Moraes libera compartilhamento de inquérito sobre Bolsonaro com TSE

 Magistrado atendeu pedido do corregedor-geral da Justiça Eleitoral; presidente é acusado de vazar documentos sigilosos da PF



O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou o compartilhamento de provas colhidas em um inquérito sobre o presidente Jair Bolsonaro com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ele atendeu um pedido do ministro Mauro Campbell Marques.

O inquérito investiga se Bolsonaro e o deputado Felipe Barros publicaram na internet informações sigilosas de uma investigação que apura um ataque hacker aos sistemas da Justiça Eleitoral. O delegado Victor Neves Feitosa também é citado, para saber se ele teria enviado aos outros dois partes da investigação.

"Os elementos de prova colhidos nesta investigação interessam ao Tribunal Superior Eleitoral, que, no âmbito de suas competências, têm atribuição para apurar e requerer medidas em face dos fatos investigados", escreveu Moraes, no despacho.

A investigação sobre o compartilhamento de informações sigilosas está em fase final na Polícia Federal. A corporação aponta que Bolsonaro e o parlamentar cometeram crime de violação de sigilo funcional. Mas a corporação não pediu o indiciamento de ambos, por causa do direito ao foro privilegiado.

A Procuradoria-Geral da República, por outro lado, não vê crime, por entender que não existe sigilo formal sobre a investigação. "Não há como atribuir aos investigados nem a prática do crime de divulgação de segredo nem o de violação de sigilo funcional”, escreveu o procurador-geral da República, Augusto Aras, na manifestação.

R7 e Correio do Povo

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Sem acordo, votação dos projetos de combustíveis é adiada para quinta

 Carlos Viana (MDB-MG) pediu o adiamento a pedido do governo, relator concordou e Pacheco pautou discussão para esta quinta



Sem acordo sobre os textos, a votação dos projetos dos combustíveis foi adiada para quinta-feira (10). O relator dos dois projetos, senador Jean Paul Prates (PT-RN), concordou com pedido do senador Carlos Viana (MDB-MG) para adiar novamente a análise, pedindo o compromisso de que este será o último adiamento. Após a discussão sobre o adiamento, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pautou a votação para amanhã. 

"Isso se dará amanhã, o prazo de emendamento até as 10 horas de amanhã. A pauta de amanhã está mantida com o acréscimo dos dois projetos. Às 16h temos a sessão do Congresso que não será adiada, porque há dois vetos que serão votados."

Antes da decisão, Pacheco havia feito um apelo no plenário para que a Casa analisasse as matérias o quanto antes, sem novos adiamentos. Durante a discussão, o líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), disse que o pedido partia do governo, que por sua vez deveria se comprometer a que não haja reajuste dos combustíveis até a votação. 

Antes do início da sessão, o líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), falou sobre o adiamento após reunião entre os líderes. "No PLP 11 há ajustes que precisam ser fechados, e a gente não pode errar no texto. O próprio relator deve pedir no plenário para a gente adiar a votação para amanhã ou terça-feira".

O relator, Jean Paul Prates (PT-RN), ainda pela manhã, após reunião com o presidente do Senado e com o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que poderia ainda fazer alterações no texto.

O novo relatório, no entanto, não foi protocolado e após a decisão de Pacheco o prazo de emendas foi reaberto. 

Projetos

O PLP 11/2020 altera a forma de cálculo do ICMS sobre combustíveis. Com a mudança proposta, o valor do imposto sobre os combustíveis deve ficar mais baixo, reduzindo o preço final ao consumidor.

Como o ICMS é cobrado pelos estados, os governadores devem ter arrecadação menor de impostos e, portanto, menos dinheiro para prestar serviços à população e fazer investimentos. A crítica a esse projeto é que se o dólar e/ou o preço do barril do petróleo no mercado internacional subirem, a redução de impostos pode não ser suficiente para reduzir os preços para o consumidor. O governo federal, que também seria autorizado pelo projeto a zerar impostos federais, defende o texto por ver menos impactos negativos.

