Sonda chinesa decola da Lua com amostras do lado oculto

 Nave usou braço robótico antes de fazer novo lançamento de retorno


A sonda chinesa Chang'e-6 decolou com sucesso da Lua carregando amostras coletadas no lado oculto do satélite terrestre, informou nesta terça-feira (noite de segunda em Brasília) a imprensa estatal daquele país. “O módulo de ascensão da sonda chinesa Chang'e-6 decolou da superfície lunar na manhã desta terça-feira, carregando amostras coletadas no lado oculto da Lua”, afirmou a agência estatal de notícias Xinhua, citando a Administração Espacial Nacional da China (CNSA).

Este evento é definido pelo meio de comunicação como 'um marco sem precedentes na história da exploração humana da Lua'. A sonda Chang'e-6 alunissou no domingo na imensa bacia Aitken, uma das maiores crateras de impacto conhecidas no sistema solar, situada no lado oculto do satélite, segundo a CNSA.

A nave, que iniciou em 3 de maio uma complexa missão de 53 dias, conta com um braço robótico para coletar material da superfície e um perfurador para colher amostras do interior.Uma vez coletado este material, 'uma bandeira nacional chinesa carregada pelo módulo de alunissagem foi hasteada pela primeira vez no lado oculto da Lua', disse a Xinhua.

Os cientistas consideram que esta parte da Lua, nunca visível da Terra, possui um grande potencial para a pesquisa, pois suas crateras não estão tão cobertas por antigos fluxos de lava como as do lado mais próximo ao planeta.O material coletado pela sonda chinesa também pode fornecer pistas sobre como a Lua se formou.bur-smw/mtp/dbh/am


AFP e Correio do Povo

Rio Guaíba apresenta recuo após subir 43 centímetros durante esta madrugada

 Rio terá curva de baixa com condições de vento favoráveis na segunda metade da semana, segundo a MetSul Meteorologia

Cais Mauá segue afetado pelas águas rio Guaíba 

Na madrugada desta segunda-feira, entre meia-noite e 7h da manhã, o nível do rio Guaíba subiu 43 centímetros, chegando a se elevar a uma taxa de 10 centímetros por hora no começo da madrugada. Às 7h15, a cota estava em 3,86m. Sete horas depois, o registro foi de 3,63m, segundo medição da régua da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e Agência Nacional de Águas (Ana).

A nova cota de inundação é de 3,6m. Já a cota de alerta é de 3,15m.

Conforme a MetSul Meteorologia, a previsão para os próximos dias é positiva, excetuando-se oscilações temporárias. “O Guaíba terá curva de baixa que será acentuada sob condições de vento muito favoráveis com ingresso de ar quente na segunda metade da semana. A chuva de hoje, pela frente fria, não teve impacto com os baixos volumes”, informa a MetSul.

Confira a última atualização do nível do Guaíba:


Correio do Povo

Chuva se afasta e RS terá sol entre nuvens nesta terça-feira

 Novo episódio de chuva e vento Sul promoveu elevação do nível do rio Guaíba

Chuva se afasta e RS terá sol entre nuvens nesta terça-feira 

O rio Guaíba recuou no começo da noite desta segunda-feira após uma forte elevação que provocou alagamentos em Porto Alegre pela manhã. Na terça-feira, esse episódio de precipitação se afasta do Rio Grande do Sul e o dia será de sol entre nuvens com algumas áreas com maiores momentos de nebulosidade no Estado. A expectativa é que as águas sigam reduzindo seu leito.

Conforme a MetSul, uma massa de ar frio cobre o território gaúcho e traz um amanhecer frio a muito frio em todas as localidades. Pode gear em pontos da Serra do Sudeste, Campanha, Planalto e Campos de Cima da Serra. Mínimas ao redor de 0ºC ou pouco negativas nos Aparados.

