- Bahrein — Pelo menos duas explosões foram ouvidas em Manama, próxima à base naval americana.
- Catar — Várias detonações abalaram Doha, onde fica Al Udeid, a maior base militar dos EUA na região (sede do Centcom). O Ministério da Defesa catariano afirmou ter “repelido vários ataques”.
- Emirados Árabes Unidos — Explosões e fumaça foram registradas acima da base de Al Dhafra (com presença americana). Um civil morreu após queda de destroços de mísseis. O Ministério da Defesa dos EAU classificou o ataque como “flagrante agressão” e disse que as defesas aéreas interceptaram vários projéteis, reservando-se o direito de responder.
- Arábia Saudita — Explosões foram ouvidas em Riade. O governo condenou a “brutal agressão iraniana”, segundo a imprensa oficial.
Os ataques de EUA e Israel visaram destruir o programa nuclear iraniano e eliminar lideranças do regime teocrático, em meio ao fracasso de negociações para limitar o enriquecimento de urânio. Trump classificou a operação como “fúria épica” e chamou o povo iraniano a derrubar os aiatolás. Netanyahu afirmou que a ação busca “eliminar a ameaça existencial” do Irã.O fechamento do Estreito de Ormuz — anunciado pela Guarda Revolucionária iraniana — agrava a crise, paralisando cerca de 20–30% do petróleo e gás natural liquefeito comercializados no mundo.O Itamaraty brasileiro emitiu alerta recomendando que cidadãos evitem viagens à região (incluindo Irã, Israel, Catar, Kuwait, EAU, Bahrein, Jordânia, Iraque, Líbano, Palestina e Síria) e orientou brasileiros no local a buscarem abrigo seguro em caso de novos ataques.


