Ministério da Saúde homenageia vítimas da pandemia em Porto Alegre

 Ato é alusivo a sanção da lei que define 12 de março como Dia Nacional de Memória das Vítimas da Covid-19


Foi sancionada nesta segunda-feira a lei que define o dia 12 de março como o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Covid-19, doença que matou mais de 700 mil pessoas no Brasil. A data é marcada pela primeira morte relacionada a doença registrada no Brasil, em 2020.


Em alusão ao ato, sete capitais brasileiras receberam projeções em homenagem às vítimas do coronavírus em uma iniciativa coordenada pelo Ministério da Saúde. Em Porto Alegre, a ação foi realizada na lateral de um dos prédios do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) a partir das 18h e está programada até as 3h do dia seguinte.


Durante a pandemia, a instituição foi referência no atendimento a pessoas infectadas, inclusive com a criação do protocolo de atendimento pós-covid, utilizado em todo o país, de acordo com o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, que comentou o estabelecimento da data no calendário nacional.


“É um grito de que todas as autoridades, quando ocorrem pandemias ou problemas graves de saúde, tem que ter responsabilidade sanitária e política com a vida das pessoas, em primeiro lugar. Segundo, é que jamais pode ser desprezada a ciência”, afirmou o dirigente do grupo citando a redução das infecções e mortes pelo vírus após a vacinação.


Na ocasião, foram exibidos dois materiais, o primeiro, do Ministério da Saúde, resgatava dados da pandemia no Brasil destacando a atuação dos profissionais da saúde, pesquisadores e enaltecendo a saúde pública, além de imagens e nomes, lembrando as vítimas da doença. O segundo, elaborado pelo GHC, traz o nome de cada um dos funcionários que morreram em decorrência da infecção.


A execução do vídeo produzido pelo Ministério da Saúde acontece simultaneamente em Porto Alegre, no Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Fortaleza e Manaus. Atualmente, a vacina integra o calendário nacional de imunização para crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos. Para maiores de cinco anos, a imunização é indicada apenas a quem ainda não recebeu nenhuma dose. Pessoas com condições clínicas especiais devem receber doses anuais, com intervalo de seis meses para imunocomprometidos.

Correio do Povo

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