“Momento é mais de bom senso e não de hipocrisia”, dispara Nunes Marques sobre liberação dos cultos e missas

 

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Senado aprova projeto que prorroga declaração do IR, mas governo avalia veto

 Proposta prorroga de 30 abril para 31 de julho o prazo para a apresentação da declaração do Imposto de Renda


O Senado aprovou, nesta terça-feira, um projeto prorrogando o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda para Pessoa Física até o fim de julho. Como houve alterações, a proposta voltará para a Câmara dos Deputados antes de ser encaminhada à sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro. O Planalto avalia vetar a prorrogação em função do impacto financeiro.

O projeto prorroga de 30 de abril para 31 de julho o prazo para a apresentação da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física referente ao exercício de 2021, ano-calendário de 2020, em função da pandemia de Covid-19.

Como o pagamento do imposto pelos contribuintes poderá ser feito em até oito parcelas, as três primeiras quotas que venceriam em abril, maio e junho seriam prorrogadas para julho, agosto e setembro. Conforme cálculos do Ministério da Economia, a mudança adiaria o fluxo de arrecadação de um valor estimado em R$ 13,2 bilhões e pode afetar o cronograma das restituições.

A proposta original aprovada na Câmara adiava o pagamento das duas últimas parcelas de quem tem imposto a pagar para janeiro e fevereiro de 2022, tirando R$ 2,6 bilhões da arrecadação prevista para este ano e adiando essa receita para o ano que vem.

Nesse ponto, o relator do projeto no Senado, Plínio Valério (PSDB-AM) concordou em mexer, reduzindo de oito para seis parcelas e deixando todo o pagamento dentro de 2021.Ele manteve, porém, a prorrogação da declaração. "Procurei fazer o que é bom para a população e que não seja ruim para a União", afirmou.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), lembrou que o prazo da declaração foi adiado em 60 dias no ano passado, durante o período de calamidade decretado em função da pandemia do novo coronavírus. Neste ano, porém, não há calamidade decretada e o governo não conta com o Orçamento de Guerra para executar gastos sem compensação fiscal. Por isso, a prorrogação pode ser vetada por Bolsonaro.

"A prorrogação vai exigir um esforço muito grande por parte do governo federal. O governo ainda não tem posição de sanção em relação a essa matéria", afirmou Bezerra.


Agência Estado e Correio do Povo


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O Senado aprovou, nesta terça-feira, um projeto prorrogando o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda para Pessoa Física até o fim de julho. Como houve alterações, a proposta voltará para a Câmara dos Deputados antes de ser encaminhada à sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro. O Planalto avalia vetar a prorrogação em função do impacto financeiro.

O projeto prorroga de 30 de abril para 31 de julho o prazo para a apresentação da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física referente ao exercício de 2021, ano-calendário de 2020, em função da pandemia de Covid-19.

Como o pagamento do imposto pelos contribuintes poderá ser feito em até oito parcelas, as três primeiras quotas que venceriam em abril, maio e junho seriam prorrogadas para julho, agosto e setembro. Conforme cálculos do Ministério da Economia, a mudança adiaria o fluxo de arrecadação de um valor estimado em R$ 13,2 bilhões e pode afetar o cronograma das restituições.

A proposta original aprovada na Câmara adiava o pagamento das duas últimas parcelas de quem tem imposto a pagar para janeiro e fevereiro de 2022, tirando R$ 2,6 bilhões da arrecadação prevista para este ano e adiando essa receita para o ano que vem.

Nesse ponto, o relator do projeto no Senado, Plínio Valério (PSDB-AM) concordou em mexer, reduzindo de oito para seis parcelas e deixando todo o pagamento dentro de 2021.Ele manteve, porém, a prorrogação da declaração. "Procurei fazer o que é bom para a população e que não seja ruim para a União", afirmou.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), lembrou que o prazo da declaração foi adiado em 60 dias no ano passado, durante o período de calamidade decretado em função da pandemia do novo coronavírus. Neste ano, porém, não há calamidade decretada e o governo não conta com o Orçamento de Guerra para executar gastos sem compensação fiscal. Por isso, a prorrogação pode ser vetada por Bolsonaro.

