Câmara aprova PEC dos Precatórios em segundo turno

 Deputados aprovaram a proposta que é a aposta do governo para a execução do Auxílio Brasil; quatro destaques precisam ser votados



A Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno, por 323 votos contra 172, a Proposta de Emenda à Constituição nº 23, conhecida como PEC dos Precatórios. A votação nesta terça-feira representa uma vitória para o governo, que tem na PEC a possibilidade de ampliar em R$ 91,6 bilhões o espaço para gastar no orçamento de 2022, ano eleitoral. A justificativa do governo é que o projeto é necessário para viabilizar a execução do Auxílio Brasil, a nova formatação do Bolsa Família. Deputados avaliam, ainda, quatro destaques. 

A proposta foi aprovada em primeiro turno na madrugada da quinta-feira passada. O texto recebeu 312 votos favoráveis e 144 contrários. Para a aprovação de uma PEC são necessários pelo menos 308 votos. 

A PEC 23 pretende postergar o pagamento de precatórios pela União. Atualmente, a dívida prevista para 2022 é de R$ 89,1 bilhões. O que o governo quer é não precisar desembolsar a quantia e, assim, abrir respiro financeiro para o programa social Auxílio Brasil. O programa, entretanto, irá demandar R$ 30 bilhões, conforme estimativa do Ministério da Economia. O restante, o governo ainda não disse para onde vai. Para evitar o pagamento dos precatórios em 2022, a proposta estabelece um "teto" da quantia máxima a ser paga em precatórios no ano que vem — o valor seria de aproximadamente R$ 41 bilhões.

Na proposta original, o governo pretendia adotar uma regra de parcelamento para o pagamento dos precatórios, que são dívidas da União já transitadas em julgado. A ideia era que valores acima de R$ 66 milhões pudessem ser sempre parcelados, além da possibilidade de uma regra transitória, até 2029, possibilitando também o parcelamento das dívidas acima de R$ 66 mil. A proposta original prevê um Fundo de Liquidação de Passivos, com recursos obtidos pela União a partir de venda de ativos, especialmente privatizações, para honrar com os precatórios.

A proposta só tem chance de ser viabilizada se o texto também for aprovado no Senado Federal, onde o governo deve enfrentar resistência. Na Casa, precisa ter 49 votos favoráveis, dos 81 senadores. 

Antes da votação da proposta em segundo turno, os parlamentares analisaram os destaques, que alteram pontos do texto, e que podem mudar o teor da proposta. Logo o primeiro destaque proposto, do PT, foi rejeitado por 336 votos contra 140. A votação deu ao governo um indicativo de que a proposta tinha votos para ser aprovada.

Entretanto, no terceiro destaque, os deputados da base não conseguiram os votos necessários para manter na PEC o dispositivo que propunha uma flexibilização na Regra de Ouro. O destaque dava autorização para operações de crédito além das despesas obrigatórias, ou seja, o governo poderia gastar mais do que arrecada. O destaque teve 303 votos, 5 a menos que os 308 necessários para que o texto fosse mantido. Portanto, a Regra de Ouro continua como está — autorizando que o governo só se endivide para cobrir despesas obrigatórias, como pagamento de pessoal e manutenção da máquina pública.

R7 e Correio do Povo

Rio Grande do Sul terá quarta-feira de sol entre nuvens

 Tempo seco se repete no Estado


O Rio Grande do Sul terá uma quarta-feira ensolarada, mas deverá ter ingresso de nuvens ao longo do dia. De acordo com a MetSul Meteorologia, o reforço de ar frio avança pela costa, o que vai estimular a formação de nuvens e a atuação deste ar mais frio deve reduzir as máximas no Sul e no Leste gaúcho em relação a essa terça-feira. 

O dia começa mais uma vez frio para a época do ano e a temperatura deve ser baixa em pontos da Serra e dos Aparados. O tempo será agradável durante a tarde. Não está descartada instabilidade isolada e fraca em pontos da Metade Oeste e do Norte. 

Em Porto Alegre, a quarta-feira será de sol e nuvens, com marcas entre 13°C e 25°C. 