No período da tarde, o clima ameno se espalha pelo território gaúcho. Em Porto Alegre, o dia será de sol e nuvens com temperatura de 7ºC a 19ºC.

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Eduardo Leite cria Secretaria da Reconstrução Gaúcha para manejar crise climática no Estado

 Governador também sancionou o Plano Rio Grande e o Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), que terá órgão consultivo formado por membros técnicos e científicos



O governador Eduardo Leite sancionou, nesta segunda-feira, medidas importantes para o enfrentamento da crise ambiental vivida no Estado, bem como para a prevenção de novas catástrofes hidrológicas associadas à mudança climática. As sanções estão publicadas na 2ª edição do Diário Oficial do Estado.

As ações tomadas pelo governador dizem respeito à criação da Secretaria da Reconstrução Gaúcha, a regulamentação do Programa de Reconstrução, Adaptação e Resiliência Climática do Rio Grande do Sul, chamado Plano Rio Grande e a implementação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs).

Conheça as atribuições da nova Secretaria da Reconstrução Gaúcha:

A Secretaria de Parcerias e Concessões (Separ) foi renomeada para Secretaria da Reconstrução Gaúcha por meio da Lei 16.136, de 3 de junho de 2024, redefinindo as suas competências.

  • Atuar na coordenação do planejamento, da formulação e da execução de ações, projetos ou programas voltados para a implantação ou o incremento da resiliência climática, para a recomposição das infraestruturas afetadas, bem como para o enfrentamento das consequências sociais, econômicas e ambientais decorrentes dos eventos climáticos que atingiram o Estado nos anos de 2023 e 2024;
  • Propor e coordenar estratégias para seleção e contratação de projetos e obras de engenharia voltadas para o enfrentamento das consequências sociais, econômicas e ambientais decorrentes dos recentes eventos climáticos;
  • Estabelecer modelo de governança e atuar na coordenação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs);
  • Coordenar e monitorar políticas, ações, programas e projetos de parcerias público-privadas e concessões;
  • Exercer a fiscalização dos contratos de concessões rodoviárias e aprovar os respectivos projetos de engenharia, sem prejuízo da fiscalização das obras pela Secretaria de Logística e Transportes.
  • O titular da Separ, Pedro Capeluppi, será o secretário da nova pasta, que absorveu as atividades da área de parcerias e concessões.

Plano Rio Grande

Também está publicado na 2ª edição do DOE desta segunda o Decreto 57.647, que regulamenta o Plano Rio Grande – Programa de Reconstrução, Adaptação e Resiliência Climática do Rio Grande do Sul (criado pela Lei 16.134, de 24 de maio de 2024).

O decreto institui ainda o respectivo Comitê Gestor, Conselho e Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, bem como dispõe sobre o Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs).

O Comitê Gestor, com atribuições deliberativas, será coordenado pelo governador do Estado. Conforme o decreto do governador, a Secretaria da Reconstrução Gaúcha funcionará como órgão executivo do Plano Rio Grande, atuando de forma isolada ou conjunta com as demais pastas no cumprimento das deliberações do comitê.

O Conselho do Plano Rio Grande vai ser presidido pelo vice-governador do Estado e contará com um plenário composto por integrantes designados pelo governador, assegurada a participação, na proporção mínima de 50% da composição, de representantes da sociedade.

Ainda serão designadas Câmaras Temáticas para avaliar a pertinência e a viabilidade técnica de demandas e sugestões propostas, com atuação nos seguintes eixos: assistência social, educação, habitação, segurança, infraestrutura, saúde, meio ambiente, economia e justiça e direitos humanos.

O Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática do Plano Rio Grande, órgão colegiado com atribuições consultivas e propositivas acerca de aspectos técnicos, tecnológicos e científicos, será composto por especialistas e pesquisadores designados pelo governador.

