5 aprendizados e oportunidades para o setor de alimentação pós pandemia

PROTESTE lança ebook gratuito com temas urgentes para empreendedores gastronômicos     
Responsável pelo curso on-line de gestão de empreendimentos gastronômicos - oVocê Chef: da Cozinha ao Lucro– a PROTESTE -, maior Associação de Consumidores da América Latina, reuniu um time de especialistas para debater caminhos e soluções para o setor de alimentação nos pós-pandemia. O debate, realizado em lives nas redes sociais da PROTESTE, deu origem ao ebook gratuitoEmpreendimentos Gastronômicos Pós-Pandemia, que oferece direcionamentos para repensar ou mesmo desenvolver novos negócios gastronômicos.  
Juntamente com os convidados Fernando Blower, presidente do Sindicado de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), Rualiane Bittencourt, nutricionista e assessora em segurança de alimentos; Rachel Carvalhaes, consultora em gestão de empreendimentos gastronômicos; e da gestora estadual de projetos no segmento de alimentação fora do lar do Sebrae-RJLouise Nogueira, a PROTESTEcompilou no documento ações cruciais para se enfrentar a crise e apresentar respostas rápidas para garantir a longevidade do negócio de alimentação. 
"São dicas preciosas que dialogam com o curso Você Chef, da cozinha ao lucro, que tem módulos sobre qualidade e segurança do alimento, engenharia de cardápio, marketing, planejamento, formação de preços, direito dos consumidores. Assuntos que são cruciais para se planejar um empreendimento e que agora, no pós-pandemia, serão fundamentais para sobreviver em um mercado cada vez mais rigoroso”, avalia Pryscilla Casagrande, coordenadora do Centro de Competência de Alimentação e Saúde da PROTESTE, área responsável pelo curso. 
Os temas tratados no ebook envolvem finanças, orientações sobre auxílio emergencial, a importância de se organizar as fichas técnicas e automatizar processos, as tendências do setor, incluindo modelos grab and go, dark kitchens, delivery, e a importância das boas práticas de manipulação dos alimentos em um cenário de pandemia. Outro assunto relevante, é a importância da comunicação transparente e próxima ao consumidor final.
“Hoje uma estratégia de marketing bem feita pode mudar o lugar do negócio, criar audiência e aumentar significativamente a demanda”, alerta a proprietária da C’est Prêt Consultoria, Rachel Carvalhaes. Segundo ela, muitos dos seus clientes estão aproveitando o momento para repensar os seus processos e planejamento para lidar de forma mais apropriada ao “novo normal”. 
Aos empreendedores de food service ou futuros donos de negócios na área de alimentação, a PROTESTE faz o convite para se juntar à comunidade Você ChefInscreva-se!
EMPREENDIMENTOS GASTRONÔMICOS PÓS-PANDEMIA 5 aprendizados e oportunidades para o setor de alimentação
Dicas que você encontra no ebook
1. A palavra-chave do momento é reinvenção. Mas, antes de tomar qualquer decisão é preciso avaliar o próprio negócio. 

2. Analise profundamente o caixa, os custos envolvidos na operação, as despesas.
 
3. Aproveite o tempo imposto pela quarentena para redigir as fichas técnicas corretas, o receituário, cadastrar todos os itens no estoque, fazer a precificação certa, além de renegociar contratos, aluguéis, buscar acordos e repensar a equipe. 

4. Os subsegmentos que terão maior demanda no pós-pandemia são hamburguerias, pizzarias e serviços à la carte.

5. O consumidor está mais conscientização sobre segurança alimentar e tem maior desejo por alimentos mais nutritivo.

6. O delivery é uma tendência que veio para ficar, mas do ponto de vista econômico trata-se de uma saída, e não uma solução.

