Patrícia Taufer, jornalista

 

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Patrícia Taufer gatíssima por campanacity_tv

Fim do imposto sindical já!

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A esquerda quebrou o Brasil. Com seu populismo, seu nacional-desenvolvimentismo, sua incompetência e sua corrupção. Por trás de tudo isso, a ideologia que enxerga o estado como locomotiva do progresso e o livre mercado como inimigo dos pobres. Um misto de ignorância com canalhice.

Veio o impeachment de Dilma. E o que faz essa mesma esquerda? Mobiliza-se para barrar as reformas, ainda muito aquém do que necessitamos. Não aceitam qualquer perda de privilégios, de corte nos gastos públicos. Querem preservar as tetas estatais, ainda que ao custo da miséria da população trabalhadora – e também desempregada, aos milhões. Vimos cenas chocantes essa semana em Brasília, com milhares de marginais em ato terrorista – que a imprensa insiste em chamar de “manifestação” – contra tais mudanças. É a turma da mortadela, orquestrada por CUT, UNE e MST, os tais “movimentos sociais”, eufemismo para “cambada de vagabundos”.

A adesão a sindicatos tem que ser voluntária. Esses sindicalistas não representam os interesses do trabalhador, e sim os seus próprios e os dos partidos de extrema-esquerda

De dentro do Congresso, os terroristas engravatados, senadores e deputados dos partidos de extrema-esquerda, apoiando tais vândalos. São os mesmos que reverenciam um ditador assassino como Fidel Castro, ícone de uma “luta democrática” em suas cabeças deturpadas. Essa patota não vai descansar enquanto não destruir de vez o Brasil. Estão todos apavorados com a perda do poder e o que isso representa: a necessidade de trabalhar para se sustentar. O grau de violência em seus “protestos” é diretamente proporcional ao medo de ter que “pegar no batente”. Vivem só para a pilhagem, o butim, a exploração do esforço alheio.

É o momento de o País se unir em torno de reformas que asfixiem essa turma. A principal talvez seja o fim do nefasto “imposto sindical”, fonte de recursos desses “pacifistas” que depredam tudo e atacam policiais. É preciso restabelecer a lei e a ordem. E uma das formas de se fazer isso é cortando a verba dos marginais.Adesão a sindicatos tem que ser voluntária. Ninguém pode ser obrigado a contribuir. Esses sindicalistas não representam os interesses do trabalhador, e sim os seus próprios e de seus “patrões”, os partidos de extrema-esquerda. É uma simbiose típica do fascismo, que mantém o povo como refém. Até quando? Apenas cortando o cordão umbilical entre sindicatos e governo teremos o fim dessa “baderna organizada”, desses atos que desafiam as leis e ameaçam a democracia. Esses irresponsáveis estão atiçando os que clamam por intervenção militar. Ou o Brasil decente impõe a ordem e acaba com os privilégios desses comunistas, ou o impeachment terá sido em vão, e a “democrática” Cuba ainda poderá ser nosso trágico destino um dia. A reação à morte de Fidel mostra como diversos delinquentes ainda desejam exatamente isso…

IstoÉ

Marco Maia diz que não atuou na CPMI para privilegiar ninguém

O deputado Marco Maia (PT-RS), ex-relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, instalada em 2014, usou na tarde desta segunda-feira (5) as redes sociais para posicionar-se em relação ao parecer que apresentou à CPMI. O deputado foi alvo na manhã de hoje de ummandato de busca e apreensão, cumprido pela Polícia Federal, para investigar se ele teria solicitado a empresários contribuição financeira para que não fossem convocados a prestar depoimento na comissão.

Maia argumentou que em nenhum momento atuou para “livrar, privilegiar ou proteger algum dos investigados”. Segundo ele, seu parecer recomendou o indiciamento de 53 pessoas e propôs ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a investigação de 20 empresas suspeitas de formação de cartel.

