As duas linhas de produção da vacina contra covid-19 no Bio-Manguinhos já fabricam 900 mil doses por dia, segundo divulgou hoje (6/4) a Fiocruz, à qual o instituto é vinculado. Nesse ritmo de trabalho, entre 5 e 6 milhões de doses são produzidas por semana na Fiocruz. O próximo passo do escalonamento da produção será a entrada do segundo turno de trabalho, que elevará o número de doses fabricadas para 1,2 milhão por dia.
As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
Você sabe o total de repasses do governo para seu estado só em 2020?
Agora que a fome do povo veio (como Jair Bolsonaro tentou impedir), muitos vagabundos correm pra jogar a culpa no Presidente.
Quer saber quanto cada estado recebeu apenas em 2020? Confira abaixo (dados oficiais) e reflita: a culpa é do Presidente ou de Governadores e Prefeitos?
Fonte: https://www.facebook.com/bolsonaro.enb/photos/a.232804790245486/1823562451169704/?type=3
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Alerj desiste da troca de nome do Maracanã e pedirá veto ao governador
Projeto aprovado em 9 de março provocou enxurrada de críticas
O projeto de lei que prevê a troca de nome do Estádio Jornalista Mário Fillho para Edson Arantes do Nascimento - Rei Pelé pode estar com os dias contados. Nesta terça-feira, após uma reunião virtual do Colégio de Líderes, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) recuou do projeto de lei (PL) que previa a alteração do nome do estádio.
A presidência da Alerj vai recomendar ao governador em exercício do Rio de Janeiro Cláudio Castro que vete a alteração do nome do estádio. "Os parlamentares concluíram que, neste momento, a Alerj vai continuar centrando o trabalho no combate à Covid-19, como vem fazendo desde o início da pandemia", disse em nota a assessoria do parlamento fluminense.
Elaborado pelo deputado e presidente da Alerj, André Ceciliano (PT) - em co-autoria com os deputados (Bebeto (Podemos), Marcio Pacheco (PSC), Eurico Junior (PV), Carlos Minc (PSB), Coronel Salema (PSD) e Alexandre Knoploch (PSL) - o PL foi aprovado em regime de urgência no dia 9 de março. A votação dos parlamentares gerou uma enxurrada de críticas.
Na ocasião, o neto do jornalista Mário Filho, protestou. “Lamentável essa atitude. Uma barbaridade. Tiraram com uma canetada. Eu não vou brigar com quem não conhece Mário Filho, não conhece nada de esportes. Tô chateado, mas não vou levar à frente”, disse Mário Neto, também jornalista.
Diante da reverberação negativa, no dia 19 de março, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recomendou que o governador vetasse o projeto, com base no Decreto Municipal de 2012, segundo o qual o Maracanã está integrado à identidade cultural carioca.
Maracanã
O nome oficial do Maracanã, no Rio de Janeiro, homenageia o jornalista Mário Leite Rodrigues Filho, que coordenou a campanha pela construção do estádio, no final dos anos 40. Mário Filho travou uma batalha na imprensa contra o então vereador Carlos Lacerda, que desejava a construção de um estádio municipal em Jacarepaguá para a realização da Copa do Mundo de 1950.
O jornalista conseguiu convencer a opinião pública carioca de que o melhor lugar para o novo estádio seria no terreno do antigo Derby Club, no bairro do Maracanã, e que ele deveria ser o maior do mundo, com capacidade para mais de 150 mil espectadores.
Nascido em Recife, em 3 de junho de 1908, Mario Filho fez carreira no Rio de Janeiro, onde morreu aos 56 anos, após um ataque cardíaco. Irmão do dramaturgo e escritor Nélson Rodrigues, Mário Filho escrevia no Jornal do Sports, de sua propriedade.
Agência Brasil e Correio do Povo
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UNIDOS PELO VÍCIO
Percival Puggina.
No livro “Histórias sem data”, Machado de Assis conta que o Diabo, certo dia, resolveu organizar sua atividade e fundar uma igreja. Seus afazeres mereciam ser valorizados por certa pompa, paramentos, novenas, escrituras etc.. Foi ter com o Senhor para notificá-Lo da decisão. Na conversa, o tinhoso dissertou longamente contra as virtudes e a favor dos vícios, atrativos reais com que contava para fazer prosperar sua iniciativa. O ponto alto deu-se quando discorreu sobre as razões da venalidade. Vale a pena transcrever:
“A venalidade, disse o Diabo, era o exercício de um direito superior a todos os direitos. Se tu podes vender tua casa, o teu boi, o teu sapato, teu chapéu, coisas que são tuas por uma razão jurídica e legal, mas que em todo caso estão fora de ti, como é que não podes vender tua opinião, o teu voto, a tua palavra, a tua fé, coisas que são mais do que tuas, porque são tua própria consciência, isto é, tu mesmo? Negá-lo é cair no absurdo e no contraditório. Pois não há mulheres que vendem os cabelos? Não pode, um homem, vender uma parte de seu sangue a um outro homem anêmico? E o sangue e os cabelos, partes físicas, terão um privilégio que se nega ao caráter, à porção moral do homem?”
