Hospital investiga primeiro caso de microcefalia por Zika em São Paulo

O Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), investiga o primeiro caso suspeito de microcefalia relacionado ao vírus Zika, cuja transmissão pode ter ocorrido no estado paulista. A gestante informou não ter viajado para o Nordeste ou estado atingido pela doença. De acordo com o hospital, a transmissão pode ter ocorrido em Guarulhos, cidade da região metropolitana. A Secretaria Estadual de Saúde informou que não há casos confirmados da doença por relação com o vírus, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, no estado.
No dia 26 de novembro, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo informou que há dois casos suspeitos de microcefalia com relação ao Zika. As gestantes, no entanto, vieram da Região Nordeste, que tem alta transmissão do vírus. A partir da próxima semana, o governo estadual vai oferecer o exame que identifica o vírus. Se algum município identificar casos suspeitos, deverá encaminhar uma amostra do material genético do paciente ao Instituto Adolfo Lutz, ligado à Secretaria de Saúde do estado.
No Brasil, são 1.248 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 311 municípios de 14 unidades da Federação. Do total de casos, foram notificados sete óbitos de bebês. Os dados são do último Boletim Epidemiológico de Microcefalia do Ministério da Saúde.

Mais de um milhão de servidores federais já fecharam acordo salarial

O governo federal já fechou acordo salarial com 1,021 milhão de servidores do executivo federal este ano, o equivalente a 83% do total, entre funcionários na ativa, aposentados e pensionistas. As categorias aceitaram a mesma oferta de reajuste de 10,8% escalonado em dois anos a partir de agosto de 2016. O Ministério do Planejamento trabalha para assinar acordo com as categorias restantes até 18 de dezembro, fim do prazo para envio dos projetos de lei garantindo os reajustes ao Congresso.
Na semana passada, firmaram acordo com a pasta os professores federais do ensino básico, técnico e superior, os funcionários da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e os servidores do Ministério da Cultura. De acordo com nota divulgada pelo Planejamento, “outras categorias estão em fase final de entendimentos e deverão assinar acordos nas próximas semanas”.
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) informou que ainda não fecharam acordo com o governo os funcionários das agências reguladoras, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e do Instituto Nacional de Colonização de Reforma Agrária (Incra).
O secretário de Administração da Condsef, Josemilton Costa, disse que as negociações relativas a esses órgãos estão “encaminhadas” e confirma a avaliação do Planejamento de que os acordos devem ser assinados nos próximos dias. “Falta só fechar alguns detalhes. Questões pontuais como a reestruturação de carreiras ou a criação de uma gratificação”, disse. Segundo ele, esses órgãos reúnem cerca de 39 mil servidores. A maior carreira é a do Incra, com cerca de 20 mil pessoas.
Josemilton Costa admite que a proposta para os servidores este ano não foi a ideal. “A gente sabe que é uma proposta ruim, mas, dada a conjuntura econômica, nós não tínhamos alternativa”, disse o secretário da Condsef, que representa cerca de 500 mil servidores.
Os funcionários do executivo federal ganharam 5% de reajuste, a ser pago em agosto de 2016, mais 5,5% em janeiro de 2017. O aumento soma 10,8% em dois anos porque a segunda parcela incide sobre o salário já reajustado. Além de não ocorrer no início do ano, como é tradicional, o reajuste está abaixo da inflação acumulada. A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) soma alta de 9,93% em 12 meses até outubro.