7. O marketing digital nunca foi tão apropriado. É preciso estar ativo e coerente nas redes sociais, plataformas que atingem muitas pessoas e são importantes para estreitar a relação com o cliente
Fonte: Proteste - proteste.org.br - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Consumidor.gov.br facilita resolução de problemas entre clientes e empresas


Demandas são respondidas em até 10 dias.
O site consumidor.gov.br oferece aos cidadãos uma plataforma que facilita o contato entre clientes que possuem alguma reclamação e empresas que forneceram serviços ou produtos. O objetivo é incentivar a resolução consensual de conflitos, de forma transparente e rápida. Para isso, as empresas cadastradas comprometem-se a receber, analisar e responder às reclamações em no máximo 10 dias.
O serviço é monitorado pelos Procons estaduais e pela Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça. O reclamante colabora avaliando o atendimento recebido, indicando se o problema foi resolvido ou não, além de atribuir uma nota de satisfação. Os dados e informações de atendimento dos consumidores compõem uma base pública que permite o monitoramento coletivo do desempenho e da conduta das empresas participantes.
A plataforma está disponibilizada no site do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, fruto de Acordo de Cooperação Técnica entre o TJSP e o Ministério da Justiça. Para registrar a reclamação, o usuário deve buscar o nome da empresa na página e relatar o problema nos moldes apresentados.
Fonte: TJSP - Tribunal de Justiça de São Paulo - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Justiça reduz pensão alimentícia devida por trabalhador demitido por conta da pandemia

por Ângelo Medeiros
A juíza Lívia Francio Rocha Cobalchini, titular da Vara da Família, Infância e Juventude da comarca de Caçador, no Meio-Oeste, deferiu em parte pedido de um homem para reduzir o valor da pensão paga ao filho, provisoriamente fixado em 30% do salário mínimo. Como foi demitido do emprego por conta da crise econômica em razão da pandemia provocada pelo coronavírus, ele solicitou a redução para 20%.
No início do mês de julho, a magistrada decidiu minorar os alimentos devidos para 22% do salário mínimo vigente. "Nesse período, diante das incertezas da recuperação da economia, não se olvida das dificuldades de sua recolocação no mercado de trabalho", pontua a juíza na decisão.

Além disso, o homem comunicou que possui outros três filhos e mantém a família com o que recebe atualmente numa colocação informal no mercado de trabalho. "Deve ser observado o princípio da igualdade entre os filhos, de modo que os alimentos não devem onerar um em detrimento do outro". O processo tramita em segredo de justiça.
Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Mastercard e Visa entregam ao BC proposta para aceitar pagamentos pelo WhatsApp

por Tássia Kastner
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Regulador não tem prazo para autorizar transações financeiras pelo aplicativo
A Mastercard e a Visa protocolaram na terça-feira (7) junto ao Banco Central uma proposta para poder realizar pagamentos pelo WhatsApp.

A medida atende a um pedido do órgão regulador, que barrou a atuação das bandeiras de cartão no aplicativo e determinou que o sistema fosse submetido a regulação prévia.
Não há prazo para a aprovação da proposta e início das operações, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.
Ele disse confiar que a aprovação será ágil, mas que há um trabalhador entre “regulador e regulado” a ser feito.
Procurado, o Banco Central disse que não comenta casos específicos.
No dia 15 de junho, o Facebook, que é dono do WhatsApp, anunciou o lançamento mundial de pagamentos pelo aplicativo no Brasil. E disse que havia fechado um acordo com Cielo (maquininha de cartão), Mastercard e Visa (bandeiras), Nubank, Banco do Brasil e Sicredi para realizar as transações. 
O sistema, no entanto, foi barrado pelo Banco Central, que pediu que a nova estrutura de pagamento passasse por autorização prévia. Para poder exigir essa autorização, o Banco Central mudou uma nota que existia desde 2013.
Paro Neto afirma que o regulador estava preocupado com questões de segurança, por isso passou a exigir a criação de um arranjo de transferências. Até então, existia apenas o arranjo de pagamentos, que são organizados pelas bandeiras. Esses arranjos dizem como são conectados consumidores (que têm cartões), bancos (que emitem os cartões) e maquininhas (a ferramenta do lojista para aceitar o pagamento).
A bandeira é responsável por unir as pontas desse sistema.
No WhatsApp, além de pagamentos, também será possível fazer transferência entre pessoas e passa a existir agora uma estrutura dessas para dar segurança às operações, segundo Paro Neto. O sistema também será organizado pela bandeira.
O executivo da Mastercard disse ainda que, apesar de ter começado com poucas instituições, a estrutura de pagamentos do WhatsApp não será fechada a outros bancos. A competição é outra preocupação do Banco Central.
Folha mostrou que, somados os clientes das instituições financeiras cadastradas, os pagamentos pelo WhatsApp começariam com 51 milhões de potenciais clientes. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários no país.
Além da decisão do BC, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) também se opôs ao acordo entre WhatsApp e Cielo. Após decisão inicial, porém, a superintendência do órgão recuou e liberou o novo serviço.
O WhatsApp Pay chega meses antes do lançamento do Pix, plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central cujo lançamento está previsto para novembro.
O aplicativo de mensagens foi visto como um competidor da nova tecnologia do BC.
“O Pix é evolução [das transferências] TED/DOC. Na verdade, é mais uma forma de pagamento. A responsabilidade é ter tudo aberto e competitivo”, defende o executivo da Mastercard.
Fonte: Folha Online - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Mastercard e Visa entregam ao BC proposta para aceitar pagamentos pelo WhatsApp