Mínima e Máxima 
Pelotas 12°C | 23°C
Vacaria 6°C | 24°C
Bagé 13°C | 25°C
Caxias do Sul 8°C | 25°C
Santa Maria 14°C | 27°C
Cruz Alta 14°C | 29°C
Uruguaiana 17°C | 30°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Pedro Geromel enaltece luta do Grêmio ao voltar a vencer no Brasileirão

Mancini elogia atuação e reconhece "alívio" com vitória do Grêmio


Grêmio vence o Fluminense e segue vivo na luta para se manter na Série A

 De cabeça, Diego Souza marcou o gol do jogo aos 16 minutos do segundo tempo



Após quatro derrotas seguidas, o Grêmio venceu o Fluminense por 1 a 0 na noite desta terça-feira, na Arena, pela 31ª rodada do Brasileirão e segue vivo na luta pela permanência na Série A. O resultado reduz a vantagem do Santos, primeira equipe fora do Z4, para seis pontos. 

No entanto, a missão gremista - na 19ª posição, com 29 pontos, ainda é árdua. De acordo com as projeções matemáticas, a equipe de Vagner Mancini precisa de cinco vitórias nos próximos oito jogos. No sábado, o adversário será o América-MG, na Arena Independência. 

Sem presença de torcedores e repleto de desfalques, o Tricolor sofreu alguns sustos, viu o VAR anular um golaço do Fluminense, mas Diego Souza garantiu o triunfo aos 16 minutos do segundo tempo.

Olho nos adversários

Jogando na abertura da rodada e com resultado positivo, o torcedor do Grêmio agora volta ao televisor para secar os adversários diretos: Sport, Juventude, Santos e Bahia. Mirando especialmente quem tá fora do Z4, o Tricolor torce por tropeços de Bahia e Santos, que enfrentam Flamengo e Red Bull Bragantino, respectivamente. O Bahia tem sete pontos de vantagem, mas um confronto direto com a equipe de Mancini por fazer. 

Douglas Costa com curativo no banco

O meia Douglas Costa chamou atenção no banco de reservas por um curativo na altura da sobrancelha. Ele passou mal no banheiro da concentração e bateu a cabeça. Por desgaste, Mancini já optaria por poupar o atleta, que entrou no segundo tempo com uma touca de natação. 

Jogo aberto

Desesperado, o Grêmio se lançou ao ataque desde o primeiro minuto e quase abriu o placar logo com 45 segundos. Novidade na escalação, o jovem Elias Manoel ganhou em bate rebate dentro da área e finalizou no travessão do goleiro Marcos Felipe. Na sequência, o lateral Diogo Barbosa avançou bem em tabela com Campaz, mas cruzou para ninguém dentro da área. 

A resposta do Fluminense chegou aos 11 minutos. O lateral Calegari fez bom lançamento, Vanderson não conseguiu cortar e a bola ficou limpa para o atacante John Kennedy. Não fosse importante intervenção do goleiro Brenno, seria o 1 a 0. Com os dois times procurando atacar, o jogo foi franco ao longo de toda a primeira etapa. Elias, aos 14, obrigou Marcos Felipe a trabalhar em finalização cruzada. 

Em boa jogada construída pelo Tricolor Gaúcho, Diego Souza quase abriu o placar. Vanderson levantou da direita e o centroavante cutucou de cabeça a bola tirando tindo do poste aos 25 minutos. Do meio para o final, as equipes passaram a equilibrar as ações e brigar pela bola no meio de campo. 

O time gremista conseguia criar, entretanto deixava espaços na defesa. Aos 40 minutos, John Kennedy girou bem e chutou forte. Brenno, em dois tempos, conseguiu defender. Aos 45 minutos, uma chance de ouro na bola parada. Diego Souza foi derrubado a um palmo da grande área. Na cobrança, Lucas Silva mandou direto pela linha de fundo e a igualdade foi para o vestiário. 

