Inter libera 15 minutos de treino com Eduardo Baptista, mas esconde time para jogo contra o Corinthians
O terceiro treino de Eduardo Baptista no comando do Inter foi aberto à imprensa, mas não o suficiente para permitir uma observação mais detalhada da equipe que o treinador pretende colocar em campo. Os jornalistas puderam acompanhar apenas os primeiros 15 minutos da atividade desta sexta-feira, no CT Parque Gigante.
Durante o período liberado, Baptista reuniu os jogadores para uma conversa antes do início dos trabalhos. Na sequência, o elenco realizou uma atividade de aquecimento, com corrida e pequenos circuitos. Quando começou o trabalho com bola, a imprensa foi retirada do local.
Ainda assim, o treinador já deu algumas pistas sobre a equipe que pretende montar para a reta final do Campeonato Brasileiro. A principal delas é a utilização de três zagueiros. A ideia também prevê dois volantes e apenas um centroavante, em uma formação que busca dar maior proteção ao sistema defensivo sem abrir mão de uma referência no ataque.
Eduardo Baptista terá mais alguns treinamentos antes de definir a equipe para enfrentar o Corinthians, no dia 7 de outubro, no Beira-Rio. O objetivo é encontrar uma formação capaz de reagir nas dez rodadas restantes e tirar o Inter da zona de rebaixamento.
Justiça condena 4 réus por morte de cabeleireira em Tramandaí; penas chegam a 30 anos
Terminou na noite desta sexta-feira, em Tramandaí, no Litoral Norte, o júri que apurou a morte da cabeleireira Návia Regina Christan em 2018. Por decisão do Conselho de Sentença, os quatro réus apontados na denúncia como mandantes e intermediadores do crime foram considerados culpados. A sentença foi proferida pelo Juiz de Direito Gilberto Pinto Fontoura, titular da 1ª Vara Criminal local, que fixou as penas que variam de cinco a 30 anos de reclusão. Cabe recurso da decisão.
Confira os detalhes da decisão:
Silvana Christan: 30 anos de reclusão em regime fechado. Mantida prisão domiciliar humanitária. Condenada por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima);
Joares Antônio Pellinson: 26 anos e 8 meses de reclusão em regime fechado. Condenado por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima);
Rosane de Lima Araújo: 5 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Condenada por homicídio qualificado (mediante paga ou recompensa), com reconhecimento de menor participação e de colaboração para a investigação;
Robsom Araújo de Moraes Soares: 17 anos, 9 meses e 10 dias. Condenado por homicídio duplamente qualificado (mediante paga ou recompensa e recurso que dificultou a defesa da vítima), com reconhecimento de menor participação.
O caso
Návia, conhecida na cidade como Maninha, era proprietária de um salão de beleza, assim como a irmã dela (Silvana). Ela sofreu uma tentativa de assassinato em 2017, quando teve a casa invadida e foi atingida por um tiro no rosto. Os ferimentos deixaram sequelas permanentes físicas e cognitivas. Por este crime, os acusados já foram julgados e condenados.
Em 5 de novembro de 2018, Maninha teve o salão invadido e foi morta no local, atingida por três tiros.
A irmã e o cunhado da cabeleireira (Joares) são apontados pelo Ministério Público como mandantes do crime, que teria sido motivado por desentendimentos familiares. Segundo a acusação, o casal acreditava que a vítima queria prejudicá-los financeiramente. Rosane (manicure e funcionária de Silvana) e Robsom teriam sido pagos para intermediar a contratação dos executores. Dois homens acusados da execução já foram julgados e condenados em 2022.
Patrocínios de bets representam 7,9% do faturamento da Série A e MP de Lula projeta rombo bilionário nos clubes
As casas de apostas, proibidas de operar no Brasil por uma medida provisória do governo federal, representam 7,9% das receitas de faturamento dos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, conforme os balanços financeiros de 2025. Até 5 de outubro, apostadores poderão sacar o saldo nas plataformas. Este é o prazo limite para a remoção de publicidades e sinais de patrocínio.
A MP foi assinada pelo presidente Lula no fim da tarde desta sexta-feira. Inicialmente, a ideia era veto apenas aos cassinos online, mas a proibição foi estendida para toda a operação das bets. Empresas do ramo são patrocinadoras máster de 14 dos 20 clubes da Série A de 2026.
O número de equipes com esses aportes na elite do futebol brasileiro já é menor este ano em relação a 2025. Mesmo assim, os clubes defendem que o setor é relevante tanto para as agremiações quanto para competições, naming rights de estádios e publicidade na TV e placas na beira do campo.
