Taxa de juros no cartão de crédito chega a 419,6% ao ano em fevereiro

Os juros médios no cartão de crédito chegaram a 419,6% ao ano em fevereiro, o maior patamar desde outubro de 1995, segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgado nesta quinta-feira (10). Já a taxa mensal atingiu 14,72%.

Em janeiro, a taxa média cobrada era de 14,56% ao mês e de 410,97% ao ano.

A Anefac afirma que a alta tem relação com o aumento da inadimplência provocado por uma inflação mais elevada, desemprego crescente, impostos mais salgados e juros maiores nos empréstimos. Somados, esses fatores achatam a renda das famílias e fazem com que as instituições financeiras elevem os juros para compensar prováveis perdas com calote.

No cheque especial, os juros atingiram 11,16% ao mês (ou 255,94% ao ano), ainda no maior patamar desde julho de 1999.

Os juros médios para pessoa física chegaram a 7,77% em fevereiro (ou 145,76% ao ano), ante 7,67% ao mês (ou 142,74% ao ano) em janeiro. É a maior taxa desde fevereiro de 2005.

As seis linhas de crédito pesquisadas pela Anefac tiveram aumentos nos juros em fevereiro (confira abaixo):

PESSOA JURÍDICA

Os juros médios cobrados de empresas registraram alta em fevereiro, passando para 4,43% ao mês (ou 68,23% ao ano).

As três linhas de crédito analisadas viram seus juros subirem.

No capital de giro, os juros subiram de 2,59% ao mês em janeiro para 2,64% em fevereiro.

Já a taxa de desconto de duplicatas avançou para 3,04% ao mês. A conta garantida passou de 7,40% ao mês em janeiro para 7,60% ao mês em fevereiro.
Fonte: Folha Online - 10/03/2016 e Endividado

Contribuições para atualizar protocolos clínicos devem ser enviadas até hoje

Termina hoje (11) enquete feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para a atualização de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas de um total de 35 doenças no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os documentos, publicados entre 2012 e 2013, são elaborados com o objetivo de nortear ações dos profissionais de saúde na triagem, no diagnóstico, no tratamento, no acompanhamento e nas ações de prevenção.
Quem quiser enviar algum tipo de contribuição deve acessar a enquete na internet. Veja abaixo a lista de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas que serão atualizados:
- Acromegalia
- Anemia Hemolítica Autoimune
- Câncer de Estômago
- Câncer de Fígado em adultos
- Câncer de Ovário
- Diabete Insipido
- Dislipidemia
- Doença de Alzheimer
- Doença de Paget
- Doença de Wilson
- Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
- Dor Crônica
- Epilepsia
- Esclerose Sistêmica
- Espondilose
- Esquizofrenia
- Fenilcetonúria
- Glaucoma
- Hemangioma Infantil
- Hepatite Autoimune
- Imunossupressão no Transplante Hepático em Pediatria
- Leiomioma de Útero
- Leucemia Mieloide Crônica - Crianças e Adolecentes
- Leucemia Mieloide Crônica - LMC
- Leucemia Linfoblástica Aguda- Adultos
- Leucemia Linfoblástica Aguda - Crianças e adolescentes
- Lúpus Eritematoso Sistêmico
- Melanoma Cutâneo
- Psoríase
- Púrpura Trombocitopênica Idiopática
- Síndrome de Ovários Policísticos e Hirsutismo/Acne
- Síndrome Nefrótica Primária em Adultos
- Síndrome Nefrótica Primária em Crianças e Adolescentes
- Sobrecarga de Ferro
- Tumor Cerebral no Adulto


Portabilidade no chamado “combo” só vale para a telefonia

por Bianca Reis


Ao trocar de operadora, consumidor deve cancelar serviços de internet e de TV por assinatura

A chamada “portabilidade”, que é a possibilidade de um usuário manter o seu número do celular ou telefone fixo ao mudar de operadora, só é válida para serviços de telefonia. Por isso, o consumidor deve ficar atento quando mudar de fornecedor no caso do chamado “combo”, que reúne telefonia, internet e TV por assinatura. O alerta é do Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O órgão tem recebido reclamações de consumidores que mudam a prestadora do “combo” mas continuam a receber da operadora antiga cobranças referentes a TV por assinatura e internet. O problema acontece por causa da informação errada fornecida ao novo cliente no momento da contratação. Segundo relatos de consumidores que acionaram o Procon, os atendentes garantiram que a portabilidade envolve todo o “combo” e não apenas a telefonia.

Mas isso não é verdade, alerta o coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa. A Resolução 460/07 da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que trata da portabilidade, refere-se apenas aos serviços de telefonia fixa e móvel. “Quando for trocar de operadora, o consumidor deve ligar para a antiga prestadora e providenciar o cancelamento dos serviços de internet e de TV por assinatura”, orienta Barbosa. É necessário também exigir e guardar o número de protocolo dessa ligação para evitar futuras cobranças por parte da operadora anterior.