Ao condenar a ação da PF, Maia disse que até hoje não foi chamado para defender-se das acusações feitas contra ele em processo investigativo aberto em maio passado. Ainda de acordo com o ex-presidente da Câmara, a ação se deu com “total despropósito” uma vez que ele sempre esteve à disposição das investigações. Segundo ele, a ação ocorreu num contexto de “espetacularização e pirotecnia” em cima de fatos que não encontram respaldos.

De acordo com Maia, as "ilações forjadas” por delatores da Operação Lava Jato - que o acusaram de blindar investigados – são uma maneira de retaliação e de vingança por ele não ter cedido às pressões.  Entre os delatores ele citou o ex-senador Delcídio do Amaral. "Eu recebi ligações de Delcídio tentando proteger o investigado Nestor Cerveró. Eu disse para ele, com muita firmeza, que isso não seria possível porque iríamos produzir um relatório baseado nas investigações, e todos aqueles que devessem ser punidos seriam indiciados”, disse.

Maia acrescentou: “Ele [Delcídio] é um grande mentiroso, sem caráter, que trouxe o meu nome eivado de mágoas, porque a CPMI de 2014 foi a primeira a produzir o indiciamento do seu protegido, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Até então, Cerveró não tinha sido tratado como investigado por parte de nenhuma instância, nem pelo Ministério Público Federal, nem pela Polícia Federal”.

Em relação às acusações feitas pelo delator Júlio Camargo, da Toyo Setal, Marco Maia disse que ele “mentiu descaradamente” nas acusações que fez ao afirmar que se reuniu com ele [Maia] em Brasília na casa de uma irmã do parlamentar. "Não tenho irmã, possuo apenas dois irmãos. Portanto, essa irmã não poderia ter propriedade no Lago Sul, e eu não poderia ter me reunido com esse cidadão na casa da minha irmã”, disse. Maia informou que Camargo foi um dos indiciados no seu relatório na CPMI.

Segundo Maia, a PF e o Ministério Público deram seguimento a fatos sem embasamento. Ele disse, ainda, que todas as informações sobre seu patrimônio constam na sua declaração de imposto de renda e que não tem contas na Suíça ou patrimônio a esconder.

Em nota oficial, a bancada do PT na Câmara denunciou o que chamou de “espetacularização desnecessária da ação da Polícia Federal” no cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa de Maia. “A bancada  denuncia a forma e questiona o conteúdo jurídico e político da ação da Polícia Federal”, diz trecho da nota.

Segundo o PT, durante o trabalho de relator da CPMI da Petrobras em 2014, Marco Maia comportou-se de forma transparente e todas as suas decisões foram públicas e aprovadas pela comissão. “A bancada expressa sua confiança em Marco Maia e reitera sua expectativa de que as investigações ocorram seguindo os princípios constitucionais e não sejam meramente  operações seletivas e arbitrárias”, concluiu o documento assinado pelo líder do partido, deputado Afonso Florense (BA).

Operação Deflexão

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados judiciais em Brasília, na Paraíba e no Rio Grande do Sul em endereços pessoais, funcionais e empresariais relacionados ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia (PT-RS) e ao ex-senador e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, relator e presidente, respectivamente, da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, instalada em 2014.

A chamada Operação Deflexão cumpriu nove mandados expedidos pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, referentes ao Inquérito 4.261 instaurado no âmbito da Operação Lava Jato. A ação teve apoio do Ministério Público Federal e da Receita Federal.

*matéria alterada às 21h para acréscimo do posicionamento da nota do PT.

 

Agência Brasil

Levir Culpi se oferece para treinar Chapecoense de forma voluntária até o final do Catarinense 2017

Técnico postou sua intenção no Twitter na manhã desta terça-feira 💚

Justiça bloqueia R$ 38,2 milhões em bens de Padilha e sócios

A Justiça do Mato Grosso decidiu bloquear até R$ 38,2 milhões em bens do ministro da Casa Civil Eliseu Padilha e de dois sócios dele após pedido feito Ministério Público, que os acusou de desmatamento ilegal em uma fazenda, no Parque Estadual Serra Ricardo Franco, na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT). O valor é preventivo e não significa que os envolvidos possuam essas quantias.