Nesta sexta-feira, o Flamengo criticou a medida do presidente Lula. O argumento é de que a mudança prejudicará o esporte e a economia, destacando que a regulamentação atual foi fruto de longas discussões e garante fiscalização e tributação. "A gente estima que as perdas imediatas de receita para o ano que vem sejam de R$ 400 milhões a R$ 430 milhões e, sem um preparo prévio, é absolutamente impossível que você consiga estancar essa sangria", disse o presidente flamenguista Luiz Eduardo Baptista, em entrevista à CNN Brasil.
Impacto financeiro geral
Considerando os patrocínios de 2025, os aportes somaram R$ 1,14 bilhão. Isso corresponde a 7,9% das receitas totais dos clubes no ano passado. Os 20 clubes da Série A bateram R$ 14,9 bilhões em faturamento, com endividamento chegando a R$ 14,3 bilhões.
Apenas quatro clubes pertencentes à Série A na última temporada tiveram bets como fonte direta de mais de 10% das suas receitas em 2025: Corinthians (17,3%), Flamengo (12,71%), Sport (12,64%) e Juventude (10,49%).
Casos específicos de patrocínio
A Esportes da Sorte prevê R$ 150 milhões anuais ao Corinthians, o que representou 17,3% das receitas totais do último exercício (R$ 863,68 milhões). Antes, desde dezembro de 2022, a equipe já teve patrocínio de outras duas casas de apostas, incluindo a Vai de Bet, que acabou na mira do Ministério Público.
O São Paulo, com a Superbet, recebeu R$ 80 milhões em 2025, o que equivale a 7,48% do R$ 1,07 bilhão faturado no ano. O clube tricolor tem acordo com bets desde 2019. A atual marca está na camisa desde dezembro de 2023 e, em 2026, o aporte subiu para R$ 95 milhões.
O Santos assinou com a Novibet por R$ 35 milhões para 2026, mas em 2025 ainda era patrocinado pela 7k, recebendo R$ 51 milhões. A quantia foi 8% do faturamento de R$ 573,6 milhões. Mais saudável financeiramente, o Palmeiras firmou o primeiro contrato com uma bet, a Sportingbet, em janeiro de 2025, por R$ 120 milhões anuais. Isso correspondeu a 6,93% das receitas totais (R$ 1,73 bilhão).
Reação e regulamentação
O Estadão apurou com executivos e fontes ligados ao setor que as casas de apostas vão recorrer à Justiça assim que a MP for decretada, sob o argumento de que a medida do governo é inconstitucional. Uma pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira apontou que o apoio à proibição das bets chega a 75% dos brasileiros. Apenas 17% disseram ser contrários à medida.
As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024. Hoje, existem 85 empresas no mercado regulado. Cada uma delas pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.
Crescimento em receitas veio acompanhado de 46% de aumento no endividamento
Os 20 clubes do Brasileirão de 2025 somaram no ano passado uma receita de R$ 14,9 bilhões, um aumento de 33% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da EY. No acumulado entre 2021 e 2025, o crescimento chega a 73%. Entretanto, o relatório também aponta aumento no endividamento. Entre 2021 e 2025, o dado subiu 46%, batendo R$ 14,3 bilhões.
A evolução não foi constante. Entre 2022 e 2023, o endividamento teve registro de queda de 3%. Entretanto, nos anos seguintes, o número voltou a ter altas, inclusive superiores àquela observada entre 2021 e 2022 (12%). Clubes manifestaram-se contra a medida ainda quando era um plano do governo de proibir cassinos online, destacando o impacto financeiro negativo no esporte. O temor é por desequilíbrio financeiro e migração para apostas ilegais.
e-Título poderá ser baixado no dia da eleição em 2026, mas TSE recomenda instalar com antecedência
Nas eleições de 2026, o eleitor poderá baixar e ativar o e-Título no dia da votação, tanto no primeiro quanto no segundo turno. A mudança foi anunciada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, na quinta-feira (24). Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso ao aplicativo eram interrompidos no dia do pleito como medida preventiva para reduzir a sobrecarga do sistema.
Segundo o TSE, o aprimoramento da infraestrutura e o monitoramento do aplicativo permitirão manter o serviço disponível nos dias de votação. Antes, a interrupção permitia priorizar o funcionamento do e-Título para os eleitores que já haviam feito o primeiro acesso e ativado a ferramenta. Neste ano, a preparação da infraestrutura busca evitar a necessidade dessa interrupção.
Apesar da mudança, a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor faça o download e a ativação do aplicativo com antecedência. A orientação contribui para reduzir a concentração de acessos e permite conferir previamente os dados e as funcionalidades disponíveis. O aplicativo e-Título oficial pode ser baixado gratuitamente nas lojas de aplicativos dos celulares.