Dilma diz que espera "integral confiança" de Michel Temer

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (5) que não há fundamento para o processo deimpeachment aberto pela Câmara dos Deputados.
"Nós estamos tranquilos. Por que estamos tranquilos? Porque não existe fundamento para o meu processo de impeachment, já repeti várias vezes. Não cometi nenhum ato ilícito, não usei indevidamente o dinheiro público, não usei o dinheiro público para contemplar meus interesses, não tem nenhum recurso que recebi de qualquer processo que não seja o meu trabalho ou a minha família, nunca depositei dinheiro na Suíça", reforçou a presidenta em entrevista a jornalistas no Recife, logo após reunião para tratar de medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti.
Dilma disse ainda que espera "integral confiança" do vice-presidente Michel Temer. "E tenho certeza que ele a dará", completou a presidenta. "Ao longo desse tempo eu desenvolvi a minha relação com ele e conheço o Temer como pessoa, como político e como grande constitucionalista", afirmou.
A presidenta comentou também a possível saída de Eliseu Padilha da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. "Eu me esforcei bastante durante a reforma ministerial para manter o Padilha no governo", disse. "Eu ainda não sei se o ministro Padilha tomou uma decisão definitiva porque ele não conversou comigo. Eu aguardo, eu não tomo uma posição sobre coisas que eu não consigo entender inteiramente. Quando eu entender, eu digo o que eu penso".
Ontem (4), o ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) informou que o ministro Eliseu Padilha deverá deixar a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República nos próximos dias. Segundo ele, o ministro “já entregou a sua carta de demissão”.
Dilma chegou nesta manhã ao Recife, onde discutiu os planos de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e vírus Zika. A reunião foi no Comando Militar do Leste e contou com a presença de autoridades do estado e dos ministros da Saúde, Marcelo Castro, e da Integração Nacional, Gilberto Occhi.

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Um mês após tragédia em Mariana, causas e impactos ainda são investigados