De acordo com a decisão proferida no dia 30 de novembro pelo juiz Leonardo de Araújo Costa Tumiati, as contas e os imóveis dos envolvidos devem ser bloqueados. Segundo o Ministério Público, a Secretaria de Meio Ambiente local constatou que houve desmatamento de uma área equivalente a 735 campos de futebol, durante 1998 e 2015, segundo a acusação.

Em nota, o ministro Eliseu Padilha disse que não cometeu “nenhum crime ambiental” e que o juiz proferiu a decisão sem ouvi-lo. Padilha também afirmou que vai contestar as ações.

“Diferentemente do que está sendo noticiado, não foi bloqueada dita importância em minha conta corrente bancária, até porque o saldo dela era de R$ 2.067,12, que foi bloqueado. O senhor Juiz deferiu uma medida extrema, no primeiro ato processual sem ouvir as partes", disse em nota. O texto divlugado pelo ministro afirma ainda que Padilha e seus sócios vão recorrer da decisão.

"Tal despacho não é uma sentença é uma liminar no início do processo, no qual creio que no final a decisão será pela improcedência de ambas as ações. Vamos contestar as ações, produzir as nossas provas e cremos que ambas serão julgadas improcedentes, pois confiamos na capacidade do Poder Judiciário em fazer a verdadeira justiça. Não cometi nenhum crime ambiental. Não extrai uma só árvore na propriedade em questão. Isto tudo restará provado quando da decisão final”, diz a nota.

 

Agência Brasil

 

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Não se fazem mais comunistas como antigamente…

 

Por Rodrigo Constantino

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Quem foi John Adams e por que sua trajetória deve ser lembrada?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Heitor Machado, publicado...


Quais são as expectativas do mercado com Temer após o impeachment?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Roberto Ellery, publicado...


Fim do imposto sindical já! – coluna na IstoÉ desta semana

 

Por Rodrigo Constantino

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A esquerda quebrou o Brasil. Com seu populismo, seu nacional-desenvolvimentismo, sua incompetência e sua corrupção. Por trás de...


E se os políticos deixassem de existir no Brasil?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Og Leme, publicado pelo


O filho do medo

 

Por Rodrigo Constantino

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Quem foi John Adams e por que sua trajetória deve ser lembrada?


Por Heitor Machado

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A propriedade monopolizada ou na posse de apenas algumas pessoas é uma maldição para a humanidade

Após a vitória de Donald Trump na recente eleição presidencial norte americana, surgiram inúmeros questionamentos sobre o futuro da maior potência do planeta. Para entender melhor como foram criadas as condições para a ascensão do 45º presidente dos Estados Unidos é importante voltar no tempo e conhecer um pouco da trajetória de John Adams.

John Adams foi um dos pais fundadores e figura importante na independência dos Estados Unidos. O advogado e segundo presidente do país foi também criticado por muitos.

A história política de Adams começa no episódio conhecido como o Massacre de Boston, onde soldados ingleses atiraram e mataram cidadãos da colônia americana. Contrariando os apelos populares pela execução sumária dos soldados, ele foi a favor de um julgamento justo para os acusados. Foi o próprio advogado da causa, conquistando a antipatia de amigos, mas seguindo seu próprio ideal de que jamais existiria justiça sem um devido processo legal. A consequência foi um julgamento onde Adams venceu, mas não levou. Apesar de apresentar provas suficientes para mostrar que os soldados agiram em legítima defesa e a corte americana decretar a inocência de seus “não tão queridos clientes”, a coroa britânica se recusou a aceitar a decisão e ordenou a volta dos soldados para um julgamento na metrópole.

Adams, até então um defensor da situação colonial americana, foi indicado pelo seu desempenho como representante do estado de Massachusetts na câmara das 13 colônias. Na ocasião ele conheceu George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, entre outros fundadores da nação americana. Nesse período, Adams foi um dos que articulou a negociação com a Inglaterra pela independência, a escrita da Constituição Americana e a primeira eleição, que teve como vencedor Washington e foi o segundo colocado na votação, ocupando então o cargo de vice-presidente.

