Caxias do Sul (RS) decreta situação de emergência devido às chuvas

Município teve destelhamentos, deslizamentos, enxurradas e alagamentos provocando danos materiais

Secretário Gilberto Meletti destacou que as estradas de chão no interior foram as mais atingidas pela água

A prefeitura de Caxias do Sul decretou, nesta quinta-feira, situação de emergência devido às chuvas que provocaram danos e estragos no município nessa semana.  Segundo o coordenador de Defesa Civil, Alexandre Bortoluz, a medida é importante porque dá mais celeridade ao Poder Público de atuação frente a essa emergência. "Podemos encaminhar ao Ministério do Desenvolvimento Regional a busca de recursos para cobrir os gastos despendidos com as obras de reparos ocasionados pelas chuvas no município", argumenta.
A cidade registrou destelhamentos, deslizamentos, enxurradas e alagamentos provocando danos materiais em residências, vias públicas e equipamentos públicos diversos. O secretário de Obras e Serviços Públicos, Gilberto Meletti, destacou que as estradas de chão no interior foram as mais atingidas pela água.
"Com a força e quantidade de água não sobrou brita e terra. Vamos ter que fazer um grande trabalho em todas essas vias no interior. Tivemos apenas um registro de deslizamento em uma estrada em Santa Lúcia do Piaí, mas nenhuma via do interior está interrompida", disse. Meletti informa também que a pavimentação asfáltica da cidade foi bastante prejudicada. 
Correio do Povo

MetSul alerta para possibilidade de enchente de "grande vulto" para região Metropolitana do RS

Chuva deverá retornar ao Estado no final de semana

Bairro Americana, em Alvorada, foi atingido por enchente nessa quarta

Após dois dias consecutivos de chuvas intensas, que levaram 3 mil pessoas a deixarem suas casas, o Rio Grande do Sul registrará nesta quinta e sexta-feira a queda de temperaturas, principalmente por conta do afastamento do ciclone e da presença do ar polar em território gaúcho. No final de semana, porém, a precipitação retorna e, conforme a MetSul, isso gera um novo alerta para enchentes não só para cidades do interior, como também para municípios que integram a região Metropolitana, uma vez que o nível do rio Guaíba está em ascensão. Há a possibilidade enchente de "grande vulto", segundo o meteorologista Luiz Fernando Nachtigall. 
De acordo com a MetSul, o nível do Guaíba saltou de 1,91m para 2,06 nas últimas 48 horas e estaria subindo.  A chuva voltará ao RS já no sábado, com previsões indicando que municípios da Metade Norte, Campanha e Zona Sul sejam atingidos. A precipitação, no entanto, deverá ser irregular nessas regiões, mas na faixa central há a possibilidade de um fenômeno mais intenso, podendo chegar a 50 mm. 

Quinta e sexta 

Com o ar seco e frio instalado no Rio Grande do Sul, algumas áreas do Estado registraram temperaturas próximas de 0ºC. Na região Metropolitana, a menor temperatura nesta quinta foi de 8ºC. 
O frio se intensifica nesta sexta, com chance de geada e temperaturas próxima de 0ºC ou até mesmo negativas. Sol voltará a predominar e no período da tarde para a noite o ar gelado perderá força, proporcionando máximas de até 18ºC, pouco antes do retorno da chuva. 

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Após chuva, moradores calculam prejuízos em casas inundadas na zona Norte de Porto Alegre

Clima era de tristeza e indignação na região

Residentes da região cobram atuação da Prefeitura para conter inundações recorrentes