A conversa segue, abrindo o ventre e eviscerando a miserável falta de escrúpulos com que operam certas instituições nacionais. E não me peçam para dar nomes e sobrenomes aos bois desse cercado porque eu gosto de dormir na minha casa, na minha cama, com minha mulher. Vejam pois, amigos leitores, a impiedosa sina: umas poucas páginas do bom e velho Machado, com quem quis buscar refúgio e proveito estético, me arrastaram de volta ao amado Brasil cuja realidade me traz dor ao peito.
Machado de Assis cortou fundo. Com razão não ficou apenas no dinheiro mal havido, mas quase invadiu o território misterioso das criptomoedas, descortinando as múltiplas moedas da venalidade. “Nem só de pão vive o homem”, disse Moisés e repetiu Jesus. E nem só de dinheiro vive a corrupção.
É assim que eleitores e políticos vendem votos. É assim que muitos deputados trocam convicções morais pelo sorriso afável dos corruptos que se resguardam com leis de autoproteção. E é assim que tantos rasgam compromissos de campanha e se desdobram em agrados ao poder togado do outro lado da praça.
É assim que ministros do STF fazem o mesmo jogo internamente e, para bem servi-lo, rasgam o que escreveram em seus livros, ou desdizem o que tantas vezes repetiram antes, com floreios de saber jurídico e certeza moral. A Constituição é, assim, enviada às urtigas. É assim que se serve a Corte e se desserve a sociedade, prendendo quem ataca a instituição e soltando bandidos socialmente perigosos. É assim que consciências cedem à gratidão e a gratidão se impõe ao dever moral de declarar a própria suspeição.
É assim que a opinião vai ao mercado em busca do melhor preço ou do maior número de cliques. É assim que, para tantos, a fé erguida à condição de sacramento da Ordem se corrompe e se torna utilidade política, o sermão vira discurso e o discurso torna “a casa dividida contra si mesma”. E servem a dois senhores.
Em seu devaneio criativo, Machado de Assis foi apocalíptico.
Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário, escritor e titular do site Conservadores e Liberais (Puggina.org); colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros. Membro da ADCE. Integrante do grupo Pensar+.
Puggina.org
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Terça será de sol, mas nebulosidade aumenta no RS
Promotoria vai apurar empréstimo de banco na compra de mansão de Flávio Bolsonaro
Órgão investiga se o empréstimo de R$ 3,1 milhões foi concedido nas condições normais do banco para qualquer pessoa
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu um procedimento inicial para apurar as condições do empréstimo do Banco de Brasília (BRB) ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para a compra de uma mansão de R$ 6 milhões na capital federal. O caso está sendo tratado pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social a partir de uma representação apresentada à Ouvidoria do órgão.
No momento, a Promotoria colhe informações sobre o caso e investiga se o empréstimo foi concedido nas condições normais do banco para qualquer pessoa. A apuração não envolve transações ou movimentação patrimonial de Flávio Bolsonaro, algo que seria de competência do Ministério Público Federal.
A mansão custou R$ 6 milhões e, deste total, R$ 3,1 milhões foram financiados pelo BRB. O pagamento poderá ser feito em 360 parcelas com uma taxa de juros de 4,85% ao ano e taxa de juros reduzida de 3,71% ao ano, além da variação da inflação.
Um simulador do BRB consultado pelo Estadão demonstra que um financiamento semelhante, com a mesma taxa de juros, seria possível caso o interessado comprove renda mínima de R$ 46,4 mil. Como senador, Flávio Bolsonaro recebe salário bruto de R$ 33,7 mil, que cai para R$ 24,9 mil após os descontos. A mulher do parlamentar, a dentista Fernanda Bolsonaro, não tem renda fixa.
Em março, o presidente do BRB Paulo Henrique Costa afirmou ao Estadão que a taxa cobrada pela instituição é "operação normal". "Taxa é taxa de mercado. Operação normal. A gente é líder aqui no Distrito Federal", disse.
Por meio de nota, o BRB afirmou que "a concessão de qualquer operação de crédito segue padrões e normas bancárias e se fundamenta em documentos e informações fornecidos pelos clientes e/ou em informações de mercado disponíveis sobre os clientes".
A mansão de Flávio fica localizada no Lago Sul, bairro nobre da capital, e foi vendida como a "melhor vista de Brasília da suíte master". O imóvel tem 1,1 mil m² com quatro suítes amplas, academia, piscina e spa com aquecimento solar. Apesar de ter sido comprada em Brasília, a transação foi registrada em um cartório de Brazlândia, na zona rural do Distrito Federal.
O valor da mansão é três vezes maior que o total de bens declarados por Flávio à Justiça Eleitoral em 2018 (R$ 1,7 milhão). No mês passado, o parlamentar afirmou que além do financiamento do BRB, conseguiu quitar a mansão com a venda de um imóvel no Rio. Este negócio, porém, não foi registrado em cartório.