A cobrança residual poderá acontecer dependendo da forma como foi feito o pedido de cancelamento, lembra o coordenador do Procon Assembleia. Pela Resolução 632/14 da Anatel, se esse pedido for dirigido a um atendente, pessoalmente ou por telefone, o cancelamento terá efeito imediato. Mas se for feito pelo site da operadora, a empresa tem dois dias úteis para interromper o serviço, podendo cobrar por esse período.

Marcelo Barbosa ressalta também que o consumidor deve conferir se o seu contrato antigo ainda está dentro do prazo de fidelização (máximo de 12 meses). Caso esteja, a operadora poderá aplicar uma multa rescisória, que será proporcional ao tempo que falta para o fim do período de fidelização. Porém, essa multa não poderá ser cobrada caso o cancelamento seja motivado por descumprimento de obrigação contratual ou legal da prestadora.
Fonte: Portal do Consumidor - 10/03/2016 e Endividado

Eficácia do Código do Consumidor

por Maria Inês Dolci


O Código de Defesa do Consumidor (CDC) completa 25 anos em vigor, nesta sexta-feira, dia 11 de março. Esse jubileu de prata deveria ser comemorado por todos os brasileiros, pois esta legislação ampliou os direitos dos cidadãos nas relações de consumo.

Por que, então, todos têm a sensação de que estar abandonados, principalmente quando temos de cobrar melhores serviços das concessionárias de energia elétrica, água e saneamento e telecomunicações?

A questão, nesses casos, é que as agências reguladoras funcionam parcialmente, talvez sem a independência necessária para coibir abusos. Também seria necessário que as multas fossem efetivamente pagas – atualmente, a empresa recorre indefinidamente, e fica o dito pelo não dito.

Os abusos que mais incomodam o consumidor se repetem diariamente: produtos pagos e não entregues; cobrança indevida em contas de concessionárias; miniapagões de energia; dificuldades em ligações via smartphone e no acesso à banda larga; tarifas que ‘surgem’ em extratos bancários.

Por mais que as entidades de defesa do consumidor se mobilizem para brigar pelo respeito ao CDC, esse cenário só se transformará positivamente quando os abusos custarem muito caro para os responsáveis. Assim como o STF decidiu que condenados em segunda instância poderiam ser presos, algo semelhante deveria ocorrer com relação às multas.

Seria um ‘parabéns a você’ a uma das melhores legislações, em todo o mundo, na defesa dos direitos do consumidor.
Fonte: Folha Online - 10/03/2016 e Endividado


Deputados da oposição e do governo criticam pedido de prisão preventiva de Lula

O pedido do Ministério Público de São Paulo de prisão preventiva preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de mais seis pessoas no caso do apartamento triplex, em Guarujá (SP), foi criticado por deputados do governo e da oposição por falta de elementos jurídicos que justifiquem a decisão.
O vice-presidente do PSDB e coordenador jurídico do partido, deputado Carlos Sampaio (SP), disse que os promotores foram precipitados ao fazer o pedido neste momento. "Com os elementos que eu detenho até agora, não havia razão para o pedido de prisão junto com a denúncia”, disse.
De acordo com o deputado, a justificativa apresentada pelos promotores para embasar o pedido não se mostrou factível. "Os elementos não me levam a crer que ele [Lula] está conturbando a instrução criminal, que ele está interferindo no processo penal", acrescentou Sampaio, que também é promotor de Justiça do Estado de São Paulo.
Os deputados governistas também manifestaram indignação com a iniciativa do MP paulista. Por meio de uma rede social, o vice-líder do governo na Câmara, Paulo Teixeira (SP), disse hoje (10) que o pedido não tem base legal e foi uma provocação política às vésperas das manifestações do dia 13. "O pedido de prisão de Lula não tem base jurídica. Trata-se de medida política às vésperas das manifestações", disse Teixeira. De acordo com o deputado, o momento é de cautela. "O momento pede responsabilidade".
O líder do PT, Afonso Florence (BA), também se manifestou pelas redes sociais e disse que o pedido manchou a instituição. "Lamentável que promotores irresponsáveis manchem a imagem de instituição tão importante como o MP", afirmou.
Segundo o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), o pedido de prisão é uma desonra à instituição e um ato de "leviandade jurídica". "Considero inaceitável que uma iniciativa dessa importância seja tomada sem qualquer fundamentação, revelando o engajamento político antes especulado, mas agora evidenciado." Ele vê na atitude uma grave ameaça aos direitos e garantias individuais. "Qualquer um que tenha apreço e respeito pelo Estado Democrático de Direito deve se levantar contra os riscos embutidos nessa aberração jurídica".
Um dos principais expoentes da oposição, deputado Mendonça Filho (DEM-PE), defendeu as investigações, mas apontou que não tinha elementos suficientes para se posicionar sobre o pedido."Eu não tenho condições de opinar tecnicamente sobre este pedido de prisão, mas o ex-presidente é cidadão igual a qualquer outro e pode e deve ser investigado", disse.
Os promotores Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo pediram também a prisão preventiva de José Adelmário Pinheiro, Leo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS; Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, executivos da OAS; ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Operação Lava Jato; Ana Maria Érnica, ex-diretora da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop); e Vagner de Castro, ex-presidente da Bancoop.