A manhã desta quinta-feira foi de muito trabalho para os moradores da Vila Farrapos, na zona Norte de Porto Alegre. A chuva forte que atingiu a cidade entre a noite de terça-feira e a quarta-feira fez com que as casas ficassem inundadas.
Nas ruas Júlio Castilhos de Azevedo e Carlos Alfeu Carvalho, o clima entre os moradores era de tristeza e indignação. Tristeza pela perda dos móveis atingidos pelo temporal. Indignação com a prefeitura, que segundo eles, não resolve o problema das inundações que ocorrem há anos na região.
A aposentada Loraci Oliveira, residente da Júlio de Castilhos de Azevedo, confidenciou estar cansada com a situação. "Estava me recuperando do alagamento de junho e agora levo outra pancada", comentou ela, ao olhar para os móveis estragados pela água misturada com barro que atingiu a moradia. Segundo ela, a cada temporal a família amarga com os prejuízos. Na chuva forte que castigou a Capital entre terça e quarta-feira, a aposentada perdeu um fogão, um colchão, um forno de microondas e um armário de cozinha que havia ganho através de doações. "É um dia muito triste", revelou.
Na mesma rua, o aposentado Nelson Fagundes disse que ainda não havia feito o cálculo dos prejuízos em razão do temporal. "A água chegou a quase um metro de altura e estragou a geladeira e a máquina de lavar. Não deu tempo de colocar para o alto", lamentou Fagundes, que hoje lavava o pátio e a casa com mangueira. Ele aproveitou o dia de sol e o tempo seco e colocou o colchão e a cama para secar na frente da residência. Ele pediu que a prefeitura resolva de uma vez por todas a questão dos alagamentos na Vila Farrapos. "Não é possível viver assim a cada chuva forte. É uma sensação de pavor a cada instabilidade", acrescentou.
Na rua Carlos Alfeu de Carvalho, a dona de casa Marina Santos disse que está cansada de arcar com tantos prejuízos. "Os móveis estão todos estragados. É uma tristeza", ressaltou. Nesta manhã, na rua Voluntários da Pátria ainda havia um acúmulo de água próximo da Casa de Bombas da prefeitura. Alguns motoristas que vinham da Arena do Grêmio para o Centro se arriscaram a passar na via alagada. Um veículo acabou apresentando problemas mecânicos e foi resgatado por um guincho.
Na região das ilhas do Pavão, Grande dos Marinheiros, Flores e da Pintada, os moradores estão em alerta para a elevação do Guaíba. Quem passou hoje pela BR 116, no sentido Porto Alegre-Eldorado do Sul-Guaíba percebeu uma elevação do nível da água próximo da parte baixa das obras da nova ponte do Guaíba.
Segundo a MetSul Meteorologia, os primeiros alagamentos nas ilhas de Porto Alegre devem começar nas próximas horas. O prognóstico é que o nível do Guaíba deverá subir muito mais que os 2,08 metros atuais e o pico da cheia ainda levará dias, devendo ser de grandes proporções e potencialmente histórico. O nível do Guaíba saltou de 1,91m para 2,06 metros em 48 horas.
 Nível da água na ponte do Guaíba já registra 2,08 metros nesta quinta-feira | Foto: Alina Souza


Correio do Povo


MetSul alerta para possibilidade de enchente de "grande vulto" para região Metropolitana do RS


Caxias do Sul decreta situação de emergência devido às chuvas


Reunião entre Leite e presidente da FGF discutirá sobre retorno do Gauchão


Governo do RS apresenta nova plataforma preparatória ao Enem

CBF confirma Brasileiro e Copa do Brasil de agosto até fevereiro de 2021


Serra segue com algumas rodovias estaduais interrompidas


Mesmo com restrições, presença de vendedores ambulantes é intensa


Entra em vigor bloqueio do cartão TRI para mais de 120 mil trabalhadores


Nível da água do Rio dos Sinos aumenta em Campo Bom


Grêmio e Inter deverão treinar fora do Estado


Barreiras sanitárias registram grande volume de circulação no acesso à Uruguaiana



Johnny Depp afirma que estava drogado demais para agredir sua ex-esposa


Sistema de Cooperativas repactua mais de R$ 800 milhões em crédito durante a pandemia