Um mês após o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, em Mariana (MG), as causas e os impactos do derramamento de pelo menos 34 milhões de metros cúbicos de lama no meio ambiente, segundo o Ibama, ainda estão sendo levantadas.
“Saber o tamanho do estrago vai demorar, porque o estrago ainda não parou”, avalia Nilo D´ávila, coordenador de campanhas do Greenpeace. “Tem partes do rio que parecem estar asfaltadas. Não se vê água, se vê alguma água empoçando e buscando novos caminhos”, disse o especialista.
A onda de lama, formada após o desastre em 5 de novembro, destruiu vilarejos da cidade histórica de Mariana e só no distrito de Bento Rodrigues deixou mais de 600 desabrigados. De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, já foram confirmadas 12 mortes, três corpos aguardam identificação e sete pessoas ainda estão desaparecidas na região.
As cerca de 200 famílias que tiveram as casas destruídas pela lama de rejeitos foram acomodadas pela mineradora Samarco, responsável pela tragédia, em hotéis e casas provisórias. Essas pessoas ainda não têm previsão de quando vão receber uma nova residência. Quatro dias após o rompimento da barragem, o Ministério Público enviou documento à Samarco pedindo ações imediatas de garantia dos direitos das vítimas, entre elas o pagamento de um salário mínimo por família atingida, mais um adicional de 20% para cada um dos dependentes e cesta básica.
Na última segunda-feira (30), a Samarco, empresa controlada pela brasileira Vale e pela australiana BHP Biliton, começou a entregar o cartão de auxílio financeiro às famílias mais atingidas, e segundo a empresa, os recursos estarão acessíveis a partir de hoje (5).
A medida tem o objetivo de oferecer a essas pessoas uma alternativa para pagamentos de despesas pessoais “como contas de cartão de crédito e prestações de eletrodomésticos, por exemplo”, disse o ex-morador de Bento Rodrigues Antonio Pereira, representante dos moradores da região em comissão criada para negociar com a mineradora.
Segundo Pereira, os moradores avaliaram que o valor proposto é insuficiente e pediram reajuste em encontro com o presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, na terça-feira (1). “Pedimos o reajuste do valor do benefício para R$ 1,5 mil reais mensais por famílias, mais 30% por dependente, além de uma verba de reestruturação no valor de R$ 10 mil reais”. A Samarco ficou de responder à solicitação na próxima quinta feira (10), informou o motorista Antonio Pereira.
Qualidade da água
Depois de destruir o Rio do Carmo, próximo a Mariana, a lama chegou ao Rio Doce e ainda causa transtorno na captação de água em muitas cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo. A cidade mineira de Governador Valadares, por exemplo, voltou a captar água no Rio Doce para abastecer a população de 280 mil habitantes uma semana após a chegada da lama, mas oMinistério Público de Minas Gerais informou na sexta-feira (4) que as amostras de água colhidas no dia 20 de novembro e analisadas pela central de apoio técnico do MP na região revelam que “os elementos alumínio, manganês, turbidez e cor aparente apresentaram concentrações superiores aos limites estabelecidos na Portaria do Ministério da Saúde”.
Em Colatina, no Espírito Santo, o Ministério Público federal e estadual do Espírito Santo (MP-ES), além do Ministério Público do Trabalho (MPT-ES) ajuizaram Ação Civil Pública na última segunda-feira (30) pedindo a suspensão imediata da captação de água do Rio Doce na cidade. De acordo com o MP, laudos de testes da água na região registram quantidades de arsênio, mercúrio, zinco, cádmio, manganês e chumbo na água superiores às estabelecida pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em desacordo com os padrões de segurança e potabilidade. Nos dois casos, os MPs pediram providências das prefeituras e dos serviços de abastecimento sobre o problema e aguardam retorno.
A lama também provocou a morte de mais de 11 toneladas de peixes, prejudicando pescadores de Minas Gerais e do Espírito Santo que atuavam nos rios da Bacia do Rio Doce e no mar, próximo ao município de Linhares (ES). Segundo o Ibama, das mais de 80 espécies de peixes apontadas como nativas da bacia antes da tragédia, 11 são classificadas como ameaçadas de extinção e 12 são endêmicas do Rio Doce, ou seja, só existiam na região e podem desaparecer.
Para atender às comunidades que viviam dos rios atingidos, o Ministério Público do Trabalho em Minas Gerais (MPT-MG) assinou na sexta-feira (4) um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a Samarco para assegurar proteção imediata a 11 mil ribeirinhos atingidos, cujo sustento dependia do rio. O acordo definiu que a Samarco também vai pagar a cada trabalhador um salário mínimo, com acréscimo de 20% por dependente, mais o valor correspondente a uma cesta básica do Dieese. A previsão é que os ribeirinhos comecem a receber a partir do dia 11 de dezembro, com pagamento retroativo até 5 de novembro.
O acordo também assegura proteção a empregados da Samarco até 1º de março de 2016 e tem abrangência em Minas Gerais e no Espirito Santo. Serão contemplados 2.686 empregados diretos da Samarco e 2.400 terceirizados nos dois estados. O Termo prevê ainda manutenção dos empregos até 1º de março de 2016, o pagamento de salários de empregados diretos e indiretos até essa data. Demissões posteriores ao prazo de duração do TAC deverão ser negociadas com sindicatos. Em janeiro, a empresa vai reabrir negociações coletivas com os sindicatos.