MP pede prisão preventiva de Lula e mais seis pessoas no caso do triplex

O Ministério Público do Estado de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de outras seis pessoas. Os promotores Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo apresentaram ontem (9) denúncia contra Lula alegando que o ex-presidente cometeu crimes de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio – e falsidade ideológica sobre o apartamento triplex, em Guarujá (SP). Os promotores detalharam hoje (10) a denúncia. 
Os promotores pedem a prisão preventiva também de:  José Adelmário Pinheiro, Leó Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS; Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, executivos da OAS; ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Operação Lava Jato; Ana Maria Érnica, ex-diretora da Bancoop; e Vagner de Castro, ex-presidente da Bancoop. A Justiça ainda deve decidir se aceita o pedido e a denúncia apresentada ontem. Não há data para essa avaliação.
Na denúncia, Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo afirmam que existem “exaustivos argumentos” contra os acusados. No pedido encaminhado à 5ª Vara Criminal de São Paulo, os promotores ressaltam que a prisão preventiva poderá ser decretada “quando houver prova da existência de crime e indício suficiente de autoria”. "A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria", diz o documento.
"O denunciado Luiz Inácio Lula da Silva atentou contra a ordem pública ao desrespeitar as instituições que compõem o Sistema de Justiça, especialmente a partir do momento em que as investigações do Ministério Público do Estado de São Paulo e da Operação Lava Jato se voltaram contra ele. Do alto de sua condição de ex-autoridade máxima do país, o denunciado Luiz Inácio Lula da Silva jamais poderia inflamar a população a se voltar contra investigações criminais a cargo do Ministério Público, da polícia, tampouco contra decisões do Poder Judiciário", diz o documento.
Os promotores acrescentam que "valendo-se de sua rede político-partidária o denunciado Luiz Inácio Lula da Silva sempre buscou manobras para evitar que a investigação criminal do Ministério Público não avançasse", citando o episódio quando o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) fez uma representação contra o promotor Cássio Conserino no Conselho Nacional do Ministério Público, que acabou por suspender o depoimento que o ex-presidente Lula e sua mulher Marisa Letícia dariam, em fevereiro, à Justiça em São Paulo,  e o pronunciamento de Lula feito, na sede do PT em São Paulo, após ter sido conduzido coercitivamente para depor à Polícia Federal, no âmbito da 24ª fase da Operação Lava Jato.
Na tarde de hoje (10), os promotores detalharam a denúncia relativa à investigação sobre o apartamento triplex, em Guarujá (SP), que seria destinado, segundo o MP-SP, pela construtora OAS a Lula e a família dele. Durante a entrevista à imprensa, Conserino recusou-se a falar se teria sido solicitado a prisão do ex-presidente. “Só vamos falar sobre os fatos”, disse o promotor.
Segundo Conserino, aproximadamente duas dezenas de pessoas relataram que o imóvel no Condomínio Solaris era destinado ao ex-presidente Lula. “Dentre essas pessoas figuravam funcionários do prédio, o zelador do prédio, a porteira do prédio, moradores do prédio, funcionário da OAS, ex-funcionário da OAS, o proprietário da empresa que fez a reforma naquele imóvel nos relatos que fez uma reunião para apresentar parte da reforma efetuada, com a presença da ex-primeira dama e de seu filho, além do senhor Léo Pinheiro”, disse o promotor Cassio Conserino.
Instituto Lula

Em nota, o Instituto Lula voltou a negar que o ex-presidente seja dono do apartamento triplex, alvo das investigações, e diz que o procurador Cássio Conserino usa a investigação para fins políticos. “Cássio Conserino, que não é o promotor natural deste caso, possui documentos que provam que o ex-presidente Lula não é proprietário nem de triplex no Guarujá nem de sítio em Atibaia, e tampouco cometeu qualquer ilegalidade. Mesmo assim, solicita medida cautelar contra o ex-presidente em mais uma triste tentativa de usar seu cargo para fins políticos".


Golpe para WhatsApp usa falsos emoticons para roubar dados pessoais


Um novo tipo de golpe enviado por mensagem do WhatsApp utiliza um falso aplicativo de emoticons para roubar informações de contato dos usuários. A fraude foi identificada pela empresa de segurança digital Eset.

A mensagem que lança o ataque sugere que o usuário instale no smartphone um novo pacote de emoticons. Quando o usuário clica no link para instalação, ele é direcionado para outro site que o instrui a compartilhar a "novidade" com dez amigos ou três grupos do WhatsApp para concluir o download.

Se este passo ocorrer, o usuário enganado é enviado para outro site que diz que a operação não foi concretizada. Uma nova instrução pede para atualizar o número do smartphone para prosseguir com a instalação. O objetivo por trás deste passo é inscrevê-lo em serviços pagos ou inseri-lo em uma lista de spam para instalar diversos aplicativos.