Funrigs

O Decreto 57.647 também detalha o funcionamento do Funrigs – fundo público especial de natureza orçamentária, financeira e contábil, com o objetivo de segregar, centralizar e angariar recursos destinados para o enfrentamento das consequências sociais, econômicas e ambientais decorrentes dos eventos climáticos ocorridos em 2023 e 2024.

Segundo o governo do Estado, os recursos serão utilizados para planejamento, formulação, coordenação e execução de ações, projetos ou programas voltados para a implantação ou ampliação da resiliência climática e para o enfrentamento das consequências sociais, econômicas e ambientais decorrentes dos eventos climáticos.

As principais ações do fundo são:

  • Restabelecimento, recuperação, reconstrução ou construção de alternativas para infraestrutura logística e de mobilidade urbana e rural; infraestrutura dos serviços públicos, em especial dos essenciais à população, como saúde, educação e segurança; condições habitacionais, em especial à população carente diretamente atingida pelos eventos climáticos;
  • Realocação de populações afetadas pelos eventos climáticos;
  • Resiliência climática, em especial por meio de infraestrutura e estratégias sociais, econômicas e tecnológicas para eliminação ou mitigação da vulnerabilidade climática;
  • Assistência às populações afetadas pelos eventos climáticos;
  • Promoção do desenvolvimento econômico-sustentável do Estado, por meio de investimentos estratégicos capazes de criar infraestrutura econômica e estimular o desenvolvimento de um ambiente propício ao fortalecimento e à implementação de cadeias produtivas, de forma a incentivar o aumento da produtividade da economia estadual, o desenvolvimento regional, o incentivo à inovação e à sustentabilidade;
  • Equilíbrio das contas para enfrentamento à tragédia climática.

Também foi sancionada pelo governador Eduardo Leite e está na 2ª edição do DOE desta segunda (3/6) a Lei Complementar 16.135, que flexibiliza regras fiscais para impulsionar execução do Plano Rio Grande. As mudanças alinham normas estaduais à Lei de Responsabilidade Fiscal federal e permitem um planejamento financeiro mais sustentável, reduzindo o impacto de variações econômicas extraordinárias.

A lei estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade da gestão fiscal, criando mecanismos prudenciais de controle com objetivo de alcançar o equilíbrio financeiro das contas.

Correio do Povo

CRISE E OPORTUNIDADE

 DUAS CRISES TRÁGICAS

Antes de tudo, mais do que sabido, o Estado do Rio Grande do Sul, num espaço de CINCO ANOS, foi -PREMIADO- por DUAS IMENSAS CRISES, cujos efeitos SOCIAIS E ECONÔMICOS ultrapassam a fronteira daquilo que pode ser entendido e/ou classificado como TRÁGICO.

PRIMEIRA CRISE

A PRIMEIRA CRISE, iniciada em 2019, foi marcada por uma nova cepa do CORONAVÍRUS, cujo alastramento rápido mundo afora fez com que a OMS a classificasse como -PANDEMIA-. No Brasil, ainda que a COVID-19 tenha provocado estragos muito dolorosos em todos os estados, no RS, por conta de DECISÕES ABSURDAS, tomadas pelo péssimo governador do RS, Eduardo Leite, o estado foi PREMIADO por EFEITOS EXTREMAMENTE TRÁGICOS, onde muitas atividades foram definitivamente encerradas e outras vinham mostrando enorme dificuldade de recuperação. 

VÁRIAS CRISES CLIMÁTICAS

Pois, como se não bastasse a CRISE DA COVID-19, onde o governador gaúcho ganhou apoio irrestrito da esquerda, assim como do CONSÓRCIO FORMADO PELA MÍDIDA ABUTRE, o RS ainda foi PREMIADO- por várias e insistentes -CRISES CLIMÁTICAS-, onde a última, que iniciou nos primeiros dias do mês de maio e ganhou proporções avassaladoras ao longo de todo o período, foi ainda mais TRÁGICA E DESTRUIDORA tanto pelo lado SOCIAL quanto ECONÔMICO. 