Já o PL 1472/202 cria uma conta de estabilização para conter a alta dos combustíveis. A conta, uma espécie de "poupança", é usada para compensar as altas internacionais. Quando o valor internacional subir, a conta paga a diferença, e não o consumidor final.

Esse projeto tem apoio de governadores, mas não do governo federal, que tem ressalvas ao desenho da conta de estabilização. Ela será abastecida com dinheiro dos lucros obtidos com a alta do dólar e do petróleo, além de fontes adicionais, como as participações governamentais no setor de petróleo e gás.

A votação foi adiada duas vezes este ano, antes ainda do início da guerra. Os motivos dos adiamentos foram dois: governadores e governo federal estão de lados opostos na discussão e o governo ainda não tem um líder no Senado, após a saída de Fernando Bezerra Coelho (MDB-CE) no ano passado, que facilitaria os acordos antes das votações.

R7 e Correio do Povo



Brasil registra 669 óbitos e 54,9 mil novos casos de Covid-19 em 24h

Câmara dos Deputados aprova urgência a projeto que libera mineração em terras indígenas

 Urgência vai apressar a tramitação e a votação da proposta; grupo de trabalho será instituído para discutir o tema



Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira um requerimento de urgência ao projeto de lei que autoriza a exploração de minério em reservas indígenas. O requerimento foi aprovado com 279 votos a favor, 180 contra e três abstenções. A ferramenta possibilitará que a matéria tramite de forma mais acelerada dentro da Casa, dispensando a necessidade de cumprimento de alguns prazos e formalidades regimentais. 

De todo modo, a votação do mérito da proposta deve acontecer apenas em abril, segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Isso porque os deputados formularão um grupo de trabalho para discutir o aval à mineração em territórios indígenas. Esse grupo funcionará por um mês e elaborará um parecer sobre a matéria. 

“Como nós não temos as comissões instaladas, vamos autorizar a formação de um grupo de trabalho com, em tese, 20 deputados, na proporção de 13 deputados da maioria e 7 da minoria, com prazo acertado entre os líderes de 30 dias para que o projeto venha ao plenário na primeira quinzena de abril, mais ou menos entre dia 12 e 14”, anunciou Lira, nesta quarta.

O projeto de lei foi elaborado pelo governo federal e apresentado ao Congresso Nacional em 2020. A proposta é permitir a realização de pesquisa e da lavra de recursos minerais e do aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica em terras indígenas, desde que haja a autorização do Congresso Nacional e o consentimento das comunidades indígenas afetadas.

O projeto ainda busca autorizar que indígenas desenvolvam atividades econômicas em suas terras, como agricultura, pecuária, extrativismo e turismo.

Mourão defende aprovação de mineração em área indígena

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, defendeu a ideia de que o Congresso Nacional deve regulamentar a exploração de recursos minerais em reservas indígenas para permitir maior controle sobre a utilização desses materiais e impedir o uso indevido dos produtos. Mourão mencionou que o Legislativo não criou nenhuma norma para regulamentar a atividade desde 1988, quando a Carta Magna foi aprovada.

“E fica o mundo aí numa situação que eu considero a pior de todas porque termina havendo uma exploração ilegal, que só faz prejudicar as populações indígenas. Não pagam imposto, terminam por causar imensos danos na área ambiental. Então eu acho que o melhor é que se regulamente isso. E aí, quando for autorizar, mediante autorização do Congresso, aí você tem a condição de controlar isso aí”, disse Mourão.

Artistas pedem que parlamentares barrem projeto

Um grupo de atores e cantores se reuniu nesta quarta-feira com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para pedir que o Congresso Nacional rejeite alguns projetos de lei que alteram normas relacionadas ao meio ambiente.  Os grupo de artistas se mostraram preocupados com cinco projetos, os quais eles chamam de “pacote da destruição”, pois facilitariam o desmatamento e a mineração em terras indígenas.

Dentre as propostas que preocupam os artistas, estão a que estabelece o marco temporal para terras indígenas e a que libera garimpo e outras atividades nesses territórios; a que anistia a grilagem de terras; a que extingue o licenciamento ambiental; e a que reduz o controle sobre agrotóxicos.

