Ex-Inter, Patrick é anunciado como reforço no Athletico Paranaense

 Meia, que jogou no Beira-Rio entre 2018 e 2021, assinou contrato por empréstimo com o Furacão e vai disputar a Série B



O Athletico-PR oficializou a contratação do ex-jogador santista Patrick nesta quarta-feira. O meio-campista, que vestiu a camisa do Inter 199 vezes entre 2018 e 2012, estava no Santos, onde não teve boa passagem.

Patrick vai por empréstimo e assinou vínculo até o fim da temporada 2025. A diretoria do clube paranaense aposta na experiência do jogador para comandar a equipe na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. No ano passado, mesmo se conseguir se firmar como titular, o atleta foi campeão da segunda divisão nacional com a equipe paulista.

A contratação foi divulgada nas redes sociais do clube e Patrick deu a primeira entrevista como atleta rubro-negro. "Agora sou do Furacão. Vim para somar e conquistar os objetivos da temporada. Vamos juntos”, afirmou.

Na breve entrevista, o novo contratado aproveitou a apresentação para convocar a torcida a acompanhar o time, principalmente quando a Série B do Brasileiro começar. "Aqui é complicado, a torcida mete pressão e isso dificulta para o adversário. Importante ter o apoio das arquibancadas, ainda pelo momento que estamos passando e juntos temos tudo para dar certo. Vai ser uma troca muito boa e quero usufruir o máximo disso”, afirmou.

Com o objetivo de voltar à elite do futebol, o Athletico já contratou 12 atletas: o goleiro Santos, os defensores Dudu, Hayen Palácios e Léo, os meio-campistas Falcão, Raul e Giuliano e os atacantes Luiz Fernando, Leozinho, Isaac, Alan Kardec e Kevin Velasco.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Pacheco quer dar mais poder ao Judiciário e oposição reage / GAZETA DO POVO

 

Mesmo com chuva, gaúchos buscam fugir da sensação de abafamento em praças e parques

 Enquanto termômetros de rua marcavam 28ºC no Centro Histórico, sombra de árvores virou refúgio para escapar do calor na tarde desta quarta-feira



Um dia depois do calorão escaldante registrado na terça-feira em todo o Rio Grande do Sul, a chuva que atingiu parte do Estado nesta quarta-feira fez com que as temperaturas caíssem. Entretanto, mesmo com os termômetros de rua marcando 28ºC no início da tarde no Centro Histórico e na Cidade Baixa, a sensação de abafamento seguiu predominando em Porto Alegre, fazendo com que muitas pessoas buscassem refúgio para o calor em praças e parques.

Em um dos principais pontos turísticos da Capital, a Orla do Guaíba, poucas pessoas se arriscavam a praticar atividades físicas ou esportivas nos trechos 1 e 3. Em algumas áreas da orla, o parque parecia desértico durante a tarde. Por outro lado, praças mais arborizadas nas proximidades, como a Júlio Mesquita, conhecida como Pracinha do Gasômetro, e a Brigadeiro Sampaio, concentravam mais pessoas buscando refúgio sob a sombra das árvores.

Na praça Brigadeiro Sampaio, Vilma e Ana Neske, mãe e filha que moram no Centro Histórico, descansavam em cadeiras de praia na sombra para aproveitar a brisa. “Estamos aqui para fugir do calor. Até no apartamento fica muito quente, então acabamos por vir para a praça pegar um ar. Sempre que dá, viemos para cá, no meio das árvores, pois ameniza um pouco o calor. Só que na terça-feira não deu. Tivemos que ficar em casa, só no ar-condicionado”, contou Ana.

Outro ponto de Porto Alegre que se tornou refúgio para o calor foi o Parque da Redenção, com pessoas buscando refúgio também na sobra das árvores. Um destes casos foi de Henrique Moraes, que mora em Tramandaí, mas estava na Capital para compromissos profissionais. “A chuva ajudou a baixar a temperatura, mas ainda está abafado. Para aguentar, só tomando água e buscando um lugar com uma sombra ou alguma brisa. Por isso vim aqui na Redenção para dar uma caminhada e procurar um banco na sombra para tentar me refrescar um pouco”, completou.

De acordo com a MetSul Meteorologia, a variação térmica passou de 10ºC em diversas cidades entre as tardes de terça e de quarta-feira. Em Porto Alegre, enquanto a estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no bairro Jardim Botânico marcava 38,4ºC às 15h de terça, nesta quarta, no mesmo horário, registrou 25,8ºC.

