Frente fria avança pelo RS nesta terça com alertas para chuvas fortes

 Existe a possibilidade de temporais isolados e queda de granizo

Rio Grande do Sul tenta se recuperar dos estragos das últimas chuvas 

Rio Grande do Sul registrará o avanço de uma frente fria na tarde desta terça-feira. Este cenário traz muitas nuvens e chuvas no Oeste, no Centro e no Sul. Conforme a MetSul, o alerta é para chuvas fortes e com elevados volumes, além de temporais isolados de vento e granizo. O Estado ainda busca se recuperar das enchentes que devastaram cidades no Vale do Taquari.

O panorama não se estenderá ao Norte do Estado, que terá sol e nuvens. Em Porto Alegre, o dia terá abafamento cedo seguido de aumento de nuvens, virada do vento para Sul com fortes rajadas e acentuada queda de temperatura antes da chuva que ocorre mais na segunda metade do dia.

Recomendações

O meteorologista e professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) Júlio Quadro aconselhou que os moradores da metade Sul do Estado acompanhem a previsão do tempo a cada hora. O risco de alagamento permanece e a situação pode mudar rapidamente, explicou o meteorologista.

Confira as mínimas e as máximas em algumas cidades gaúchas:

Porto Alegre 14ºC / 23ºC
Torres 15ºC / 26ºC 
Rio Grande 11ºC / 19ºC 
Uruguaiana 11ºC / 18ºC 
Chuí 10ºC / 15ºC
Capão 14ºC / 23ºC
Bagé 9ºC / 16ºC
Pelotas 11ºC / 19ºC

MetSul e Correio do Povo

Temporais voltam a assolar RS em meio a reconstrução após enchentes

 Alertas apontam para chuva, intensas descargas elétricas, queda de granizo e vendavais localizados no Oeste e no Sul do Estado

Temporais voltam a assolar RS em meio a reconstrução após enchentes 

Rio Grande do Sul voltou para a rota de temporais. Depois de um dia bastante abafado em grande parte do território gaúcho, o início da noite trouxe o avanço de uma linha de instabilidade que passou pelo Uruguai em direção à Campanha, Oeste e Sul do Estado com chuva, intensas descargas elétricas, queda de granizo e vendavais localizados. As rajadas de vento alcançaram 79 km/h em Bagé, 78 km/h em Dom Pedrito, 72 km/h em Uruguaiana e 70 km /h em Quaraí e Livramento. 

A força dos ventos chegou a derrubar um letreiro de grande porte de um supermercado em Uruguaiana sem, contudo, deixar feridos. Em Pedro Osório, foram cerca de 64 mm de chuva até às 21h  desta segunda-feira e 60 mm em Jaguarão, 53 mm em Rio Grande e 45 mm em Arroio Grande.

Em Barra do Quaraí, na divisa com a cidade uruguaia de Bella Unión, a chuva torrencial durou cerca de 15 minutos com a incidência de granizo em pequena quantidade e dimensão. Segundo o prefeito da cidade, Maher Jaber, não houve registro de ocorrências de danos na área urbana e a preocupação voltava-se para o rio Quaraí que banha a cidade e, de acordo com a última medição realizada na noite desta segunda em média 7,10 m com tendência de alta. “O medo é que as águas do Uruguai representam o nosso manancial. Pela manhã estaremos preparando, preventivamente, o Ginásio Esportivo da Escola Nilza Corrêa Pereira, para eventuais desabrigados”, explicou o prefeito.

Em Jaguarão foram registrados dois momentos de chuva intensa ao longo da segunda-feira que causaram alagamentos pontuais. O primeiro foi por volta das 16h e o segundo às 18h. Devido à previsão de novos temporais para os próximos dias, a prefeitura suspendeu as aulas na rede municipal e as atividades no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) nesta terça e quarta-feira. Os serviços de saúde que requerem deslocamentos somente serão realizados em casos de urgência e emergência. Equipes da prefeitura, Defesa Civil e do Exército estão de prontidão para atender a população ribeirinha. Pela medição realizada na manhã desta segunda-feira o rio Jaguarão estava 1,7 m acima do leito. Em função do vento algumas casas foram destelhadas no bairro Bela Vista. 

A cidade de Rio Grande também registrou alagamentos. Choveu forte na região no início da noite e alguns locais, como o Parque Marinha e a praia do Cassino, apresentaram acúmulo de água nas ruas. Lonas foram distribuídas nos bairros Nossa Senhora de Fátima e Navegantes. Segundo o coordenador da defesa civil, Sérgio Weber, 40 pessoas seguem no Salão Paroquial da Vila da Quinta. Segundo ele, a doação de material de limpeza, higiene e roupas infantis ainda são necessárias e podem ser entregues na prefeitura ou na Defesa Civil da cidade (rua Barroso, 166). Nesta noite, o Porto do Rio Grande seguia em condição praticável e as ilhas do município eram monitoradas. Em Pelotas, onde também as aulas da rede municipal foram suspensas, a chuva mais forte da mesma forma foi registrada nestaa noite com muitas descargas elétricas. A Assistência Social do município permaneceu de plantão.

