Operação dos EUA para capturar Maduro mobilizou mais de 150 aeronaves

 


A operação militar Resolução Absoluta, que resultou na captura e retirada de Nicolás Maduro de Caracas, exigiu “meses de planejamento e ensaios” e contou com o uso de mais de 150 aeronaves dos Estados Unidos, afirmou neste sábado (3) o chefe do Estado-Maior, general Dan Caine.

📌 Complexidade da missão

Em coletiva de imprensa ao lado do presidente Donald Trump, Caine destacou a dimensão da ação:

“A palavra integração não é suficiente para descrever a enorme complexidade de uma missão desse tipo, uma extração tão precisa: envolveu a decolagem de mais de 150 aeronaves em todo o hemisfério ocidental.”

🌙 Captura durante a noite

Segundo informações da CNN, Maduro e sua esposa Cilia Flores foram surpreendidos enquanto dormiam e retirados de seu quarto por integrantes da Força Delta, grupo de elite do Exército americano.

  • Não houve registro de mortes durante a operação.

  • O plano vinha sendo preparado desde meados de dezembro, mas foi adiado por fatores como condições climáticas e pela decisão de Trump de atacar a Nigéria no período do Natal.

🗳️ Transição política

Fontes consultadas pela CNN afirmaram que o plano dos EUA também considerava a instalação de um governo de transição antes da convocação de novas eleições na Venezuela.

Fonte: Correio do Povo

Ataque dos EUA atinge complexos militares na Venezuela e resulta na captura de Nicolás Maduro

 


Explosões e sobrevoos de aeronaves sacudiram Caracas na madrugada deste sábado (3), marcando o ápice de quatro meses de pressão militar contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro, de 63 anos. Os ataques, dirigidos contra o Fuerte Tiuna — maior complexo militar do país — e uma base aérea, terminaram com a captura e prisão de Maduro pelas forças dos Estados Unidos.

📌 Contexto da ofensiva

  • Maduro, considerado ilegítimo por Washington, chegou ao poder em 2013 após a morte de Hugo Chávez e foi acusado de fraude nas últimas eleições.

  • Em 2020, os EUA o acusaram formalmente de narcotráfico, oferecendo uma recompensa de R$ 272 milhões por sua captura.

  • Além da capital, os ataques atingiram os estados de La Guaira (onde fica o aeroporto de Caracas), Miranda e Aragua.

⚠️ Clima em Caracas

A cidade amanheceu deserta, mas logo surgiram filas em supermercados, que passaram a vender produtos através das grades para evitar saques.

  • Bairros cheiravam a pólvora, enquanto policiais encapuzados e fortemente armados patrulhavam prédios públicos.

  • Cerca de 500 simpatizantes de Maduro se reuniram em frente ao Palácio de Miraflores com bandeiras e retratos do presidente.

  • O governo denunciou que os bombardeios atingiram civis, sem apresentar provas.

📺 Imagens e reações populares

O canal estatal VTV exibiu ônibus incendiados e grades derrubadas em La Carlota, base aérea de Caracas. Moradores relataram medo e comoção:

“As explosões me levantaram da cama à força. Pensei: ‘Deus, chegou o dia’, e chorei”, disse María Eugenia Escobar, de 58 anos, moradora de La Guaira.

🛡️ Resposta venezuelana

  • O governo decretou estado de comoção externa, concedendo poderes especiais diante do conflito.

  • O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, anunciou um “desdobramento maciço” das forças militares.

  • O chanceler Yván Gil pediu reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.

  • O ministro do Interior, Diosdado Cabello, declarou: “Ao final desses ataques, nós venceremos. Leais sempre! Traidores nunca!”.

🌍 Repercussão internacional

  • Rússia, China, Irã e Cuba rejeitaram os ataques e exigiram a libertação de Maduro.

  • Brasil, Chile e México também condenaram a intervenção militar.

  • O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o precedente perigoso de desrespeito ao direito internacional.

  • A União Europeia pediu contenção.

  • O presidente colombiano Gustavo Petro mobilizou tropas na fronteira e reivindicou reuniões imediatas da OEA e da ONU.

Fonte: Correio do Povo

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Trump divulga foto de Nicolás Maduro após captura por forças dos EUA

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste sábado (3) uma suposta foto do líder venezuelano Nicolás Maduro, após sua captura durante a ofensiva militar americana contra a Venezuela.

