Eleição não estava prevista para este ano, mas foi antecipada pela atual premier.
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Quinta-feira será de temporais e ventania em todo o RS
Rajadas de vento podem ultrapassar os 100 km/h
Quinta-feira será de temporais e ventania em todo o RS | Foto: Paulo Nunes / CP Memória
A chuva que cai sobre o Rio Grande do Sul desde o começo da semana ganha força nesta quinta-feira. Estão previstos temporais com raios e queda de granizo e ventania intensas mais ao Leste e Metade Norte. Modelos ndicavam a possibilidade de rajadas de 100 km/h a 120 km/h, localmente superiores, em pontos das áreas de relevo do Norte e do Nordeste gaúcho, como o Planalto e a Serra, o que pode trazer danos. Na Capital podem ocorrer rajadas de 70 km/h a 90 km/h.
A temperatura começa o dia mais alta, perto de 20ºC em muitas cidades, mas vai declinar e começará a esfriar no final desta quinta-feira. Segue o aviso de ingresso de forte massa de ar polar nesta sexta. O dia amanhã vai ser gelado e a chance de neve e/ou chuva congelada ainda existe nas áreas de maior altitude do RS e Santa Catarina.
Com rios altos, a chuva forte pode agravar a situação e trazer repique de cheias. O vento é outra preocupação, principalmente no Leste gaúcho e na Metade Norte, onde as rajadas devem ser mais fortes. Partes de Santa Catarina também terão ventania.
MetSul Meteorologia e Correio do Povo
Houve amplíssima defesa no processo da chapa Dilma / Temer, diz Fux
Ministro do Supremo integra o colegiado do TSE que julga a ação
Fux (d) é o vice-presidente do TSE | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou na noite desta quarta-feira, que houve "amplíssima defesa" no processo que pode levar à cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.
"Os memoriais (da defesa) são de 200 páginas. Se em 200 páginas a pessoa não consegue se defender, então é realmente inesgotável a necessidade de ampla defesa", declarou o ministro.
Amanhã os ministros devem começar a proferir os votos no TSE sobre o pedido de cassação da chapa. Antes, contudo, há a análise das chamadas "preliminares" e um dos questionamentos dos advogados é que o direito à defesa foi cerceado durante o processo.
Às vésperas da votação, Fux fez o comentário durante o lançamento "Jurisdição Constitucional II", de sua autoria. Questionado sobre o andamento do julgamento no TSE, ele disse ainda que a previsão é de que seja concluído na sexta.
O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, também participou do evento de Fux e afirmou que espera que o julgamento da chapa Dilma-Temer termine "o mais cedo possível".
Questionado se a decisão da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, de manter sessão da Corte amanhã atrapalharia a análise do TSE, Mendes negou. "A gente se adapta", respondeu.
Com sinal de irritação, Cármen afirmou mais cedo que entenderia a ausência dos três ministros que fazem parte das duas cortes (Gilmar, Fux e Rosa Weber). "Se Vossas Excelências tiverem que estar lá, é impossível, como vocês não têm o dom da ubiquidade, estará justificado", disse no plenário da Corte.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
STF reconhece validade da Lei de Cotas para negros em concursos públicos
O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu hoje (8) a validade da lei que reserva a negros 20% das vagas oferecidas em concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos na administração pública federal direta e indireta, no âmbito dos Três Poderes. A decisão foi unânime.
O julgamento teve início em maio, quando o relator do caso no STF, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela constitucionalidade da norma. Em seu voto, o relator afirmou que a Lei de Cotas (12.990/2014), embora crie uma vantagem competitiva para um grupo de pessoas, não representa nenhuma violação ao princípio constitucional da igualdade.
Barroso considerou, entre outros fundamentos, que a lei é motivada por um dever de reparação histórica decorrente da escravidão e de um racismo estrutural existente na sociedade brasileira. “É uma reparação histórica a pessoas que herdaram o peso e o custo social e o estigma moral, social e econômico que foi a escravidão no Brasil e, uma vez abolida, entregues à própria sorte, sem condições de se integrarem à sociedade”, argumentou.
A ação que defendeu a constitucionalidade da Lei de Cotas foi apresentada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Agência Brasil
Jornalista da UOL manipula informações sobre palestra de professora antifeminista na UFG
Estudantes registram ocorrência por racismo contra seguranças da estação de trem
Vídeo mostra eles sendo retirados à força da estação Barra Funda.
Sartori lamenta "que população não seja ouvida" sobre privatizações
No Japão, governador avaliou que veto a plebiscito "se torna constrangedor"
No Japão, governador avaliou que veto a plebiscito "se torna constrangedor" | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / CP
Tiago Medina, enviado especial
Em missão no Japão, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, comentou ainviabilização, nesta quarta-feira, da proposta de plebiscito sobre a privatização das empresas estatais. "Lamento que a população não seja ouvida", relatou.
Ele falou sobre o tema pouco antes do líder do governo na Assembleia Legislativa, Gabriel Souza, reconhecer que o pleito não será possível. "Torna-se algo constrangedor, pois outros serão governo no futuro", criticou Sartori.
