Rússia e Ucrânia realizam troca de prisioneiros

Medida é um primeiro passo para o fim da guerra com os separatistas pró-russos

Segundo uma fonte do governo ucraniano, são 70 prisioneiros, 35 de cada lado

Segundo uma fonte do governo ucraniano, são 70 prisioneiros, 35 de cada lado | Foto: Sergei Supinsky / AFP / CP

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A Ucrânia e a Rússia realizaram neste sábado uma troca de dezenas de prisioneiros, a primeira dessa proporção entre os dois países desde o início da crise em 2014. Segundo uma fonte do governo ucraniano, são 70 prisioneiros, trinta e cinco de cada lado. A televisão estatal russa transmitiu imagens de ônibus saindo da prisão de Lefortovo em Moscou pouco antes e anunciou que eles haviam chegado ao aeroporto.

"Os ônibus deixaram a prisão de Lefortovo como parte dos preparativos para a troca de prisioneiros", anunciou o canal de notícias Rossiya 24. Correspondentes da AFP no local viram dois ônibus sob proteção deixarem a prisão de alta segurança. polícia. Logo depois, a mesma rede anunciou que os ônibus haviam chegado ao aeroporto de Vnukovo, em Moscou, parte do qual é reservada para vôos do governo.

A troca de prisioneiros entre a Ucrânia e a Rússia é um primeiro passo para o fim da guerra com os separatistas pró-russos, disse o presidente ucraniano Volodimir Zelenski. "Devemos dar os demais passos para acabar com essa guerra horrível", que causou cerca de 13.000 mortes em cinco anos, disse ele depois de receber pessoalmente os 35 prisioneiros ucranianos no aeroporto de Kiev.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou na quinta-feira uma troca em massa de prisioneiros entre os dois países, mas não havia especificado uma data. Esta medida, também disse ele, é "um grande passo em direção à normalização das relações bilaterais", após a chegada de Zelenski ao poder da Ucrânia em maio.


AFP e Correio do Povo

Apple diz que informe do Google sobre hacking de iPhones é inexato e exagerado

Empresa disse que ataque foi "muito concentrado" e não uma exploração "maciça"

Hacking de iPhones revelado pelo Google durou apenas dois meses e envolveu menos de uma dúzia de sites relacionados com a comunidade dos uigures, uma minoria étnica na China, disse a Apple

Hacking de iPhones revelado pelo Google durou apenas dois meses e envolveu menos de uma dúzia de sites relacionados com a comunidade dos uigures, uma minoria étnica na China, disse a Apple | Foto: Brendan Smialowski / AFP / CP

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O hacking de iPhones revelado pelo Google durou apenas dois meses e envolveu menos de uma dúzia de sites relacionados com a comunidade dos uigures, uma minoria étnica na China, disse a Apple nesta sexta em resposta à análise de segurança do gigante da internet. Fred Sainz, porta-voz da Apple, destacou que a investigação publicada pelo Google criou uma "falsa impressão" de que um grande número de usuários de iPhone pode ter sido afetado.

"A publicação do Google, emitida seis meses depois do lançamento das correções de erros do iOS, cria a falsa impressão de 'exploração maciça' para 'monitorar as atividades privadas de populações inteiras em tempo real', avivando o temor entre todos os usuários do iPhone de que seus dispositivos tinham sido comprometidos. Esse nunca foi o caso", indicou.

O ataque foi "muito concentrado" e não uma exploração "maciça", como foi descrito, afirmou o executivo da Apple. Sainz disse que os hackers afetaram "menos de uma dúzia de sites que se concentram em conteúdo relacionado com a comunidade uigur, uma minoria étnica na China". "Independentemente da magnitude do ataque, levamos a segurança de todos os usuários extremamente a sério", escreveu Sainz.

Pesquisadores do grupo de trabalho de segurança Project Zero do Google disseram na semana passada que uma operação de hacking "indiscriminada" dirigida a iPhones utilizou sites para implantar software malicioso para acessar fotos, localizações de usuários e outros dados.

Sainz disse que a Apple acredita que os ataques ocorreram durante aproximadamente dois meses, e não dois anos como estabelecido pelo Google. "Consertamos as vulnerabilidades em questão em fevereiro, trabalhando extremamente rápido para resolver o problema apenas 10 dias depois de que ficamos sabendo" do mesmo, indicou Sainz.