Projetos de inclusão e valorização cultural são destaques em premiação escolar

Com a adaptação do primeiro parquinho infantil para crianças especiais de Manaus (AM), a professora Michelle Nunes da Silva, do Centro Municipal de Educação Infantil Professor Caio Carlos Frota de Medeiros, quis dar autonomia aos alunos e levar a inclusão para dentro da escola. Ela trabalhou em conjunto com a comunidade para construir um espaço de recreação que pudesse integrar alunos autistas, deficientes visuais, com paralisia cerebral e comprometimento motor.
“Com o parquinho, nós trouxemos autonomia para a criança especial, porque se ela dependia do professor para carregar para dentro do balanço, agora ela pode brincar com o coleguinha”, explica. Com o projeto,  Michelle foi uma das vencedoras do prêmio Professores do Brasil, entregue na última quinta-feira (3), em Brasília.
Michelle Nunes da Silva
A professora Michelle Nunes da Silva, de Manaus, recebe o prêmio Professores do Brasil pela adaptação de um parquinho infantil para crianças com deficiênciaMariana Leal/MEC
Segundo a professora, o modelo tradicional de parquinhos limita a participação das crianças com alguma deficiência. O parquinho adaptado tem, por exemplo, um túnel feito com pneus de ônibus espaçados, para que crianças autistas possam utilizar sem medo do escuro, e com uma rampa tátil, para que as crianças cegas possam se divertir também. O escorregador tem a altura adequada e escadas não vazadas, que permitem autonomia para as crianças brincarem. “Para as mães, ver seus filhos brincarem sozinhos é um sonho”, diz a professora.
Diversidade cultural
Outro projeto que recebeu destaque foi o da professora Darlete Souza do Nascimento, da Escola Estadual Ayrton Senna da Silva, de Boa Vista (RR). Ela dá aula de Língua Espanhola e usou a disciplina para conscientizar os alunos sobre a importância da diversidade cultural e do combate à xenofobia. Como na região da fronteira vários alunos são de outros países, havia uma discriminação dentro da escola, segundo a professora.
“Hoje o meu aluno que é venezuelano, que é guianense já não é mais tão rechaçado e desrespeitado pelos outros, porque tentamos trabalhar essas questões. Antes da pesquisa, em conversas informais com os alunos, eles mesmos relataram questões de discriminação”, conta. O trabalho envolveu cerca de 500 alunos.
Cultura regional
O resgate da cultura regional e do artesanato com crianças de 4 e 5 anos do município de Chuvisca (RS) foi o objetivo do projeto da professora Adriane Tavares Bilhalva, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Arlindo Bonifácio Pires. Ela trabalhou o plantio do porongo, um fruto utilizado para fazer cuias de chimarrão.
A professora plantou as sementes de porongo em casa e levou as mudas para que os alunos cultivassem em suas propriedades. “A minha avó dizia que toda família sempre tinha um pé de porongo para fazer uma cuia de chimarrão. Mas os pais não sabiam onde tinham sementes nem como plantar”, disse.
Além da cuia, foram feitos vários objetos com o porongo. “O projeto também despertou a curiosidade nas crianças, em saber que outras frutas também vêm de sementes e são cultivadas da mesma forma. E a alegria de levar para casa os artesanatos que elas fizeram”, explicou.
Música e integração
Brasília - O secretário executivo do MEC, Luiz Cláudio, entrega o Prêmio Professores do Brasil (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Brasília - Diretora de um colégio estadual em Sergipe, Maria das Graças Melo (com o troféu na mão) diz que a gestão participativa e as parcerias com órgãos municipais ajudaram a conquistar o prêmio de gestão escolarAntonio Cruz/Agência Brasil
No prêmio Gestão Escolar, também entregue esta semana, o destaque foi o Colégio Estadual Professora Maria das Graças Menezes Moura, em Itabi (SE). A diretora da escola, Maria das Graças Melo, explica que o diferencial é a integração de todos os segmentos da escola, a gestão participativa e as parcerias com órgãos municipais. Além disso, são oferecidas na escola oficinas para o acompanhamento pedagógico dos alunos em português, matemática, raciocínio lógico e produção de textos. “Detectar o problema e não ajudar não funciona. Percebemos que, além de detectar, temos que oferecer oportunidade para desenvolvimento dos alunos.”
Os alunos da escola também têm aulas de música e aprendem a tocar violino. Para a diretora, isso ajuda na aprendizagem e na disciplina dos alunos. “Em pleno sertão do Sergipe ter música clássica é fantástico, é um sucesso”, destaca.
Na última quinta-feira, 30 professores e 27 escolas públicas de todo o país receberam os prêmios Professores do Brasil e Gestão Escolar, que têm o objetivo de valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica e as boas práticas de gestão nas escolas.

W1TV 2016 - Conhecimento Leva Você Mais Longe

Publicado em 5 de dez de 2015
W1TV 2016 - Conhecimento Leva Você Mais Longe
Marcelo Bizzarro de Andrade
Editor do 10 MINUTES

https://www.youtube.com/user/w1TenMin...