Importante citar que a mudança do seu posicionamento de defensor da situação colonial para a independência só ocorreu depois que muitas injustiças foram cometidas pela coroa tirando a liberdade de todos os estados. Essa mudança também só foi aceita por Adams quando todos os 13 estados foram unânimes. Adams não via com bons olhos a decisão da maioria sobre os outros estados e mesmo quando já havia conquistado os 7 votos necessários para aprovar a independência, lutou para que os outros 6 votassem pela declaração. Inclusive, o documento foi inicialmente escrito por Thomas Jefferson a pedido de Adams, o que os aproximou muito em amizade.

As ideias do jovem Jefferson não eram alinhadas com as dele, que repudiava a revolução armada para conquista da liberdade. Digno de nota é o fato que Jefferson foi um profundo apreciador das ideias da Revolução Francesa, mas não se sabe até aonde vai sua participação na mais sanguinária insurgência americana. Os dois preferiram se afastar depois das discussões políticas envolvendo a eleição de Jefferson, que sucedeu o próprio Adams. Apesar disso, voltaram a trocar cartas quase ao final da vida e morreram no mesmo dia, exatos 50 anos após a promulgação da declaração de independência.

A relação de Adams com o General Washington, no entanto, foi muito mais profissional que pessoal e se desgastou rapidamente quando George foi eleito, já que o militar deixou Adams de fora de muitas discussões relevantes como, por exemplo à possibilidade de criação da emissão de dívida para financiamento centralizado pela união ou diluída pelos estados, bem como a criação de um exército. Na minha opinião, é nesse período que Adams deixa de lado suas convicções de liberdade individual em nome do centralismo que diminuiria o conceito de Federalismo da união dos estados.

Já a sua relação com Benjamin Franklin passou de profunda admiração para grande repulsa. Logo após a declaração de independência, Adams foi enviado para negociar com a França o apoio ao reconhecimento dos Estados Unidos como nação soberana e ajuda militar caso fosse necessário. Nesse período, Adams reconhece Franklin como um bon vivant em terras francesas, desfrutando de jantares, festas e namoros, deixando as questões de diplomacia de lado. Não se sabe exatamente se Adams exagerou em suas reclamações, mas sabemos que Franklin foi um homem de imensa relevância em todo o processo.

Como não seria possível apresentar aqui toda a biografia do primeiro residente da casa branca fica aqui uma sugestão para sua pesquisa. Também é recomendável assistir ao seriado John Adams que foi produzido pela HBO e retrata os acontecimentos que foram citados durante o artigo. Nele, vocês poderão conhecer mais sobre um homem que lutou pela liberdade de seu povo.

 

SOBRE O AUTOR

Heitor Machado

Heitor Machado

 

Instituto Liberal

O ajuste fiscal, cedo ou tarde, será feito. A questão é saber como


Por Roberto Ellery

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Via de regra governos não desejam fazer ajustes fiscais, talvez seja possível pinçar um ou outro governo em algum país que tenha escolhido fazer um ajuste fiscal, mas são exceções, o governante típico está preocupado em permanecer no poder e cortar gastos dificilmente ajuda nesse objetivo. Temer, assim como Dilma antes dele, certamente não está entre as exceções, o ajuste fiscal proposto por ambos decorreu dar necessidade e não de escolhas. A verdade é que desde muito sabemos que o Brasil precisava de um ajuste fiscal, a primeira tentativa séria, ainda no governo Lula, foi feita pelo ministro Palocci e derrotada por Dilma, então ministra da Casa Civil. Na sequência vimos uma série de tentativas tímidas que não tiveram sucesso em ajustar as contas públicas.