AFP e Correio do Povo


ECONOMIA

Trump volta a atacar Fed e cita corte do compulsório bancário na China

MUNDO

Mobilização policial frustra protestos no aeroporto de Hong Kong

Um ano da facada em Bolsonaro, o novo PGR e os vetos na lei de abuso

Publicado em 6 de set de 2019

O atentado contra o então candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, completa um ano nesta sexta-feira, 6. E, mesmo tanto tempo depois, ainda alimenta teorias conspiratórias e segue reverberando na saúde do atual presidente e na política brasileira.
Na opinião de Ricardo Noblat, a facada não mudaria o destino de Bolsonaro. O colunista avalia que a eleição de 2018 foi uma eleição dos indignados com a falta de segurança pública, com o comportamento dos políticos e com o desastre econômico que foi o governo de Dilma Rousseff. Na cabeça de grande parte dos eleitores, era necessário evitar que o PT voltasse ao poder. E essa parcela dos eleitores considerava Bolsonaro a única escolha segura para derrotar o Partido dos Trabalhadores.
Dora Kramer considera que o fato ajudou, mas não determinou a vitória de Bolsonaro. Ajudou no sentido de dar mais exposição ao então candidato do PSL na televisão além dos poucos segundos que tinha no horário eleitoral e provocou um constrangimento nos adversários, que pararam os ataques contra Bolsonaro.
Daniel Bergamasco, editor digital de VEJA, lembra que Jair Bolsonaro terá de ir na Assembleia Geral da ONU, no próximo dia 24, onde o presidente brasileiro faz o discurso de abertura. Mas, no dia 8, ele fará mais uma cirurgia para retirar uma hérnia causada pelas operações em consequência da facada que levou um ano atrás.
Os colunistas e os jornalistas de VEJA também comentam a escolha de Augusto Aras para suceder Raquel Dodge na Procuradoria-Geral da República e os vetos do presidente Jair Bolsonaro na lei de abuso de autoridade.

Meteora, a cidade perto do céu que encanta visitantes

| Foto: Arquivo pessoal

Esconderijo de eremitas, cidade grega foi um segredo bem guardado por séculos e hoje inspira o cinema

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Famosa por suas praias paradisíacas, a Grécia esconde belezas que vão muito além das águas turquesa. O destino europeu, terra dos deuses e deusas, guarda um cenário digno de filmes de fantasia com formações rochosas que inspiraram o Vale de Arryn do seriado Game of Thrones e fizeram parte do filme 007 - Somente para seus olhos (1981). Assim é Meteora, patrimônio tombado pela UNESCO, com paisagens de tirar o fôlego.

De acordo com a história local, os primeiros habitantes de Meteora viviam nas cavernas há mais de 20 mil anos. Mas foi no século XIII que a necessidade levou monges da Igreja Ortodoxa a construir seus retiros no topo das rochas, que chegam aos 549 metros de altura. Na época, os otomanos tomaram a região e, para se proteger, os religiosos que lá viviam permitiam o acesso por meio de escadas de corda que eram atiradas aos convidados.

Em 3 séculos, foram construídos 24 mosteiros e Meteora se tornou um importante centro religioso, posto que mantém até hoje.

Atualmente 6 mosteiros seguem em funcionamento em Meteora, sendo 1 deles administrado por freiras (o mais florido e decorado!). Os mosteiros são abertos à visitação e não é preciso subir pela corda, há vias de acesso a cada um deles, embora as escadarias exijam algum esforço.

O lugar é surpreendente, com destaque para os mosaicos bizantinos que estão em ótimo estado de conservação e contam histórias que vão desde os primeiros cristãos à paixão de Cristo.

Como se trata de um espaço religioso, recomenda-se vestimentas que cubram os ombros e joelhos, evitando decotes. Mulheres devem usar saia e caso estejam de calça ou short, poderão alugar cangas para se cobrir.

Não espere muito contato com os monges, eles abrem parte do espaço à visitação, mas preferem o isolamento e não costumam interagir com turistas, ao contrário dos gatos que são muito receptivos!

As cidades mais próximas são Kalambaka e Kastraki, sendo a primeira maior e com mais estrutura turística, embora mais distante dos monastérios. Em Kalambaka é possível fazer tudo a pé percorrendo poucas quadras. Há alguns restaurantes servindo pratos típicos e a movimentação é mais intensa após as 17h quando a temperatura fica mais amena e os gregos costumam ocupar os espaços públicos. Já Kastraki, uma pequena vila aos pés das rochas, é para quem busca uma opção mais sossegada: são poucos restaurantes e não há hostel.

