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Beneficiários do auxílio emergencial tentam tirar dinheiro da conta por boleto e valor some

por Letycia Cardoso
Na tentativa de evitar a superlotação das agências bancárias, a Caixa restringiu, em um primeiro momento, saques e transferências da segunda parcela do auxílio emergencial. Os beneficiários só poderiam pagar boletos e usar o valor através do cartão de débito digital, gerado através do aplicativo Caixa Tem. No entanto, algumas pessoas tentaram retirar o dinheiro da conta digital antes do prazo, pagando boletos de outros bancos digitais, como Original e Nubank. Como resultado, os R$ 600 desapareceram: nem chegaram à conta de destino, nem foram estornados para a conta da Caixa.
Esse é o caso do microempreendedor Cássio Costa da Silva, de 27 anos. Ao entrar em contato pelos canais de atendimento da Caixa, é informado que deve aguardar sete dias úteis para que o pagamento seja processado. Porém, a espera já dura 18 dias, sendo 12 considerados úteis:
— Gerei um boleto no meu Nubank, efetuei o pagamento, mas o Caixa Tem estava apresentando vários erros e não reconhecia o código de barras. Quando olhei o saldo, estava zerado! Nenhum comprovante de pagamento foi gerado. Estava contando com esse dinheiro para pagar minhas despesas básicas.
Situação semelhante aconteceu com o motorista Thiago Azevedo, de 30 anos. Ele conta que emitiu um boleto do Banco Original em seu nome para ajudar uma tia a receber o auxílio emergencial mais cedo. Sem sucesso, precisou arcar com o prejuízo:
— Fiz com o meu auxílio e deu certo. Aí fui tentar ajudá-la e me ferrei. O valor saiu da conta dela do Caixa Tem e não caiu para mim. Dei R$ 600 do meu próprio dinheiro para ela e agora estou na expectativa de receber o pagamento.
Nubank disse que não comenta casos específicos para proteger a privacidade de seus clientes e informou que, até o momento, 465 mil pessoas já sacaram o auxílio emergencial de R$ 600 do governo por meio da instituição. Também orientou aqueles que encontraram dificuldades na realização da operação a verificarem com a Caixa se a operação foi concluída corretamente e, caso ainda restem dúvidas, posteriormente entrar em contato com equipe Nubank por meio do chat, e-mail ou telefone para mais informações.
A Caixa esclareceu que são poucas as situações em que o pagamento de um boleto não é efetivado e explicaram que, quando isso acontece, é gerado um estorno automático com a devolução do crédito na conta de destino. Caso o crédito na conta não seja feito em sete dias úteis, o cliente deverá procurar uma agência para registrar uma contestaçãoda operação.
O Banco Original afirmou em nota que verificou o caso do cliente e constatou que foi pago um boleto no dia 26.05.20. "Este valor foi corretamente creditado em sua conta. Não constam outros valores do auxilio nos registros. O banco se coloca à disposição para tirar dúvidas do cliente, mas sugere que o mesmo entre em contato com a Caixa Econômica Federal para obter a informação do recebimento do auxílio", diz a nota.
Fonte: Extra - 07/07/2020 e OS Consumidor

Planos de saúde querem derrubar medida que os obriga a cobrir testes de Covid-19

Agência Nacional de Saúde Suplementar recorreu de decisão judicial e diz que é preciso analisar o impacto da inclusão do procedimento
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) recorreu da decisão judicial que determinou a inclusão do  teste sorológico para Covid-19 na cobertura obrigatória dos planos de saúde.