Para se precaver, a sugestão é já conhecida: evite clicar em links duvidosos ou desconhecidos. Baixar um antivírus também pode ajudar; conheça algumas boas opções aqui.

O WhatsApp vem sendo alvo de ameaças similares nos últimos meses. Recentemente o nome do McDonald′s foi usado para mandar as mensagens para os usuários do aplicativo, sob o pretexto de um grande desconto. Outro prometia ativar o recurso de videochamada, que ainda não existe na plataforma.
Fonte: Uol - 10/03/2016 e Endividado

STF decide que servidoras públicas adotantes têm direito a 180 dias de licença

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (10) estabelecer prazo de 180 dias de licença-adotante remunerada para servidoras públicas com filho adotado. Com a decisão, a Corte igualou a regra válida para os casos de licença-maternidade para servidoras gestantes. A decisão abrange somente servidoras que são regidas pela Lei 8.112/1990, conhecida como Estatuto do Servidor Público Federal.
A partir de agora, servidoras poderão pedir licença-adotante de 120 dias, prorrogáveis por mais 60. Antes da decisão do Supremo, as adotantes tinham direto a 30 dias de licença, prorrogáveis por mais 15. A decisão não vale para pais adotivos.
A Corte julgou o recurso de uma servidora pública que não conseguiu obter licença de 180 dias após ter adotado uma criança menor de um ano. Ao julgar o caso, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do recurso, entendeu que a legislação não pode estabelecer prazos diferentes para licença de mães adotantes e gestantes
"Se quanto maior é a idade, maior é a dificuldade de adaptação da criança à nova família, e se o fator mais determinante da adaptação é a disponibilidade de tempo dos pais para a criança, não é possível conferir uma licença-maternidade menor para o caso de adoção de crianças mais velhas.", disse o ministro.
A ministra Rosa Weber, que é adotante, também votou para igualar as regras de licença-maternidade e licença-adotante, por entender que negar o direito aos prazos iguais significa discriminar a criança adotada.
"Ao Estado, enquanto comunidade, interessa a formação de um ser humano saudável, e, nisto, é insubstituível o papel da mãe, especialmente nos primeiros meses, seja um filho natural ou não", disse a ministra.
Também votaram a favor dos prazos iguais para os dois tipos de licença os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski. Marco Aurélio rejeitou o recurso por questões processuais.



Rio: alunos da rede pública fazem assembleia paralela à de professores em greve


Rio de Janeiro - Professores da rede estadual, estudantes secundaristas e Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais protestam contra medidas do governo estadual (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Professores, estudantes secundaristas e servidores públicos fazem protesto no Rio - Fernando Frazão/Agência Brasil
Em meio à greve dos profissionais de educação no estado do Rio de Janeiro, alunos de escolas públicas fazem hoje (11), pela primeira vez, uma assembleia paralela à dos servidores. Além de dar apoio à greve – que completa dez dias neste sábado (12) –, os estudantes se organizam para cobrar melhorias estruturais nos colégios, merenda em tempo integral e material para as aulas. Desde o início da paralisação, eles participam de protestos no centro do Rio e em todo o estado.
“As escolas estaduais estão sem condições de ter aula e os estudantes sentem isso”, afirma a presidenta da Associação Municipal do Estudantes Secundaristas (Ames), Isabela Queiroz, uma das organizadoras da assembleia, juntamente com grêmios estudantis, coletivos da juventude e da própria União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), da qual ela faz parte.
Inspirados nos estudantes de Goiás e São Paulo, onde unidades foram ocupadas por jovens que chegaram a acampar nas escolas, a ideia dos estudantes do Rio é ouvir relatos de problemas e unificar as reivindicações. “Hoje estou em uma escola de cerca de mil alunos que só tem um bebedouro e banheiros precários”, disse Isabela, que tem 17 anos e é aluna da Escola Técnica Adolpho Bloch, no centro do Rio. Ela visita unidades, convidando para a assembleia.
Ouvidos pela Agência Brasil, alunos relatam precariedade nas instalações de ensino e cobram material básico para as aulas, como impressoras e até canetas e apagadores. “Professores em sala de aula apagam o quadro com papel ou com a mão”, citou Vanessa Christyna de Sousa, de 17 anos, da Escola Albert Sabin, em Seropédica, na Baixada Fluminense.
“Na nossa escola, a Presidente Dutra, o ventilador corre o risco de despencar, o ar-condicionado não funciona e o teto de uma sala já caiu”, contou a aluna Swellen Reis, que também é de Seropédica.
Outro problema recorrente é a demora na emissão do Riocard, usado para pagar a passagem de ônibus. Muitas vezes, alunos contam com a boa vontade de motoristas para embarcar, em outras, não. “Muitos chegam atrasados, outros não vem. Há meses em que a situação não é regularizada”, disse a professora Marcela Mariana Nogueira, que dá aula em duas escolas.
A Secretaria Estadual de Educação reconhece problemas de infraestrutura e estima serem necessários recursos de R$ 1 bilhão para resolvê-los. A pasta solicitou reparos nos equipamentos quebrados em Seropédica e informou que em cada sala de aula há, pelo menos, um ar-condicionado. Também negou problemas no Riocard e afirmou que o sistema funciona normalmente.
A assembleia dos estudantes será às 10h, em local próximo ao marcado pelos servidores da educação, na Praça Afonso Pena, na Tijuca. Eles chegam ao local nos mesmos ônibus que os servidores, que se reunirão no Clube Municipal, no mesmo bairro.