BÚSSOLA INDICA QUE AS OPORTUNIDADES ESTÃO FORA DO RS

Ora, para quem está convencido que CRISE significa PERIGO E OPORTUNIDADE, isto sugere que o indiscutível e CONSIDERÁVEL AUMENTO DA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE NOVAS CRISES e/ou TRAGÉDIAS, deve estar levando em boa conta que, neste momento crítico, as REAIS E EFETIVAS OPORTUNIDADES ESTÃO ALÉM DAS FRONTEIRAS DO ESTADO DO RS. 

PRIME NEWS



MUTIRÃO DA CIDADANIA



A partir desta segunda-feira, 3, a Sala do Empreendedor, ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Smdet), participa do Mutirão da Cidadania na Capital. A ação ocorre diariamente, das 12h às 18h, no Shopping Praia de Belas (avenida Praia de Belas, 1181), no primeiro piso, ao lado da Camicado. 


O objetivo da iniciativa é auxiliar e oferecer serviços emergenciais à população atingida pelas chuvas. A Sala do Empreendedor prestará esclarecimentos e serviços sobre alvarás, licenciamentos e legislações.


O público terá acesso ainda à reimpressão das carteiras de identidade; assistência jurídica integral e gratuita; orientação sobre a antecipação de benefícios e serviços previdenciários; emissão de certidões de nascimento e de casamento, além da emissão de CPF. Todas as entidades terão guichês de atendimento no Praia de Belas e representantes oficiais para prestar todo o apoio necessário à população. 


O Mutirão da Cidadania é resultado de parceria entre a Prefeitura de Porto Alegre, Tudo Fácil, CEEE, Instituto Geral de Perícias, Defensoria Pública, Caixa Federal e Hospital das Clínicas. 

Pontocritico.com

Vídeo: Michelle Bolsonaro solta o verbo e expõe a esquerda

 "Por que o interesse em regular as mídias sociais? Porque chega a verdade até o povo", disse a presidente nacional do PL Mulher


Neste sábado (1º), a presidente nacional do Partido Liberal (PL) Mulher e ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, participou de um evento da legenda em Roraima. Em seu discurso, ela se manifestou contra a esquerda.

– Nós cremos que vocês ainda têm esperança no Brasil. E tudo está acontecendo, porque Deus está permitindo. A extrema-esquerda governou em um momento em que não tinha as redes sociais como hoje. Eles podiam roubar (…), nada acontecia, a população não ficava sabendo. Hoje é um outro momento em que se você fizer um post errado, quando você deletar já era… o print é eterno. Por que o interesse em regular as mídias sociais? Porque chega a verdade até o povo. Nós precisamos nos fortalecer, nós precisamos nos posicionar. Porque a verdade sempre vai prevalecer, sempre vai fluir – declarou.

Em seguida, Michele relembrou o caso do suposto sumiço dos móveis do Palácio da Alvorada. Em 2023, Lula (PT) e sua esposa, Janja da Silva, acusaram a família Bolsonaro de extraviar móveis do Palácio da Alvorada. Por fim, em 2024, a Presidência da República reconheceu ter encontrado todos os 261 bens nas dependências do próprio local.

ASSISTA


Pleno News

Petista confessa o “plano”, mas Bolsonaro já tem uma arma secreta

 


Em um cenário político cada vez mais acirrado, o deputado federal Lindbergh Farias (PT/RJ) revelou um suposto plano que poderia resultar na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração, feita durante uma entrevista, trouxe à tona um clima de tensão e polarização no país. “Na minha avaliação, depois de o comandante da Aeronáutica, do comandante do Exército terem revelado que ele queria anular a eleição e prender Alexandre de Moraes, o destino dele vai ser a prisão”, afirmou Lindbergh Farias, referindo-se a eventos e alegações que teriam ocorrido durante o período eleitoral.