Ainda segundo a MetSul, mesmo com o abafamento e a presença de ar quente e úmido, a onda de calor que afetou o Estado já não faz mais efeito no RS, principalmente em função da chegada da frente fria. Na Capital, foi registrada uma chuva de 14 milímetros na estação automática do Aeroporto Internacional Salgado Filho.



Correio do Povo

Anvisa proíbe 19 produtos vendidos pela Black Skull, gigante do setor de suplementos

 Companhia afirma foram tomadas medidas judiciais para a comercialização das fórmulas e que a denúncia partiu de "concorrentes insatisfeitos".



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, venda e propaganda de 19 produtos da Oficial Med Apucarana Ltda. licenciados para a Black Skull Pharma e vendidos pela Black Skull, uma das maiores empresas do setor de suplementos no País (veja abaixo a lista completa).

Em resposta, a companhia afirma foram tomadas medidas judiciais para a comercialização das fórmulas e que a denúncia partiu de "concorrentes insatisfeitos".

De acordo com a agência, a proibição deve-se à publicidade e exposição ao público de produtos manipulados padronizados - e não individualizados - por meio do site da Black Skull. A prática, diz a Anvisa, desrespeita a resolução 67/2007, que dispõe sobre boas práticas de manipulação de preparações magistrais (aquelas em que o farmacêutico segue a fórmula prescrita pelo médico) ou oficinais (quando a formulação consta no Formulário Nacional ou em formulários internacionais reconhecidos pela Anvisa).

Pela norma, a preparação magistral deve ser produzida a partir da prescrição de um profissional habilitado e destinada a um paciente individualizado, com informações detalhadas sobre sua composição, forma farmacêutica, posologia e modo de usar. Ainda de acordo com a resolução, "não é permitida a exposição ao público de produtos manipulados, com o objetivo de propaganda, publicidade ou promoção".

A decisão da agência foi publicada na última sexta-feira, 7, no Diário Oficial da União (DOU). Nesta quarta-feira, 12, porém, parte da lista de produtos proibidos ainda estava disponível para venda no site da Black Skull.

Em nota, Marcelo Bella, CEO da Grow Dietary Supplements (GDS), dona da Black Skull, afirma que o presidente da Oficial Med "já tomou todas as providências administrativas e judiciais para garantir o direito de comercialização das fórmulas Black Skull Pharma".

Bella, que também é presidente da Abenutri (Associação Brasileira de Empresas de Produtos Nutricionais), diz ainda que "a ação administrativa da Anvisa contra a Oficial Med é mais uma ação de denúncias dos concorrentes insatisfeitos com a evolução do mercado brasileiro".

Produtos com venda proibida pela Anvisa

A decisão da agência envolve todos os lotes de:

1 - Aswagandha

2 - Blackoff

3 - Creatine Nootropic

4 - Epimedium

5 - Ioimbina

6 - Krakatoa

7 - Libido Black Man ]

8 - Libido Black Woman

9 - Lipolysis Day

10 - Lipolysis Night

11 - Long Jack

12 - Mr. Testo

13 - Oppenheimer

14 - Ozzyblack Dose Adaptativa

15 - Ozzyblack Dose Plena

16 - Prostate

17 - Prostate Black

18 - Tribulus Terrestris

19 - Tukersterone

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Banrisul tem lucro líquido de R$ 284 milhões no último trimestre de 2024, queda de 6,57% em 12 meses

 A carteira de crédito alcançou R$ 62 bilhões em dezembro de 2024, com crescimento de 15,6% em um ano



Banrisul fechou o quarto trimestre de 2024 com lucro liquido de R$ 284 milhões, representando uma queda de 6,57% frente ao mesmo intervalo de 2023 e 44% acima do terceiro trimestre. No ano, o lucro líquido foi de R$ 916 milhões, 5,2% acima do registrado em 2023. O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado (ROAE) caiu para 11% em dezembro do ano passado, ante 12,7% no mesmo trimestre de 2023, mas subiu frente aos 7,8% do terceiro trimestre de 2024.

A carteira de crédito alcançou R$ 62 bilhões em dezembro de 2024, com crescimento de 15,6% em 12 meses e de 7,6% na comparação com o terceiro trimestre. De acordo com o banco, o aumento reflete a ampliação no saldo em crédito comercial, crédito rural, financiamentos de longo prazo e câmbio.

O crédito comercial, a maior carteira do banco, totalizou R$ 37,8 bilhões, correspondendo a 60,9% do total de operações de crédito.