Mesmo antes das chuvas, os rios na Fronteira-Oeste permaneciam com níveis elevados. Os ribeirinhos estão temerosos com o anúncio de novas chuvas durante a semana. Em Alegrete, o Ibirapuitã media 10,56 metros, estando além da cota de inundação que é de 9,70 m. No pico atingiu 11,14 m. Seguem desabrigadas 23 famílias e 56 desalojadas, somando 225 pessoas, incluindo crianças. 

Em São Borja, o Uruguai atingiu 10,58 m. A área do Cais do Porto está alagada. Até agora, 20 famílias (59 pessoas) foram removidas. Em Itaqui, o rio Uruguai media 8,97 m (crescendo em média de 1 cm/hora) e soma um pouco mais de meio metro além da cota de inundação, que é de 8,30 m. Já em Uruguaiana, o rio passou a medir 8,81 m acima do nível normal, com 11 famílias afetadas.

Correio do Povo

Rajadas de vento causam danos e geram fortes ondas no rio Guaíba, em Porto Alegre

 Piquete do Acampamento Farroupilha teve telhas arrancadas e vários pontos tiveram quedas de vegetação

Piquetes foram danificados por vendaval 

Fortes rajadas de vento atingiram a região central de Porto Alegre no fim da noite desta segunda-feira. A ventania derrubou placas, deixou parte do Centro Histórico no escuro e fez até ondas no rio Guaíba, que quebravam nos deques do trecho 1 da Orla. O princípio de virada no tempo assustou a população, já com temor das chuvas recentes que geraram destruição no Rio Grande do Sul.

Um piquete do Acampamento Farroupilha chegou a ter as telhas arrancadas com a força do vento. Apesar do susto, não houve feridos. Os responsáveis pelo espaço iniciaram o reparo logo após o incidente.

A força das rajadas de vento também afetou a operação no Aeroporto Internacional Salgado Filho. Pelo menos três aeronaves ficaram em espera com órbitas perto da Capital. O voo Azul 4708 arremeteu e retornou para Campinas, em São Paulo. O procedimento é seguro e considerado normal nestas circunstâncias. O piloto informou aos passageiros que após a arremetida a aeronave enfrentou turbulência moderada a forte entre a superfície e dois mil metros de altitude.

Na Grande Porto Alegre, foram feitos chamados aos bombeiros para cortes e quedas de árvores. Viamão, Eldorado do Sul e Guaíba tinham requisições sobre riscos com a vegetação.












Correio do Povo

Governo do RS reforça mutirão de 3 estados para esclarecer desaparecidos de enchentes

 Balanço da Defesa Civil indicou mais 3 municípios afetados e manteve número de 46 mortos por chuvas

Cheias na bacia do Taquari causaram destruição 

O vice-governador do Estado, Gabriel Souza reforçou que a busca pelo número preciso de desaparecidos nas enchentes continua com serviços das forças de segurança do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Ele está com sua equipe no município de Encantado e participou de coletiva de imprensa na noite desta segunda-feira. "Os números que temos hoje são oriundos de relatos de municipios. A Polícia Civil está apurando e vai encontrar um número final", garantiu o vice. As equipes de segurança estão trabalhando com viaturas, helicópteros e barcos na busca pelos desaparecidos. 

Conforme o balanço mais recente, atualizado às 18h50min desta segunda-feira, os demais números relativos aos eventos climáticos – como os totais de mortes (46), desaparecidos (46), feridos (924), resgatados (3.130) e pessoas fora de casa (25.292), se mantiveram no comparativo com o boletim anterior, do meio-dia. Mais três municípios entraram para a lista de atingidos pelas chuvas seguidas de enchentes, registradas na semana passada, no Rio Grande do Sul. A Defesa Civil Estadual confirmou a inclusão de Cristal, São José das Missões e Cacique Doble. Capão do Cipó já havia sido integrado nesse domingo à relação, que passa a ter 96 cidades.

Desabrigados

Também está sendo feito, por meio da Secretaria de Assistência Social, um trabalho de levantamento do número de pessoas que estão em abrigos temporários organizados pelos municípios ou em casas de conhecidos. A partir desse número, vai ser possível contabilizar quantas pessoas precisam de recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida para terem acesso à moradia. 