As declarações de Lindbergh ecoaram rapidamente pelos corredores do poder e entre os apoiadores de Bolsonaro. A resposta do ex-presidente não tardou. Informado sobre o suposto plano, Bolsonaro iniciou uma série de movimentos estratégicos para combater o que ele e seus apoiadores chamam de “perseguição política”. Em um claro exemplo de sua reação, manifestações massivas foram organizadas na avenida Paulista, em São Paulo, e na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Esses eventos não foram apenas grandes encontros de apoiadores; eles se transformaram em demonstrações de força e resistência. Milhares de pessoas tomaram as ruas vestidas de verde e amarelo, carregando cartazes e entoando slogans em defesa de Bolsonaro. A magnitude dessas manifestações é descrita por muitos como um levante popular sem precedentes na história recente do Brasil.

A avenida Paulista, tradicional palco de protestos políticos, foi cenário de um dos maiores atos pró-Bolsonaro. A multidão, composta por cidadãos de todas as idades e classes sociais, demonstrou apoio incondicional ao ex-presidente, que também marcou presença no evento. Discursando para os presentes, Bolsonaro agradeceu pelo apoio e reforçou seu compromisso com a luta contra o que ele chama de “sistema opressor”. “Não vamos permitir que calem a voz do povo brasileiro”, declarou, sendo ovacionado pelos manifestantes.

No Rio de Janeiro, a praia de Copacabana se transformou em uma maré humana de apoiadores bolsonaristas. A concentração de pessoas foi tamanha que as vias próximas precisaram ser fechadas para garantir a segurança dos participantes. Em meio à agitação, líderes políticos e influenciadores digitais aliados de Bolsonaro subiram ao palco para expressar solidariedade e chamar a atenção para o que consideram uma injustiça iminente.

A reação popular, descrita por alguns analistas como uma “carta na manga” de Bolsonaro, evidencia a força e a influência que o ex-presidente ainda exerce sobre uma parte significativa da população brasileira. Esse apoio, dizem especialistas, pode ser crucial para enfrentar as acusações e o possível processo judicial que se desenha no horizonte.

A polarização política no Brasil não é novidade, mas o nível de tensão atual marca uma nova etapa na disputa pelo poder. De um lado, figuras como Lindbergh Farias e outros líderes petistas articulam estratégias para responsabilizar Bolsonaro por supostas ações antidemocráticas. Do outro, Bolsonaro e seus apoiadores mobilizam as ruas e as redes sociais para defender sua posição e questionar a legitimidade das acusações.

A alegação de que Bolsonaro teria tentado anular a eleição e prender o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, é grave e carrega consigo implicações profundas. Se comprovada, pode levar a consequências severas para o ex-presidente e seus aliados. No entanto, a resposta enérgica de Bolsonaro e a mobilização popular indicam que ele está longe de se dar por vencido.

As próximas semanas serão decisivas para o futuro político do Brasil. A escalada de eventos pode resultar em um confronto direto entre as forças de oposição e os apoiadores de Bolsonaro. Observadores internacionais acompanham de perto a situação, destacando a importância da estabilidade política e institucional no maior país da América Latina.

Enquanto isso, as manifestações e o apoio popular continuam a crescer, criando um cenário de incerteza e expectativa. Bolsonaro, com sua “carta na manga”, aposta na força do povo para resistir às pressões políticas e judiciais que se avolumam contra ele. O desfecho dessa disputa promete ser um dos capítulos mais intensos e decisivos da recente história política brasileira.

Em um país marcado pela diversidade e complexidade, a batalha pelo poder entre Lula e Bolsonaro reflete as profundas divisões que ainda permeiam a sociedade. A busca por justiça e o desejo de estabilidade caminham lado a lado, à medida que o Brasil se prepara para enfrentar mais uma fase turbulenta de sua trajetória democrática.

