A investigação sobre o desaparecimento de Silvana Aguiar (48) e seus pais, Dalmira (70) e Isail (69), ganhou novos capítulos nesta quarta-feira (18). Equipes da 2ª DP de Cachoeirinha e do Corpo de Bombeiros realizaram diligências em uma área rural inóspita de Gravataí, pertencente à Transpetro.
O local, marcado por dutos enterrados e risco de explosão, foi vasculhado após rastreamento tecnológico, mas a área específica foi descartada pelos agentes após o levantamento do perímetro.
📱 O Rastro Digital: Celular foi a chave
Um laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) trouxe informações cruciais para o redirecionamento das buscas:
Sinal Detectado: O celular de Silvana emitiu sinal na área rural de Gravataí no dia 2 de fevereiro, oito dias após o sumiço da família.
Localização do Aparelho: O telefone foi encontrado sob uma pedra no dia 7 de fevereiro, após uma denúncia anônima.
O Suspeito: No dia em que o sinal foi detectado na área rural, o ex-marido de Silvana, o policial militar Cristiano Domingues Francisco (39), constava na escala de serviço em Canoas.
🚧 Varredura em Propriedades da Família
Desde a última sexta-feira, a Polícia Civil tem focado em locais ligados ao suspeito:
Sítio da Família: Buscas realizadas em Gravataí.
Residências: Vistorias nas casas da mãe, do irmão e da atual esposa de Cristiano, em Cachoeirinha.
Bairro Mato Alto: Observações em terrenos da família do PM nesta terça-feira.
Até o momento, as ações têm servido principalmente para descartar pontos geográficos, sem que os corpos tenham sido localizados.
⚖️ Situação Jurídica
Prisão: Cristiano Domingues está preso temporariamente no Batalhão de Polícia de Guarda, em Porto Alegre, desde 10 de fevereiro. Ele nega qualquer participação no crime.
Defesa: O advogado Jeverson Barcellos afirmou que Cristiano e sua família permanecem à disposição das autoridades e que analisa a possibilidade de um habeas corpus contra a prorrogação da prisão temporária por mais 30 dias.
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