O governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria Estadual da Saúde (SES), anunciou o repasse de R$ 7,3 milhões por ano para auxiliar no custeio de 100 leitos de cuidado prolongado no Hospital Santa Ana, em Porto Alegre. O investimento integra o programa SUS Gaúcho, criado para complementar a tabela SUS.
Importância dos leitos
Ativos desde a inauguração do hospital, em 2018, os leitos são destinados a pacientes que necessitam de maior tempo de recuperação, ajudando a reduzir a superlotação em hospitais de alta complexidade. Segundo a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, o aporte é essencial para o giro de leitos e para a organização da rede assistencial da Capital e região Metropolitana.
“Esses leitos têm como objetivo oferecer cuidado prolongado para pacientes em reabilitação. Estamos fazendo a diferença na vida das pessoas, para que possam voltar às suas casas e famílias”, destacou.
Contexto do programa
Em 2025, o SUS Gaúcho destinou R$ 267,7 milhões à rede de saúde. O anúncio contou com a presença do secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter, e da presidente da Associação Educadora São Carlos, Marileida Baggio, mantenedora do hospital.
Ritter reforçou a importância estratégica do Santa Ana, considerado o “hospital dos hospitais” por atuar como retaguarda para toda a rede da Capital.
“Esse investimento em leitos de longa permanência é fundamental para colocar o paciente certo no lugar certo e no tempo certo. O custo em saúde cresceu muito, e o repasse do Estado vai se somar aos recursos já aplicados pela prefeitura”, afirmou.
Custos e impacto
O custo anual do Hospital Santa Ana gira em torno de R$ 85 milhões. O repasse estadual representará cerca de 9% desse valor, fortalecendo o atendimento de urgência e emergência e contribuindo para a redução das filas de espera.
📌 Resumo: O governo do RS vai investir R$ 7,3 milhões anuais em 100 leitos de cuidado prolongado no Hospital Santa Ana, em Porto Alegre. O aporte integra o programa SUS Gaúcho e busca aliviar a lotação de hospitais de alta complexidade, garantindo continuidade no cuidado e maior eficiência na rede de saúde.

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