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Prefeitura estuda propor proibição do consumo de bebidas alcoólicas nas vias de Porto Alegre
Medida ocorre, principalmente, para estancar distúrbios no bairro Cidade Baixa
Rádio Guaíba e Correio do Povo
LAURA GLUER
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Prefeitura estuda propor restrição no consumo de bebida alcoólica em Porto Alegre
| Foto: Joel Vargas / PMPA / CP Memória
A Prefeitura de Porto Alegre estuda apresentar em breve um projeto proibindo o consumo de bebidas alcoólicas nas vias públicas da cidade. A medida foi defendida e explicada pelo secretário municipal da Segurança, Rafael Oliveira, em entrevista à Rádio Guaíba na tarde desta terça-feira.
A ser debatido e encaminhado à Câmara, o projeto valeria a toda a Capital, mas seu foco principal visa conter transtornos na Cidade Baixa. “Os moradores não aguentam mais. As pessoas fazendo baderna devido ao alto estado alcoólico”, afirmou o secretário. “Estamos utilizando o foco da Cidade Baixa, que é a hemorragia para ser estancada com urgência.”
De acordo com ele, seria inviável apresentar um projeto de lei restringindo o consumo de bebida em apenas um determinado bairro, por isso o alcance seria em todo o território porto-alegrense.
O secretário argumentou que a eventual lei não chega a ser uma novidade. Ele citou que alguns dos estados dos Estados Unidos, o Chile e a cidade de Passo Fundo vedam o consumo de bebida alcoólica em suas ruas e avenidas. De acordo com Oliveira, autoridades de segurança já manifestaram apoio à iniciativa, que ainda deverá passar por discussões internas na Prefeitura antes de ser encaminhado ao Legislativo.
Ao defender a proposta, Oliveira enfatizou que o texto iria ajudar a desafogar o policiamento ostensivo, que passaria a focar nos médios e grandes delitos: “Náo dá para ser babá de bebum”, afirmou. Em caso de descumprimento, o secretário adiantou que irá sugerir multa de R$ 500, dobrando de valor em caso de reincidência.
Rádio Guaíba e Correio do Povo
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Guaidó é agredido ao retornar à Venezuela
Quase 200 pessoas socaram e atingiram com diversos objetos o líder da oposição
Agência Estado e Correio do Povo

Guaidó foi recebido com agressividade por apoiadores de Nicolás Maduro | Foto: Yuri Cortez / AFP / CP
O líder da oposição e autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, foi agredido nessa terça-feira por uma multidão de chavistas que o esperava no aeroporto internacional Simon Bolívar, que serve Caracas, ao retornar de uma viagem internacional de 23 dias.
Assim que Guaidó saiu do terminal aéreo, quase 200 pessoas o socaram e o atingiram com diversos objetos. Também foram alvos de agressão a companheira do político, Fabiana Rosales, e vários deputados da oposição que foram recebê-lo."Guaidó, fascista pró-imperialista" e "fora, direita, a pátria se respeita", gritavam os simpatizantes de Nicolás Maduro.
Vários jornalistas também foram agredidos e assaltados pelos chavistas em frente de dezenas de agentes da Polícia Nacional Bolivariana e da Guarda Nacional Bolivariana, que não impediram o tumulto.
Guaidó, de 36 anos, chegou à Venezuela por volta das 17h (18h em Brasília) e foi recebido por dezenas de deputados. "Venezuela: já estamos em Caracas. Trago o compromisso do mundo livre, pronto para nos ajudar a recuperar a democracia e a liberdade. Está começando um novo momento que não admite nenhum contratempo e precisa que todos nós façamos o que temos de fazer. Chegou a hora", escreveu Guaidó no Twitter antes de deixar o aeroporto.
Ele também postou sua foto em frente a um funcionário de imigração com a frase: "Em casa". Ele estava proibido de deixar o país, mas saiu clandestinamente no dia 19.
Venezuela: ya estamos en Caracas.— Juan Guaidó (@jguaido) February 11, 2020
Traigo el compromiso del mundo libre, dispuesto a ayudarnos a recuperar la Democracia y la Libertad.
Empieza un nuevo momento que no admitirá retrocesos y que nos necesita a todos haciendo lo que nos toca hacer.
Llegó el momento.#TodoPorVzla
EN CASA 🇻🇪 #TodoPorVzla pic.twitter.com/3V1OdvpNEc— Juan Guaidó (@jguaido) February 11, 2020
Guaidó, que foi recebido na Casa Branca pelo presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nessa terça a partidários que serão impostas novas sanções "contra a ditadura" e pediu a seus seguidores que intensifiquem os protestos como complemento dessa estratégia. "Os mecanismos de pressão só vão aumentar, por polêmicos que sejam vão continuar aumentando", acrescentou.
Na sexta-feira, os EUA ampliaram suas sanções contra a Conviasa e na terça funcionários da companhia aérea estatal também receberam Guaidó com protestos.
Agência Estado e Correio do Povo
Ernesto Araújo garante que comércio com a China não será afetado apesar do coronavírus
Ministro das Relações Exteriores minimizou a retirada do Brasil da lista de países em desenvolvimento por parte dos Estados Unidos
Rádio Guaíba e Correio do Povo
MUNDO

Ernesto Araújo garantiu que o coronavírus não irá afetar a relação comercial entre Brasil e China
| Foto: Mandel Ngan / AFP / CP Memória
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, garantiu que as relações comerciais com a China não devem ser afetadas apesar do surto de coronavírus. A declaração foi feita em entrevista ao programa Bom Dia da Rádio Guaíba, na manhã desta quarta-feira.
“Diretamente, o comércio com a China não vai ser afetado. Não interrompemos o comércio, não tem perigo nenhuma de transmissão de coronavírus, é só de pessoa para pessoa, mercadorias não tem problemas”, comentou. O ministro ainda salientou que há uma tendência de desaceleração global por causa do vírus, interrompendo o fluxo de pessoas, e nesse sentido que um impacto deve acontecer.
O coronavírus já causou a morte de mais de 1.100 pessoas na China depois que as autoridades da província de Hubei, onde a epidemia surgiu, informaram mais 94 óbitos nesta quarta-feira (noite de terça, no Brasil). O boletim diário também reportou mais 1.638 casos de contágio. Com isso, o número total de pessoas infectadas em todo o país já supera 44,2 mil.
Estados Unidos
Sobre a possível reeleição do presidente Donald Trump nos Estados Unidos, Ernesto Araújo saudou a relação do Brasil com os norte-americanos e salientou a afinidade de visão dos dois governos.
“Evidente que temos uma afinidade grande com a visão do Presidente Trump, isso tem nos permitido desenhar uma nova relação com os Estados Unidos que estamos construindo passo a passo e já está sendo muito boa. Isso, com a continuidade do Trump, será cada vez mais de dividendos para nós. Realmente esperamos que exista essa reeleição e nos permita algo muito bom para o Brasil”, destaca.
Em relação à retirada do Brasil da lista de países em desenvolvimento por parte dos Estados Unidos, Araújo não mostrou preocupação. Segundo o ministro, o Governo ainda está analisando os impactos específicos da medida. “Queremos começar negociações comerciais que nos darão oportunidades muito maiores”.
Rádio Guaíba e Correio do Povo
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