Conexão Varejo: na onda da influência

Irmã do meio de um trio de mulheres que ficou conhecido como irmãs Alcantara, Débora Alcantara é especialista em branding e construção de marcas, além de palestrante confirmada na FBV 2020. Desafiando o mercado, ela se tornou uma empreendedora serial e mantém com as irmãs o Orna Group, que reúne as marcas Efeito Orna, de cursos, o blog Tudo Orna, a Orna Fórmula, de skincare, e a cafeteria Orna Café. Débora concedeu uma entrevista exclusiva para a revista do Sindilojas Porto Alegre, a Conexão Varejo, e deu dicas sobre gestão de marcas. Confira abaixo! 
O que é o marketing de influência?
É o tipo de marketing que possui como estratégia atuar em parceria com profissionais conhecidos como influenciadores, que trabalham com a promoção de marcas.
Diferentemente do marketing de conteúdo – em que as próprias marcas criam seus materiais de comunicação –, é o influenciador que concebe e produz conteúdos feitos especialmente para as marcas parceiras.

O que faz de uma pessoa um influenciador?
Todas as pessoas são influenciadoras, mas no marketing digital influenciador é o produtor de conteúdo. Não só quem concebe a ideia, mas quem produz e entrega o produto final para a marca. Isso traz muitos ganhos porque dá um alcance ainda maior para as empresas e traz humanização e personalização com conteúdos produzidos por alguém que é real, e não mais aquele artista inatingível da propaganda tradicional.
Como você explica a influência nesta época de fake news?
A facilidade de acesso às informações é um ganho enorme para a sociedade, mas traz desafios que exigem de todos a capacidade de filtrar os conteúdos. Fala-se muito que o consumidor está cada vez mais consciente, mas a verdade é que estamos passando por um processo que exige cuidado e consciência de que todos somos influenciadores do nosso círculo. Não só os grandes influenciadores que geram as fake news, somos nós, nos nossos pequenos grupos.
De que forma você explica o fato de que as pessoas influenciadoras estão assumindo a confiança que antes era depositada nas marcas?
Sempre soubemos que as marcas são feitas por pessoas, mas antes das redes sociais tudo era muito impessoal. Com isso, os influenciadores conquistaram espaço porque traduzem o que as pessoas sempre buscaram, que é humanização. Algumas marcas entenderam e conseguem personificar isso, como a Netflix, mas a figura do influenciador surge para fazer esse elo e tornar as marcas mais próximas para o consumidor.
O que o público pode esperar da sua palestra na Feira Brasileira do Varejo?
Uma pessoa apaixonada pelo que faz e com muita energia de transmitir conhecimento técnico para ajudar os varejistas a transformarem os seus negócios por meio das novas ferramentas e novidades do mercado, tendências para que todos possam ter novos negócios e ótimas vendas conectado ao seu público.

“Até mesmo segmentos que não atuam com marketing de influência podem usar a criatividade para serem pioneiros, abrirem esse caminho e colherem os frutos, como nós fizemos com o @apartamento.33”_Débora Alcantara

Gostou da entrevista? Acesse os demais conteúdos da edição de fevereiro/2020 na publicação digital, clicando aqui.

  • Débora Alcântara é uma das palestrantes confirmadas para a 8ª ed. da Feira Brasileira do Varejo.


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ABSOLVIÇÃO DOREGIME MILITAR APÓS O “HOLOCAUSTO PT”