📌 Divulgação da imagem

A foto foi compartilhada em rede social, acompanhada da legenda: “A bordo do USS Iwo Jima”.

⚠️ Operação militar

Segundo Trump, Maduro foi retirado do país após um “ataque em grande escala”, que o presidente americano disse ter acompanhado “como um programa de televisão”.

  • A ofensiva incluiu cerca de uma hora de bombardeios em Caracas e em outras regiões venezuelanas.

⚖️ Processo judicial

Trump anunciou que Maduro será levado a julgamento em Nova York, acusado de narcotráfico e terrorismo. O presidente americano também afirmou que não permitirá que integrantes do círculo de Maduro retomem o poder na Venezuela.

Fonte: Correio do Povo

Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e pede resposta internacional

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou neste sábado (3) sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro. Em publicação no X (antigo Twitter), Lula classificou a ação como uma “afronta gravíssima à soberania venezuelana” e alertou para os riscos à ordem internacional.

📌 Condenação ao uso da força

Segundo o presidente, os bombardeios representam um precedente “extremamente perigoso” e violam princípios básicos do direito internacional:

“Atacar países em flagrante violação do direito internacional é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, escreveu.

🌎 Contexto histórico

Lula destacou que a posição brasileira é consistente com a defesa da paz e da não intervenção em conflitos internacionais. Ele comparou a ação americana aos “piores momentos de interferência na política da América Latina e do Caribe”, ressaltando que tais episódios ameaçam a preservação da região como zona de paz.

🤝 Diplomacia e cooperação

O presidente reafirmou que o Brasil seguirá atuando pela via diplomática e pela cooperação internacional.

“A comunidade internacional, por meio da ONU, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover o diálogo e a cooperação”, concluiu.

Fonte: Correio do Povo

Novas imagens revelam bombardeios dos EUA na Venezuela e prisão de Nicolás Maduro

 


ESTADOS UNIDOS E VENEZUELA 🌎 | Confira outros pontos da Venezuela que foram alvo dos Estados Unidos na manhã deste sábado (3). 


Segundo comunicado de Caracas, as ofensivas atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Ainda não há balanço oficial de mortos ou feridos.


📲 Leia a notícia completa no site do Correio do Povo

📸 Record/ Reprodução / CP

Postagem de Correio do Povo

Fonte: https://x.com/correio_dopovo/status/2007477691742638433?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2007477691742638433%7Ctwgr%5Eca7348f928c2f774f1c6eaafc2d74006e6f4fe95%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.correiodopovo.com.br%2FnotC3ADcias%2Fmundo%2Fbombardeios-e-desespero-novas-imagens-mostram-ataque-dos-eua-na-venezuela-1.1679582

Refugiados venezuelanos no RS veem prisão de Maduro como liberdade, mas também como luto

 


A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, neste sábado (3), e os bombardeios que atingiram Caracas e outras regiões do país, repercutiram entre refugiados que vivem no Rio Grande do Sul. Para muitos, o momento é de celebração pela expectativa de mudança, mas também de preocupação com as perdas humanas.

📌 Vozes da comunidade

A refugiada Lisbeth Del Valle García Olivares, que vive há quase três anos em Esteio, afirmou que a prisão de Maduro simboliza liberdade, mas também dor:

“A captura de Maduro representa a liberdade do povo venezuelano, mas também um luto por todas as pessoas inocentes que perderam a vida.”

Ela relatou dificuldades em se comunicar com familiares em Caracas, devido ao corte de comunicações, e destacou que muitos venezuelanos comemoram a queda do regime, embora ignorem a gravidade da situação.

🏠 História de Lisbeth

Natural de Guayana, Lisbeth deixou o país em fevereiro de 2023 com o marido e quatro filhos, chegando ao Brasil em março. Hoje trabalha como pedreira e participa da Casa dos Imigrantes e Refugiados do RS, ONG que apoia migrantes. Ela recorda que saiu da Venezuela por não suportar ver os filhos passando fome:

“A gente conseguia um quilo de arroz para comer em um dia. Só arroz puro. Não havia educação nem hospitais adequados.”

Apesar das dificuldades de adaptação, afirma que no Brasil conseguiu reconstruir a vida e dar melhores condições às crianças.

📌 Outra voz: Gregoria Rodriguez

Também moradora de Esteio, Gregoria Rodriguez celebrou a prisão de Maduro como “uma ótima notícia”, lembrando que o presidente destruiu a economia em menos de um ano após assumir em 2013. Ela deixou San Félix em 2018, viveu em Manaus e Roraima, e desde 2020 está no RS.

