Deputados vão espalhar outdoors com nomes de colegas que são contra o impeachment




Na tentativa de constranger parlamentares da base de apoio de Dilma, oposicionistas estão organizando ação
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Senador narrou para um gravador detalhes da CPMI dos Correios (2005-2006) e negociação com o Planalto
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O presidente Nicolás Maduro aposta pelo "voto duro" chavista para aprofundar o modelo socialista
Pela primeira vez em 16 anos a oposição na Venezuela pode tomar o controle parlamentar no lugar do chavismo
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Geraldo Alckmin (PSDB) adiou o projeto de reorganização na última sextahttp://bit.ly/1IujgPo

Na capa da Revista ISTOÉ: o que falta para a presidente cair?

Governo divulga calendário de pagamento do IPVA 2016

Desconto máximo é de 29% no pagamento antecipado até o dia 4 de janeiro



Foto: Alvarélio Kurossu /Agencia RBS
Rádio Gaúcha teve acesso na tarde desta sexta-feira (4) ao calendário de pagamento do IPVA 2016. Na próxima segunda-feira (7), o governador José Ivo Sartori vai assinar o decreto que oficializa os índices.
Conforme a Fazenda, o proprietário que optar pela quitação antecipada do IPVA 2016 (com prazo até 4 de janeiro) terá a vantagem de pagamento com base na Unidade Padrão Fiscal deste ano.
Além disso, os contribuintes se valerão também dos descontos do Bom Motorista (agora em três faixas de 5%, 10% e 15%) e o do Bom Cidadão (NFG), de até 5% e 3% pela antecipação.
 
Alterações para 2016
A principal mudança do IPVA 2016 está em um calendário mais curto. Para concentrar o recolhimento do imposto nos primeiro quatro meses do ano, o pagamento do IPVA terá como data-limite o final do mês de abril, conforme a placa.
Além do pagamento antecipado até 4 de janeiro, continua existindo a modalidade de pagar o imposto em até três parcelas (janeiro, fevereiro e março).
 
Arrecadação
Em 2015, considerando a frota tributada de 3.882.341 veículos, a projeção de arrecadação é de R$ 2,69 bilhões. Até o momento, a receita é de R$ 2,59 bilhões. Deste volume de recursos, 50% é creditado de maneira automática em favor dos municípios.

Impeachment é pouco, por Augusto Nunes



“O mosquito provoca, além da dengue, a chikungunya, e ele tem uma variante que transmite o vírus que se chama vírus da zika por causa de uma floresta. Precisamos nos mobilizar para evitar os processos de reprodução do mosquito, porque o mosquito transmite essa doença porque ele coloca o ovo e esse ovo tem o vírus que vai transmitir a doença”.

Dilma Rousseff, neste sábado, internada por Reynaldo Rocha ao anunciar a descoberta do mosquito que bota ovo — e ovo com vírus

'Mendiga gata' encanta internautas após participar de programa de TV

Mãe de um recém-nascido, Joelle ganhou o coração de milhares de internautas após aparecer em um famoso programa de televisão do Reino Unido nesta quinta-feira (2)

Joelle e o filho ficaram desabrigados após seu ex-namorado roubar todo o seu dinheiro
Reprodução/Twitter
Joelle e o filho ficaram desabrigados após seu ex-namorado roubar todo o seu dinheiro
Uma jovem que teve todo o seu dinheiro roubado pelo namorado e acabou se tornando mendiga ficou conhecida na internet não por sua história comovente, mas sim por sua aparência física. 
Mãe de um recém-nascido, Joelle ganhou o coração de milhares de internautas após aparecer em um famoso programa de televisão do Reino Unido, comandando pelo apresentador Jeremy Kyle, na manhã desta quinta-feira (2). 
Leia também:
Joelle explicou que ela e seu namorado Jamie se separaram quando o filho deles tinha apenas uma semana. O rapaz teria roubado todo o dinheiro que ela havia economizado para comprar um apartamento. Com isso, ela e o bebê tiveram que morar na rua por um tempo. No momento, ela dorme com o filho no chão da casa de um amigo que os abrigou.
Usuários do Twitter logo comentaram sobre a beleza da jovem e, em meio a brincadeiras, se ofereceram para abrigá-la. "Esta menina que está no Jeremy Kyle é absolutamente deslumbrante", escreveu um deles. "Essa é a garota mais bonita que eu já vi nesse programa", disse outro.
Para se defender, Jamie disse que  precisou pegar o dinheiro da ex-namorada para sustentar o seu vício em jogos de azar. Apesar de tudo o que ele fez, Joelle afirmou durante o programa que ainda o ama e o quer de volta. 

Estado Islâmico joga dois homens do alto de prédio na Síria por serem gays

Vítima disse que preferia "levar tiro na cabeça" mas foi ignorada por carrascos; grupo proíbe homossexualidade

Execução cruel aconteceu na cidade da Palmira, na Síria
Reprodução/ISIS
Execução cruel aconteceu na cidade da Palmira, na Síria
Dois homens declarados homossexuais foram vítimas de mais uma das atrocidades cometidas pelo grupo Estado Islâmico. Na cidade síria de Palmira, um homem de 32 anos chamado Hawas Mallah e um de 21 anos chamado Mohammed Salameh foram condenados à morte pela opção sexual. Questionado se estava feliz com sua sentença, Hawas Mallah teria dito que preferiria “levar um tiro na cabeça” e foi atirado mesmo assim, de acordo com o site britânico DailyMail.
O Estado Islâmico proíbe a homossexualidade nos territórios que controla e as penas incluem tortura e execuções.