R7 e Correio do Povo

Ministros de Relações Exteriores da Rússia e Ucrânia se reúnem na Turquia

 



Ministros de Relações Exteriores da Rússia e Ucrânia se reúnem na Turquia
Nesta quinta-feira, os ministros das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, e da Ucrânia, Dmytro Kuleba, reúnem-se na cidade turca de Antalya pela primeira vez desde o início da guerra. Na quarta, autoridades ucranianas acusaram russos de quebrar um acordo de cessar-fogo para impedir a evacuação de civis em Mariupol e de destruir um complexo hospitalar na cidade.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1483255084750282753

Micro-ondas Philco 28 Litros com Função Tira Odor PMO28EB Branco com Porta Espelhada 110V

 


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Função Potência: Permite escolher o nível de potência desejada para cada alimento

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Função Travar: Ao segurar o botão CANCELAR/PAUSAR por 5 segundos o teclado será bloqueado

Menu FIT: É possível cozinhar batata, sopa e legumes ao utilizar esta função


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Nos EUA, Eduardo Leite diz haver 'forças' que o querem na disputa ao Planalto

 Manifestação foi feita após Rodrigo Pacheco comunicar que não irá concorrer à presidência



Em missão governamental nos Estados Unidos, o governador Eduardo Leite (PSDB) comentou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de não concorrer à presidência da República pelo seu partido, o PSD. Com o movimento de Pacheco, o caminho fica aberto para que Leite deixe o ninho tucano e migre para o PSD, de Gilberto Kassab, para concorrer à presidência da República. 

 "Agora não depende só de mim. Depende de um contexto, de composição de forças. Há um grupo de forças políticas que defende isso", informou. 

Repetindo manifestações anteriores, Leite disse ser movido a desafios, citando quando disputou a prefeitura de Pelotas e o governo do Estado. Ressaltou, porém, aguardar "um grupo de forças" políticas para aceitar o desafio. Nos bastidores, já é dada como certa a filiação de Leite ao PSD na volta da missão internacional, na próxima semana. 

*Com informações de Guilherme Baumhardt, dos Estados Unidos

Correio do Povo


TJD-RS denuncia dupla Gre-Nal por incidentes antes do clássico, em fevereiro


OMS monitora nova variante da Covid-19 que combina ômicron e Delta


Morre aos 88 anos o ex-delegado do Dops Pedro Seelig


Brasil ultrapassa 80% da população vacinada com ao menos uma dose contra Covid-19

Rodrigo Pacheco (PSD) desiste de candidatura à Presidência

 "Tenho que dedicar toda minha energia a conduzir o Senado neste ano fundamental para a recuperação do nosso país", disse



O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciou que não vai ser candidato à Presidência da República. O anúncio aconteceu na noite desta quarta-feira (9), durante pronunciamento na Casa.

Segundo ele, é "impossível" conciliar o cargo de presidência do Senado com uma campanha eleitoral, pois "o presidente do Senado precisa agir como um magistrado, conduzindo os trabalhos com serenidade, equilíbrio e isenção".  

"Tenho que dedicar toda minha energia a conduzir o Senado neste ano fundamental para a recuperação do nosso país. [..] Tenham certeza. Sou jovem, tenho muito trabalho ainda a prestar ao país e à vida pública. Estou em meu primeiro mandato como senador. E, acima de tudo, sei de minha responsabilidade com o Brasil. Venho fazendo a minha obrigação com o diálogo permanente com as instituições e com a defesa intransigente da democracia, das liberdades e do estado de direito", disse. 

Para citar as "missões" do cargo que ocupa, Pacheco afirmou que o país passa por uma das maiores crises da história, devido a fatores como a pandemia, que impacta na saúde, economia e educação, e ainda os conflitos recentes entre Rússia e Ucrânia.

"O país convive tristemente com desemprego, fome e retrocessos em todas as áreas. Esse quadro tão delicado foi agravado agora pela invasão da Ucrânia pela Rússia, que teve efeitos imediatos na economia mundial, com consequências inevitáveis no já sofrido Brasil. Nesse grave cenário, o papel do Senado é fundamental."