por Tássia Kastner
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Regulador não tem prazo para autorizar transações financeiras pelo aplicativo
A Mastercard e a Visa protocolaram na terça-feira (7) junto ao Banco Central uma proposta para poder realizar pagamentos pelo WhatsApp.

A medida atende a um pedido do órgão regulador, que barrou a atuação das bandeiras de cartão no aplicativo e determinou que o sistema fosse submetido a regulação prévia.
Não há prazo para a aprovação da proposta e início das operações, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.
Ele disse confiar que a aprovação será ágil, mas que há um trabalhador entre “regulador e regulado” a ser feito.
Procurado, o Banco Central disse que não comenta casos específicos.
No dia 15 de junho, o Facebook, que é dono do WhatsApp, anunciou o lançamento mundial de pagamentos pelo aplicativo no Brasil. E disse que havia fechado um acordo com Cielo (maquininha de cartão), Mastercard e Visa (bandeiras), Nubank, Banco do Brasil e Sicredi para realizar as transações. 
O sistema, no entanto, foi barrado pelo Banco Central, que pediu que a nova estrutura de pagamento passasse por autorização prévia. Para poder exigir essa autorização, o Banco Central mudou uma nota que existia desde 2013.
Paro Neto afirma que o regulador estava preocupado com questões de segurança, por isso passou a exigir a criação de um arranjo de transferências. Até então, existia apenas o arranjo de pagamentos, que são organizados pelas bandeiras. Esses arranjos dizem como são conectados consumidores (que têm cartões), bancos (que emitem os cartões) e maquininhas (a ferramenta do lojista para aceitar o pagamento).
A bandeira é responsável por unir as pontas desse sistema.
No WhatsApp, além de pagamentos, também será possível fazer transferência entre pessoas e passa a existir agora uma estrutura dessas para dar segurança às operações, segundo Paro Neto. O sistema também será organizado pela bandeira.
O executivo da Mastercard disse ainda que, apesar de ter começado com poucas instituições, a estrutura de pagamentos do WhatsApp não será fechada a outros bancos. A competição é outra preocupação do Banco Central.
Folha mostrou que, somados os clientes das instituições financeiras cadastradas, os pagamentos pelo WhatsApp começariam com 51 milhões de potenciais clientes. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários no país.
Além da decisão do BC, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) também se opôs ao acordo entre WhatsApp e Cielo. Após decisão inicial, porém, a superintendência do órgão recuou e liberou o novo serviço.
O WhatsApp Pay chega meses antes do lançamento do Pix, plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central cujo lançamento está previsto para novembro.
O aplicativo de mensagens foi visto como um competidor da nova tecnologia do BC.
“O Pix é evolução [das transferências] TED/DOC. Na verdade, é mais uma forma de pagamento. A responsabilidade é ter tudo aberto e competitivo”, defende o executivo da Mastercard.
Fonte: Folha Online - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Mastercard e Visa entregam ao BC proposta para aceitar pagamentos pelo WhatsApp

por Tássia Kastner
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Regulador não tem prazo para autorizar transações financeiras pelo aplicativo
A Mastercard e a Visa protocolaram na terça-feira (7) junto ao Banco Central uma proposta para poder realizar pagamentos pelo WhatsApp.