Rio só irá liberar praias quando tiver vacina para Covid-19, diz Crivella

Laboratório de Wuhan volta a negar que deixou escapar coronavírus


EUA convidam China para negociação sobre desarmamento nuclear


LATAM Brasil entra no pedido de recuperação judicial do grupo nos EUA



Auxílio emergencial: 3,3 mil servidores públicos receberam irregularmente em SP

O valor pago apenas para estes servidores passa dos R$ 2,1 milhões.
Tribunal de Contas do Município de São Paulo realizou uma investigação, em parceria com a Controladoria-Geral da União ( CGU ), apontando que 3.358 funcionários da Prefeitura da cidade de São Paulo teriam recebido o auxílio emergencial de R$ 600 de forma indevida. O número total tem servidores ativos, inativos e pensionistas.
Os pagamentos foram realizados durante os três meses a mais de 3,3 mil funcionários, até maio deste ano. O valor pago apenas para estes servidores passa dos R$ 2,1 milhões.
CGU recomenda que a Prefeitura notifique seus servidores individualmente para que retornem os recursos recebidos ao Ministério da Cidadania. Funcionários que não fizerem isso, responderão administrativa, civil e criminalmente pela apropriação indevida dos recursos.
Os servidores poderão se explicar individualmente se realizaram ou não a solicitação do auxílio.
Em nota, a Prefeitura da capital afirmou que: "não compactua com os atos ilícitos apurados pela Controladoria Geral da União " e que, "se for comprovado o ato de falsidade ideológica por parte de qualquer agente público, ele será responsabilizado e responderá a um inquérito administrativo que pode resultar em sua demisão.
Fonte: economia.ig - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Mastercard e Visa entregam ao BC proposta para aceitar pagamentos pelo WhatsApp

 por Tássia Kastner
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Regulador não tem prazo para autorizar transações financeiras pelo aplicativo
A Mastercard e a Visa protocolaram na terça-feira (7) junto ao Banco Central uma proposta para poder realizar pagamentos pelo WhatsApp.

A medida atende a um pedido do órgão regulador, que barrou a atuação das bandeiras de cartão no aplicativo e determinou que o sistema fosse submetido a regulação prévia.
Não há prazo para a aprovação da proposta e início das operações, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.
Ele disse confiar que a aprovação será ágil, mas que há um trabalhador entre “regulador e regulado” a ser feito.
Procurado, o Banco Central disse que não comenta casos específicos.
No dia 15 de junho, o Facebook, que é dono do WhatsApp, anunciou o lançamento mundial de pagamentos pelo aplicativo no Brasil. E disse que havia fechado um acordo com Cielo (maquininha de cartão), Mastercard e Visa (bandeiras), Nubank, Banco do Brasil e Sicredi para realizar as transações. 
O sistema, no entanto, foi barrado pelo Banco Central, que pediu que a nova estrutura de pagamento passasse por autorização prévia. Para poder exigir essa autorização, o Banco Central mudou uma nota que existia desde 2013.
Paro Neto afirma que o regulador estava preocupado com questões de segurança, por isso passou a exigir a criação de um arranjo de transferências. Até então, existia apenas o arranjo de pagamentos, que são organizados pelas bandeiras. Esses arranjos dizem como são conectados consumidores (que têm cartões), bancos (que emitem os cartões) e maquininhas (a ferramenta do lojista para aceitar o pagamento).
A bandeira é responsável por unir as pontas desse sistema.
No WhatsApp, além de pagamentos, também será possível fazer transferência entre pessoas e passa a existir agora uma estrutura dessas para dar segurança às operações, segundo Paro Neto. O sistema também será organizado pela bandeira.
O executivo da Mastercard disse ainda que, apesar de ter começado com poucas instituições, a estrutura de pagamentos do WhatsApp não será fechada a outros bancos. A competição é outra preocupação do Banco Central.
A Folha mostrou que, somados os clientes das instituições financeiras cadastradas, os pagamentos pelo WhatsApp começariam com 51 milhões de potenciais clientes. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários no país.
Além da decisão do BC, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) também se opôs ao acordo entre WhatsApp e Cielo. Após decisão inicial, porém, a superintendência do órgão recuou e liberou o novo serviço.
O WhatsApp Pay chega meses antes do lançamento do Pix, plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central cujo lançamento está previsto para novembro.
O aplicativo de mensagens foi visto como um competidor da nova tecnologia do BC.
“O Pix é evolução [das transferências] TED/DOC. Na verdade, é mais uma forma de pagamento. A responsabilidade é ter tudo aberto e competitivo”, defende o executivo da Mastercard.
Fonte: Folha Online - 08/07/2020 e SOS Consumidor

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Após tombo recorde em abril, comércio se recupera em maio, diz IBGE