Deslizamentos causados pela chuva deixam ao menos 10 mortos em São Paulo


Deslizamento em Franco da Rocha
O centro do município de Franco da Rocha encontra-se alagado devido à chuvaImagens de divulgação/Defesa Civil-SP
Ao menos dez pessoas morreram em deslizamentos causados pela forte chuva que atingiu a região metropolitana de São Paulo a partir da noite de ontem (10) e através da madrugada.
Um deslizamento que ocorreu por volta das 22h, na altura do número 500 da Rua da Primavera, no município de Mairiporã, deixou cinco mortos, entre eles uma menina de 4 anos, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros, que realizaram buscas durante toda a madrugada. Outras sete pessoas foram levadas com vida ao pronto socorro local.
No município de Francisco Morato, três pessoas morreram em um deslizamento que atingiu uma casa na Rua Irã, no bairro de Jardim Santa Rosa, durante a madrugada. Dois feridos foram resgatados. Ainda em Francisco Morato, uma ocorrência na Rua Raul Pompeia matou outras duas pessoas. 
A Defesa Civil interditou imóveis em Franco da Rocha devido ao risco de mais deslizamentos por causa da chuva
A Defesa Civil interditou imóveis em Franco da Rocha devido ao risco de mais deslizamentos por causa da chuvaImagem de divulgação/Defesa Civil-SP
O centro do município de Franco da Rocha encontra-se alagado devido à chuva que começou ainda na noite de quinta-feira. O temporal chegou a interditar por cerca de seis horas o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos.
Várias estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos ficaram alagadas, prejudicando a circulação dos trens. Os rios Tietê e Pinheiros chegaram a transbordar. O trânsito na capital paulista apresenta vários pontos de engarrafamento.




Colômbia desarticula rede internacional de lavagem de dinheiro

Da Agência Lusa
A Colômbia anunciou nessa quinta-feira (10) ter desarticulado uma rede internacional de lavagem de dinheiro, detendo 13 suspeitos, cinco deles comissários de bordo.
“Entre os 13 detidos há cinco comissários de bordo [da Avianca Airlines] e oito indivíduos que estavam envolvidos no transporte para a Colômbia de dólares e de euros obtidos ilegalmente na Espanha, nos Estados Unidos, no México e em outros locais”, informou o Ministério Público.
Os detidos vão ser julgados por lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e conspiração criminosa.
A rede estaria relacionada com o tráfico de droga, já que alguns dos detidos têm ligações com integrantes do cartel mexicano de Sinaloa, afirmou o procurador-geral adjunto, Jorge Fernando Perdomo.
“As notas eram transportadas nos corpos ou em malas com fundo duplo”, acrescentou, em entrevista.
As detenções ocorreram como resultado de uma investigação internacional que envolveu autoridades da Colômbia, dos Estados Unidos, da Espanha e do México, bem como a empresa aérea Avianca.