inclusão do exame foi publicada na última segunda-feira, dia 29, no Diário Oficial da União, atendendo a decisão judicial relativa à Ação Civil Pública (nº 0810140-15.2020.4.05.8300) movida pela Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), de Pernambuco.
teste sorológico identifica a presença de anticorpos (IgA, IgG ou IgM) no sangue dos pacientes que foram expostos ao vírus em algum momento.
Como avalia a resposta do organismo para combater o Sars-CoV-2, o exame é indicado a partir do oitavo dia desde o aparecimento dos sintomas.
Segundo a agência, a decisão de interposição de recurso "foi baseada no risco que uma incorporação de tecnologia sem a devida análise criteriosa poderia causar para os beneficiários de planos de saúde."
A reguladora destaca que "estudos e análises de sociedades médicas e de medicina diagnóstica apontam controvérsias técnicas em relação aos resultados desse tipo de exame e à possibilidade de ocorrência de alto percentual de resultados falso-negativos".
Inclusão do exame será discutida nesta sexta
Renê Patriota, presidente da Adusep – associção que moveu a ação – considera absurdo a ANS recorrer da decisão:
"É um absurdo completo essa decisão da agência de recorrer e só pode atender a pressão dos planos de saúde, que mesmo com a decisão judicial e a inclusão do rol tem dificultado a realização dos exames pelos consumidores."
Ana Carolina Navarrete, coordenadora de pesquisa em saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que o fato de o teste sorológico ter sido incluído entre os exames obrigatórios por meio de uma decisão judicial demonstra que o Rol da ANS é limtado:
"A pandemia mostra como o rol é limitado e não acompanha a evolução da medicina. Por isso ele não deve ser um entrave à cobertura, e, sim, uma referência mínima."
A reguladora explica, no entanto, que já vinha discutido internamente a possibilidade de inclusão dos testes sorológicos no rol de coberturas obrigatórias.
E acrescenta que realizada uma reunião técnica sobre o tema na próxima sexta-feira, dia 10, uma reunião técnica da Câmara de Saúde Suplementar, composta por representantes de planos de saúde, de consumidores, Defensoria Pública, Ministério Público, entre outros atores do setor.
Desde o início da pandemia, a agência inclui na lista de cobertura obrigatória pelos planos de saúde os exames SARS-CoV-2, pesquisa por RT-PCR, padrão-ouro para diagnóstico laboratorial da Covid-19, entre outros seis exames que auxiliam no diagnóstico e tratamento da Covid-19.
Fonte: economia.ig - 07/07/2020 e SOS Consumidor

Petrobras eleva novamente preço da gasolina nas refinarias

 por Nicola Pamplona
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Aumento de 5% é o oitavo consecutivo desde o início de maio
A Petrobras vai subir em 5% o preço da gasolina a partir desta quarta (8). Será o oitavo aumento seguido desde o início de maio, quando a empresa iniciou o ciclo de alta atual, acompanhando a recuperação das cotações internacionais do preço do petróleo após a reabertura da economia em diversos países.
Após o reajuste, o litro da gasolina sairá das refinarias da estatal, em média, a R$ 1,65. O valor é 60% superior ao vigente antes do início da sequência de aumentos. Não haverá reajuste no preço do diesel que já subiu quatro vezes desde maio.
A política de preços da Petrobras acompanha as cotações internacionais dos combustíveis, considerando ainda a taxa de câmbio, custos de importação e margem de lucro. No início da pandemia, os preços registraram quedas acentuadas, com a gasolina chegando a custar cerca de R$ 0,90 nas refinarias.
A alta recente acompanha as cotações do petróleo, que se recuperaram nas últimas semanas após o relaxamento das medidas de distanciamento social principalmente da Europa e nos Estados Unidos. Em junho, o barril do Brent, negociado em Londres, subiu 7,4%, Na primeira semana de julho, avançou mais 4%.
Nesta segunda (6), porém, o mercado fechou sem direção única, com o Brent em alta mas o petróleo americano WTI em baixa, diante de incertezas sobre a necessidade de novas restrições após o crescimento da contaminação em estados americanos.
O repasse do reajuste às bombas depende de políticas comerciais de postos e distribuidoras. Segundo a Petrobras, o preço cobrado pelas refinarias representa 28% do valor final do produto — o restante são impostos, margens de lucro e a parcela de etanol adicionada à gasolina vendida nos postos.
Fonte: Folha Online - 07/07/2020 e SOS Consumidor

Porto Alegre: Metade dos doentes com Covid-19 teve alta em anexo erguido por empresas

Jornalista que disse torcer 'para que Bolsonaro morra' e pedido de inquérito contra ele são alvo de críticas


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Jornalista que disse torcer 'para que Bolsonaro morra' e pedido de inquérito contra ele são alvo de críticas
O ministro da Justiça, André Mendonça, disse que solicitou à Polícia Federal abertura de inquérito com base na Lei de Segurança Nacional para investigar o colunista da 'Folha de S. Paulo' Hélio Schwartsman. O jornalista publicou nesta terça artigo intitulado 'Por que torço para que Bolsonaro morra'. O texto de Schwartsman e a postura do ministro foram alvo de críticas.
Foto via @folha












Huawei alerta Brasil para não seguir Trump sobre 5G

Brasil terá nova gasolina a partir de agosto; Petrobras diz que combustível será mais caro, mas deixará veículos mais econômicos

Usuários do PicPay e Nubank reclamam de 'sumiço' de dinheiro do Auxílio Emergencial


G1.GLOBO.COM
De acordo com o Nubank, o problema teria ocorrido por conta de uma falha no sistema da Caixa.

Muito obrigada Hélio Schwartsman: Você mostrou a face mais nojenta da sociedade brasileira


JORNALDACIDADEONLINE.COM.BR
Ontem a Folha de S.Paulo publicou um artigo intitulado “Por que torço para que Bolsonaro morra”. Não precisa ser um grande interpretador de texto para entender o que esse cidadão pensa. E não é a 1ª...