-ao-stf.html

Vídeo - Quais cidades têm mais beneficiários do Bolsa Família no Brasil

 




Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/05/quais-cidades-tem-mais-beneficiarios-do.html

Vídeo - Moraes suspende Lei da Dosimetria até análise de inconstitucionalidade pelo plenário do STF

 




Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/05/moraes-suspende-lei-da-dosimetria-ate.html

Vídeo - Smartphone Motorola Moto g35 5G 128GB 4+8GB RAM - Verde

 


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Vídeo - Deputado bolsonarista manda ofício à CBF pedindo convocação de Neymar para Copa

 




Fonte: ttps://www.rsnoticias.top/2026/05/deputado-bolsonarista-manda-oficio-cbf.html

Lá vem o Xandão - Ali Klemt comenta o assunto

 




Ali Klemt publicou: INACREDITÁVEL #pldadosimetria #dosimetría #alexandredrmoraes

Fonte: https://www.tiktok.com/@ali.klemt/video/7637989408536284437

Definidos os primeiros 45 hospitais que abrirão leitos pediátricos pelo Programa Inverno Gaúcho com Saúde

 Meta do governo é garantir cobertura territorial e resposta regionalizada



O governo do Estado definiu os 45 primeiros hospitais habilitados a abrir 106 leitos para o atendimento pediátrico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no âmbito do Programa Inverno Gaúcho com Saúde 2026. A medida está formalizada em portaria publicada pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) no Diário Oficial do Estado (DOE) e marca o início da ampliação da rede hospitalar para enfrentar o aumento dos casos respiratórios durante o outono e o inverno.


No total, o programa prevê a habilitação de 604 leitos estaduais, sendo 158 leitos SRAG pediátricos e 446 leitos SRAG adultos. Adicionalmente, serão pleiteados 1.277 leitos em âmbito federal, cujas habilitações estão condicionadas à avaliação técnica e à disponibilidade orçamentária, conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.


Nesta primeira etapa, serão abertos 106 leitos pediátricos financiados com recursos estaduais, entre leitos de UTI pediátrica e leitos de suporte ventilatório pulmonar (SVP), com investimento total de R$ 15,6 milhões, destinados ao custeio por um período de 90 dias. Os valores serão repassados em parcelas mensais, condicionados à efetiva disponibilização dos leitos no sistema de regulação.


“Com a definição dos primeiros hospitais habilitados e a integração de ações como a telemedicina pediátrica, o Programa Inverno Gaúcho com Saúde está estruturando uma resposta articulada e descentralizada para proteger a saúde das crianças gaúchas durante o período mais crítico do ano para as doenças respiratórias”, argumentou a secretária da Saúde, Lisiane Fagundes.


Os hospitais contemplados com os leitos pediátricos estão distribuídos em todas as macrorregiões do Estado, garantindo cobertura territorial ampla e resposta regionalizada à demanda por internações pediátricas. A rede envolve unidades localizadas nas regiões Metropolitana, Serra, Vales, Norte, Sul, Centro-Oeste e Missioneira, tanto em municípios de grande porte quanto em cidades polo regionais e regiões mais afastadas.


Cidades envolvidas

Na Região Metropolitana, estão contemplados hospitais em municípios como Porto Alegre, Alvorada, São Leopoldo, Viamão e Sapucaia do Sul, com destaque para a abertura de leitos em instituições de referência como a Santa Casa de Porto Alegre, o Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, o Instituto de Cardiologia e a Associação Hospitalar Vila Nova.


Na Serra, a ampliação envolve hospitais de Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Farroupilha, Guaporé, Nova Prata, Veranópolis e Carlos Barbosa. Já os Vales contam com novos leitos em Arroio do Meio, Candelária, Estrela, Lajeado, Santa Cruz do Sul, Segredo e Teutônia.


A Região Norte está contemplada com hospitais em Carazinho, Erechim, Passo Fundo, Sarandi, Soledade, Tenente Portela e Cruz Alta. No Sul do Estado, recebem incentivo unidades de Bagé, Pelotas, Piratini e Santa Vitória do Palmar. O Centro-Oeste inclui hospitais de Faxinal do Soturno, São Francisco de Assis, São Gabriel e Uruguaiana. Já a Região Missioneira conta com ampliação em Santa Rosa, São Borja e São Luiz Gonzaga.


"Um dos critérios técnicos considerados na distribuição dos leitos por região de saúde é justamente a distância entre os hospitais que são referência no atendimento pediátrico para que possamos garantir com que cada criança tenha chance real de atendimento no tempo oportuno", explicou o diretor do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da SES, Marcelo Reidel.


A portaria estabelece que o incentivo financeiro é excepcional e temporário, voltado exclusivamente para a ampliação da capacidade de resposta do SUS durante o período crítico de circulação de vírus respiratórios, quando há maior risco de agravamento dos quadros clínicos em crianças.


Telemedicina pediátrica reforça cuidado

Além da abertura de leitos, o Programa Inverno Gaúcho com Saúde também conta com a assistência por meio da Telemedicina Pediátrica, iniciativa estratégica da Secretaria da Saúde para qualificar o atendimento e reduzir a pressão sobre os hospitais. O serviço foi retomado em 2026, de forma antecipada, como parte da preparação para o período de maior circulação de vírus respiratórios. A telemedicina funciona com equipes médicas especializadas que atuam a partir do Departamento de Regulação Estadual (DRE), prestando suporte remoto a profissionais de hospitais de menor porte, unidades de pronto atendimento, enfermarias pediátricas e UTIs neonatais e pediátricas.


Na prática, os médicos do serviço analisam os casos de crianças internadas ou que aguardam transferência, orientam o manejo clínico, ajustam condutas e auxiliam na escolha de tratamentos mais adequados. Esse acompanhamento especializado à distância tem papel fundamental para evitar a evolução dos casos para quadros graves, reduzir a necessidade de transferências e, em muitos casos, prevenir internações em leitos de UTI.


A iniciativa contribui diretamente para a organização da rede, garantindo que os leitos hospitalares sejam destinados a pacientes que realmente necessitam de cuidados intensivos, ao mesmo tempo em que amplia a resolutividade da assistência nas regiões de origem dos pacientes.

Correio do Povo