Agora Notícias

Reação histórico do Congresso mostra o que Lula vai encontrar em breve (veja o vídeo)

 


Durante uma sessão intensa no Congresso Nacional, os deputados brasileiros se viram envolvidos em um turbilhão de acusações, paixões políticas e clamores populares. O epicentro desse frenesi foi o veto 46, uma medida que visava impedir a criação do “crime de fake news”. Em um momento crucial da discussão, o deputado Marcel Van Hattem tomou a palavra e lançou um ataque direto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, relembrando uma série de supostas mentiras atribuídas a ele. Hattem argumentou que, se o crime de fake news fosse instituído, Lula deveria ser preso.

O discurso incendiário de Hattem ressoou no plenário, incitando uma onda de indignação e revolta. Gritos de “fora, Lula” ecoaram pelos corredores do Congresso, enquanto a atmosfera se tornava cada vez mais tensa. Em resposta a essa acusação contundente, o deputado Filipe Barros interveio, destacando uma série de informações verídicas que teriam sido censuradas durante a campanha eleitoral, sob a alegação de serem “fake news”. Barros afirmou que o partido dos trabalhadores estava tentando utilizar a criação de leis penais para silenciar a oposição.

A sessão atingiu o ápice quando o resultado final foi anunciado, confirmando o veto do ex-presidente Jair Bolsonaro por uma ampla maioria. Nesse momento, os deputados irromperam em gritos de “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, expressando a profunda polarização política que permeia o país.

Essa cena dramática no Congresso Nacional reflete um panorama político conturbado, onde as acusações de corrupção, desinformação e abuso de poder se entrelaçam em um jogo de interesses e ideologias. A questão das fake news tornou-se um campo de batalha simbólico, onde as linhas entre verdade e mentira, justiça e injustiça, tornam-se cada vez mais turvas.

O embate entre os deputados durante a votação do veto 46 revela não apenas as profundas divisões ideológicas que permeiam a política brasileira, mas também a intensidade do conflito pessoal e partidário que cerca figuras proeminentes como Lula e Bolsonaro. Enquanto alguns clamam por justiça e transparência, outros veem nessa batalha uma oportunidade de reafirmar sua posição política e consolidar seu poder.

No entanto, além das paixões partidárias e dos embates retóricos, a questão fundamental que permanece é a seguinte: como lidar com a disseminação de informações falsas e manipulativas em uma era digital, onde a velocidade e o alcance das mídias sociais desafiam os tradicionais mecanismos de verificação e controle?

Enquanto o Congresso debate fervorosamente o futuro da legislação sobre fake news, o povo brasileiro aguarda ansiosamente por respostas concretas e soluções eficazes para combater esse fenômeno que ameaça a integridade do processo democrático. Enquanto isso, figuras como Lula e Bolsonaro continuam a ser alvo de intensos escrutínios e acusações, em meio a um cenário político cada vez mais polarizado e imprevisível.

Portanto, enquanto os deputados trocam acusações e insultos no plenário, o destino de Lula e o futuro da luta contra as fake news permanecem incertos. O que é certo, no entanto, é que a batalha pela verdade e pela justiça está longe de acabar, e o povo brasileiro está observando atentamente cada passo dado por seus representantes no Congresso Nacional.

Agora Notícias

O fim de Lula e os sinais claros do seu Impeachment

 


Primeiro, vejamos o que está acontecendo no Congresso. Lula, o grande articulador, o líder messiânico da esquerda, não consegue mais controlar suas marionetes. Parlamentares, cansados de sua retórica vazia e promessas não cumpridas, estão se rebelando. Votam contra suas decisões e mostram uma impaciência crescente com sua presença na presidência. A base aliada está se desmanchando, tal como aconteceu com Dilma. Sem apoio no Congresso, Lula está prestes a ser devorado pelo mesmo monstro que ajudou a criar.