Pacheco ainda lembrou que a Casa está discutindo projetos "para reduzir o impacto ao consumidor do aumento do preço dos combustíveis". Sem acordo sobre os textos, a votação dos projetos dos combustíveis foi adiada para quinta-feira (10). O relator dos dois projetos, senador Jean Paul Prates (PT-RN), concordou com pedido do senador Carlos Viana (MDB-MG) para adiar novamente a análise, pedindo o compromisso de que este será o último adiamento. 

O presidente do Senado finalizou o discurso afirmando que vai lutar "para que as eleições gerais deste ano tenham como resultado o fortalecimento institucional e democrático do país" e disse que "qualquer tentativa de retrocesso democrático deverá ser rechaçada com veemência".

R7 e Correio do Povo

Inter domina o Grêmio no Beira-Rio e vence clássico Gre-Nal 435

 Triunfo por 1 a 0 conquistado em jogo atrasado, válido pela 9ª rodada do Gauchão, alivia pressão sobre Medina



O clássico Gre-Nal 435, que havia sido adiado por um episódio de violência, finalmente foi realizado. E teve um vitorioso que, além de dominar as ações, esbarrou em um rival inoperante. O Inter bateu o Grêmio por 1 a 0 em jogo atrasado pela 9ª rodada do Gauchão, na noite desta quarta-feira, às 21h, no Beira-Rio. Com o resultado, os dois chegam empatados com 18 pontos na segunda e terceira colocação da primeira fase do Estadual, com vantagem para o Tricolor nos critérios de desempate. 

O único gol do jogo foi marcado no fim do primeiro tempo. Aos 47, David aparou cruzamento no segundo pau e mandou para as redes, vencendo Brenno e garantindo o triunfo para o colorado.

Agora Grêmio e Inter voltam a campo no fim de semana, para a última rodada do Gauchão, no sábado. Todas as partidas acontecem às 16h30min. O Tricolor recebe o já classificado Ypiranga, na Arena. Já o Inter visita o rebaixado Guarany, no Estádio Estrela D'Alva, em Bagé. 

Domínio e gol do Inter no primeiro tempo 

No final da partida contra o Novo Hamburgo, o técnico Roger Machado perdeu Diego Souza por lesão. Assim, optou por Elias no comando de ataque para o clássico. Villasanti, atingido por uma pedra no incidente de fevereiro, também começou o jogo. Pelo lado do Inter, o ídolo Taison, autor do gol no clássico do Campeonato Brasileiro de 2021, começou a partida. Na volância, a dupla foi formada por Gabriel e Liziero. Edenilson completou o setor. D'Alessandro, que foi cogitado para iniciar, começou no banco.

Logo aos 3 minutos, o Inter ameaçou com a primeira finalização, espalmada por Brenno para escanteio. E, por pouco, o lance não gerou uma baixa séria para o colorado. Moisés bateu e, no choque com Orejuela, teve uma aparente torsão. Parecia que o lateral não conseguiria seguir na partida e, para substituí-lo, Medina chegou a chamar Paulo Victor do banco. Mas, felizmente, nada de mais sério aconteceu e ele seguiu no jogo.

O Inter ficou muito mais com a bola nos primeiros 15 minutos. A posse foi de 63% para o colorado, contra apenas 37% para o tricolor. A posse, apesar de se refletir em presença no campo do adversário, não se converteu em chances claras para os donos da casa nos minutos iniciais. 

O Inter seguiu melhor, e as finalizações passaram a levar mais perigo pouco a pouco. As combinações de Mauricio com Bustos, que apareceu bem na frente para apoiar, deram trabalho não só ao goleiro como aos laterais do Tricolor. Brenno espalmou para escanteio mais uma vez em chute do meia, aos 27 minutos, em claro domínio do Inter na primeira meia hora.

Do lado do Grêmio, o técnico Roger Machado parecia muito insatisfeito com o desempenho do time. Tanto que, antes do intervalo, mandou os jogadores para o aquecimento e chegou a chamar Bitello para a beira do gramado, numa manifestação de insatisfação com o setor de meio campo, que não se encontrou na marcação durante os 45 minutos iniciais. E o sacado foi Rildo, que quase não tocou na bola.