Souza admite que a questão é complexa, uma vez que há pessoas que não se encaixam na faixa de renda mínima exigida pelo programa, mas que também perderam suas casas. Para isso, outras alternativas são cogitadas, como a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os atingidos. 

Outra questão a ser discutida é a volta de famílias e empresas para o mesmo local em que estavam anteriormente. "A recomendação é que não se reconstrua a residência no mesmo local", disse Souza. De acordo com ele, as prefeituras vão precisar mudar os planos diretores do municípios e construir locais provisórios para garantir que a população não volte para essas áreas de risco.

Veja os números de atingidos

Óbitos: 46

Bom Retiro do Sul: 1
Colinas: 1
Cruzeiro do Sul: 5
Encantado: 1
Estrela: 2
Ibiraiaras: 2
Imigrante: 1
Lajeado: 3
Mato Castelhano: 1
Muçum: 16
Passo Fundo: 1
Roca Sales: 11
Santa Tereza: 1

Desaparecidos: 46

Lajeado: 8
Arroio do Meio: 8
Muçum: 30

Pessoas resgatadas: 3.130

Municípios afetados: 96

Desabrigados: 4.794

Desalojados: 20.498

Afetados: 340.928

Feridos: 924

Correio do Povo

Ala do PT vê "grave erro" em decisão de Lula

 


#OsPingosNosIs | Alan Ghani: "O governo trouxe à tona a pauta identitária, que não concordo, pois o que importa é a competência das pessoas. No entanto, a gestão Lula (PT) entrou nesse jogo, e agora duas mulheres já foram demitidas"

MP pede reabilitação de empresas da Lava Jato

 


#OsPingosNosIs | MP junto ao TCU pede a reabilitação de todas as empresas punidas pela Lava Jato; bancada comenta

Bateria de Brinquedo Hot Wheels Radical - Fun

 


Informações do Produto

Bateria de Brinquedo Hot Wheels Radical

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Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente da República, considera não apoiar Ricardo Nunes (MDB) nas eleições de 2024 em São Paulo

 

Outdoors na Índia pedem ministra negra no STF

 


#OsPingosNosIs | Outdoors na Índia pedem ministra negra no STF
Beraldo: "A sociedade está criando requisitos sem respaldo para ocupar vaga no STF, com base em considerações sentimentais. O Supremo é conhecido por objetividade, não por emoções"

“Senhora está no Céu!”



 Quem assistiu a ‘Escolinha do Professor Raimundo’ (1990–1995) deve se lembrar que o personagem de Chico Anysio chamava seus alunos com ‘seu’ e ‘dona’ ante o nome: Seu Boneco, Seu Peru, seu Sandoval Quaresma, Dona Bela, Dona Cacilda, dona Catifunda. Esse hábito está cada vez mais sumido.