Não vai demorar muito e completarei os meus 80 “aninhos”. Durante todo esse tempo , desde os 18,que era a idade mínima para possuir  título eleitoral, jamais consegui votar elegendo  um candidato que realmente tivesse a minha admiração,no qual  eu confiasse e votasse com plena  convicção e entusiasmo .  Em todo esse tempo,ajudei a eleger somente dois Presidentes da República, embora se eu pudesse ter escolhido outros nomes para optar por um deles , talvez não fossem  essas as  “listas” que me impuseram.  Então,tive  que  optar por algum candidato que os partidos políticos “deformados” e  a sua  Justiça Eleitoral “cúmplice” me enfiaram “goela-abaixo”.
Na  primeira vez em  que compareci às urnas,com o título recém saído do “forno”,acabei  “quebrando  a cara” ,pela minha inexperiência política, votando naquele “maluco” do Jânio Quadros,que era a grande “novidade”daquele momento,a  “esperança”,a “vassoura, que iria varrer  toda a sujeira política ,mas que acabou frustrando o povo brasileiro,não limpando coisa alguma,e causando   inestimável prejuízo à democracia com a sua estrambelhada renúncia,até hoje não bem explicada.Portanto,ao invés de “varrer”, Jânio foi “varrido”.
Mais de 50 anos depois,em outubro de 2018, voltei a eleger um Presidente,dessa vez  Jair Bolsonaro, mais com “animus”de  derrotar o PT, do que qualquer outro objetivo,porquanto era  esse o  candidato  que mais representava,ou aparentava ser, o “anti- PT”.               
Portanto,  Jânio  e Bolsonaro foram os únicos candidatos presidenciais  que consegui eleger em toda a minha vida “democrática”(???). Mas votei neles só porque não tive outra escolha. Para mim, eles representavam não o “melhor”,porém o “menor pior” da política.
Essas experiências  políticas que vivenciei,primeiro nos anos 60 ,depois  em 2018,me desafiaram  a memória ,e nela fui buscar situação semelhança descrita  por  Adolf Hitler,na sua “Mein Kampf”. Esse livro foi escrito durante asua juventude,enquanto Hitler  estava preso. Segundo o “Fuhrer”,no seu  país de origem,que era a Áustria,”ERAM ATRAÍDOS PARA FAZER  POLÍTICA  A PIOR ESCÓRIA DA SOCIEDADE”.
Pois bem, com absoluta  certeza , foi  muito mais por essa “infeliz” frase de Hitler , que os políticos  de todo o mundo passaram a odiá-lo, comparando-o  até com o  “demônio”. O extermínio genocida  de 6 milhões de  judeus ,que deveria ser o motivo,sempre  foi deixado  num segundo plano.
Mas esses mesmos políticos que condenam Hitler,mais pelas verdades ditas em  relação a eles próprios,do que propriamente pelo genocídio dos milhões de judeus, ao mesmo tempo “poupam” os tiranos comunistas que deixaram um rastro de morte com  100 milhões de pessoas assassinadas  por onde passaram. Essa atitude de muitos políticos são “dois pesos e duas medidas” muito difíceis de explicar, a não ser por via da “canalhice”.
Todavia  a vitória de Bolsonaro, em outubro de 2018,lamentavelmente só  conseguiu afastar - assim mesmo , muito de “leve” - o domínio  do PT , que governara à plenitude , de 2003 a 2016 ,e com grande influência de 2016 a 2018,do Governo Federal, e  jamais do ESTADO BRASILEIRO,não só à vista do aparelhamento de pessoal  que o PT  deixou nos Três Poderes Constitucionais (Executivo,Legislativo e Judiciário) ,como também nas disposições  da própria Constituição de 1988,de inspiração nitidamente  esquerdista, e nas leis que se seguiram.
Porém,a vitória do “capitão   não conseguiu  desmanchar o Estado totalmente  aparelhado que fora deixado pelo PT,e que começou pelo “tripé”- CULTURA, EDUCAÇÃO, e  COMUNICAÇÕES- exatamente como concebido por Antônio Gramsci, na sua visão  comunista de tomada gradativa do poder.
E para que o Presidente conseguisse esse “desmanche”, seria necessário apoio  não só do Poder Legislativo Federal,através das novas leis que deveriam ser aprovadas,substituindo as “antigas”, mas também o “amém” do   Supremo Tribunal Federal, ambos,porém, lamentavelmente ,“comparsas” do PT em tudo, mesmo que “dissimulados”.
Então como recurso extremosó caberia ao Presidente Bolsonaro  recorrer à medida  prevista  no artigo 142 da Constituição,a única que poderia  desmanchar  o “aparelhamento”, o “estado-de-direito” totalmente viciado e corrompido, para que  desse  lugar a um novo  e legítimo  “estado-democrático-de-direito”. Mas o Presidente, e a sua “clã” de generaisno Governo, lamentavelmente  “amarelaram”.
Hoje enxergo a(pseudo)democracia brasileira com muita clareza.  Como um modelo totalmente falido. Tão falido que os melhores governos que o Brasil teve não foram os escolhidos nas “urnas” da sua   “democracia”, porém por outros métodos. Queiramos,ou não,por conseguinte, os melhores governos que o Brasil teve coincidiram com o chamado Regime Militar, de 1964 a 1985. Em matéria de infraestrutura pública,não dá nem para comparar. Os militares construíram mais nos  21 anos  dos seus governos  do que  todos os seus sucessores em 35 anos,ou seja, até hoje. E para que não se interprete mal, não considero o Presidente Bolsonaro  um “militar”(que foi),e sim um “político”.
Então passei a lembrar  dos dizeres   de um dos maiores filósofos que a  humanidade já teve,Aristóteles (384 a.C-322 a.C),em “Política”,onde o pensador preconizou   que seriam válidas quaisquer  das formas “puras” de governo,e que essas  seriam tanto a MONARQUIA, quanto  a ARISTOCRACIA ,ou  a DEMOCRACIA.Todas,porém,condicionadas ao exercício  com VIRTUDE. É por essa simples razão que as piores ditaduras, ou tiranias,podem acontecer usando democracia meramente como “máscara”,”capa”.A nossa “vizinha” Venezuela é exemplo.
E lamento dizer-lhes: creio ser esse o maior mal do Brasil . É justamente  através dessa “democracia”  falsificada, que por isso se transformou-se em OCLOCRACIA, que os bandidos,os ladrões,os canalhas e os patifes de toda espécie  passaram a dominar o povo brasileiro e a maioria dos seus governos ,roubando-lhe as  riquezas e potencialidades.
Talvez a mitologia possa enriquecer essa discussão. A fábula das rãs (de Esopo), que exigiam  um rei, pode  servir  como uma “luva”. As rãs moravam num charco,   e se queixaram para Júpiter da sua vida monótona , pedindo um rei. Júpiter atendeu , jogando-lhes  um pedaço de pau na água. De início as rãs se assustaram. Mas aos poucos perceberam que o pau “não era de nada”, nem se mexia. Reclamaram novamente a Júpiter ,que  dessa vez  enviou-lhe como  novo deus uma  cegonha ,que passou a devorar  todas as rãs,uma a uma. Moral da história: “satisfaz-te com a situação atual,mesmo que seja má,porque uma mudança pode ocasionar coisa pior”. Não foi exatamente isso que  aconteceu  na política  do Brasil em 1985 ?