“Na Venezuela a gente não tem futuro. Eu trabalhava, estudava, mas o dinheiro não valia nada. Não havia produtos nos mercados.”

Gregoria relatou que familiares em Caracas enfrentam tensão, com militares nas ruas e comércio fechado.

🌍 Expectativas

Apesar da dor pelas vítimas dos bombardeios, Lisbeth acredita que a Venezuela pode iniciar uma nova fase:

“Antes da ditadura de Maduro havia empregos, o dinheiro dava para viver. Ainda quero voltar, mas estou aqui para dar melhoria para meus filhos. O que passamos lá, não quero que eles voltem a passar.”

Fonte: Correio do Povo

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Prisão de Nicolás Maduro acentua polarização política no Brasil

 


A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em operação militar realizada nas últimas horas, intensificou neste sábado (3) a polarização entre políticos brasileiros de direita e esquerda.

📌 Direita celebra prisão

Parlamentares e lideranças da direita comemoraram a ação, classificando-a como um marco histórico para a América Latina:

  • Luciano Zucco (PL), pré-candidato ao governo do RS, afirmou que a captura representa o fim de um ciclo de opressão e a chance de reconstrução institucional da Venezuela.

  • Osmar Terra (PL) declarou que “nada será como antes nas Américas” e que ditadores da região estão em alerta.

  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) disse que Maduro, amigo de Lula, terminou como “todos os tiranos: desacreditado, isolado e preso”.

  • General Girão (PL-RN) celebrou com a frase “Viva a Liberdade! Queremos o mesmo para o Brasil”.

  • Bia Kicis (PL-DF) chamou a notícia de “maravilhosa”, destacando a libertação do povo venezuelano.

📌 Esquerda denuncia agressão

Já políticos da esquerda classificaram a operação como ilegal e uma violação da soberania venezuelana:

  • Maria do Rosário (PT-RS) disse que a ação é “gravíssima e inaceitável”, acusando os EUA de buscar petróleo na região.

  • Carlos Zarattini (PT-SP) afirmou que o ataque não tem relação com democracia, mas com interesses econômicos, e comparou a omissão americana em Gaza.

  • José Guimarães (PT-CE) declarou que a ofensiva fere o direito internacional e a autodeterminação dos povos.

  • Edegar Pretto (PT), pré-candidato ao governo do RS, compartilhou apenas a manifestação do presidente Lula.

📌 Posição intermediária

O governador gaúcho Eduardo Leite (PSD) adotou tom moderado. Ele condenou o regime de Maduro por violações de direitos humanos, mas também criticou a intervenção militar estrangeira, defendendo o diálogo e o respeito à soberania como caminho para a paz na América Latina.

📌 Contexto

Até o início da manhã deste sábado, os presidentes da Câmara e do Senado ainda não haviam se manifestado oficialmente sobre o episódio.

Fonte: Correio do Povo

Parlamentares dos EUA dizem que ataque à Venezuela é ilegal sem aval do Congresso

 


Deputados e senadores americanos afirmaram neste sábado (3) que o presidente Donald Trump não obteve autorização do Congresso para realizar a ação militar contra a Venezuela, o que torna o ataque ilegal, segundo os parlamentares.

📌 O ataque

Os Estados Unidos lançaram bombardeios em Caracas e em outros três estados venezuelanos, capturando o presidente Nicolás Maduro e sua esposa. Trump confirmou a operação em sua rede social Truth Social e anunciou uma coletiva de imprensa para as 13h (horário de Brasília).

🗣️ Reações no Congresso

  • A deputada democrata Melanie Stansbury declarou que o presidente não tem autoridade para declarar guerra ou conduzir operações militares em larga escala sem o aval do Congresso.

“Esses ataques são ilegais. O Congresso precisa agir para contê-lo imediatamente”, afirmou em publicação no X (ex-Twitter).

  • O deputado democrata Jim McGovern também questionou a legalidade da ação e criticou o uso de recursos públicos em mais uma intervenção militar.

“Sem autorização do Congresso – e com a maioria dos americanos contrária a uma ação militar –, Trump lançou um ataque injustificado e ilegal contra a Venezuela. Ele diz que não há dinheiro para a saúde dos americanos, mas temos recursos ilimitados para a guerra?”, provocou.

Fonte: Correio do Povo