Tensão até o fim

Mancini promoveu uma troca no Grêmio para a segunda etapa. Elias deixou o campo para Ferreira entrar. A mudança surtiu pouco efeito na ofensividade gremista. Na verdade, o time Tricolor levou mais um susto. Caio Paulista fez um golaço aos 11 minutos, mas o VAR dessa vez foi favorável. Na hora do cruzamento, Marlon estava em posição irregular. O lance foi bastante ajustado. Na sequência, John Kennedy recebeu com liberdade e Brenno fez mais uma grande defesa. 

E foi no seu pior momento no jogo que o Grêmio encontrou o gol. Sarará levantou na medida e Diego Souza cabeceou firme, sem chances para Marcos Felipe. A bola entrou na gaveta. 

Após o tento, Mancini colocou Douglas Costa na vaga de Campaz. Aos 29 minutos, o meia quase marcou um golaço. Ele passou por quatro marcadores em velocidade e chegou até a área, mas o chute foi em cima do arqueiro Fluminense. 

A tensão seguiu até o fim. O Grêmio abdicou da bola e esperou os visitantes. As ameaças surgiram principalmente pelo alto, com a defesa gremista se sobresaindo ao ataque. Nos contragolpes, quase que o time ampliou. Ferreira novamente parou em Marcos Felipe. No último minuto do jogo, drama para os tricolores. Uma falta. Por sorte, Marlon mandou direto pela linha de fundo e o time gremista voltou a vencer no Brasileirão. 

Campeonato Brasileiro - 31ª rodada

Grêmio 1 

Brenno; Vanderson, Pedro Geromel, Kannemann e Diogo Barbosa; Lucas Silva e Mateus Sarará (Darlan); Alisson (Jean Pyerre), Campaz (Douglas Costa) e Elias Manoel (Ferreira) Diego Souza (Churín). Técnico: Vagner Mancini.

Fluminense 0 

Marcos Felipe; Calegari (Samuel Xavier), Nino, David Braz e Marlon; André (Fred), Martinelli, Yago Felipe e Cazares (John Arias); Luiz Henrique (Caio Paulista) John Kennedy (Abel Hernández). Técnico: Marcão.

Gols: Diego Souza (16min/2T°)
Cartões amarelos: Nino (Fluminense) Lucas Silva, Kannemann e Douglas Costa (Grêmio)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Daniel Paulo Ziolli (SP)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Data e hora: Terça-feira, 9 de novembro às 21h30min
Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)

Correio do Povo


Rio Grande do Sul terá quarta-feira de sol entre nuvens


Pedro Geromel enaltece luta do Grêmio ao voltar a vencer no Brasileirão

Mancini elogia atuação e reconhece "alívio" com vitória do Grêmio


Câmara aprova PEC dos Precatórios em segundo turno


Veja como votaram os deputados gaúchos no 2º turno da PEC dos Precatórios


Audiência pública debate isenções com faixas de desconto no transporte de Porto Alegre


Prêmio Líderes & Vencedores é entregue a seis personalidades do RS


Justiça revoga prisões em investigação sobre desvios de mais de R$ 1 milhão em Canela


Assembleia do RS aprova plano de carreira do Judiciário


Comitiva do governo uruguaio trata do projeto da hidrovia da Lagoa Mirim


Guedes adia ida à audiência sobre offshores na Câmara


Governo recua e faz ato político sobre a Corsan


STJ anula decisões de juiz do Rio contra Flávio Bolsonaro



Brasil registra 183 mortes e 10.948 novos casos de coronavírus


Senado aprova PEC da renda básica garantida pela Constituição


Sindicância apura possíveis irregularidades no departamento consular do Grêmio


Maioria do STF mantém suspensão do orçamento secreto


Aos 43 anos, Formiga é convocada para fazer despedida da seleção diante da Índia


Leilão 5G: Anatel confirma R$ 4,8 bi diretamente para cofres públicos


Governo do RS anuncia investimentos de R$ 54,7 milhões no esporte


Saiba quais são os países que aceitam a entrada de turistas brasileiros


Nasa adia pouso tripulado na Lua para a partir de 2025


"Não imagino uma Copa sem a Espanha", diz Brahim Díaz


Grêmio divulga lista de relacionados para partida contra o Fluminense com Pedro Lucas e Churín



Jogadores da seleção da Alemanha entram em quarentena após zagueiro confirmar Covid-19