Sérgio Alves de Oliveira
Advogado e Sociólogo

Calor se intensifica antes da chuva, nesta sexta

Máxima em Porto Alegre será de 36°C, enquanto instabilidade ingressa pelo Oeste do RS

Máximas no Litoral devem passar dos 30°C nesta sexta-feira
Máximas no Litoral devem passar dos 30°C nesta sexta-feira 

O sol aparece com nuvens nesta sexta-feira no Rio Grande do Sul, porém se espera um aumento da cobertura de nebulosidade durante o dia. Áreas de instabilidade vão avançar pelo Oeste e o Sul do Estado com chuva que pode ser isoladamente forte no Oeste, mas perdem força ao se deslocarem pelo Estado. Por isso, a chuva será bastante irregular nas demais regiões gaúchas e não deve afetar todos os municípios, segundo a MetSul Meteorologia, que alerta: temporais isolados não podem ser descartados. 
Na Grande Porto Alegre, dia de sol e nuvens, entretanto não se afasta chuva isolada até o fim desta sexta. Será uma sexta-feira de calor intenso, com a temperatura oscilando entre 20°C e 36°C ao longo do dia na Capital. 
Mínimas e máximas
Porto Alegre 20°C / 36°C
Torres 19°C / 32°C
Capão 20°C / 32°C
Caxias 16°C / 32°C
Vacaria 13°C / 29°C
Erechim 18°C / 32°C
Santa Rosa 22°C / 35°C
Passo Fundo 18°C / 32°C
Santa Cruz do Sul 21°C / 36°C
Santa Maria 21°C / 32°C
Pelotas 20°C / 32°C



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