Uma rápida pesquisa na internet revela tais tentativas no governo Dilma. Em agosto 2011 o Valor anunciava que “Mantega pede sintonia fiscal entre os poderes para enfrentar a crise” (link aqui). Em 2013 o site O Economista citava o G1 para dizer que “Mantega pede a presidente da Câmara ajuda no corte de gastos” (link aqui). Em fevereiro de 2014 o Estadão anunciou que “Mantega ‘venderá’ ajuste fiscal no G-20” (link aqui). Convido o leitor a procurar mais exemplos, é fácil. Daí chega a campanha e Dilma resolve negar a necessidade de ajuste fiscal que o próprio ministro da Fazenda dela vinha pregando nos anos anteriores, em outubro de 2014, no meio da companha para presidente a Exame noticiou que “Dilma nega fazer ajuste fiscal caso seja eleita” (link aqui). Como entender a mudança? Política, é claro, Dilma sabia que o ajuste era necessário, mas para quem estava disposta a fazer o diabo para se reeleger negar que vai fazer o ajuste é fichinha. Se o leitor duvida de minha interpretação sugiro que dê uma olhada no que disse o Infomoney em setembro de 2015 em uma matéria com o título “’Você quer que eu perca eleição?’, rebateu Dilma sobre sugestão de Mantega para cortes” (link aqui).

Da proposta de Palocci em 2005 à tentativa de ajuste feita por Levy em 2015 foram dez anos. De 2005 a 2007 perdermos a oportunidade de ajustar em uma época de bonança, em 2011 perdemos a oportunidade de fazer o ajuste antes da crise chegar ao PIB, em 2012 e 2013 perdermos a oportunidade de fazer o ajuste antes da crise chegar no emprego, em 2014, por cálculo eleitoral de Dilma, perdemos a última oportunidade de fazer a juste antes da crise tomar conta do país. O cálculo eleitoral funcionou, Dilma foi eleita, mas as consequências foram desastrosas, inclusive para ela e o partido dela.

Já no final de 2014 o governo foi obrigado a negar o discurso de campanha e aumentar os juros para tentar controlar a inflação e cortar direitos de desempregados e viúvas para tentar ajustar o lado fiscal. O efeito político foi devastador e Dilma começou a caminhada para o impeachment que se consolidou por conta de fraude fiscal cometida no primeiro mandato dela e incrivelmente repetida em 2015. O efeito econômico mal foi sentido, tivessem sido tomadas antes, as mesmas medidas implementadas no final de 2014 poderiam ter sido vistas como o começo de um ajuste sério e ter surtido os impactos desejados pela equipe econômica do governo petista. Infelizmente no final de 2014 já era muito tarde, a cárie já tinha chegado na raiz e uma obturação não era mais suficiente.

Assim chegamos em 2015. Um governo desacreditado com um ministro acreditado, Joaquim Levy, tentando fazer das tripas coração para implementar o ajuste fiscal. Como já dizia o professor Mário Simonsen, infelizmente corações não são feitos de tripas e o esforço de Levy não deu os resultados desejados. O ano de 2016 começa com a possibilidade concreta de queda do governo Dilma, na Fazenda toma posse Nelson Barbosa, segundo os bastidores de Brasília já fazia muito tempo que Dilma o queria como responsável pela economia. O que Nelson Barbosa fez? Propôs um ajuste fiscal! O leitor incrédulo pode checar a matéria de dezembro de 2015 da revista Época intitulada “Nelson Barbosa reforça foco no ajuste fiscal” (link aqui), na própria página do Ministério da Fazenda em fevereiro de 2016 com a chamada “Governo contingencia R$ 23 bilhões em 2016 e propõe limitar gasto no longo prazo” (link aqui), repare na proposta de limitar gastos no longo prazo, ou na matéria do UOL de março de 2016 com o título “Conheça as 4 novas medidas fiscais anunciadas pelo governo” (link aqui). Nesta última são apresentadas as propostas de Barbosa para os estados, dentre elas destaco: “limitar o crescimento de outras despesas correntes à variação da inflação.”. Parece familiar?

A longa introdução mostra que a necessidade de ajuste fiscal no curto prazo e no longo prazo é conhecida dos economistas, inclusive dos economistas ligados ao PT, notadamente Mantega e Barbosa, muito do que estamos vendo com economistas dizendo que o ajuste fiscal de longo prazo será o fim das políticas sociais, o fim do contrato social brasileiro, seja lá o que for isso, e mesmo o fim do mundo é pouco mais do que teatro mal encenado. A verdade é que não apenas o ajuste fiscal é necessário como é inevitável. A questão relevante é como será feito o ajuste fiscal.