Flamengo é multado em R$ 50 mil por cantos homofóbicos da torcida em jogo com o Grêmio



Rio Ferdinand pede a saída de Solskjaer do Manchester United


Governo do RS anuncia investimentos de R$ 54,7 milhões no esporte


Xavi mostra confiança em sua apresentação no Barcelona: "Seremos competitivos"


Flamengo empata com a Chapecoense em 2 a 2 e se afasta da briga pelo título do Brasileirão


Ricardinho, eleito melhor jogador de futsal do mundo, se aposenta da seleção portuguesa



Entrevista AO VIVO com presidente Jair Bolsonaro

 

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/34280/exclusivo-entrevista-ao-vivo-com-presidente-jair-bolsonaro?fbclid=IwAR2mWnU-dqrfy6RfL0EaNxxOzwXjMSa_wFaN0CNUxABFXUyUqX2qKFBmgkw

EXCLUSIVO: Entrevista AO VIVO com presidente Jair Bolsonaro

APERTO FINANCEIRO DOS COMUNS

 Por Alex Pipkin


  


Perdoem, eles não sabem - e/ou sabem, mas não querem enxergar - que a regulamentação e as proibições governamentais negligenciam as idiossincrasias nas cadeias de suprimentos, em indústrias específicas e tolhem a assunção de riscos e a criatividade de indivíduos e de empresários.


O resultado disso é objetivo, embora não seja tão perceptível aos olhos nus da massa.


Nos últimos dois anos, em especial, com a pandemia da Covid-19 e o aumento do aperto financeiro dos comuns - não pertencentes ao grande e poderoso Estado - a gritaria da narrativa ideológica subiu o tom e os indivíduos, especialmente os mais necessitados, passaram a dobrar a aposta de que a salvação terrena advém das graças estatais.


A necessidade de auxílio pelo fator pandemia é clara, no entanto, o que é turvo é que uma série de problemas foi justamente criado pela intervenção estatal “bem intencionada”. De fato, a regulamentação tem sido sistematicamente ampliada pelo aparato estatal.


Na grande maioria das situações, a regulamentação, emperra a produção, inibe a inovação, reduz a taxa de surgimento de novos negócios e prejudica o aumento da produtividade.


Imaginem a burocracia para abrir - e fechar - um negócio e todos os custos envolvidos nesses processos; pensem nas necessidades e nas exigências de formação e de treinamento para se exercerem atividades ligadas ao “cuidado pessoal”, tais como barbeiro.


Pensem nas barreiras de entrada e nos gargalos nos processos de produção trazidos por padrões específicos da regulamentação; tudo deve ser executado como manda o “Deus” estatal.


Pensem no exército de pessoas para dar conta da papelada tributária no cipoal verde-amarelo, aquele que não agrega nenhum valor e aumenta abissalmente o custo das empresas - e, portanto, elimina postos de trabalho.


Imaginem os custos envolvidos para a “salvação ambiental” da humanidade, corretos em determinadas situações, mas que em muitos casos excedem enormemente os seus benefícios efetivos.


E a Reforma Administrativa, no nababesco Judiciário nacional? Uma sonora risada!


Nessa republiqueta não se consegue sequer barrar a ampliação de benesses esdrúxulas e imorais, como por exemplo, auxílio “terno” e planos “especiais” de saúde no Judiciário. E eles ainda enchem a boca para arrotar o termo desigualdades sociais…


 A quem serve toda essa regulamentação, burocracia e custos?


Evidente que somente servem de justificação de burocratas que atuam “para o nosso bem”, e que se prestam para embalar o carrinho do bebê para que nada de errado ocorra conosco.


Verdadeiramente, todos esses recursos estão sendo drenados da sociedade, em detrimento tanto dos consumidores quanto dos produtores, e especialmente prejudicando a produtividade, o emprego e a geração de melhores salários.


Todos esses recursos deveriam ser destinados ao mercado, para que as empresas e as indústrias gerassem mais empregos, mais produtividade, mais renda e mais prosperidade para o país.