"A prorrogação vai exigir um esforço muito grande por parte do governo federal. O governo ainda não tem posição de sanção em relação a essa matéria", afirmou Bezerra.


Agência Estado e Correio do Povo


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Câmara aprova compra de vacinas pelo setor privado; Bolsonaro se reúne com empresários e STF pode barrar abertura de igrejas

 

A Desperta desta quarta-feira, 7, destaca o jantar de Bolsonaro com empresários, a decisão do STF sobre a abertura de igrejas na pandemia e o balanço da Anfavea sobre o mercado de veículos. Boa leitura.

STF pode barrar nesta quarta liberação de missas e cultos na pandemia

1 - NO RADAR

Os índices futuros americanos registram leve alta, enquanto as bolsas europeias têm resultados mistos. Os dois mercados buscam se recuperar da correção dos Estados Unidos no pregão de ontem. Hoje, investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Fed, que pode fornecer pistas sobre quando a autoridade monetária pretende aumentar a taxa de juros. O Fed tem reforçado que deve manter a política atual pelo menos até 2023. Ainda assim, existem temores de que uma alta da inflação obrigue o banco central americano a rever seus planos. No Brasil, o calendário de IPOs em abril sofreu novas mudanças e o mercado deve repercutir a aprovação na Câmara do projeto de lei que permite a compra de vacinas pelo setor privado. Leia mais.

2 - BOLSONARO E EMPRESÁRIOS

O presidente Jair Bolsonaro vai participar de um jantar com empresários, em São Paulo, para discutir medidas de combate à pandemia de covid-19. Entre os assuntos que devem ser abordados estão a permissão para compra de vacinas pela iniciativa privada, o andamento das reformas tributária e administrativa e a situação do Orçamento de 2021, devido às preocupações com o teto de gastos. No evento, Bolsonaro terá a oportunidade de rebater críticas feitas em março, em carta aberta, por grupos de economistas, banqueiros e empresários quanto à condução da política durante a pandemia. O texto trata dos impactos econômicos da crise e propõe uma atuação com base em "informações confiáveis e evidência científica". Leia mais.


3 - IGREJAS FECHADAS?

O STF deve julgar hoje a decisão monocrática do ministro Kassio Nunes Marques que liberou no último sábado, 3, a realização de cultos e missas, em meio à pandemia de covid-19 que matou, só ontem, mais de 4 mil pessoas no Brasil. A expectativa é que maioria dos ministros vote contra a medida e mantenha a escolha de fechar ou abrir igrejas nas mãos de governadores e prefeitos. A decisão de Nunes Marques, indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro, no ano passado, veio em resposta a um pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure). Os ministros devem lembrar que, por decisão do STF, a Anajure não tem legitimidade como entidade de classe para apresentar ações que contestem medidas restritivas contra a covid-19 adotadas via decretos. Leia mais.

4 - MERCADO DE VEÍCULOS 

A Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, anunciará hoje o balanço do primeiro trimestre do mercado automotivo no Brasil. A previsão é de reabertura das fábricas paralisadas durante a pandemia da covid-19, além de recuperação impulsionada pelo crescimento do segmento de pesados. Segundo dados da associação de distribuidores, Fenabrave, houve aumento dos emplacamentos no mês de março quando comparado a fevereiro: foram 189.405 unidades – o avanço foi de 13,16%. Entretanto, o mercado recuou 5,4% no primeiro trimestre em relação ao período em 2020. Vale dizer que o segmento de caminhões segue aquecido, com aumento de 66% em março em relação a fevereiro. Leia mais.

Com 4.195 mortes, Brasil registra 40% dos óbitos por covid no mundo em 24h.

Câmara aprova projeto que flexibiliza compra de vacinas por empresas. Iniciativa privada pode comprar doses para funcionários; oposição aponta margem para “fura-filas”.

STF julga ação sobre patentes que pode mudar setor dos remédios genéricos.

Conselheiro de Biden diz que Brasil deve considerar lockdown "seriamente".

Brasil ganhou 11 novos bilionários em 2020; veja lista

Empresário do Maranhão foi do garimpo à lista de bilionários da Forbes.