Para financiar o gasto crescente o governo pode se endividar, porém, como já mostrei aqui no blog, para um país emergente nosso governo está muito endividado (link aqui). A outra opção é aumentar impostos, não falo desses impostos para animar militância como o imposto sobre grandes fortunas e sobre heranças, impostos complicados em todo o mundo e ainda mais complicados em um país onde funcionários públicos que ganham mais de R$ 10.000,00 por mês acreditam piamente que são classe média baixa. Falo de impostos que realmente tragam receitas. Apesar de ser um caminho teoricamente possível a elevação de impostos não me parece provável, nem razoável e nem muito menos desejável. Não é provável nem desejável porque já pagamos impostos demais no Brasil, não creio que é razoável pois tenho dúvidas a respeito da capacidade do governo aumentar arrecadação via aumento de impostos.

A figura abaixo, feita com dados do FMI e considerando médias entre 2011 e 2015, mostra as receitas do governo como proporção do PIB em diversos grupos de países e no Brasil. Repare que nossa arrecadação de 33,83% do PIB está acima da média de todos os grupos com exceção dos países avançados e dos emergentes da Europa.

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Sem apelar para dívida ou aumento de receita o governo terá de escolher entre cortar gastos ou ver a inflação fazer o serviço de ajustar o lado fiscal. A inflação tem o dom de reduzir o gasto real sem causar tanta comoção social. Ano passado a maioria das categorias de servidores públicos federais teve um reajuste de 5,5% contra uma inflação de 10,6%, uma redução de aproximadamente 5% no salário real sem que escolas e universidades fossem invadias e a Esplanada dos Ministérios depredada. Em março deste ano o governo adiou o reajuste dos servidores por cerca de seis meses, reajuste que foi inferior à inflação, mais uma vez não se viram atos de vandalismo nem ninguém falou de fim de mundo.

Se a inflação faz o trabalho sem tanta sujeira então por que não deixar que ela resolva o problema? Porque para resolver o problema não basta uma inflação alta, é preciso uma inflação crescente. Repare que, de acordo com os dados do FMI, entre os anos de 2011 e 2015 nossa inflação foi, em média, de 7,06% ao ano. Ficamos muito acima dos países avançados e dos países emergentes da Europa, aqueles com cargas tributárias próximas às nossa, também ficamos acima dos países emergentes da Ásia e da América Latina e Caribe (neste último grupo eu excluí a Venezuela). Definitivamente não temos inflação baixa e mesmo assim temos um problema fiscal, a razão, nunca esqueçam, é que para fazer efeito a inflação não precisa apenas ser alta, precisa ser crescente.

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Corremos o risco de termos inflação crescente? Sim, foi esse caminho que ameaçou se impor entre 2015 e 2016. Alguns vão dizer que a inflação de 2015 foi puxada por preços administrados e câmbio, o que é verdade, mas sempre existem preços puxando a inflação. O objetivo da política monetária é impedir que tais preços contaminem os outros em um processo onde todos correm para não ficar atrás da média e assim puxam a média cada vez mais para cima. Reparem que nem mesmo as “taxas de juros reais mais altas do mundo”, como alguns gostam de dizer (há controvérsias!), estavam conseguindo impedir o processo de contaminação dos outros preços e consequente aumento da inflação. Em parte, pela ação do Banco Central, em parte, pela mudança nas expectativas após a saída de Dilma (link aqui) o problema da inflação parece estar momentaneamente controlado, mas uma virada no câmbio, talvez causada pelo aumento da taxa de juros nos EUA, pode tirar a inflação de controle novamente.