A economia brasileira está um caos absoluto. Os gastos desenfreados do governo, sem qualquer perspectiva ou direção clara, estão jogando o país no abismo. Com uma equipe econômica fraca, liderada por Haddad, a confiança no governo está se esvaindo rapidamente. A perseguição implacável contra figuras competentes e independentes, como Roberto Campos Neto, apenas agrava a situação. A histórica baixa produtividade e eficiência da indústria brasileira continuam a sufocar o crescimento, enquanto os altos impostos estrangulam os pequenos empreendedores. E como se não bastasse, a perspectiva de uma nova e malfadada Reforma Tributária só piora o cenário. É um desastre econômico anunciado.

E como não lembrar dos protestos populares que começam a surgir? Estamos vendo o mesmo padrão que precedeu a queda de Dilma. A insatisfação está crescendo, e é só uma questão de tempo até que as ruas se encham de manifestantes exigindo a saída de Lula. O povo brasileiro está cansado de ser enganado, e a paciência está se esgotando rapidamente.

Além disso, temos o problema monumental e não resolvido da enchente histórica no Rio Grande do Sul. A resposta do governo federal foi um desastre completo, tão grande quanto a própria catástrofe natural. A ineficiência e a lentidão na ajuda aos gaúchos são uma afronta ao povo brasileiro. As cenas de destruição e desespero estão transformando o estado em um caldeirão de revolta contra Lula. Os gaúchos estão se voltando contra ele, assim como a Lava Jato escancarou a corrupção do PT e minou a confiança pública em Dilma.

Não se enganem: Lula está em queda livre. Problemas com o Congresso, uma crise econômica devastadora, protestos populares emergentes e um problema colossal não resolvido são os ingredientes de um colapso inevitável. O roteiro é o mesmo, apenas o protagonista mudou.


Agora Notícias

Calça mom jeans feminina cintura alta azul escura e clara - Donna de Paula

 


Informações do Produto

Calça mom jeans feminina cintura alta azul escura e clara

Atualize seu guarda-roupa com o estilo e conforto da nossa Calça Mom. Esta peça versátil combina um design moderno com tecido de alta qualidade para proporcionar o ajuste perfeito e uma sensação de conforto durante todo o dia.




Características:


Modelagem Mom com cintura alta que valoriza a silhueta sem sacrificar o conforto.


Tecido jeans que oferece liberdade de movimento e mantém a forma da calça após o uso.


Lavagem jeans para um visual moderno e despojado.


Cintura alta que proporciona suporte e conforto ao longo do dia.


Bolsos frontais e traseiros funcionais para maior praticidade.


Fechamento com zíper e botão.




Material:


Composição: 100% algodão.


Tecido de alta qualidade que combina durabilidade e conforto.




Instruções de Cuidado:


Lavar a máquina em ciclo suave com cores semelhantes.


Secar à sombra.


Passar a ferro em temperatura baixa.




Tamanho e Ajuste:


Disponível em tamanhos 36, 38, 40, 42 e 44 para se adequar a diversas formas e tamanhos corporais.


Consulte nosso guia de tamanhos para encontrar o ajuste perfeito.




Estilo: Essa calça é uma peça essencial para o seu guarda-roupa, perfeita para diversas ocasiões, desde um passeio casual até um evento mais formal. Combine com uma camiseta básica para um look descontraído ou com uma blusa de seda e salto alto para um visual mais elegante.




Dicas de Uso:


Para um visual casual, use cintos e combine com tênis ou sandálias.


Experimente usar a calça com uma jaqueta de couro para um look mais urbano e moderno.


Para um visual de escritório, combine a calça com um blazer estruturado e sapatos de salto alto.


Esta calça também é ótima para viagens, pois é confortável e fácil de combinar com diferentes peças de roupa.




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Jeans

Com bolsos na frente e atrás

Cintura Alta

Calça Mom

Veste do 36 ao 44

Elasticidade baixa

De longa duração

Tecido Macio

Informações complementares

Cor Azul Claro

Gênero Feminino

Material Jeans

Tamanho 40

Tipo Mom

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