Tempo de liberação de importações nos portos marítimos cai mais de 10%


Rio de Janeiro - Fotos do porto do Rio de Janeiro
A adoção de tecnologias nos procedimentos e a melhoria da logística reduziram o tempo de despacho de mercadorias importadas por meio marítimoTânia Rêgo/Agência Brasil
A adoção de tecnologias nos procedimentos e a melhoria da logística reduziram o tempo de despacho de mercadorias importadas por meio marítimo. Segundo levantamento divulgado nesta semana pela Receita Federal, o intervalo médio entre a chegada do navio ao porto e a entrega da mercadoria ao destino final caiu de 16,44 dias no fim de 2013 para 14,39 dias no início deste ano, queda de 12,5%.
O coordenador-geral de Administração Aduaneira da Receita, José Carlos Araújo, destacou a articulação entre os órgãos públicos e o setor privado para desburocratizar a importação de mercadorias. “A Receita Federal trabalha em conjunto com os demais órgãos públicos e o setor privado na melhoria da performance do comércio exterior brasileiro”, declarou.
A Receita destacou, como medida de redução do tempo de despacho, o lançamento do Portal Único do Comércio Exterior, que concentra numa única página na internet os procedimentos de importação e exportação de mercadorias.
Os dados foram colhidos por meio de apurações de registros eletrônicos em dois períodos: de outubro de 2013 a março de 2014 e de abril de 2014 a fevereiro de 2015. Todos os portos marítimos foram pesquisados. O porto mais ágil do país foi o de Paranaguá (PR), com intervalo médio de 8,86 dias. O porto em que as cargas demoraram mais para serem liberadas foi o de Vitória, com intervalo de 18,92 dias.
Responsável por 44,2% do total das cargas importadas entregues no país, o porto de Santos foi o quarto mais lento na liberação das mercadorias, com prazo médio de 12,8 dias. Os intervalos em cada porto referem-se à segunda etapa do levantamento.
Apesar de assegurar que a etapa de responsabilidade da Receita Federal, entre o registro e o desembaraço da mercadoria, demora pouco (1,49 dias em média), o coordenador ressaltou que há espaço para redução dos prazos em todas as etapas do processo. Entre as fases em que o prazo pode diminuir, estão a presença de carga (quando o desembarque da carga é registrado no porto), o registro da declaração de importação, a anuência e a retirada dos bens desembaraçados.

Estudantes farão assembleia neste domingo para discutir ocupação de escolas

Os estudantes secundaristas que ocupam escolas em protesto contra o projeto de reorganização farão nova assembleia amanhã (5), às 9h, para discutir o movimento diante das últimas posições do governo estadual.
Ontem (4), eles decidiram manter as ocupações mesmo após o anúncio do governador Geraldo Alckmin de que a divisão dos alunos por ciclo escolar, que levaria ao fechamento de 93 escolas e afetaria 311 mil estudantes, seria suspensa e rediscutida em 2016.
A assembleia deste domingo será na Escola Estadual Diadema, na Grande São Paulo, que foi a primeira a ser ocupada, no dia 9 de novembro. Na avaliação de Angela Meyer, presidenta da União Paulista de Estudantes Secundaristas (Upes), o governador deve oficializar o anúncio feito ontem aos jornalistas.
“Inclusive, consideramos um desrespeito que ele tenha feito a declaração à imprensa e não tenha respondido nenhuma pergunta. Os jornalistas tinham questões para colocar e nós também ficamos com várias dúvidas. Como vai ser daqui para frente?”, questionou.
Revogação do decreto
O governo de São Paulo revogou hoje o Decreto 61.672, de 30 de novembro de 2015, que estabelecia a transferência de professores para viabilizar a proposta de reorganização escolar. A medida foi publicada no Diário Oficial do estado. 
Logo após o anúncio de Alckmin sobre a suspensão da reforma escolar, o secretário de Educação de São Paulo, Herman Voorwald, entregou pedido de exoneração.

Pérola do Facebook - 6.12.2015