Vídeo - Triciclo Elétrico Tuktuk 800w Passeio Mobilidade Sem Cnh - Smartway

 


Informações do Produto

Triciclo Elétrico Tuktuk 800w Passeio Mobilidade Sem Cnh

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS


° Marca: Smartway

° Modelo: SmartTuk 800W

° Potência do motor: 800W

° Velocidade máxima: até 32 km/h

° Bateria: Chumbo, 60V de ciclo profundo – 15A

° Autonomia: até 30km*

° Tempo de recarga: aproximadamente 6 horas

° Aro: 8

° Peso do produto: aproximadamente 110,5 kg (com bateria)

° Peso máximo suportado: até 175 kg

° Dimensões (com caixa): 155 x 70 x 86 cm



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Trabalhador não precisa mais de auxílio-doença para ter estabilidade após doença ocupacional, decide TST

 


Tese fixada pelo TST reforça que a estabilidade pode ser reconhecida com base no nexo causal entre a doença e o trabalho28 de março de 2026
Gustavo de Souza
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) consolidou um importante entendimento que altera a interpretação sobre a estabilidade no emprego em casos de doenças ocupacionais. A partir de agora, o trabalhador não precisa mais necessariamente receber o auxílio-doença acidentário do INSS para ter direito à garantia provisória de emprego de 12 meses.Pela tese fixada pelo TST, o que passa a ser decisivo é a prova do nexo causal (ou concausal) entre a doença e o trabalho. Ou seja, se ficar comprovado que a enfermidade foi causada ou agravada pelas condições laborais, o empregado terá direito à estabilidade, mesmo sem ter sido afastado por mais de 15 dias ou ter recebido o benefício previdenciário.O que muda na práticaO artigo 118 da Lei 8.213/1991 previa estabilidade de 12 meses após o fim do auxílio-doença acidentário. Por muito tempo, a jurisprudência exigia o recebimento desse benefício como condição obrigatória para a estabilidade.Com o novo posicionamento do TST, laudos médicos, exames e perícias judiciais ganham maior relevância. Se esses documentos demonstrarem a relação entre o trabalho e a doença, o trabalhador poderá pleitear na Justiça a reintegração ao emprego ou o pagamento de indenização equivalente ao período de estabilidade.Impactos para trabalhadores e empresasPara os trabalhadores, a mudança representa uma ampliação da proteção em casos de demissão injusta relacionada a problemas de saúde provocados ou agravados pelo trabalho.Para as empresas, o entendimento aumenta a responsabilidade sobre as condições de trabalho, ergonomia, prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, além de exigir maior cuidado nos procedimentos de desligamento.A tese fixada pelo TST tem repercussão geral e deve ser aplicada em todo o país pelos juízes e tribunais do Trabalho.

Mega-Sena, concurso 2.990: aposta simples de Marataízes (ES) leva sozinha os R$ 37,9 milhões

 


Sorteio ocorreu na noite deste sábado (28); números vencedores foram 06 - 14 - 18 - 29 - 30 - 4428/03/2026 | 21h03Uma aposta simples feita em Marataízes, no Espírito Santo, acertou as seis dezenas da Mega-Sena e faturou sozinha o prêmio principal do concurso 2.990, no valor de R$ 37.983.331,58.O sorteio foi realizado na noite deste sábado (28). Os números sorteados foram:
06 - 14 - 18 - 29 - 30 - 44.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, o vencedor jogou apenas seis números, na modalidade simples.Premiação das demais faixas
  • 5 acertos: 45 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 48.264,27
  • 4 acertos: 3.814 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 938,65
O próximo sorteio da Mega-Sena está previsto para terça-feira (31).Como apostarAs apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica credenciada ou pelo site e aplicativo Loterias Caixa. Bolões digitais estão disponíveis até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo app.O pagamento online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou internet banking (para correntistas da Caixa). É necessário ter 18 anos ou mais para participar.A probabilidade de acertar o prêmio principal com uma aposta simples de seis dezenas é de 1 em 50.063.860.

Colapso das negociações e entrada dos Houthis complicam estratégia dos EUA contra o Irã

 