O governador ainda lembrou que, com a alternância de poder, a oposição que barrou o plebiscito poderá ser cobrada no futuro. "Espero que não se arrependam de ter tomado essa atitude, de impedir a população de opinar sobre essas questões", afirmou.
Sobre os procedimentos do Piratini na questão, ele descartou erros, mas ponderou que outra postura poderia ter funcionado. "Alguns disseram que a gente foi tolerante demais. Permitimos que essa discussão fosse feita, apresentamos todos os dados, a realidade. E fomos às audiências públicas."
Correio do Povo
Cai para 79 mil número de pontos sem energia elétrica no Rio Grande do Sul
São pelo menos 62 mil clientes sem energia na região da RGE
Foto: Ronaldo Bernardi /Agência RBS
O número de clientes sem luz em função do temporal que atingiu o Estado, nesta quinta-feira (8), está em 79 mil. São pelo menos 62 mil pontos sem energia elétrica na área da RGE. A maioria na Serra, principalmente em Caxias do Sul, Gramado, Canela, Bento Gonçalves e Veranópolis. As cidades representam 40% do total de unidades consumidoras ainda desligadas.
Na área de concessão da RGE Sul (antiga AES Sul) são 17 mil clientes sem luz na Região Metropolitana, e em São Sebastião do Caí e Montenegro, conforme a última atualização. Segundo a CEEE, há pontos isolados sem energia, na zona sul de Porto Alegre e em Viamão.
As equipes das concessionárias estão trabalhando para a volta da energia. Ainda não há previsão para o restabelecimento da luz.
GAÚCHA
Atraso na votação da reforma trabalhista não compromete economia, diz Meirelles
Um eventual atraso na votação da reforma trabalhista não comprometerá a retomada da economia, disse hoje (8) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Em entrevista coletiva na Embaixada do Brasil na França, ele disse que a possibilidade de que a proposta seja aprovada somente em agosto não afetará a produtividade do país porque as medidas só têm impacto no médio e no longo prazo.
“A questão da reforma trabalhista é a mesma da Previdência. Não é uma mudança para ter um efeito emergencial nos próximos meses, mas uma medida de longo prazo. Agora se, por alguma razão, ela seja votada em agosto, do ponto de vista da produtividade do país não serão 15 dias ou 20 dias, um mês, que vão fazer uma diferença em algo que está aí há décadas e que vai prevalecer durante também um longo tempo”, disse Meirelles em áudio publicado na página do Ministério da Fazenda na internet.
Mesmo com a possibilidade de as votações serem afetadas pela crise política, o ministro disse estar confiante de que a reforma trabalhista seja aprovada ainda este mês. “Existe uma possibilidade boa de haver uma votação ainda este mês, que é a expectativa. Não há dúvidas de que, se for aprovada em junho, melhor. Se for aprovada na primeira quinzena de julho antes do recesso, bom”, disse.
Para Meirelles, o relatório não deverá sofrer novas alterações por ter sido negociado várias vezes. Segundo ele, já existe um acordo para a aprovação da reforma trabalhista. O ministro disse que tem mantido contato direto com um secretário da Presidência, que é quem acompanha a tramitação da reforma. “A princípio não estamos pensando em mudança a esta altura. Evidentemente, vou chegar ao Brasil no fim de semana e vamos olhar isso. A nossa expectativa é que o projeto vai seguir como está”, disse.
Meirelles está em Paris numa reunião que discute a adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo que reúne os países mais industrializados. O ministro também participou de encontros com investidores e disse que conseguiu tranquilizá-los em relação à manutenção da estabilidade econômica do país, ao afirmar que a economia continuará crescendo nos próximos trimestres.
“Evidentemente que há uma preocupação com as questões políticas e com a possibilidade de prosseguimento da agenda econômica e das reformas. Avisei a eles que o crescimento foi muito forte no primeiro trimestre, 1% foi acima das expectativas do mercado, e depois deve acomodar no segundo trimestre, o que eles entenderam perfeitamente, pois é algo que ocorre após a retomada de um ciclo econômico, e voltará a subir no terceiro e quarto trimestres”, declarou.
Em relação à Medida Provisória 784, editada hoje e que endurece a fiscalização do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários, aumenta multas e cria o acordo de leniência para instituições financeiras, o ministro da Fazenda disse que não participou da edição da medida.
“Não estou no Brasil. Não participei deste processo, nos últimos dias, de edição da medida provisória. Essas medidas estão em discussão há muito tempo, há anos. O processo já amadurecendo. Eu não estava lá participando da edição, da assinatura da medida, mas me parece que teve seu curso normal. Agora, evidentemente, hoje em dia tudo é lido de uma forma particular”, concluiu o ministro.
Agência Brasil
Jornalista Rodrigo Albornoz morre aos 30 anos vítima de câncer raro

Porto Alegre: Jornalista Rodrigo Albornoz morre aos 30 anos vítima de câncer raro | Felipe Vieira
Perdemos o Rodrigo Albornoz, na noite passada. A vida profissional nos distanciou, mas em alguns momentos nos últimos anos estivemos próximos via Facebook.…
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