Os monastérios costumam fechar ao público em dias alternados. Portanto, para visitar todos, você precisará ficar mais de uma noite na cidade. Também existem cavernas habitadas por uma pequena comunidade islâmica que podem render uma visita interessante.

Como chegar:

Meteora fica há cerca de 350km da capital Atenas. Você pode ir de carro, de ônibus ou de trem. A cidade mais próxima é Kalambaka e fica a cerca de 5 horas de trem (saindo da estação Larissa) ou 4 horas de ônibus (saindo do Terminal B).

Caso opte pelo trem ou pelo ônibus, tenha em mente que provavelmente eles irão atrasar e que você encontrará poucas pessoas que dominam o inglês pelo caminho. As estações de trem são anunciadas em grego, mas treinando um pouquinho o ouvido é possivel entender onde descer para a troca de carro.
Na alta temporada, convém comprar os tickets com antecedência.
Tickets de trem aqui.
Tickets de ônibus aqui.

Caso opte pelo carro, vale a pena parar nas ruínas de Delfos que fica no caminho. Alugar um carro e dirigir na Grécia é tranquilo e a mão é a mesma do Brasil. Não se esqueça de fazer a permissão internacional antes do embarque e levar dinheiro para o pedágio.

Agência para o tour:

Você pode contratar a agência diretamente no hotel ou em Kalambaka. Mas se quiser deixar tudo organizado, eu recomendo a Meteora Thrones. Eles têm um ótimo serviço e os guias locais tem histórias excelentes.

por Tamy Yasue

Tamy Yasue é designer, yogui, mergulhadora e apaixonada por esportes. Adora estar em movimento, conhecer novas culturas, pessoas e olhar o mundo de um ângulo diferente, por isso isso viaja sempre que pode e nos intervalos pesquisa sobre novos destinos.


Correio do Povo


MUNDO

Dorian deixa 43 mortos e rastro de destruição nas Bahamas

Puro doce: tudo o que você precisa para arrasar na arte da confeitaria

| Foto: Divulgação Brinox

Confira a seleção de utensílios que fizemos para te ajudar a preparar do brigadeiro até o bolo de casamento

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Para quem ama confeitaria, não basta apenas se deliciar com pães, bolos ou sobremesas. Muitas vezes, o mais gostoso mesmo é colocar a mão na massa. Quer se arriscar no forno ou no fogão?

Confira a seleção de produtos que fizemos para te ajudar a preparar desde o simples brigadeiro até um bolo de casamento. Tem tudo o que você precisa ter em casa, além de lançamentos especiais. Confira:

Formas

As formas são um dos principais itens da confeitaria, afinal, nelas são feitos bolos, tortas, pães, etc. Em silicone ou aço inox, são várias opções de formato e tamanho para cada tipo de preparação. Marcas como a Brinox e a Tramontina apostam em linhas específicas, super delicadas e com o temas específicos.

Batedeira

O eletrodoméstico mais usado pelos confeiteiros. Este modelo da KitchenAid é uma edição limitada para comemorar os 100 anos da marca. Na cor azul, acompanha diversos acessórios, como fouet para claras, pá plana para massas, gancho para pães e batedor com borda flexível.

Livros

Confeitaria é precisão, é alquimia. Que tal buscar inspiração em quem entende do assunto? O livro 'Confeitaria escalafobética: sobremesas explicadas tim-tim por tim-tim', traz receitas exclusivas da chef Raiza Costa, criadora do Dulce Delight, o primeiro canal on-line dedicado à confeitaria. As preparações vem acompanhadas de dicas que fazem a diferença, além de técnicas avançadas de confeitaria de um jeito simples e divertido.

Já o livro 'Pão nosso: receitas caseiras com fermento natural' traz os segredos dessa delícia. Luiz Américo Camargo se propõe a ensinar os leitores a assarem o pão da padaria na cozinha de casa. Além dos segredos do fermento natural, diversas receitas de pães e de refeições completas pensadas em torno do ingrediente.

Pratos de bolo

Um bolo bonito e saboroso merece ser apresentado num prato à altura. Lisos, étnicos, tradicionais, minimalistas... Não importa seu estilo, certamente você irá encontrar uma louça a altura das suas preparações. A coleção Especiarias, do Acervo Panelinha, traz algumas opções como o modelo Sumac com 37 cm de diâmetro e pé alto para destacar a sua produção.