Entretanto, o estamento burocrático e a burocracia são invencíveis. Na teimosia do “passo certo”, regulamos minuciosamente o efêmero.


Embora a grande mídia militante só pense naquilo, em derrubar o PR eleito, quase toda ela reage histericamente para a manutenção do mecanismo, do Estado de Direito e da democracia, da defesa climática e das defesas socializantes do trabalho e do mercado.


Sempre que alguém alude a relação custos/benefícios envolvidos na regulação, na burocracia e no bom-mocismo, o sistema reage, ironicamente com o maciço apoio da mídia.


O país do futuro que nunca chega continua pertencendo as elites de má qualidade, bondosas na retórica e nos sentimentos, terríveis no pragmatismo.


Eles desejam regular para melhorar a vida social, além de reduzir riscos. Mitigar riscos é importante, porém, mais importante ainda me parece perceber que é a assunção de riscos que leva a recompensas maiores, inovadoras, e que trazem maior desenvolvimento econômico e social para todos.


Pontocritico.com

Os Talibãs realizaram hoje um desfile militar em Kandahar com veículos, armas e helicópteros capturados das forças afegãs de segurança, um desfile que marcou a criação do novo “Exército do Emirado Islâmico”.

 

Seleção de palavras-chave para SEO de otimização de mecanismos de pesquisa

 Simplificando a WEB


Escolher suas palavras-chave primárias pode ser uma das partes mais difíceis de um bom SEO. É também, no entanto, um dos mais importantes. Quando você começar a otimizar seu site para mecanismos de pesquisa, precisará escolher uma palavra-chave primária ou frase de palavra-chave e quatro a seis palavras-chave secundárias.

Essas palavras-chave serão essenciais mais tarde. Você não vai usá-los apenas para uma única página do seu site. Em vez disso, eles devem aparecer com destaque em cada página do seu site, em quaisquer blogs relacionados ao site, em quaisquer boletins informativos relacionados ao site e em quaisquer comunicados à imprensa relacionados ao site. SEO vai além de apenas um website.

Com isso em mente, procure palavras-chave que resistirão ao teste do tempo. Evite palavras-chave muito genéricas; você deseja palavras-chave direcionadas para o tráfego direcionado. Mas não desvie para o extremo oposto; uma palavra-chave não é boa se for algo tão específico que ninguém jamais pesquisaria por ela.




Suas palavras-chave secundárias podem ser um pouco mais flexíveis do que sua palavra-chave primária ou frase de palavra-chave. Escolha as palavras que as pessoas provavelmente usarão ao pesquisar seu produto ou informações. O ideal é que você tenha entre quatro e seis palavras-chave secundárias, mas, se necessário, escolha até dez. Não ultrapasse dez, pois muitas palavras-chave acabam diluindo a importância de qualquer uma de suas palavras-chave.

Procure uma combinação de palavras-chave secundárias gerais e específicas. Melhor ainda, faça uma ou duas frases-chave, como "lenços de malha feitos à mão", que combinam as especificidades das três palavras com a generalidade de cada palavra individual.

Depois de ter suas palavras-chave, não as limite apenas ao seu site. Use sua frase de palavra-chave primária sempre que criar um link para seu site, em blogs, em boletins informativos e em feeds RSS. Não ignore as assinaturas relevantes do fórum! As palavras-chave certas, usadas da maneira certa, podem ser inestimáveis. Fonte: www.isnare.com Link permanente: http://www.isnare.com/?aid=153276&ca=Internet e https://www.activesearchresults.com/articles/153276.php

Crianças de até três anos receberão R$ 130 no Auxílio Brasil, novo Bolsa Família

 


Programa que vai substituir o Bolsa Família começa a ser pago em 17 de novembro em versão mais enxuta

O governo deve publicar, ainda nesta segunda-feira, decreto com os novos valores dos benefícios do Auxílio Brasil , a menos de dez dias do início do programa. Última versão da minuta a qual o GLOBO teve acesso aponta que o benefício pago a crianças de até 36 meses será de R$ 130 e de R$ 65 para famílias com gestantes e jovens entre 18 e 21 anos ainda matriculados na educação básica a partir de 2022.