Nubank quer parcelar a sua compra à vista arrependida. Entenda. 

Roubini, o "Doutor Catástrofe", faz alerta sobre novo estouro da bolha.

Apresentador do Shark Tank: bitcoin minerado na China é "moeda de sangue".
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    HOJE | Xangai / - 0,10%
    Tóquio / + 0,12%
    Londres / + 0,64 (às 7h25)


    ONTEM Ibovespa / - 0,02% 
    S&P 500 / - 0,10%
    Dólar / 5,59 reais (- 1,41%)

     
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    A Exame se Juntou à Trevisan Escola de Negócios para fornecer o que há de melhor em Educação Financeira Executiva e te dar algo totalmente novo. Conheça as Jornadas de Finanças e Negócios. Clique aqui para saber mais.

    O conselho deliberativo do Clube de Regatas Flamengo aprovou o patrocínio da empresa de criptomoedas de créditos de carbono MOSS, que estava em negociação há cerca de um mês. O CEO da MOSS, Luis Adaime, falou sobre a expectativa da empresa com o patrocínio de 3,6 milhões de reais para o gigante do futebol brasileiro, dizendo que o token MCO2 poderá subir até 550% nos próximos anos. Saiba mais.

    Após polêmica, Flamengo aprova patrocínio com empresa de criptomoeda

    Novo chanceler promete “diplomacia da saúde” e "sem preferências"

     Novo ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França promete engajar diplomatas brasileiros para “mapear vacinas disponíveis”



    O novo ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, em discurso de posse esta manhã, proferido em solenidade fechada no Planalto, estabeleceu prioridade para três pontos da agenda diplomática brasileira: o combate à pandemia, economia e meio ambiente, com destaque para o clima. Num tom completamente diverso do antecessor, Ernesto Araújo, citado de passagem, anunciou que mobilizará as missões diplomáticas do Brasil pelo mundo para ações de enfrentamento ao coronavírus, como: contato com governos e laboratórios, mapeamento de vacinas disponíveis e “busca de remédios necessários ao tratamento dos pacientes em estado mais grave”.

    Após longo período de incidentes do Brasil com os principais fabricantes de vacinas e insumos, como China e Índia, o novo chefe do Itamaraty deu sinais de uma correção de rumos, ao mencionar iniciativas como "cooperação internacional, sem exclusões", e "abrir novos caminhos de atuação diplomática, sem preferências desta ou daquela natureza”. O antecessor na pasta, Ernesto Araújo, foi alvo de constantes críticas por dar tratamento ideológico às relações internacionais. 

    Na questão ambiental, França não se afastou do tom nacionalista que agrada o presidente Jair Bolsonaro e a ala militar do governo. Manteve o discurso de que as ações de preservação brasileiras estão na direção certa. “Temos a mostrar ao mundo uma matriz energética que é predominantemente renovável. Um setor elétrico que, três vezes mais limpo do que a média mundial, já pode ser considerado de baixo carbono”. O Brasil é intensamente criticado pelas nações desenvolvidas pelos altos índices de desmatamento da Amazônia, e a política ambiental brasileira vem sendo utilizada como argumento para afastar investimentos estrangeiros.

    Também em afinação com o chefe do Executivo, o novo chanceler elencou como urgente o enfrentamento das questões econômicas. “Como ensina o Presidente Bolsonaro, o brasileiro quer vacina e quer emprego", declarou, para, em seguida, modular sua posição, com uma defesa da “modernização da economia”,  sem especificar medidas para isso, além de uma rápida menção às reformas.

    Numa sinalização ao quadro mais antigo de embaixadores de carreira que se viram preteridos diante da escolha pessoal do presidente para o posto de chanceler, França fez deferências aos colegas, agora subalternos. Na obrigatória citação ao Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira, incluiu o traço característico do governo Bolsonaro: a defesa da soberania nacional. “Tenho em mente a obra do Barão do Rio Branco, que tão bem soube promover, nas circunstâncias de sua época, a conjugação entre a abertura para o mundo, a defesa da paz e do direito, e o fortalecimento da nossa soberania”, declarou.

    R7 e Correio do Povo


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