Prisão de Nicolás Maduro acentua polarização política no Brasil

 


A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em operação militar realizada nas últimas horas, intensificou neste sábado (3) a polarização entre políticos brasileiros de direita e esquerda.

📌 Direita celebra prisão

Parlamentares e lideranças da direita comemoraram a ação, classificando-a como um marco histórico para a América Latina:

  • Luciano Zucco (PL), pré-candidato ao governo do RS, afirmou que a captura representa o fim de um ciclo de opressão e a chance de reconstrução institucional da Venezuela.

  • Osmar Terra (PL) declarou que “nada será como antes nas Américas” e que ditadores da região estão em alerta.

  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) disse que Maduro, amigo de Lula, terminou como “todos os tiranos: desacreditado, isolado e preso”.

  • General Girão (PL-RN) celebrou com a frase “Viva a Liberdade! Queremos o mesmo para o Brasil”.

  • Bia Kicis (PL-DF) chamou a notícia de “maravilhosa”, destacando a libertação do povo venezuelano.

📌 Esquerda denuncia agressão

Já políticos da esquerda classificaram a operação como ilegal e uma violação da soberania venezuelana:

  • Maria do Rosário (PT-RS) disse que a ação é “gravíssima e inaceitável”, acusando os EUA de buscar petróleo na região.

  • Carlos Zarattini (PT-SP) afirmou que o ataque não tem relação com democracia, mas com interesses econômicos, e comparou a omissão americana em Gaza.

  • José Guimarães (PT-CE) declarou que a ofensiva fere o direito internacional e a autodeterminação dos povos.

  • Edegar Pretto (PT), pré-candidato ao governo do RS, compartilhou apenas a manifestação do presidente Lula.

📌 Posição intermediária

O governador gaúcho Eduardo Leite (PSD) adotou tom moderado. Ele condenou o regime de Maduro por violações de direitos humanos, mas também criticou a intervenção militar estrangeira, defendendo o diálogo e o respeito à soberania como caminho para a paz na América Latina.

📌 Contexto

Até o início da manhã deste sábado, os presidentes da Câmara e do Senado ainda não haviam se manifestado oficialmente sobre o episódio.

Fonte: Correio do Povo

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