Funcionalidades do e-Título
O e-Título permite consultar informações eleitorais, o local de votação e a situação do título, emitir certidões, justificar ausência às urnas, consultar e pagar débitos eleitorais e fazer a inscrição como mesário voluntário. A versão atualizada também permite o pagamento de débitos por Pix ou cartão e o recebimento de notificações da Justiça Eleitoral diretamente no celular.
Para quem tem biometria cadastrada e fotografia disponível no aplicativo, o e-Título pode ser usado como documento oficial de identificação no momento da votação. O primeiro turno das eleições de 2026 será em 4 de outubro. Onde houver segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro.
Último debate antes do 1º turno reúne candidatos ao governo do RS e ao Senado nos dias 29 e 30
Em contagem regressiva para o primeiro turno das eleições, os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul e ao Senado Federal pelo Estado se reúnem para discutir pela última vez. O encontro final entre os postulantes ocorrerá nos dias 29 e 30 de setembro, em debates realizados pelo Correio do Povo, Rádio Guaíba e Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs).
Os dois encontros estão marcados para às 13h15min, no horário do programa Esfera Pública, no Teatro da Amrigs. A transmissão ao vivo estará disponível nas redes sociais do Correio do Povo, da Rádio Guaíba e da Amrigs.
Na terça-feira (29), reúnem-se os candidatos gaúchos ao Senado Federal de partidos com representação no Congresso Nacional: Frederico Antunes (PSD), Germano Rigotto (MDB), Manuela d'Ávila (Psol), Marcel van Hattem (Novo), Milton Cardoso (PSDB), Paulo Pimenta (PT), Renato Jaguarão (Cidadania) e Ubiratan Sanderson (PL). O debate será mediado pela jornalista e colunista Taline Oppitz.
Em seguida, na quarta-feira (30), será a vez dos quatro candidatos ao governo do Estado de siglas com representação no Congresso: Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL) e Marcelo Maranata (PSDB). Desta vez, a mediação será do jornalista e apresentador Lasier Martins.
"Nesta reta final de campanha e sabendo que há muitos eleitores com dúvidas, os debates representam momentos únicos e de extrema relevância para essa definição. Será dali que sairão aqueles que estarão à frente do comando do Palácio Piratini e na representação gaúcha em Brasília", ressalta a gerente de jornalismo do Correio do Povo, Mauren Xavier.
"A Guaíba tem enorme tradição em coberturas de eleições ao longo da história do Brasil e do Rio Grande do Sul. Desta vez, ganhamos ainda mais importância no cenário da escolha do nosso próximo governador e dos nossos próximos senadores por sermos a emissora que vai promover os últimos debates em rádio e TV", afirma o diretor de Jornalismo da rádio, Rafael Cechin.
Para o jornalista, é chegada a hora da decisão. E os encontros entre os candidatos aos dois cargos são "fundamentais" para determinar o resultado das votações no dia 4 de outubro. "Reuniremos dois craques da mediação em debates, Taline Oppitz e Lasier Martins, para comandar as discussões. Será com certeza mais um momento histórico para nós e para os nossos públicos."
Barragem em São Marcos fica mais segura, mas segue em emergência e moradores continuam evacuados
A Barragem Arroio São Luiz, em São Marcos, na Serra Gaúcha, permanece em situação de emergência nesta sexta-feira, apesar da melhora nas condições de segurança da estrutura. Os 150 moradores evacuados permanecem fora de casa, a escola da área de risco segue interditada e trechos da estrada continuam bloqueados.
A Corsan tem expectativa de concluir ainda nesta sexta-feira o rebaixamento do reservatório e o tamponamento das fissuras. Após essas etapas, será feita uma nova avaliação técnica para verificar se a barragem poderá deixar a situação de emergência, o que permitirá o retorno dos moradores.
Em coletiva realizada nesta tarde, o comitê de crise coordenado pela Defesa Civil estadual informou que a mudança para o estado de alerta, divulgada anteriormente como uma possibilidade para as próximas horas, ainda não se concretizou. Segundo o titular da 9ª Coordenadoria Regional de Proteção e Defesa Civil estadual, Marcelo Almeida de Souza, o nível do reservatório precisa chegar a 3,40 metros e o tamponamento das fissuras deve ser concluído com eficiência. Também é necessária a avaliação dos pontos de monitoramento e controle da estrutura. Nesta sexta-feira, o nível estava em 3,49 metros, a 9 centímetros da cota estabelecida.
Maraísa Mendonça, diretora-executiva da Corsan regional Norte e Serra, afirmou que a barragem está em uma condição mais segura, mas que a alteração do status depende do cumprimento dos protocolos técnicos.