O processo inflacionário tem sido a principal ferramenta de ajuste das contas públicas no Brasil. De fato, se consideramos o pós-guerra, só tivemos inflação razoavelmente controlada a partir de meados da década de 1990, após o Plano Real. Um dos efeitos colaterais do processo inflacionário é a redução de renda real de assalariados, pensionistas e beneficiários de programas sociais. Em geral podemos dizer que todos que não reajustam suas rendas com frequência alta são penalizados pela inflação, neste grupo estão os mais pobres. É preciso reconhecer que tal redução de renda dos mais pobres não parece ter intimidado governos no passado, por ouro lado, nunca tivemos um conjunto tão amplo de eleitores e tantas formas de expressão e de organização da sociedade. Será que nossa democracia resiste a um processo inflacionário? Não sei dizer, mas as manifestações de 2013, a dos vinte centavos, sugerem que não.

 

SOBRE O AUTOR

Roberto Ellery

Roberto Ellery

Roberto Ellery, professor de Economia da Universidade de Brasília (UnB), participa de debate sobre as formas de alterar o atual quadro de baixa taxa de investimento agregado no país e os efeitos em longo prazo das políticas de investimento.

 

Instituto Liberal

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EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ATÉ OUTUBRO 2016!

A execução das Receitas é efetiva. A execução das despesas liquidadas pode ter distorções pela crise financeira do Estado e atrasos. Dados nominais de 2016 comparados com dados corrigidos de 2015 pelo IPCA.
Receitas Tributárias: R$ 25,1 bilhões. Queda de (-4%).
ICMS: R$ 15,5 bilhões. Queda de (-9,4%).
IPVA: R$ 1,082 bilhão. Crescimento de +12,2%.
ITCD: R$ 927,8 milhões. Crescimento de 68,4%.( Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doações, teve sua alíquota aumentada por lei de 29/12/2015)
IRRF: R$ 2,22 bilhões. Queda de (-15,8%). ( Acompanha menor folha salarial ).
Transferências Correntes/ FPE: R$ 974 milhões. Crescimento de +17%. ( Corresponde ao aumento do IR+IPI transferidos pelo governo federal para o fundo constitucional estadual).
Dívida Ativa: R$ 186,2 milhões. Queda de (-21,2%). (Portanto o programa de negociação e estímulos aos devedores, fracassou em 2016).
Operações de Crédito: R$ 1,02 bilhão. Queda de (-67,5%).
Alienação de Bens: R$ 14 milhões. Crescimento de +0,4%.
DESPESAS
Pessoal e Encargos Sociais: R$ 15,62 bilhões. Queda de (-8,7%).
Juros e Encargos da Dívida: R$ 1,62 bilhão. Queda de (-47,6%). (Lei federal de mudança do cálculo do serviço da dívida com a União).
Amortização da Dívida: R$ 1,2 bilhão. Queda de (-59,9%). (Lei federal de mudança do cálculo do serviço da dívida com a União).
Obs. Estado teve um ganho real de R$ 3,28 bilhões no serviço da dívida (juros+amortização). Compensa a queda de receita anual com royalties do petróleo desde 2014.
Investimentos: R$ 2,14 bilhões. Queda de (-55,4%).
RESULTADO PRIMÁRIO: Déficit de (-2,9 bilhões). Crescimento do déficit primário de 279%.
Aposentadorias –Pessoal Civil: R$ 6,54 bilhões. Queda de (-8,3%).
Pensões –Pessoal Civil: R$ 2,54 bilhões.  Queda de (-3,1%).
Aposentadorias/Reformas, Pessoal Militar: R$ 2,81 bilhões. Crescimento de +9,3%.
Pensões –Pessoal Militar : R$ 425,8 milhões. Queda de (-3,2%).
DÍVIDA CONSOLIDADA. 31/12/2015: R$ 107,569 bilhões //  31/10/2016: R$ 106,150 bilhões.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Janot também pediu afastamento de Renan ao Supremo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também pediu nesta segunda-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do cargo. No entanto, o pedido foi autuado somente no início da noite, após a decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou o afastamento com base em uma ação protocolada pela Rede.

Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante entrevista coletiva para apresentar os resultados do primeiro ano de seu segundo mandato (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Na petição, Rodrigo Janot afirmou que a atividade política é muito nobre e deve ser preservada de pessoas envolvidas com “atos ilícitos"Marcelo Camargo/Agência Brasil

O pedido também foi feito com base no entendimento da maioria formada no julgamento em que a Rede pede que réus sejam proibidos de presidir a Câmara dos Deputados ou o Senado. Na semana passada, Renan se tornou réu por peculato.

No mês passado, a Corte começou a julgar a ação na qual o partido pede que o Supremo declare que réus não podem fazer parte da linha sucessória da Presidência da República. Até o momento, há maioria de seis votos pelo impedimento, mas o julgamento não foi encerrado em função de um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.

Na petição, Janot afirmou que a atividade política é muito nobre e deve ser preservada de pessoas envolvidas com “atos ilícitos, ainda mais quando já sejam objeto de ação penal em curso na Suprema Corte do país”. “A necessidade de proteger a credibilidade e a respeitabilidade das instituições nacionais é suprema, mormente na situação que o país atravessa, em que são frequentes as demonstrações de descrédito da população, atormentada por seguidos exemplos de desapreço à lei e à ética por parte de certas autoridades. Trata-se de preservar um dos alicerces da organização social e política da Nação”, disse Janot.

O pedido de afastamento feito pela PGR foi motivada pela decisão proferida pela Corte na semana passada, que tornou Renan réu pelo crime de peculato. Para o procurador, o Legislativo tem de ser presidido por “cidadãos que estejam plenamente aptos a exercer todas as missões próprias dessa magna função”. “Não é aceitável que o presidente de um dos órgãos de representação popular vocacionados a suceder o presidente da República esteja afastado de antemão dessa linha de substituição por problemas pessoais do ocupante do cargo’.

O pedido da PGR foi distribuído para o ministro Edson Fachin, relator do inquérito no qual Renan se tornou réu pelo crime de peculato. Tendo em vista que o afastamento foi proferido pelo ministro Marco Aurélio, a ação poderá perder objeto.

 

 

Agência Brasil

 

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Grupo de ciclistas reforma bikes para doar no Natal. Iniciativa aceita doações e já conta com uma lista de espera de 60 crianças. Foto: Camila Domingues/Especial

Sua saúde sob risco
No segundo dia da série Perigo no Prato, veja os riscos que a ingestão de alimentos com a presença de agroquímicos fora do padrão podem trazer para a sua vida.
Sem Renan, guerra por votações
Ministro do Supremo afastou senador da presidência da Casa e decisão pode afetar PEC do Teto e medidas anticorrupção.
Aposentadoria só a partir de 65 anos
Governo enviou no fim da noite de segunda-feira ao Congresso proposta de reforma da Previdência com regras mais duras para quem tem até 50 anos.
Reforço da BM para o Natal
Operação Papai Noel para coibir assaltos no período de compras foi lançada no domingo com aumento de R$ 1,5 milhão para horas extras e diárias.
Petrobras anuncia aumento de 8,1% da gasolina nas refinarias
Saiba qual será o impacto no seu bolso caso o reajuste seja repassado ao consumidor. Diesel também terá alta.
Por que os casamentos no RS são os mais duradouros do país
Segundo dados do IBGE, uniões no Estado duram, em média, 18 anos. O que justificaria a longevidade conjugal entre os gaúchos?
Mensalidade das escolas particulares subirá em média 11,5% em 2017
Reajuste é quase 50% superior à inflação e algumas instituições vão aumentar acima deste índice.
Marcelo Grohe e Victor farão duelo entre amigos na decisão da Copa do Brasil
Goleiros do Grêmio e do Atlético-MG têm longa relação desde os tempos de tricolor e já dividiram espaço na Seleção Brasileira.
O que pensa Pedro Affatato, candidato a presidente do Inter
Atual vice-presidente do clube quer o fim dos "mitos" Fernando Carvalho e Vitorio Piffero e acena com renovação para o técnico Lisca.
Os nomes do Planeta Atlântida 2017
Lista de shows confirmados tem mais de 30 atrações.
Terça-feira de altas temperaturas antecede volta da chuva
Termômetros podem registrar hoje 36°C no Estado.