SP: moradores de Mauá são abastecidos por caminhões-pipa e com água de chuva


Abastecimento de água em Mauá (SP)
Baldes no quintal da casa de Bernadete Nini em Mauá (SP) armazenam água de chuvaRovena Rosa/Agência Brasil
Os baldes espalhados pelo quintal da casa de Bernadete Nini (56 anos) armazenam a água da chuva para ser usada na descarga dos banheiros ou na limpeza do chão. Não se trata, no entanto, de uma medida de economia de água, mas de uma estratégia que a funcionária pública usa para contornar os problemas no abastecimento. “A água vem por volta das 3h ou 3h30, mas com uma pressão muito baixa, não dá nem para encher a caixa”, conta a moradora do Jardim Zaíra 2, em Mauá, na região do Grande ABC.
Depois de muitas reclamações à Secretaria de Saneamento Básico do Município de Mauá (Sama), Bernadete e outros vizinhos foram abastecidos na última quarta-feira (9) por um caminhão-pipa, dois dias depois de o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ter anunciado o fim da crise hídrica no estado. Em Mauá, apesar de a distribuição ser responsabilidade da prefeitura, toda a água para os 453 mil moradores da cidade é fornecida pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
A Sama afirma que a quantidade de água enviada pela Sabesp é insuficiente para garantir o abastecimento do município. Segundo a secretaria, o volume é inferior ao que era oferecido até 2013, antes da crise hídrica. Bernardete diz que no bairro o problema se agravou nos últimos meses. “Antes, subia até a caixa e a gente administrava”.
Para tomar banho, a vizinha de Bernardete, a professora Anita Bezerra (49 anos) diz que muitas vezes tem de recorrer ao chuveiro do pai. “Aqui em casa, o que tá quebrando o galho é meu pai, que mora na avenida. Lá é mais baixo, não falta água. Para tomar banho, lavar o cabelo, a gente vai lá”.
“A gente sempre morou aqui, nunca teve esse problema”, comentou o gerente de bar Rodrigo Pasianiat (32 anos) sobre os transtornos trazidos pela crise hídrica. Na casa dele, a família comprou uma bomba para tentar abastecer as caixas d'água durante a madrugada. Porém, o investimento foi perdido, o equipamento acabou queimando por ficar muito tempo ligado quando havia apenas ar para bombear.
Lavar roupa de madrugada
A higiene pessoal também é um problema na casa do motorista Maurício Escarabello, morador do Jardim Santa Lídia. “Banho é reduzido: ou à noite, ou de dia. Dois banhos, acaba a água”, afirmou sobre a mudança de rotina em sua residência, onde vivem seis pessoas. Mesmo com duas caixas d'água, Maurício diz que sofre com os problemas de abastecimento. “A água é gotejada, não tem pressão”, lembrou, sobre as dificuldades para encher os reservatórios que mantêm a casa abastecida ao longo do dia.
Contando apenas como uma caixa d'água pequena, a atendente Valquíria Santos (40 anos) é outra moradora do Jardim Santa Lídia que teve de mudar de hábitos. “Se todo mundo usar [a água da caixa] para tomar banho, não dá. Para lavar roupa, tem que madrugar”.
Em nota, a Sabesp informou que, “com o fim da crise hídrica, a companhia tem ampliado gradativamente o envio de água para todos os clientes”. Em Mauá, a estatal disse que ampliou o volume fornecido de 950 litros por segundo (l/s) para 980 l/s, água que, de acordo com a companhia, é suficiente para atender à população do município.



HSBC cobra maior taxa de juros no cheque especial, aponta Procon-SP


Santander e HSBC foram únicos bancos que não reajustaram taxas; Caixa elevou em 10% juros do empréstimo pessoal

Os juros do cheque especial tiveram alta no mês de março, segundo pesquisa do Procon-SP. Apesar de terem sido os únicos a não fazer reajustes, Santander e HSBC seguem com as taxas mais altas entre os bancos pesquisados (14,95% e 14,67%, respectivamente).

Em comunicado, o HSBC afirmou que "pratica preços personalizados que podem variar de acordo com o perfil do cliente e relacionamento que o mesmo mantém com o banco".

Já o Santander contestou o levantamento, informando que "a taxa do empréstimo pessoal citada pela pesquisa corresponde à taxa máxima utilizada pelo banco, aplicada a uma minoria dos clientes".

De acordo com a instituição, a taxa média do empréstimo pessoal do Santander, segundo o último levantamento do Banco Central, é de 4,50% ao mês. "Quanto ao cheque especial, a tarifa é adequada às condições diferenciadas do produto: o Santander Master é o único que oferece dez dias sem juros a cada mês, além de permitir que os clientes parcelem o saldo devedor por metade da taxa”, diz o comunicado.

O levantamento também envolveu Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú e Safra. Foram coletadas taxas vigentes em 4 de março.

Empréstimo pessoal

A Caixa Econômica Federal foi a única instituição financeira que alterou a taxa de juros do crédito pessoal, que passou 5,00% para 5,50% ao mês. Este valor representa uma variação positiva de 10% em relação à taxa de fevereiro.

Entre os bancos avaliados na pesquisa, a taxa média foi de 6,48% a.m., o que signfica uma alta de 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior, que ficou em 6,41%.

Juros em 2015

A taxa do cheque especial chegou a 287% ao ano em dezembro, com alta de 2,1 pontos percentuais em relação a novembro. Na comparação com dezembro de 2014, a alta chegou a 86 pontos percentuais.

A taxa do crédito pessoal caiu 2,8 pontos percentuais para 117,6% ao ano.
Fonte: IG Notícias - 10/03/2016 e Endividado


Hapvida terá de reembolsar R$ 6,8 mil a paciente que pagou por cirurgia bariátrica


A Hapvida Assistência Médica foi condenada a ressarcir, no valor de R$ 6.824,93, paciente que custeou despesas de cirurgia bariátrica e não recebeu o reembolso total gasto no procedimento. A decisão, proferida nessa quarta-feira (09/03), é da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).

Segundo a desembargadora Maria de Fátima de Melo Loureiro, relatora do processo, “não pode a recorrente [Hapvida] por liberalidade própria e de forma unilateral, sem observância à qualquer substrato fático, estipular os valores que são devidos, devendo assim, proceder ao reembolso integral das despesas médicas”.

De acordo com os autos, em 2012, foi constatado que a paciente estava com Obesidade Mórbida Grau III. Ela tinha 1,68 m de altura e pesava 124 kg. Por esse motivo, o médico recomendou a cirurgia de Gastroplastia (redução de estômago). Ao solicitar à seguradora, no entanto, teve o pedido negado, sob o argumento de que se tratava de caso estético, e não havia risco de vida em realizar o procedimento.