Flávio foi denunciado no ano passado por peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro por suposta prática de rachadinha (apropriação parcial do salário de assessores) na Assembleia Legislativa do Rio. Um dos focos da investigação mirou a aquisição de imóveis pelo filho do presidente com dinheiro supostamente desviado do esquema.
Com a Palavra, O Banco de Brasília
"O BRB informa que as taxas de juros de seus produtos estão disponíveis a todos os seus clientes, conforme análise de risco de crédito.
O financiamento mencionado diz respeito a uma operação de crédito tradicional do BRB, cujas condições são disponibilizadas a todos os seus clientes. Conforme já divulgado pela imprensa, 87% dos clientes que contrataram operação semelhante tiveram acesso a taxas inferiores à praticada.
A concessão de qualquer operação de crédito segue padrões e normas bancárias e se fundamenta em documentos e informações fornecidos pelos clientes e/ou em informações de mercado disponíveis sobre os clientes.
Todas as operações de crédito imobiliário no Banco são submetidas a avaliação e consideram renda individual ou composição de renda, seguindo práticas do mercado bancário brasileiro."
Agência Estado e Correio do Povo
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Para manter vagas, projeto complementa renda de trabalhadores que tiverem redução de salário ou suspensão de contrato
O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou nesta terça-feira que a equipe econômica renovará várias medidas de proteção social na esteira da escalada de casos e óbitos em decorrência da pandemia da Covid-19 no país, ressaltando que a reedição do programa BEm, voltado à preservação de empregos formais, sairá em breve.
"Estamos renovando o programa de preservação de emprego, a qualquer momento será lançado. Foi um grande sucesso", afirmou o ministro, em inglês, em videoconferência promovida pelo Itaú com investidores estrangeiros, em referência ao programa que no ano passado ofereceu complementação de renda a trabalhadores que tiveram redução temporária de salário e jornada ou suspensão de contrato.
Guedes lembrou que já foi anunciada prorrogação do pagamento de impostos (para o Simples Nacional) e que também haverá antecipação do pagamento do 13º para aposentados.
"Estamos repetindo o protocolo da última crise (primeira onda), mas com muito mais foco desta vez. Temos também substancialmente menos impactos fiscais que nós tínhamos antes", acrescentou.
Guedes disse ter observado uma "surpresa" na atividade econômica nos primeiros dois meses deste ano, com a criação de novos postos de trabalho no mercado formal, bem como dados positivos para arrecadação no bimestre e no mês de fevereiro.
O país abriu 401.639 vagas formais de trabalho em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e 258.141 vagas em janeiro.
Já do lado da arrecadação, no acumulado dos dois primeiros meses do ano, a arrecadação avançou 0,81% em termos reais, a 308 bilhões de reais, melhor resultado para o período desde 2000.
"Nós temos bons sinais com respeito a como a economia está se comportando, principalmente considerando os meses de janeiro e fevereiro, em que nós não tínhamos nenhum tipo de concessão financeira sendo fornecida e ainda sim apresentou resultados muito bons."
Eletrobras
Guedes disse que estudos acerca da desestatização da Eletrobras devem levar até nove meses para serem concluídos e projetou que, no máximo até o início de 2022, a companhia já deve estar capitalizada.
"A Eletrobras, eu acho, já está na lista de privatização. Acho que estudos vão levar seis, sete, oito, nove meses. Ao fim do ano, ou no máximo no início do ano que vem, deve estar capitalizada, como dizem aqui", disse.
Em sua participação, o ministro classificou como "apenas o início" a inclusão da Eletrobras e dos Correios nos programas de desestatização do governo e afirmou que em sua visão, o país deveria vender todas as companhias estatais.
"Pessoalmente, acho que uma boa companhia estatal é a que é privatizada".
Em fevereiro, o governo do presidente Jair Bolsonaro entregou uma medida provisória associada a seus planos de privatização da elétrica federal Eletrobras. A MP permitiu que o BNDES iniciasse estudos sobre a desestatização da companhia.
Mercosul-UE
Ao ser questionado sobre as perspectivas para o acordo firmado pelo Mercosul com a União Europeia, Guedes afirmou que provavelmente haverá uma "movimentação decisiva muito em breve" em torno do tema.
O acordo foi firmado em 2019, após duas décadas de tratativas, e prometia ser o maior pacto da UE, contando com a remoção de 4 bilhões de euros de tarifas de importação de seus produtos. No entanto, dois anos depois, ainda não entrou em vigor.
"Nós temos que praticar as linguagens apropriadas e práticas. Eu acho que, em muito curto prazo, nós vamos ter uma movimentação decisiva. Ou nós vamos naquela direção e eles nos aceitam e também nos ajudam a ir na direção correta, ou teremos problemas com Mercosul, problemas com a União Europeia. Eu acho que nós vamos na direção correta, acho que vamos em direção às práticas corretas."
Agência Estado e Correio do Povo