“Bom dia, seu Pedro! Como vai o senhor?” “Olá, dona Lúcia! Vou enviar a encomenda para a senhora.” Não se usa mais falar assim para demonstrar respeito e urbanidade? Não sei lhe dizer o fim dessa história, mas posso lhe contar o início.
Na Antiguidade, casa era chamada de ‘domus’ em latim. O chefe do ‘domus’ era o ‘dominus’ (pronuncia-se /dôminus/) e sua esposa era a ‘domina’. Alguns imperadores romanos, como Diocleciano, chegaram a usar ‘Dominus’ como um título honorífico.
São Jerônimo, ao passar a Bíblia para o latim, traduziu a palavra hebraica ‘יהוה’ (YHWH; pronuncia-se /jaué/) como ‘Dominus’. Por sinal de respeito, ainda nos primórdios do cristianismo, bispos e papas também eram tratados por ‘dominus’. Na Idade Média, o termo era usado para reis, nobres do alto escalão, senhores feudais, cavaleiros e todo tipo de gente importante.
‘Dominus’ evoluiu para ‘domnus’ ainda no latim. No português arcaico, ficou como ‘donno’, o que nos gerou o nosso atual ‘dono’ (proprietário). Por similar processo, ‘domina’ virou ‘dona’; em francês, se tornou ‘dame’, o que nos ficou como ‘dama’. O francês ‘ma dame’ (minha senhora) formou ‘madame’ e o italiano ‘ma donna’ , ficou ‘madona’ para nós.
Outro caminho que ‘dominus’ tomou na evolução da língua foi ser reduzido a ‘dom’. Por isso, temos o par ‘dom’ e ‘dona’. Assim como o ‘Dominus’ dos romanos, os títulos honoríficos ‘Dom/Don’ e ‘Dona/Donna’, eram usados como tratamento da gente da nobreza e do clero onde hoje são Portugal, Espanha, França e Itália. Essa tradição se estendeu ao Brasil, onde passaram nobres como Dom João IV, Dom Pedro I, Dom Pedro II, Dona Teresa Cristina e a princesa Dona Isabel. Veja que as mulheres, por terem menos destaque no sistema monárquico, geralmente são citadas sem o ‘Dona’.
Com o fim da monarquia em 1889, Dom ficou mais restrito aos sacerdotes católicos, como, por exemplo, Dom Bosco (padroeiro de Brasília) e Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro. Já ‘Dona’ se popularizou e passou a ser um tratamento dado às consideradas ‘mulheres de respeito’, ou seja, às casadas, às viúvas e às religiosas. É por isso que a Maria, ao se casar com o José, costumeiramente era tratada por Dona Maria.
Já que Dom ficou com os membros da Igreja, o tratamento respeitoso aos homens veio de outra palavra que, em sua origem, equivalia a ‘dominus’. Voltemos à Idade Antiga.
Em latim, ‘senex’ significa ‘velho’. De ‘senex’, temos o comparativo ‘senior’, que significa ‘o mais velho’.
Depois que os lombardos conquistaram a região norte da península Itálica, no século VI, algo dos costumes de chefia mudou por lá. Quando um ‘dominus’ lombardo repartia suas terras entre seus filhos, o governo do lugar era concedido ao mais velho, chamado ‘senior illius loci’ (o mais velho do lugar). A partir de então, ‘dominus’ e ‘senior’ foram se tornando sinônimos.
Da mesma forma que ‘dominus’ virou ‘dom’, ‘senior’ passou a ‘senhor’ e, com o tempo, acabou sendo atribuído como forma de tratamento aos homens em geral. A partir de ‘senhor’, vieram as formas ‘senhora’ (o equivalente a ‘dona’) e ‘senhorita’ (moça solteira).
Um tantão de termos foram derivados de ‘senhor’ e ‘senhora’, especialmente durante a escravidão brasileira. De ‘senhora’, tivemos: ‘sinhara’, ‘sinhá’, ‘siá’ e ‘sá’; de ‘sinhá’ surgiram ‘nhanhá’, ‘iaiá’ e ‘nhá’. De ‘senhor’, surgiram ‘sinhô, ‘sô’, ‘nhô’, ‘nhonhô’ e ‘ioiô’. Os filhos dos senhores eram tratados pelos escravos como ‘sinhô-moço/sinhá-moça’ e ‘sinhozinho/sinhazinha’.
É aí que você se lembra do romance ‘Sinhazinha’ (1929), de Afrânio Peixoto; das novelas ‘Sinhá Moça’ (1986 e 2006) e da ‘Sinhazinha Flô’ (1977). Espantosamente, muitas festas juninas ainda realizam o concurso da Sinhazinha e do Sinhozinho. 🤷
Mas como esse nomes tiveram forte ligação à vida do campo e aos escravocratas, seu uso ficou mais restrito às cidades do interior e a maioria desapareceu. Nos grandes centros, o que vingou foi outro derivado de ‘senhor’, ‘seu’, muito influenciado pelo pronome ‘seu’. Assim, homens – casados ou não – costumavam levar o tratamento ‘seu’ ante o nome ou o ofício: Seu Jorge, Seu Barriga, seu delegado, seu guarda.
‘Seu’ e o feminino ‘sua’ também são usados com outros sentidos diversos. Podem ser empregados com valor afetivo (“sua linda!” “seu bobinho...”), de forma jocosa (dizendo a uma criança que bagunçava: “Bonito, hein, seu Rafael!”) ou até depreciativa (“seu burro!”, “sua tonta”).
Atualmente, boa parte da população tem associado ‘seu/dona’ e ‘senhor/senhora’ a ‘velho, idoso’. Há quem também entenda que se trata de um formalismo desnecessário. Por isso, esses termos têm deixado de figurar nas boas maneiras. Até pouco tempo atrás, ninguém com mais de 30 anos se incomodava em ter um desses tratamentos. Jovens casadas de 19 anos eram ‘senhoras’ e estava tudo bem. Hoje, muita gente até se ofende ao ser chamada de ‘senhor/senhora’. Retrucam: “Senhora está no Céu!”
📚 Referência: ‘Vocabulario latino & portuguez’, por Raphael Bluteau (1728); e ‘Dicionário Houaiss’ (2009).
📸 Figura: ‘Gótico Americano’ (1930), de Grant Wood.
🗣️ Sugestão: Felipe Moreira.



Fonte: https://www.facebook.com/groups/4127901240565937/permalink/6971085942914105/?mibextid=rS40aB7S9Ucbxw6v