Correio do Povo

Cidades gaúchas realizam desfiles de 7 de setembro

Publicado em 7 de set de 2019

Apesar da chuva, alguns municípios gaúchos realizaram o tradicional desfile cívico.
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Indicado para a PGR, Aras já assegura apoios em comissão do Senado

Nome, porém, desagradou a senadores "lavajatistas"

Senadores que vão analisar inicialmente a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República evitaram ontem impor resistências ao nome escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro

Senadores que vão analisar inicialmente a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República evitaram ontem impor resistências ao nome escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro | Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo / CP

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Senadores que vão analisar inicialmente a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República evitaram ontem impor resistências ao nome escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Entre os titulares da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), apenas dois declararam que não pretendem dar aval à nomeação, enquanto seis se disseram favoráveis, segundo levantamento do Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado. Única representante do PSL, partido de Bolsonaro, na CCJ, a senadora Juíza Selma (MT), declarou que vai votar contra o escolhido para suceder a Raquel Dodge. Na oposição, o vice-líder do PT, Rogério Carvalho (SE), se disse a favor.

A reportagem ouviu 24 dos 27 titulares da comissão, responsável por sabatinar o indicado. Dez não quiseram comentar, seis afirmaram ainda não ter opinião e apenas três não responderam.

Otto Alencar (PSD-BA) e Angelo Coronel (PSD-BA), dois parlamentares que têm se posicionado contra o governo em uma série de votações no Senado, elogiaram a escolha de Bolsonaro para chefiar o principal órgão de investigação do País. "Ele não vai se dobrar a quem o indicou, ele é um homem do Direito e muito sério", afirmou Alencar, líder do partido no Senado. "A indicação de Augusto Aras talvez seja o ato mais responsável do presidente da República até então", disse Coronel.

Em reservado, parlamentares avaliaram que as críticas do escolhido de Bolsonaro a condutas da Lava Jato imprimiram nele um perfil contrário à criminalização da política, o que pode favorecer sua aprovação pelos senadores. Para ser nomeado, ele precisará do voto da maioria no plenário da Casa.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou esperar que o indicado tenha o "apoio de todos os partidos, da direita à esquerda, devido à sua trajetória". "As críticas que ele fez à Lava Jato foram devido à 'midiatização'. Mas ele é um homem que defende a bandeira do presidente contra a corrupção. Tem um perfil adequado e equilibrado", afirmou o Bezerra Coelho.

Aras chegou a criticar colegas do Ministério Público. Em entrevista ao Estadão, afirmou que a instituição estava aparelhada e defendeu uma "disruptura" para a Procuradoria "retomar os trilhos" da Constituição.

Para o líder do PT, Humberto Costa (PE), a oposição deve ouvir Aras para avaliar se concorda com a nomeação. "O que queremos é que o procurador coloque o MP para ter uma atuação condizente com a Constituição e acabar com esse estrelismo de alguns servidores do MP e a perseguição política", disse.

O nome, porém, desagradou a senadores "lavajatistas", como a Juíza Selma - chamada de "Moro de saias" durante a campanha eleitoral - e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). "Não adianta o presidente escolher um PGR que tenha posicionamentos parecidos com os dele se cada membro do MPF tem o seu próprio posicionamento e independência para trabalhar. Eu não teria feito essa escolha", afirmou a senadora, que criticou a indicação fora da lista tríplice eleita pela categoria.

Aras vai começar a visitar senadores na próxima semana em busca de apoio. Ele avisou à presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), que pretende ir a todos os 81 gabinetes. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), porém, disse que não pretende dar prioridade à análise da indicação à PGR na Casa, que ainda discute a reforma da Previdência.

"Chance"

Um dia após ser alvejado nas redes sociais pela escolha, que desagradou a boa parte de seus apoiadores, Bolsonaro voltou ontem a pedir "uma chance" a Aras. "Reconheço as minhas limitações, a minha fragilidade, a minha incompetência em alguns momentos. Mas vou continuar me empenhando para fazer o melhor todo dia", disse o presidente a pessoas que o esperavam ontem na porta do Palácio da Alvorada.

Questionado se Aras vai combater a corrupção, Bolsonaro respondeu que um procurador-geral da República "não pode focar só na corrupção". "É questão ambiental, direitos humanos, minorias. Tem a ver indiretamente com a economia. Essa é a intenção."

"Estou avaliando"

Augusto Aras já se movimenta para montar sua equipe com nomes alinhados ao pensamento do presidente Jair Bolsonaro.