"As condições hoje são muito mais seguras. Porém, o que a gente precisa neste momento é atender a tudo que foi traçado, para ter toda a segurança técnica para aí sim alterar o status", afirmou.
Os mergulhadores retomaram nesta tarde o trabalho de vedação dos pontos de fissura pela parte interna da estrutura, em uma intervenção subaquática. A previsão da Corsan é concluir o serviço ainda nesta sexta-feira, mas a empresa ressalta que o prazo depende das condições de trabalho. Depois, serão avaliados os dados de monitoramento, as imagens e os demais controles de segurança, em uma nova reunião do comitê.
O prefeito de São Marcos, Volmir Rech, afirmou que as intervenções emergenciais serão seguidas por medidas de recuperação da estrutura.
"Agora a gente está atuando imediatamente para a solução disso e aí, em seguida, as obras continuam, os estudos continuam", disse.
No domingo, às 11h, a medição era de 4,65 metros, após São Marcos registrar 174 milímetros de chuva em cerca de 12 horas. Desde o início da crise, o nível já baixou cerca de 1 metro, reduzindo também a área que poderia ser atingida em caso de colapso. Um novo estudo sobre a mancha de inundação, considerando a condição atual da barragem, deverá ser apresentado possivelmente até o fim da tarde.
A operação de retirada de água continua de forma controlada. Segundo a Corsan, uma das bombas enviadas pelo Dmae de Porto Alegre está em funcionamento, mas opera a 30% da capacidade porque uma vazão maior poderia comprometer a segurança da estrutura e do sistema de drenagem. A retirada precisa ser gradual também para preservar o abastecimento de São Marcos, que atende cerca de 22 mil pessoas.
As aulas da Escola Municipal de Ensino Fundamental Antonio Pessini, que fica na área de risco, também permanecem suspensas. Os 220 alunos serão atendidos temporariamente no Colégio Estadual São Marcos.
Segundo o comitê, a Rodovia Padre Pedro Rizzon (VRS 815) segue com cerca de 600 metros bloqueados. O acesso à região é analisado caso a caso, com possibilidade de entradas pontuais acompanhadas por equipes de segurança quando houver necessidade, como para atendimento de propriedades e aviários da área.
O que aconteceu
A situação da Barragem Arroio São Luiz chamou a atenção das autoridades após equipes da Corsan identificarem trincas com vazamento no vertedouro e em partes do contraforte da estrutura. A identificação ocorreu durante vistorias realizadas na quarta-feira, após as chuvas intensas registradas na região.
São Marcos registrou 174 milímetros de precipitação em menos de 24 horas, enquanto a média histórica de todo o mês de setembro é de aproximadamente 163 milímetros. O volume provocou uma elevação significativa do nível do reservatório.
Diante da situação, a Corsan acionou o Plano de Ação de Emergência (PAE), ampliou o monitoramento da estrutura e adotou medidas preventivas para proteger a população das áreas que poderiam ser atingidas em um eventual cenário de emergência.
A resposta é coordenada por uma força-tarefa formada por Corsan/Aegea, Defesa Civil estadual, Prefeitura de São Marcos, Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Brigada Militar e Corpo de Bombeiros. Um gabinete local de incidente foi instalado no município.
As equipes permanecem em monitoramento contínuo, com controle de acesso à área da barragem.
Penitenciária de Rio Grande terá 1,7 mil vagas e está com 92% das obras concluídas
A região Sul contará com mais 1.710 vagas para o sistema prisional com a conclusão da Penitenciária Estadual de Rio Grande, localizada no quilômetro 15 da BR 392. Com 26 mil metros quadrados de área construída, a unidade está com 92,1% das obras executadas. O governador Eduardo Leite realizou uma vistoria técnica no local.
A estrutura conta com oito alas carcerárias e dois pavilhões destinados a atividades de trabalho e reciclagem. O projeto também prevê 24 salas de aula e 14 espaços para oficinas profissionalizantes. A unidade segue o conceito de construção modular já utilizado em outros estabelecimentos prisionais do Estado.
Entre as soluções previstas está um corredor localizado acima das celas, que permite aos policiais penais operarem as grades sem contato direto com as pessoas custodiadas. Como medidas de segurança, as celas não terão tomadas elétricas e as áreas abertas, como os pátios, contarão com reforço na cobertura para dificultar a entrada de objetos e materiais não autorizados.
"É uma unidade planejada para ampliar a capacidade do sistema prisional da região, com espaços destinados à custódia, à educação e ao trabalho. O projeto também prevê soluções para tornar mais seguras as rotinas dos policiais penais e das pessoas que estarão na unidade", destacou Leite.

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