A medida atende a um pedido do órgão regulador, que barrou a atuação das bandeiras de cartão no aplicativo e determinou que o sistema fosse submetido a regulação prévia.
Não há prazo para a aprovação da proposta e início das operações, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.
Ele disse confiar que a aprovação será ágil, mas que há um trabalhador entre “regulador e regulado” a ser feito.
Procurado, o Banco Central disse que não comenta casos específicos.
No dia 15 de junho, o Facebook, que é dono do WhatsApp, anunciou o lançamento mundial de pagamentos pelo aplicativo no Brasil. E disse que havia fechado um acordo com Cielo (maquininha de cartão), Mastercard e Visa (bandeiras), Nubank, Banco do Brasil e Sicredi para realizar as transações. 
O sistema, no entanto, foi barrado pelo Banco Central, que pediu que a nova estrutura de pagamento passasse por autorização prévia. Para poder exigir essa autorização, o Banco Central mudou uma nota que existia desde 2013.
Paro Neto afirma que o regulador estava preocupado com questões de segurança, por isso passou a exigir a criação de um arranjo de transferências. Até então, existia apenas o arranjo de pagamentos, que são organizados pelas bandeiras. Esses arranjos dizem como são conectados consumidores (que têm cartões), bancos (que emitem os cartões) e maquininhas (a ferramenta do lojista para aceitar o pagamento).
A bandeira é responsável por unir as pontas desse sistema.
No WhatsApp, além de pagamentos, também será possível fazer transferência entre pessoas e passa a existir agora uma estrutura dessas para dar segurança às operações, segundo Paro Neto. O sistema também será organizado pela bandeira.
O executivo da Mastercard disse ainda que, apesar de ter começado com poucas instituições, a estrutura de pagamentos do WhatsApp não será fechada a outros bancos. A competição é outra preocupação do Banco Central.
Folha mostrou que, somados os clientes das instituições financeiras cadastradas, os pagamentos pelo WhatsApp começariam com 51 milhões de potenciais clientes. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários no país.
Além da decisão do BC, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) também se opôs ao acordo entre WhatsApp e Cielo. Após decisão inicial, porém, a superintendência do órgão recuou e liberou o novo serviço.
O WhatsApp Pay chega meses antes do lançamento do Pix, plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central cujo lançamento está previsto para novembro.
O aplicativo de mensagens foi visto como um competidor da nova tecnologia do BC.
“O Pix é evolução [das transferências] TED/DOC. Na verdade, é mais uma forma de pagamento. A responsabilidade é ter tudo aberto e competitivo”, defende o executivo da Mastercard.
Fonte: Folha Online - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Jovem desmonta narrativa hipócrita com simplicidade de clareza solar

Covid-19: Parques e academias de São Paulo reabrem a partir de segunda-feira


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Covid-19: Parques e academias de São Paulo reabrem a partir de segunda-feira
Segundo o prefeito Bruno Covas, os parques poderão funcionar com restrições e horário reduzido. O protocolo para o funcionamento das academias ainda será definido.

SUPER LIVE: O PODER DE GUAIDÓ



EUA cerca o mar da China | Reino Unido "cancela" Huawei



Movimentação da marinha americana próxima a China é motivo de preocupação? Mais do que uma movimentação militar a mensagem é direta a Pequim, e com recados para Moscou também. Pelo lado “comercial” da batalha o Reino Unido toma decisões importantes e reforça alinhamento com os Estados Unidos no enfrentamento ao dragão oriental. 📚 CONHEÇA NOSSA LIVRARIA: https://livrariaphvox.com.br/ Siga o canal no Twitter: https://twitter.com/phvoxcanal Sifa o canal no Instagram: https://instagram.com/phvoxcanal 👑 COMPRE ARTIGOS HISTÓRICOS NA LOJA "O MONARQUISTA": https://www.omonarquista.com.br Cupom de Desconto: PHDESCONTO10 🤩 Seja um apoiador do canal: http://bit.ly/apoiadorpha 🏛️ Contribua pelo PicPay: @pharaujo85 🤝 Apoia-se do Canal: https://apoia.se/pharaujo - CONHEÇA O PROGRAMA DE RECOMPENSAS. 🔔Faça parte dos Grupos de Notificação de conteúdo: WHATSAPP 2 = https://chat.whatsapp.com/Ebh8NeqsdSB WHATSAPP 1 = http://bit.ly/whatsapp1PH TELEGRAM = https://t.me/pharaujo85