por Nicola Pamplona
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Alta de 13,9% nas vendas é recorde, mas não reverte perdas dos primeiros meses de pandemia
Com a reabertura de lojas em algumas regiões brasileiras durante o mês, as vendas do comércio se recuperaram em maio, fechando o mês em alta de 13,9% após queda recorde de 16,3% no mês anterior. Foi o maior crescimento da série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 2000.
Os dados divulgados nesta quarta (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram, porém, que na comparação com maio de 2019, o comércio vendeu 7,2% a menos, o pior desempenho desde 2016. No acumulado do ano, o setor recua 3,9%.
Apesar da alta em maio, diz o instituto, as vendas do comércio brasileiro fecharam o mês em um patamar 7,3% inferior ao registrado em fevereiro, último mês sem efeitos das medidas de isolamento social para controlar a pandemia do novo coronavírus.
“As vendas cresceram de abril para maio, mas o movimento não foi suficiente para rebater todos os efeitos da pandemia”, disse o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. "Essa variação abrupta para cima não transforma o dado de maio em um dado positivo."
No comércio varejista ampliado, que inclui vendas de veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas cresceu 19,6% em relação a abril, informou o IBGE. O volume de vendas está 15,4% abaixo do verificado em fevereiro.
Em maio, todos os ramos pesquisados pelo IBGE tiveram aumento nas vendas. Um dos setores mais afetados pela pandemia, o comércio de vestuário e calçados dobrou as vendas no mês, na comparação com abril. Móveis e eletrodomésticos (47,5%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (45,2%) também registraram altas expressivas.
Na comparação com o ano anterior, porém, apenas hiper e supermercados venderam mais (4,7%). As vendas de vestuário, por exemplo, caíram 62,5%. Materiais de escritório caíram 38,2% e combustíveis e lubrificantes, 21,5%.
No acumulado do ano, apenas os setores considerados essenciais, supermercados e farmácias, registram alta nas vendas, de 5,2% e 2,9%, respectivamente.
Santos diz que os dados interanuais ou do acumulado do ano mostram que os efeitos da pandemia ainda não passaram, mas indicam que o pior já passou para o comércio. "Para o comércio, o pior mês foi abril. Até maio, dá para dizer que o pior já passou."
Ele destacou, porém, que a volatilidade dos números deve ser "o novo normal", já que variações abruptas em um mês tendem a gerar variações abruptas no mês seguinte.
De acordo com o IBGE, a pesquisa aponta perda de ritmo dos impactos do isolamento social no comércio. Entre as empresas pesquisadas, 18,1% relataram impacto em suas receitas em maio. Em abril, esse número era 28,1%, o maior percentual desde o início da pandemia.
As vendas do comércio cresceram em todas as unidades da federação, com destaque para com destaque para: Rondônia (36,8%), Paraná (20,0%) e Goiás (19,4%), que tiveram reabertura do comércio de rua no mês.
A pesquisa do IBGE, porém, não identifica se a recuperação das vendas foi mais influenciada pela ida às lojas ou por uma melhora no comércio eletrônico, já que não há abertura sobre a origem da receita das empresas.
Santos disse, no entanto, que o pagamento do auxílio emergencial e a antecipação de 13º para servidores, que caiu em maio, ajudaram a melhorar o desempenho do setor.
A expectativa do mercado é que as vendas cresçam em junho, após a reabertura das lojas no Rio e em São Paulo, as duas maiores cidades do país. Por outro lado, há locais que reabriram antes já reveem a decisão diante do aumento no número de casos.
O gerente do IBGE pondera que o desempenho do comércio nos próximos meses dependerá também da segurança do consumidor em meio a um cenário de perda de emprego e renda.
"Na medida em que o comércio reabre, a gente acaba imaginando que possa haver recuperação dos valores de abril", disse. "Mas isso depende também de quem está comprando, da massa salarial, da renda, dos auxílios emergenciais."
"Fazendo a pergunta de outra maneira: se todo mundo reabrisse agora, a receita subiria? Não sei, depende de como está a renda das pessoas para fazer compras", concluiu.
Na semana passada, o IBGE informou que a produção industrial também esboçou recuperação no mês, com alta de 7% em relação a abril, desempenho impulsionado pela reabertura de montadoras de veículos.
Ainda assim, o setor ainda está longe de retomar a queda acumulada de 26,3% desde o início da pandemia.
Fonte: Folha Online - 08/07/2020 e SOS Consumidor

INSS adia para 3 de agosto a reabertura das agências

Instituto não informou o motivo do adiamento da volta. Retorno acontecerá com horário de atendimento reduzido    
O atendimento presencial nas agências do INSS que voltaria a ser feito no dia 13 de julho foi adiado para 3 de agosto. A decisão foi publicada na Portaria Conjunta n° 27 da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho , do Ministério da Economia e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nesta quarta-feira (dia 8).