Popular entre bolsonaristas no Twitter pelo posicionamento conservador, o procurador Ailton Benedito disse ontem ao jornal O Estado de S. Paulo ter sido convidado por Aras para integrar a equipe da Procuradoria-Geral República. O telefonema, segundo ele, ocorreu logo após a indicação de Aras ter sido confirmada.

Benedito, que afirmou conhecer Aras "institucionalmente", saiu em defesa do subprocurador, tachado de "esquerdista" por apoiadores do presidente, e disse estar "avaliando" o convite. "O que eu posso dizer é que ele falou para mim que eu só não estarei na gestão dele se eu não quiser. Ainda estou avaliando", afirmou Benedito. "Entendo que, nesse momento, é um perfil (Aras) que atende às necessidades do MPF e do País."

Críticas

A escolha de Bolsonaro por um candidato de fora da lista tríplice da categoria, no entanto, gerou críticas. Pouco depois de saber da indicação, o primeiro colocado na eleição feita pela Associação Nacional do Procuradores da República, o subprocurador-geral Mário Bonsaglia, contestou a decisão de Bolsonaro. Ele afirmou que "a autonomia institucional do MPF corre claro risco de enfraquecimento diante da desconsideração da lista".

Conservador, Bonsaglia já esteve duas vezes na lista da associação, mas, pela primeira vez, havia sido o mais votado. Também teve o nome defendido pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

O coordenador da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, afirmou que a força-tarefa defende lista tríplice, pois ela seria uma forma de garantir um chefe "testado e aprovado" para a instituição.


Agência Estado e Correio do Povo


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"Acredito que o PGR passe no Senado", diz Bolsonaro

Presidente falou com jornalistas após o desfile de 7 de Setembro

Bolsonaro falou com a imprensa após desfile em Brasília

Bolsonaro falou com a imprensa após desfile em Brasília | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

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O presidente Jair Bolsonaro conversou com jornalistas neste sábado (7) na porta do Palácio da Alvorada após participar do desfile de 7 de setembro. Ele disse acreditar que a indicação do subprocurador Augusto Aras para o cargo de procurador-geral da República seja aprovado pelo Senado Federal.  "Tivemos (essa semana) o PGR e acredito que ele passe no Senado sem problemas".

O presidente embarca nesta tarde para São Paulo, onde irá realizar a quarta cirurgia após a facada, que completou um ano ontem (6). Ele se mostrou tranquilo para o procedimento. "Há dois dias estou observado fielmente o que os médicos passaram para mim e se Deus quiser ocorrerá tudo bem".

O vice-presidente Hamilton Mourão irá assumir a Presidência a partir de domingo (8) e deve ficar até quinta-feira (12) no cargo.

Sobre o 7 de setembro o presidente disse: "Parabéns a todos os brasileiros por essa data que é de todos nós, a nossa Independência e temos também que preservar a nossa liberdade".


R7 e Correio do Povo

Desfile de 7 de setembro em Porto Alegre é marcado pela chuva

Publicado em 7 de set de 2019

Chuva não intimidou participantes de cerimônia realizada na avenida Edvaldo Pereira Paiva.
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Bolsonaro participa de desfile ao lado de Bispo Edir Macedo e Silvio Santos

Presidente da República, Jair Bolsonaro, abriu o desfile cívico-militar às 9h

Hamilton Mourão, bispo Edir Macedo, Jair Bolsonaro, Silvio Santos e Íris Abravanel

Hamilton Mourão, bispo Edir Macedo, Jair Bolsonaro, Silvio Santos e Íris Abravanel | Foto: Cláudio Reis / Framephoto / Estadão Conteúdo

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O presidente Jair Bolsonaro participou na manhã deste sábado (7) do seu primeiro desfile cívico-militar como presidente da República. O evento começou pontualmente às 9h e o presidente vestia a faixa presidencial. Ele chegou ao lado do filho Carlos Bolsonaro.

Na tribuna de autoridades, o presidente estava acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que estava com vestido amarelo, do bispo Edir Macedo, fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, e da esposa Ester Bezerra, do apresentador e dono do SBT, Sílvio Santos e a esposa Íris Abravanel. O vice-presidente Hamilton Mourão e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) também estavam presentes, além do ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro e da esposa Rosângela Moro.

Na noite de sexta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro recebeu o bispo Edir Macedo, fundador e líder da  Igreja Universal do Reino de Deus, e o apresentador e dono do SBT, Sílvio Santos, para um jantar no Palácio da Alvorada.


R7 e Correio do Povo


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