    Terminal de aeroporto exclusivo para ricos e famosos deve abrir daqui seis meses

    Clique aqui para ler a matéria completa no site InfoMoney.

    Frase de Hélio Bicudo, fundador do PT


    Garota comemora 6 anos e pede de presente doações para asilo

    "O Congresso não vai virar as costas para a opinião pública"

    Para o presidente do PSDB, Aécio Neves, impedimento de Dilma será capaz de tirar o Brasil do impasse

    Logo após o anúncio da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de acatar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na quarta-feira 2, parlamentares faziam fila para abraçar o senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG). O tucano, no entanto, procurou adotar um discurso de serenidade e cautela diante do que vem pela frente. Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, concedida no plenário do Senado, em meio ao calor dos acontecimentos, Aécio afirmou que a discussão sobre o impedimento da presidente pode levar o Brasil a “sair de um impasse”. “É preciso que haja uma decisão, qualquer que seja ela. Esse impasse e a incapacidade que a presidente Dilma tem demonstrado de tomar a iniciativa e inspirar confiança está levando o País a mergulhar em uma crise de profundidade que nós não havíamos vivido ainda”, afirmou o tucano. Sobre as alegações do Planalto e do PT de que apear Dilma do poder poderá ser “traumático para o País”, Aécio foi taxativo: “O trauma maior é um governo sem iniciativa, sem credibilidade e sem capacidade. Não a saída de um presidente”. Ao minimizar as circunstâncias que levaram Cunha a dar prosseguimento ao pedido de impeachment, Aécio deixou transparecer confiança quanto ao desfecho do processo destinado a tirar Dilma do poder. “E isso (o processo de impeachment) será apreciado pelas duas Casas e legitimado pela opinião pública. O Congresso é capaz de muitas coisas, mas não vai virar as costas para a opinião pública”. Segundo o tucano, caso seja confirmado o impeachment da presidente, o País poderá contar com o PSDB para a construção de um pacto nacional.
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    'O PSDB está disposto a ajudar na construção de um pacto nacional'
    Istoé - O que a decisão de Eduardo Cunha sobre admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff significa para o País?
    Aécio Neves – 
    Significa que o Brasil vai sair de um impasse. É preciso que haja uma decisão, qualquer que seja ela. Esse impasse e a incapacidade que a presidente Dilma Rousseff tem demonstrado de tomar a iniciativa e inspirar confiança em quem trabalha, em quem produz, em quem investe está levando o Brasil a mergulhar em uma crise que já não é mais econômica e moral apenas. É uma crise social, de profundidade que nós não havíamos vivido ainda. Então, é preciso que agora as instituições continuem funcionando.
    ISTOÉ – Um processo de impeachment será suficiente para tirar o Brasil da crise?
    Aécio – 
    O que vai nos tirar da crise é a solidez das nossas instituições e o Congresso Nacional vai ser uma delas. Então o Congresso tem que discutir essa questão com serenidade, garantido o amplo direito de defesa à presidente da República. Não se pode chamar isso, nem de perto, de golpe ou atalho. O que se faz agora não é inédito no Brasil. É seguir um rito constitucional.
    ISTOÉ - O sr. acha que ela foi vítima de chantagem, como quer alardear o PT?
    Aécio – 
    Não entro no mérito da questão do momento nem das motivações de que essa decisão foi tomada. O que me parece central para o futuro, inclusive de forma até pedagógica, é que ou se exige o cumprimento da lei por parte de todos os agentes públicos, em especial da presidente da República, ou então nós vamos criar quase que um salvo conduto. O presidente da República vai poder cometer crime de responsabilidade porque ele não vai responder por isso lá adiante. Ou esse presidente poderá cometer crime eleitoral, como investiga o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque é muito traumática a saída de um presidente. Não. O trauma maior é um governo sem iniciativa, sem credibilidade e sem capacidade. Este é o maior trauma.
    ISTOÉ – O fato de ser um pedido aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, coloca a decisão em xeque?
    Aécio – 
    Não, eu acho que o presidente está no uso das suas atribuições. Suas motivações para nós são secundárias nesse instante. Foi cumprido um rito. E a posição do PSDB no Conselho de Ética (que pede a cassação do mandato de Cunha) jamais esteve em negociação. Nossa posição pela continuidade do processo (contra Cunha) continuará. Então estamos à vontade para exigirmos que se cumpra o rito regimental do pedido de impeachment de Dilma. E isso será apreciado pelas duas Casas e legitimado pela opinião pública. O Congresso é capaz de muitas coisas, mas não vai virar as costas para a opinião pública.
    ISTOÉ – Se a presidente Dilma for deposta, qual será o posicionamento do sr., enquanto oposição? 
    Aécio – 
    O que estamos tratando agora é do momento atual. Não há qualquer interrupção da ordem, não há qualquer desvio regimental no momento em que essa medida é tomada. Se este episódio culminar com o afastamento da presidente, caberá, segundo a Constituição, ao vice-presidente da República demonstrar que tem condições de suceder a presidente, mas isso é um problema que nós só poderemos avaliar lá adiante. Isso não está na nossa agenda ainda.
    ISTOÉ - Mas o Brasil vai poder contar com o sr. e o seu partido para um pacto nacional?
    Aécio – 
    O PSDB está disposto a ajudar. O Brasil sempre contará conosco. Como contou até aqui e continuará contando. Vamos esperar que o desfecho ocorra adequadamente, sem antecipação de prazos e que se cumpra a Constituição.