O atendimento exclusivo por meio de canais remotos foi prorrogado até o dia 31 de julho e continuará sendo realizado mesmo após a reabertura das agências.
INSS não informou o motivo do adiamento das atividades presenciais nas agências do país. 
Na primeira fase de reabertura, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com horário agendado pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remotos como, por exemplo, realização de perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional.
Segundo o INSS , a reabertura gradual irá considerar as especificidades de cada uma das 1.525 Agências da Previdência Social no país. Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico, as medidas de limpeza e os equipamentos de proteção individual e coletiva.
As unidades que não reunirem as condições necessárias para atender o cidadão de forma segura, continuarão em regime de plantão reduzido. O INSS irá disponibilizar um painel eletrônico contendo informações sobre o funcionamento das agências da Previdência Social, os serviços oferecidos e o horário de funcionamento.
INSS diz que as medidas adotada durante a pandemia da covid-19, incluindo a simplificação dos procedimentos, a dispensa de exigências e a oferta de serviços por meio de canais remotos, continuarão valendo mesmo após a retomada do atendimento presencial.
Fonte: economia.ig - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Caixa deve excluir de cadastro de devedores correntista com dívida de R$ 120 mil por taxas de conta inativa

Decisão é da JF/SP.
A juíza Federal Alessandra Nuyens Aguiar Aranha, de Santos/SP, concedeu tutela de urgência para determinar que a Caixa Econômica Federal exclua nome de consumidor do cadastro de inadimplentes e demais serviços de proteção ao crédito.
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A ação visa a declaração de inexistência total do débito decorrente de tarifas bancárias lançadas em conta corrente que se encontrava inativa e com saldo negativo desde março de 2013.
Conforme o autor, neste período, a Caixa jamais enviou qualquer tipo de notificação comunicando a inatividade da conta bancária, bem como a consequente possibilidade de encerramento, deixando o correntista alheio à crescente dívida que se apresentava e que atualmente alcança quase R$ 120 mil.
Ao conceder a tutela, a julgadora consignou que não há controvérsia quanto à natureza do débito e ao respectivo montante, admitindo a ré que foram gerados pelos custos inerentes à manutenção de uma conta corrente.  
A inércia do banco perante essa situação não se mostra admissível, frente aos deveres de boa-fé e de lealdade contratual que possui para com seus consumidores. O simples fato de haver permanecido por mais de seis anos cobrando do autor taxas de manutenção de conta corrente que não sofria qualquer tipo de movimentação financeira, já é o bastante para caracterizar atitude abusiva, visto que atentatória ao princípio da boa-fé objetiva, independentemente da existência da dita restrição judicial.”
De acordo com a magistrada, a cobrança de tarifa pela manutenção de conta corrente só se justifica com a efetiva utilização da conta, “de forma que haja contraprestação de serviços pelo banco, se assim não o for, dar-se-á motivo ao enriquecimento ilícito da instituição bancária”.
Assim, determinou a retirada do nome do autor dos cadastros de devedores.
O advogado Gustavo Mendes de Andrade patrocina os interesses do autor.
Veja a decisão.
Fonte: migalhas.com.br - 08/07/2020 e SOS Consumidor

Cafeteira Expresso Dolce Gusto Mini Me Preta/Vermelha - Arno 110V

Cafeteira Expresso Dolce Gusto Mini Me Preta/Vermelha - Arno


Descrição: Cafeiteira Expresso Dolce Gusto Mini Me Preta/Vermelha - Arno
Dados do Produto:
Potência: 1.460 W (127V) / 1.340 W (220V)
Consumo (kW/h*/mês): 0,97
Cor: Preta e Vermelha
Comprimento Cabo: 1 m
Porta-fios: Não
Acessórios: Suporte de xícaras
Pressão: 15 Bar
Capacidade Reservátorio: 800 ml
Dados Técnicos do Produto:
Dimensão (L x A x P): 16,0 x 30,5 x 24,0cm
Dimensão Embalagem (L x A x P): 19,4 x 37,5 x 30,5cm
Peso:
Peso Liq.: 2,5 Kg
Peso Bruto: 2,90 Kg
Garantia: 1 Ano ( Ofertada pelo Fabricante)
SAC - Fornecedor
Arno
Telefone
0800 119 933
Ficha Técnica
Garantia: 1 Ano
Tipo da Cafeteira: Cápsula
Marca: Arno
Voltagem: -

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/cafeteira-expresso-dolce-gusto-mini-me-pretavermelha-arno/684609200/