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O petista também voltou a dizer que é necessário distribuir renda para que a população faça a economia girar
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira, 14, que anunciará três novas políticas de crédito. Ele deu a declaração em solenidade para anúncio de investimentos da Vale em Parauapegas (PA).
"Crescemos 3,7%, e neste ano o Brasil vai crescer mais. Porque tem uma coisa acontecendo nesse país. Temos o menor nível de desemprego da história do País, temos crescimento da massa salarial, e temos uma quantidade de crédito que nunca teve nesse País. E nós vamos anunciar mais três políticas de crédito", declarou Lula.
O petista também voltou a dizer que é necessário distribuir renda para que a população faça a economia girar comprando comida e outros produtos. "Dinheiro bom não é o dinheiro que vai para a mão do rico, que ele compra dólar e fica explorando. Dinheiro bom é na mão do povo", disse o petista.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Ex-presidente foi indiciado pela Polícia Federal por três crimes
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (14) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro tem garantido amplo acesso às provas do inquérito que apura a trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A afirmação está na decisão na qual Moraes julgou prejudicado o pedido feito pela defesa de Bolsonaro para ter acesso à íntegra do conjunto probatório da investigação, incluindo o espelhamento dos celulares, computadores e pen drives apreendidos.
Segundo o advogado Celso Vilardi, a medida é necessária para garantir que a defesa seja exercida com "paridade de armas".
Na decisão, o ministro disse que os advogados de Bolsonaro sempre tiveram "total acesso" aos autos, inclusive antes da retirada do sigilo da investigação.
"Como se vê, o amplo acesso aos elementos de prova já documentado nos autos está plenamente garantido à defesa dos investigados, incluído o requerente Jair Messias Bolsonaro, o que permanecerá até o encerramento da investigação", afirmou.
Em novembro do ano passado, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal (PF) pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
As acusações fazem parte do chamado inquérito do golpe, cujas investigações concluíram pela existência de uma trama golpista para impedir o terceiro mandato de Lula.
A expectativa é que a Procuradoria-Geral da República (PGR) denuncie o ex-presidente e outros acusados ao Supremo na próxima semana. Se a denúncia for aceita pela Corte, Bolsonaro passará à condição de réu e responderá a um processo criminal.
Agência Brasil e Correio do Povo
Ponta de 22 anos estavo no Los Angeles FC, dos Estados Unidos
Próximo do prazo final para inscrever jogadores no gauchão 2025, o Grêmio conseguiu listar o atacante Cristian Olivera no BID. Ele se junta a Amuzu, Luan Cândido, Lucas Esteves e Wagner Leonardo, todos inscritos no boletim da CBF nesta sexta-feira, 14, último dia para realizar as inscrições.
Cristian Olivera, de 22 anos, estava no Los Angeles FC, dos Estados Unidos. O uruguaio assinou contrato com o Tricolor até o final de 2027, com opção de extensão por mais um ano por metas atingidas.
O Tricolor desembolsou cerca de 4,5 milhões de dólares (R$ 25,7 milhões, na cotação atual) para fechar com o atleta. O jogador chega para ser mais uma opção para os lados do campo no ataque. Além dele, Quinteros conta com Pavon, Aravena e Amuzu. Improvisado, Edenilson já atuou aberto pelo lado direito.
Revelado pelo Rentistas, do Uruguai, Olivera teve passagem pelo Almería, da Espanha, antes de retornar ao país de origem. Entre 2021 e 2023, o atacante de lado atuou por Peñarol e Boston River por empréstimo. Em agosto de 2023, chegou ao Los Angeles FC e apresentou bons números na temporada passada, com 14 gols e cinco assistências em 35 jogos disputados.
Correio do Povo
Ideia é poupar os titulares para a partida pela Copa do Brasil, contra o São Raimundo-RO
O Grêmio publicou nesta sexta-feira, 14, os relacionados para a partida contra o Ypiranga, pela última rodada da fase de grupos do Gauchão 2025. O treinador Gustavo Quinteros relacionou apenas reservas e jogadores da base para a partida. A ideia é poupar seus titulares para a partida pela Copa do Brasil, contra o São Raimundo-RO, na próxima quarta-feira, 19.
Os jogadores oficializados no BID nesta sexta-feira,14, Amuzu, Luan Cândido e Lucas Esteves, não foram relacionados para a partida.
O Grêmio é o primeiro time de seu grupo, com 14 pontos, seguido por Guarany de Bagé (9), São José (4) e Avenida (2). o Ypiranga, adversário do Tricolor, é o terceiro colocado do grupo B, atrás Caxias e Inter.
Adriel
Gabriel Grando
Gustavo Martins
João Lucas
Luis Eduardo
Natã
Nathan Borges
Viery
Wesley Costa
Camilo
Dodi
Kaick
Monsalve
Pepê
Smiley
Tiago
Zortea
André Henrique
Aravena
Arezo
Gabriel Mec
Jeferson
RELACIONADOS! 🇪🇪📋 Esses são os jogadores selecionados pelo técnico Gustavo Quinteros para o nosso último duelo na primeira fase do #Gauchão2025. VAMOS, TRICOLOR!#YPIxGRE #OCoraçãoTricolorAlenta pic.twitter.com/HkBTE95bnd
— Grêmio FBPA (@Gremio) February 14, 2025
Correio do Povo
Governo daquele Estado alega que sistema atual é muito oneroso
A Polícia Militar de São Paulo reuniu-se na tarde desta sexta-feira (14), na capital paulista, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, para apresentar o funcionamento das novas câmeras corporais da PM Paulista. O encontro ocorreu no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom).