Trump dá prazo até 6 de abril para reabertura do Estreito de Ormuz28/03/2026 | 20:30
Correio do Povo
Um mês após o início da Operação Epic Fury, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã entra em uma fase mais complexa. Com o fracasso das negociações de paz e a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei nos ataques iniciais, Washington enfrenta o desafio de passar de uma campanha aérea punitiva para um possível confronto de exaustão regional.Estratégias em estudo pelos EUAApós a rejeição iraniana ao “Plano de 15 Pontos” proposto pela administração Trump, o Pentágono avalia três caminhos principais:
  • Estrangulamento energético: Trump estabeleceu o dia 6 de abril como prazo final para o Irã reabrir o Estreito de Ormuz. Uma das opções é a destruição das refinarias e campos de petróleo na ilha de Kharg, visando provocar um colapso econômico que force a rendição do regime iraniano.
  • Apoio a mudanças internas: Os EUA buscam explorar a onda de protestos civis no Irã — a maior desde a Revolução de 1979 — incentivando dissidentes e setores da população a pressionarem por uma mudança de poder, evitando uma invasão terrestre.
  • Escalada de precisão: Uso intensivo de bombardeiros B-52 e forças navais para destruir o que resta do arsenal de mísseis balísticos iranianos (cerca de 2,5 mil), mantendo o domínio absoluto do espaço aéreo e eliminando qualquer risco de retaliação nuclear.
Como a entrada dos Houthis muda o cenárioAté este sábado, os rebeldes houthis do Iêmen atuavam de forma indireta. Agora, com o lançamento de mísseis contra Israel e o ataque ao porto de Salalah, em Omã, eles entraram formalmente no conflito, criando novos desafios para os EUA:
  • Bloqueio duplo às rotas de energia: Enquanto o Irã ameaça fechar o Estreito de Ormuz, os Houthis colocam em risco o Bab al-Mandab, no Mar Vermelho. Isso pode forçar navios a contornar toda a África, elevando drasticamente os custos de transporte e os preços globais de combustível.
  • Guerra assimétrica de atrito: Os Houthis usam drones baratos (cerca de US$ 20 mil) para forçar o disparo de mísseis interceptadores americanos muito mais caros, drenando rapidamente os estoques de munição de precisão dos EUA.
  • Risco de erosão das alianças: A nova ofensiva houthi pode reacender o conflito direto com a Arábia Saudita. Caso Riyad seja atacada novamente, os sauditas podem exigir maior intervenção americana ou, ao contrário, se afastar da coalizão para proteger seu território.
Ponto de inflexãoA entrada dos Houthis demonstra que a estratégia inicial de “decapitação” do comando iraniano não foi suficiente para paralisar as milícias aliadas. O conflito agora se fragmenta em múltiplas frentes independentes.A partir de agora, o sucesso da Operação Epic Fury dependerá não apenas dos bombardeios em solo iraniano, mas da capacidade de manter abertas as principais rotas comerciais mundiais sob constante ameaça de ataques com drones iemenitas.

Israel ataca centro de desenvolvimento de armas navais do Irã e fortes explosões são ouvidas em Teerã

 


Ataques ocorrem após rebeldes huthis do Iêmen anunciarem entrada no conflito com lançamento de míssil contra Israel28/03/2026 | 19:43
AFP
Israel realizou novos ataques contra o Irã neste sábado (28). O Exército israelense anunciou que bombardeou a sede da Organização de Indústrias Navais do Irã, responsável pelo desenvolvimento e produção de armamentos navais, incluindo navios de superfície, submarinos, equipamentos tripulados e não tripulados.No fim do dia, fortes explosões foram ouvidas em Teerã. Um jornalista da AFP na capital iraniana relatou uma coluna de fumaça preta e uma série de detonação que durou vários minutos. Moradores descreveram os bombardeios como intensos, com uma artista local afirmando à AFP que “parecia que toda Teerã tremia”.O porta-voz militar israelense afirmou que os ataques contra a indústria militar iraniana foram intensificados e que, “em poucos dias”, serão concluídos os bombardeios contra “todos os componentes críticos” do programa militar do Irã.Entrada dos huthis no conflitoOs novos ataques ocorrem após os rebeldes huthis do Iêmen anunciarem sua entrada oficial na guerra. Os huthis lançaram um míssil contra Israel, marcando sua participação direta no conflito que se espalhou pelo Oriente Médio.Em resposta, o Irã lançou novos ataques contra território israelense, ferindo 11 pessoas por estilhaços em uma localidade próxima a Jerusalém.Contexto do conflitoO conflito atual teve início em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma grande onda de ataques aéreos contra o Irã, que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Desde então, a escalada tem afetado toda a região e impactado a economia global, especialmente pelos problemas no abastecimento de petróleo e gás.O Paquistão atua como mediador entre americanos e iranianos. Na segunda-feira (6), Islamabad receberá ministros das Relações Exteriores de Arábia Saudita, Turquia e Egito para discutir a crise. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, agradeceu os esforços de mediação paquistaneses, enquanto autoridades alemãs e o enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff, demonstraram otimismo com a possibilidade de conversas diretas entre Washington e Teerã em breve.Impactos na navegação e economiaA entrada dos huthis no conflito reacende preocupações com a segurança no Mar Vermelho e no Golfo de Áden. Durante a guerra em Gaza, os rebeldes já haviam atacado navios, obrigando empresas de navegação a fazer desvios custosos. Agora, a gigante dinamarquesa Maersk suspendeu temporariamente operações no porto omanense de Salalah após um ataque com drone.O Irã também anunciou o ataque a um navio logístico americano perto de Salalah. Nos Emirados Árabes Unidos, mísseis e drones iranianos atingiram a Zona Econômica de Khalifa, em Abu Dhabi, ferindo seis pessoas e causando danos significativos à empresa Emirates Global Aluminium.No Irã, a produção foi suspensa em uma grande usina siderúrgica no sudoeste do país após bombardeios. A Guarda Revolucionária iraniana advertiu que responderá a qualquer ataque econômico com retaliações contra instalações industriais na região.