Por isso, a paciente foi obrigada a custear as despesas hospitalares e com o médico, no total de R$ 16.268,00. Em seguida, pediu o reembolso das despesas, mas o plano pagou apenas R$ 9.443,07.

Inconformada, ela ajuizou ação solicitando a devolução integral do valor, bem como reparação por danos morais. Na contestação, a Hapvida alegou ausência de requerimento de autorização para o procedimento.

Ao analisar o processo, o juiz Victor Nunes Barroso, da 37ª Vara Cível de Fortaleza, determinou o pagamento de R$ 6.824,93, correspondente ao complemento da quantia paga. Em relação ao pedido de danos morais, o magistrado julgou improcedente por não constar nos autos qualquer documento que comprove a negativa do plano em autorizar a cirurgia. “Por tal razão, não há como se entender pela ocorrência de ato ilícito atribuível à promovida, o que descaracteriza, via de consequência, o apontado dano moral”.

Pleiteando a reforma da decisão, a Hapvida interpôs apelação (n° 0193220-64.2013.8.06.0001) no TJCE. Sustentou que o valor pago foi referente à tabela de preço praticados pela Hapvida na rede especial Nossoplano.

Ao julgar o recurso, a 5ª Câmara Cível manteve a decisão de 1º Grau, seguindo o entendimento da desembargadora relatora. “A recorrente [Hapvida] não trouxe à cognição judicial qualquer Tabela de Preços e/ou indicação de valores praticados para a cirurgia mencionada, o que inviabiliza a definição do quantum a Operadora de Saúde repassa aos seus credenciados quando da realização da referenciada cirurgia”.
Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará - 10/03/2016 e Endividado

Com ações de conscientização, Procon-RS promove 1ª Semana do Consumidor Gaúcho


Evento ocorre entre 14 e 18 de março, celebrando o Dia do Consumidor. Programação inclui atendimento à população na Assembleia Legislativa

Atendimento e orientação à população, estímulo ao consumo sustentável e conscientização sobre os interesses do consumidor estão entre os objetivos de uma campanha que o Procon-RS promove a partir da próxima segunda-feira. Com ações focadas em Porto Alegre, a 1ª Semana do Consumidor Gaúcho será realizada entre 14 e 18 de março — período que coincide com o Dia Internacional do Consumidor, comemorado no dia 15.

Entre as atividades programadas para este ano estão a reinauguração da Escola Superior de Defesa do Consumidor do Rio Grande do Sul (ESDC), na terça-feira, evento que contará com a presença do governador José Ivo Sartori. A escola, que conta com um corpo docente de professores voluntários e utilizará a própria estrutura do Procon-RS para a realização dos cursos, vai formar profissionais dos Procons e cidadãos em geral em temas relativos aos direitos do consumidor. As inscrições para os cursos poderão ser feitas pelo e-mail proconestadualrs@gmail.com.

Outras ações incluem uma audiência pública sobre segurança alimentar e um grande expediente voltado à população na Assembleia Legislativa. Uma unidade móvel do órgão também estará no local na quarta-feira e, na sexta, vai circular em Sapucaia do Sul para orientar a população sobre temas relacionados à defesa do consumidor. A partir de 2016, a Semana do Consumidor Gaúcho passará a ser comemorada anualmente, integrando o calendário oficial de eventos do Estado.

Confira destaques da programação da 1ª Semana do Consumidor Gaúcho:

14 de março
14h: audiência pública da Frente Parlamentar de Defesa do Consumidor sobre segurança alimentar, no plenarinho da Assembleia Legislativa

15 de março
9h: abertura oficial da semana do consumidor e lançamento de documentário sobre direito no consumidor no RS

14h: curso inaugural da Escola Superior de Defesa do Consumidor sobre Direito do Consumidor e Processos Administrativos

16 de março
Unidade móvel do Procon RS fica no pátio da Assembleia Legislativa

14h15: expediente na sessão plenária da Assembleia

17 e 18 de março
A unidade móvel do Procon faz plantão pelas ruas
Fonte: Zero Hora - 10/03/2016 e Endividado