Quando parecia que, injustamente, o confronto iria ao intervalo em um empate em 0 a 0, o merecido gol do Inter saiu já aos 47. Bustos, de muito boa atuação, cruzou rasteiro. Mauricio e Gabriel não alcançaram dentro da pequena área, mas ela encontrou David no segundo pau. Ele mandou para as redes, e nem o toque de Brenno foi capaz de evitar que o Inter fosse ao intervalo vencendo por 1 a 0.

Cenário e placar mantidos na etapa final 

Após o baque do gol do Inter, aliado a atuação ruim no primeiro tempo, o técnico Roger Machado fez mais duas trocas ainda no intervalo. Saíram Janderson e Orejuela, apagados e que mal conseguiram desempenhar no clássico, para as entradas de Rodrigues, improvisado no setor, e Gabriel Silva. No Inter, também teve troca ao intervalo. Taison sentiu e deu lugar a Boschilia. 

Apesar das mudanças feitas por Roger, o cenário pouco se modificou para o Grêmio. Seguia sem conseguir reter a bola e, pelos lados, voltou a oferecer campo ao Inter. Pelo meio, Thiago Santos seguiu perdido no setor, sem conseguir dar combate aos colorados que, confiantes, progrediam e agrediam nas costas dos volantes.

Aos 14, o Grêmio ensaiou resposta na bola parada. Em cobrança de falta, Nicolas bateu buscando o canto direito de Daniel, que caiu para espalmar. No rebote, cruzamento pela esquerda buscou Elias na grande área. Ele subiu, dividiu com Moisés, mesmo com a defesa do goleiro do Inter, e os dois chegaram a se estranhar. Vuaden precisou intervir antes que uma discussão mais ríspida se formasse no gramado.

O Grêmio foi ensaiar uma ameaça aos 27 da etapa final. E nem sequer conseguiu concluir. Após erro na saída, Elias conseguiu acionar Campaz em profundidade, em lance que poderia ter saído na cara do gol. Ele até correu, e ensaiou ficar cara a cara com o goleiro Daniel. No entanto, o zagueiro Kaique Rocha se antecipou para tirar. E teve tanta sorte que, no rebote, ela ainda saiu em tiro de meta. 

No fim, a superioridade do Inter ainda possibilitou cenário para o que pode vir a ser uma despedida. Aos 41 anos, o ídolo D'Alessandro entrou em campo para os minutos finais. Como não há certeza sobre mais clássicos na fase final do Gauchão, podem ter sido os últimos momentos do argentino no clássico. Com a vitória confirmada, o cenário ficou o ideal para, ainda, aliviar a pressão sobre o técnico Alexander Medina.

Campeonato Gaúcho - jogo adiado da 9ª rodada

Inter 1 

Daniel; Fabricio Bustos, Kaique Rocha, Cuesta e Moisés (Bruno Mendez); Gabriel, Liziero, Edenilson (D'Alessandro) e Taison (Boschilia); Mauricio (Johnny) e David (Wesley Moraes). Técnico: Alexander Medina 

Grêmio 0

Brenno; Orejuela (Rodrigues), Geromel, Bruno Alves e Nicolas; Thiago Santos (Vini Paulista), Villasanti, Campaz, Janderson (Gabriel Silva) e Rildo (Bitello); Elias (Wesley). Técnico: Roger Machado

Gols: David (47/1T)

Cartões amarelos: Taison, Bustos, Moisés, Boschilia, Wesley (Inter); Villasanti, Thiago Santos (Grêmio)

Arbitragem: Leandro Vuaden (RS)

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)

Data e hora: 10/03, às 21h

Público: 28.125

Renda: R$ 1.071.306,00

Correio do Povo


Medina elogia personalidade do Inter em vitória no Gre-Nal e dispara: "Ficou barato"

Roger admite má atuação tática e técnica do Grêmio em derrota no Gre-Nal


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