Os benefícios fazem parte da estrutura básica do programa, e serão limitados a cinco por família. Esse limite vale para o conjunto dos benefícios, que serão pagos a 17 milhões de famílias a partir de dezembro. O Auxílio Brasil ainda terá pagamentos de bônus por desempenho acadêmico e esportivo, que serão concedidos para além do ticket mínimo de R$ 400.

 

O Auxílio Brasil, novo benefício social que o governo quer colocar no lugar do Bolsa Família, está previsto para começar a ser pago no dia 17 de novembro, apenas com reajuste de 17,84% no ticket médio. No entanto, a medida provisória que cria o novo programa ainda não foi votada pelo Congresso e pode perder a validade em 7 de dezembro.

Fonte: economia.ig - 08/11/2021 e SOS Consumidor

Protetor Solar Vichy - Idéal Soleil Purify FPS 70

 


Idéal Soleil Purify FPS 70 é o seu protetor solar antioleosidade com ação purificante indicado para peles oleosas. Idéal Soleil Purify é um protetor com muito alta proteção de FPS 70 que protege contra os raios UVA e UVB com textura leve única que deixa a pele respirar enquanto purifica a pele uso após uso. Idéal Soleil Purify FPS 70 possui tecnologia antioleosidade 3 em 1 que Controla, purifica e revitaliza. - Controla: Controla a oleosidade da pele ao longo do dia. - Purifica: Ação anti-poluição, deixa a pele respirar. - Revitaliza: Preserva a barreira da pele contra fatores agravantes da oleosidade Possui textura toque seco leve e agradável com sensação de pele fresca. Benefícios: - Protege dos raios UVA e UVB - Controla a oleosidade ao longo do dia - Purifica a pele profundamente uso após uso - Revitaliza e preserva a barreira da pele contra fatores agravantes da oleosidade -Toque seco e textura leve, deixa a pele respirar Modo de Usar: Aplique abundantemente no rosto, colo e pescoço 15 minutos antes da exposição ao sol. Reaplique pelo menos a cada 2 horas ou depois de nadar e em casos de excessiva transpiração.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/protetor-solar-vichy-ideal-soleil-purify-fps-70/cg779hd05g/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_091121_ter_beleza&utm_content=produto-cg779hd05g&campaign_email_id=3313

Cesta básica em São Paulo encosta nos R$ 700

  por Ana Paula Branco

Levantamento do Dieese mostra que salário mínimo deveria ser de R$ 5.886,50

Levantamento mensal do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que o valor da cesta básica continua subindo na maior parte do país. Em outubro, 16 das 17 capitais tiveram aumento.

A cesta básica mais cara foi registrada em Florianópolis, por R$ 700,69. São Paulo vem logo em seguida, com a cesta subindo de R$ 673,45, em setembro, para R$ 693,79, em outubro.

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos do Dieese leva em conta o decreto que determinou que a cesta de alimentos fosse composta por 13 produtos alimentícios em quantidades suficientes para garantir, durante um mês, o sustento e o bem-estar de um trabalhador em idade adulta.

 

Ao comparar outubro de 2020 e outubro de 2021, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento. Os maiores percentuais foram observados em Brasília (31,65%), Campo Grande (25,62%), Curitiba (22,79%) e Vitória (21,37%). A carne bovina de primeira teve o preço reduzido em nove capitais, como Vitória. O motivo principal foi a queda na exportação, provocada pela sanção da China à carne brasileira.

 

Com base na cesta mais cara em outubro, a de Florianópolis, o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.886,50, o que corresponde a 5,35 vezes o piso nacional vigente (R$ 1.100).

O cálculo do departamento foi feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças. Já em setembro, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.657,66, ou 5,14 vezes o piso em vigor.

Já o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em outubro, ficou em 118 horas e 45 minutos (média entre as 17 capitais), maior do que em setembro, quando foi de 115 horas e dois minutos.

Quando se compara o custo da cesta com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%), o levantamento verifica que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em outubro, 58,35% (média entre as 17 capitais) do salário mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em setembro, o percentual foi de 56,53%.