Segundo a assessoria do STF, o governador do estado, Tarcísio de Freitas, procurou mostrar que o modelo atual de armazenamento de imagens, que guarda as informações por três meses, é muito oneroso e compromete um orçamento que poderia ser utilizado para aumentar o número de câmeras. Tarcísio disse ainda que, com a nova tecnologia, já teria condições de aumentar o número de equipamentos de 10 mil para 12 mil e, em pouco tempo, a 15 mil.
Ao final do encontro, Barroso relatou que o comandante-geral da corporação, coronel Cássio Araújo de Freitas, fez uma apresentação do novo modelo de câmeras. “Explicando as razões pelas quais o estado entende que o modelo de gravação ininterrupta continua, mas que o custo do armazenamento estava muito elevado e que, portanto, eles estão introduzindo um novo modelo com outra tecnologia”.
“Foi extremamente esclarecedor e agora eu fiz as anotações, vou receber novas informações e, a partir daí, nós vamos decidir”, acrescentou o presidente do STF.
Em 9 de dezembro de 2024, Barroso determinou a obrigatoriedade do uso de câmeras corporais pela PM paulista. Por essa decisão, os equipamentos deveriam ser capazes de gravar a ação dos policiais ininterruptamente. Ele atendeu a um pedido da Defensoria Pública de São Paulo.
Em nova decisão, de 26 de dezembro, Barroso limitou a obrigatoriedade das câmeras somente para "operações de grande envergadura", incursões em comunidades vulneráveis e em operações deflagradas para responder a ataques contra policiais. O ministro reconheceu a alegação do governo paulista de que não teria câmeras suficientes para todo o efetivo da PM, que supera os 80 mil agentes. Ele ordenou que os equipamentos fossem destinados a regiões com maior letalidade policial.
Hoje, o coronel Cássio Araújo de Freitas, disse que os equipamentos utilizados pela PM serão capazes de gravar ininterruptamente a ação dos policiais. Também participaram da reunião o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, e o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Fernando Antonio Torres Garcia.
Agência Brasil e Correio do Povo
A ordem de reter o dinheiro para essas instituições de ensino cumpre uma promessa de campanha do republicano
As escolas e universidades americanas que exigem a vacinação contra Covid correm o risco de perder financiamento do governo federal sob decretado assinado por Donald Trump nesta sexta-feira, 14.
A ordem de reter o dinheiro para essas instituições de ensino cumpre uma promessa de campanha do republicano, mas seu impacto tende a ser limitado. Isso porque nenhum Estado americano obriga a vacinação contra Covid para os alunos do ensino fundamento e médio.
Entre as universidades, apenas 15 ainda exigiam a imunização até o final do ano passado, de acordo com o grupo ativista No College Mandates.
O decreto orienta o Departamento de Educação e o Departamento de Saúde a criar um plano para acabar com a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid. Não está claro, contudo, quais fundos seriam usados como alavanca para isso já que a maior parte do financiamento federal para educação é determinado pelo Congresso
A ordem mira especificamente as vacinas contra a Covid, que foram exigidas em alguns distritos, especialmente os mais progressistas, para estudantes que participassem de esportes ou para visitantes, incluindo pais.
As pesquisas mostram que a exigência aumenta as taxas de imunização entre os estudantes e reduz a circulação do vírus, com potenciais benefícios para a comunidade ao redor das escolas e universidades. Mesmo assim, a maior parte das políticas de obrigatoriedade da vacina contra covid teve duração curta no país.
A ordem não atinge as políticas estaduais que obrigam a vacinação das crianças em idade escolar contra outras doenças, como sarampo, caxumba, poliomielite, tétano, coqueluche e catapora. Essas exigências não se aplicam às crianças que, por razões médicas, não podem ser imunizadas.
O decreto, embora tenha impacto limitado, reflete a guinada de Donald Trump na posição sobre as vacinas contra a Covid. O republicano, que presidia os Estados Unidos no começo da pandemia, defendeu os imunizantes, contrariando os mais radicais da própria base.
Já na campanha para voltar à Casa Branca, Trump dizia com frequência que "não daria um centavo a qualquer escola que tenha obrigatoriedade de vacinação".
Logo após assumir a presidência, o republicano anunciou que reintegraria cerca de 8 mil soldados dispensados por se recusarem a tomar a vacina contra a Covid.
Para chefiar o Departamento de Saúde do segundo governo, Donald Trump escolheu Robert F. Kennedy, que há décadas espalha teorias da conspiração e critica vacinas. A nomeação de RFK enfrentou resistências, mas foi aprovada no Senado, com a promessa de que ele não iria interferir nas políticas de vacinação.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo