FRASE DO DIA - 13.12.2025

 A consciência é a estrutura das virtudes.

- Francis Bacon

SBT perde direitos da Sul-Americana, que migra para TNT Sports e Disney+ a partir de 2027

 


O SBT deixará de transmitir a Copa Sul-Americana a partir de 2027, encerrando o ciclo iniciado quando a emissora voltou a investir em conteúdo esportivo. A mudança ocorre após um novo acordo de direitos de transmissão para o período 2027–2030, que coloca a TNT Sports como responsável pelas exibições na TV por assinatura.

Já as transmissões por streaming ficarão sob responsabilidade da ESPN, por meio do Disney+, retirando a competição da televisão aberta e consolidando um modelo de distribuição focado em canais fechados e plataformas digitais no Brasil.

ALERTA: Flavio Bolsonaro já está à frente do Lula em pesquisa nacional!

 

EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky

 


Os Estados Unidos removeram o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções da Lei Global Magnitsky, segundo documento divulgado pelo OFAC, órgão do Departamento do Tesouro. A decisão não veio acompanhada de justificativa oficial.

Moraes havia sido incluído na lista em 30 de julho, durante o governo Trump, em meio a pressões para que recuasse no julgamento de Jair Bolsonaro, acusado de liderar uma organização criminosa em tentativa de golpe. Viviane e uma empresa ligada à família foram adicionadas posteriormente, após o STF condenar Bolsonaro a 27 anos de prisão.

A Lei Magnitsky prevê sanções financeiras contra estrangeiros acusados de corrupção ou violações de direitos humanos, e nunca havia sido aplicada contra membros do Judiciário brasileiro. O governo americano ainda não explicou por que decidiu retirar os nomes.

A inclusão de Moraes na lista foi resultado de lobby do deputado Eduardo Bolsonaro, que se mudou para os EUA para tentar convencer autoridades de que seu pai era alvo de perseguição política. Após a retirada das sanções, Eduardo divulgou nota lamentando a decisão, mas agradecendo o apoio de Trump.

Adilson Barroso deve assumir vaga de Zambelli após cassação

 


O deputado federal Adilson Barroso (PL-SP) deve assumir a cadeira deixada por Carla Zambelli, cassada pela Câmara dos Deputados. Aliado de Jair Bolsonaro, Barroso migrou para o PL em 2022 e se apresenta nas redes como conservador e bolsonarista. Antes disso, presidiu o Patriota e tentou levar Bolsonaro ao partido, mas acabou afastado da sigla.

Barroso já exercia mandato como suplente de Guilherme Derrite, licenciado para comandar a Segurança Pública de São Paulo. Sua trajetória política inclui dois mandatos como vereador em Barrinha (SP), a vice‑prefeitura do município, um mandato como deputado estadual e a fundação do Partido Ecológico Nacional, que mais tarde se tornou o Patriota.

Ele afirmou que deve ser oficialmente comunicado da posse até segunda-feira e que cumprirá a decisão. Embora diga discordar dos processos que levaram à cassação de Zambelli, Barroso declarou que decisões judiciais devem ser respeitadas.

Luís Castro chega ao Grêmio com comissão técnica e custo mensal de R$ 2 milhões

 


O técnico português Luís Castro desembarca no Grêmio acompanhado de uma comissão técnica formada por seis profissionais: Vitor Severino (auxiliar), Nuno Baptista e Pedro Mané (analistas), Betinho e Nuno Cerdeira (preparadores físicos) e Daniel Correia (preparador de goleiros). O pacote completo deve custar cerca de R$ 2 milhões por mês, já considerando impostos.

Castro assume o comando tricolor no lugar de Mano Menezes, demitido em 9 de dezembro. Livre no mercado após deixar o Al-Wasl, dos Emirados Árabes, no início de novembro, o treinador inicia seu segundo trabalho no Brasil, depois de comandar o Botafogo entre 2022 e 2023.

Luís Castro: a trajetória do novo técnico do Grêmio

 


O português Luís Castro, anunciado pelo Grêmio, nasceu em Vila Real e iniciou sua carreira no futebol como lateral-direito, atuando por clubes modestos de Portugal. A transição para a área técnica ocorreu em 1998, no Águeda, seguida por passagens por equipes menores até ganhar destaque no Sanjoanense e, depois, no Penafiel, onde disputou a primeira divisão portuguesa.

Em 2006, Castro iniciou um ciclo de dez anos no Porto, atuando como coordenador de formação e treinador da equipe B, com a qual conquistou a segunda divisão em 2016. Ele também comandou interinamente o time principal em 2014. Entre 2016 e 2019, dirigiu Rio Ave, Chaves e Vitória de Guimarães.

Sua primeira experiência internacional veio em 2019, no Shakhtar Donetsk, onde venceu o Campeonato Ucraniano e acumulou bons números. Depois, passou pelo Al-Duhail, conquistando a Copa do Emir do Catar.

Em 2022, chegou ao Brasil para comandar o Botafogo na era SAF, levando o time à liderança do Brasileirão de 2023 antes de aceitar uma proposta do Al-Nassr, onde venceu a Liga dos Campeões Árabes com gols decisivos de Cristiano Ronaldo. Após ser demitido em 2024, trabalhou no Al-Wasl, nos Emirados Árabes, até novembro de 2025.

Agora, assume o Grêmio trazendo experiência internacional, títulos e um histórico de reconstrução de equipes.

LULA COMO VOCÊ NUNCA VIU: A entrevista antiga e comprometedora que mostra sua versão pré-política

 

Eduardo Bolsonaro lamenta retirada de Moraes da lista de sanções dos EUA

 


O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está autoexilado, criticou a decisão dos Estados Unidos de remover o ministro Alexandre de Moraes, sua esposa Viviane Barci de Moraes, e entidades ligadas a eles da lista de sanções da Lei Magnitsky. A reação veio por meio de uma nota publicada por Eduardo e pelo blogueiro Paulo Figueiredo, ambos articuladores das medidas contra autoridades brasileiras no exterior.

Na mensagem, eles afirmam receber a decisão “com pesar” e agradecem o apoio do presidente Donald Trump ao longo do processo. Segundo os dois, a sociedade brasileira não teria aproveitado o período de sanções para pressionar Moraes, o que atribuem à “falta de coesão interna” e ao “insuficiente apoio” às iniciativas promovidas por eles nos EUA.

TCU aponta falhas federais na resposta à enchente e destaca papel decisivo dos voluntários

 


Em palestra no Granpal Summit, em Porto Alegre, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, apresentou os principais resultados de um relatório que avaliou a atuação do governo federal durante e após a enchente que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024. O documento identificou falhas graves de governança, estratégia e transparência nas ações de socorro, assistência, restabelecimento e reconstrução.

Segundo o relatório, o apoio federal ao estado foi lento e descoordenado, o que atrasou a recuperação e aumentou riscos à população. Nardes criticou a falta de continuidade na estrutura criada pelo governo federal, mencionando a troca de comando e a ausência de planejamento consistente.

O estudo também apontou problemas na atuação da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), que, de acordo com o TCU, não utilizou critérios uniformes para aprovar pedidos de serviços emergenciais feitos pelos municípios. Nardes defendeu a criação de um ministério exclusivo para desastres climáticos, afirmando que a população gaúcha foi salva principalmente pela ação de voluntários, diante da falta de estrutura oficial.

O ministro ainda destacou a necessidade de fortalecer as defesas civis municipais, classificadas por ele como “amadoras”. Para Nardes, uma estrutura local mais preparada e treinada poderia ter evitado parte das mortes registradas durante a tragédia.