Principais variações dos produtos

Batata

  • Pesquisada nas capitais do Centro-Sul, apresentou alta nas 10 cidades e as taxas oscilaram entre 15,51%, em Brasília, e 33,78%, em Florianópolis
  • A chuva causou dificuldade na colheita e reduziu a oferta, o que elevou o patamar de preços no varejo

Café

  • O preço do quilo do café em pó subiu em 16 capitais, com destaque para as variações de Vitória (10,14%), Rio de Janeiro (10,06%), Campo Grande (9,81%) e Curitiba (9,78%)
  • A geada do final de julho e a estiagem prolongada comprometeram a oferta do grão, o que levou à alta do preço no varejo
  • Houve ainda influência da baixa oferta global de café e das elevadas cotações externas

Tomate

  • O quilo do tomate registrou aumento de preço em 16 capitais
  • As maiores altas foram observadas em Vitória (55,54%), João Pessoa (44,83%), Natal (42,16%), Brasília (40,16%) e Campo Grande (32,69%)
  • A maturação lenta do fruto reduziu a oferta e os preços subiram.

Açúcar

  • O valor do açúcar aumentou em 15 capitais e as altas oscilaram entre 0,27%, em João Pessoa, e 7,02%, no Rio de Janeiro
  • Em Aracaju, o preço não variou e houve redução em Natal (-0,25%)
  • Menor oferta e alto volume exportado explicaram as elevações dos preços

Óleo de soja

  • Registrou alta em 13 das 17 capitais, entre setembro e outubro
  • Os maiores aumentos ocorreram em Vitória (3,22%), Brasília (2,40%), Campo Grande (2,16%), Rio de Janeiro (1,81%) e São Paulo (1,76%)
  • As retrações mais importantes foram as de Natal (-0,90%) e Aracaju (-0,49%)
  • O crescente volume exportado e a valorização do preço do petróleo, que elevou a procura pelo biodiesel (cujo insumo é o óleo de soja), reduziram a oferta e contribuíram para o aumento dos preços

Leite

  • O leite e a manteiga apresentaram elevação de preço em 11 capitais
  • As altas mais expressivas da manteiga ocorreram em Vitória (5,18%) e em Salvador (2,72%). Para o leite, os maiores aumentos foram registrados em Campo Grande (2,98%) e Belém (1,78%)
  • Os elevados custos de produção seguiram pressionando o valor do leite no campo, mesmo com maior oferta

Feijão

  • O preço do feijão recuou em 11 capitais
  • O tipo carioquinha, pesquisado no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e São Paulo, registrou queda em nove capitais, de -2,73%, em Fortaleza, a -0,13%, em São Paulo
  • As altas ocorreram em Belém (1,46%), Campo Grande (0,83%) e Salvador (0,54%)
  • Já o custo do feijão preto, pesquisado nas capitais do Sul, em Vitória e no Rio de Janeiro, diminuiu em Porto Alegre (-1,33%) e Curitiba (-1,00%) e aumentou em Vitória (1,14%), Rio de Janeiro (0,73%) e Florianópolis (0,36%)
  • Apesar do período de entressafra, a queda da demanda, devido aos altos patamares de preço, influenciou a redução de valores no varejo

Carne

  • A carne bovina de primeira teve o preço reduzido em nove capitais
  • O motivo principal foi a queda na exportação, provocada pela sanção da China à carne brasileira
  • As capitais onde o preço do produto mais caiu foram Vitória (-1,17%) e Goiânia (-0,76%)
  • As altas mais importantes ocorreram em Florianópolis (3,65%), Rio de Janeiro (2,28%) e Curitiba (1,32%)

Confira o valor da cesta em cada capital

CapitalValor da cesta (em R$)
São Paulo693,79
Porto Alegre691,08
Florianópolis700,69
Rio de Janeiro673,85
Vitória670,99
Campo Grande653,40
Brasília644,09
Curitiba639,89
Belo Horizonte598,79
Goiânia591,78
Fortaleza563,96
Belém538,44
Natal504,66
Recife485,26
Salvador487,59
João Pessoa491,12
Aracaju464,17

Fonte: Folha Online - 08/11/2021 e SOS Consumidor