Procurador usa cargo para fins políticos, diz Instituto Lula

Em relação ao pedido de prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na denúncia apresentada ontem (9) pelo Ministério Público de São Paulo à Justiça, o Instituto Lula voltou a negar hoje (10), em nota, que Lula seja dono do apartamento triplex, em Guarujá (SP), alvo da investigação do Ministério Público.
No documento, o instituto critica a atuação do promotor Cássio Conserino, responsável pelo caso. “O promotor paulista que antecipou sua decisão de denunciar Luiz Inácio Lula da Silva antes mesmo de ouvir o ex-presidente dá mais uma prova de sua parcialidade ao pedir a prisão preventiva de Lula”, diz a nota.
Para o Instituto Lula, o pedido de prisão preventiva do ex-presidente é uma “triste tentativa” do promotor de usar o cargo dele para fins políticos. “Cássio Conserino, que não é o promotor natural deste caso, possui documentos que provam que o  ex-presidente Lula não é proprietário nem de triplex no Guarujá nem de sítio em Atibaia, e tampouco cometeu qualquer ilegalidade. Mesmo assim, solicita medida cautelar contra o ex-presidente em mais uma triste tentativa de usar seu cargo para fins políticos".
O Ministério Público de São Paulo pediu também a prisão preventiva de mais seis pessoas: José Adelmário Pinheiro, Leó Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS; Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, executivos da OAS; ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Operação Lava Jato; Ana Maria Érnica, ex-diretora da Bancoop; e Vagner de Castro, ex-presidente da Bancoop.  A Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários) era dona do condomínio onde fica localizado o triplex. A construtora OAS assumiu o condomínio.
Na denúncia apresentada à Justiça paulista, o MP-SP sustenta que os acusados praticaram os crimes de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio –, falsidade ideológica, estelionato, entre outros. Segundo o Ministério Público, o ex-presidente cometeu crimes de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio – e falsidade ideológica.



Acidente nuclear de Fukushima completa 5 anos e preocupa ecologistas

Da Agência Lusa
O grupo ecologista Greenpeace advertiu hoje, no quinto aniversário do terremoto e do tsunami que provocaram o acidente nuclear de Fukushima, que “não há solução à vista para os quase 100 mil desalojados” pela crise na central japonesa. “Não sabemos exatamente o que causou o acidente e o governo japonês continua minimizando o nível de radioatividade nas zonas que tiveram de ser evacuadas. É trágico e inaceitável”, lamentou, em comunicado, o diretor da organização ecologista no Japão, Junichi Sato.
Para os ambientalistas, a crise da central Fukushima Daiichi foi “um dos piores acidentes industriais na história” e os governos devem apostar urgentemente na “energia limpa, renovável e segura”. O Greenpeace também pediu ao governo japonês e à operadora Tokyo Electric Power (Tepco), proprietária da central, para dar prioridade à “segurança e ao meio ambiente” e apontou que o encerramento da central de Takahama, ordenado esta semana por um tribunal do Japão, por razões de segurança, é “um sinal de que a energia nuclear não tem futuro" no país.
O Greenpeace concluiu um estudo do impacto ambiental do acidente de Fukushima e apresentará os resultados nos próximos meses. No entanto, já publicou, na semana passada, relatório em que alerta para as mutações detectadas na flora e na fauna da área afetada pelo acidente de 11 de março de 2011, advertindo para as “elevadas concentrações de radiação” em folhas novas de cedro e no pólen, alterações de crescimento em árvores como o abeto ou em espécies como as borboletas azuis, para danos no ADN de gusanos (um tipo de verme) e para uma redução da fertilidade da andorinha comum.
Cinco anos após o desastre nuclear de Fukushima, o Japão pretende que os 37 países que ainda proíbem ou limitam a importação de alimentos daquela região levantem as restrições, afirmou hoje o governo. “Gostaríamos de erradicar estes rumores danosos [sobre os produtos de Fukushima] mostrando os progressos na reconstrução, através das nossas embaixadas”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Fumio Kishida.
O chefe da diplomacia nipônica se comprometeu a “continuar trabalhando” para que sejam levantadas as barreiras, impostas por conta das emissões da central que contaminaram as zonas próximas e que afetaram os produtos da agricultura, pecuária e pesca.
Segundo dados oficiais japoneses, 37 países e regiões, incluindo a China ou a Coreia do Sul, ainda impõem limitações. O Japão também proibiu temporariamente a venda e o consumo de vários produtos de Fukushima, como arroz ou carne de vaca, dentro do próprio país.



Posted: 10 Mar 2016 11:00 PM PST
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Polícia Civil faz operação contra fraudes em licitações no norte fluminense


Policiais civis cumprem hoje (11) mandados de prisão preventiva contra políticos do norte fluminense, por fraudes em licitações. Marcos Antônio Magalhães Gonçalves, ex-presidente da Câmara dos Vereadores de São Fidélis, Michel Ângelo Machado de Freitas, ex-vereador de Itaocara, e Aldimar Oliveira da Cunha, presidente do Instituto de Previdência de Itaocara, são acusados de desviar R$ 320 mil.
Segundo a Polícia Civil, as fraudes foram cometidas entre 2007 e 2011, na Câmara dos Vereadores de São Fidélis, por meio de licitações irregulares. Ainda de acordo com a polícia, a licitação era “um verdadeiro jogo de cartas marcadas” em que já se conhecia os vencedores antes da conclusão. Michel Ângelo, além de vereador de Itaocara, prestava serviços de contabilidade para a Câmara do município vizinho.
A fraude contava com a participação de empresários, que forneciam documentos de empresas para viabilizar as licitações fraudulentas, e de servidores. Os policiais também cumprem 11 mandados de busca e apreensão em endereços dos empresários e servidores.