A receita com prestação de serviços somou R$ 543 milhões no quarto trimestre, alta de 4,8% em 12 meses e de 2,7% frente ao terceiro trimestre. O resultado vem do crescimento dos ganhos com cartão de crédito, diante da reclassificação das receitas de intercâmbio, as quais, anteriormente, eram contabilizadas em outras receitas operacionais. O banco cita ainda que as receitas de prestação de serviços refletem o desempenho do Banrisul Pagamentos.

A margem financeira cresceu 14,4% no quarto trimestre ante o mesmo período do ano anterior e 9,9% ante o terceiro trimestre, para R$ 1,689 bilhão.

As despesas com provisão para devedores duvidosos subiram 49,9% no quarto trimestre em base anual e 8,5% em termos trimestrais, para R$ 324,9 milhões. O banco explica que o aumento é consequência de reclassificação de créditos e provisão adicional para o crédito consignado e elevação da carteira de crédito, num contexto de redução das operações em atraso.

Já o índice de inadimplência acima de 90 dias caiu para 1,73% no quarto trimestre, de 1,95% no mesmo período de 2023 e de 2,08% no terceiro trimestre.

O patrimônio líquido alcançou R$ 10,257 bilhões no final de dezembro, alta de 7,7% frente a dezembro de 2023 e 1,5% acima de setembro do ano passado. O total em ativos alcançou R$ 147,4 bilhões em dezembro de 2024, crescimento de 17,9% em relação a dezembro de 2023 e de 3,8% frente a setembro do ano passado.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Quem mais está se OMITINDO sobre o escândalo da USAID?

 



Vídeo de Leandro Ruschel

Fonte: https://youtube.com/shorts/upqSnBASAsU?si=tlZy246Zc-4GXLCu

Juiz restabelece plano de Trump para funcionários

 Após suspendê-lo, o juiz declarou que os sindicatos carecem de capacidade legal para impugnar a medida



Um juiz dos Estados Unidos restabeleceu nesta quarta-feira, 12, o plano do governo de Donald Trump que incentiva os funcionários a pedir demissão, após tê-lo suspendido na semana passada. O governo tinha dado nove dias para mais de dois milhões de funcionários para deixarem seus cargos mantendo seus salários até o fim de setembro, um plano controverso destinado a reduzir os gastos públicos.

Após suspendê-lo na semana passada, o juiz declarou que os sindicatos carecem de capacidade legal para impugnar a medida, por isso concluiu que “está dissolvida a medida cautelar anteriormente emitida”.

Relembre o caso

Um juiz federal paralisou o ultimato dado a mais de dois milhões de funcionários dos Estados Unidos para que decidam se vão pedir demissão com uma indenização equivalente a oito meses de salário, segundo o plano do bilionário Elon Musk para reduzir o tamanho da administração pública.

Os funcionários tinham nove dias para decidir entre aceitar ou não a proposta de "demissão adiada" até 30 de setembro, com a promessa de que manteriam os salários e todos os benefícios até essa data.

Mas um juiz federal de Massachusetts suspendeu na última quinta-feira (6) à tarde o prazo que expirava à meia-noite e marcou uma nova audiência para a segunda-feira, segundo o Washington Post.

A ação foi apresentada na terça-feira pelo principal sindicato da categoria, a Federação Americana de Funcionários do Governo (AFGE, na sigla em inglês), e outras organizações para conseguir que o plano fosse suspenso e fazer com que o governo aplique "medidas que cumpram a lei em vez de um ultimato arbitrário, ilegal e demasiado breve".

Segundo um modelo de acordo enviado aos funcionários que a AFP teve acesso, a oferta consiste em "conservar seu salário e todo os benefícios [...] até 30 de setembro".

No entanto, eles são obrigados, entre outras coisas, a renunciar a qualquer ação judicial posterior.

AFP e Correio do Povo

Eduardo Leite se reúne com Dino para tentar destravar ADI contra Funrigs

 Ação movida pela PGR alega que o fundo fere os princípios do direito financeiro e da probidade administrativa



O governador Eduardo Leite (PSDB) aproveitou sua ida à Brasília para tentar destravar a votação no Supremo Tribunal Federal (STF) de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra o Funrigs. A ação, movida pela Procuradoria-geral da República (PGR), por indicação do Ministério Público Federal (MPF), alega que a lei que criou o fundo fere, entre outros, os princípios do direito financeiro, da probidade administrativa, da moralidade e da impessoalidade.

O Funrigs foi criado pelo governo do gaúcho como um fundo financeiro cujo objetivo é centralizar os recursos destinados às ações de reconstrução do estado após a catástrofe que assolou o Rio Grande do Sul. Entre os valores alocados estão aqueles provenientes do não pagamento da dívida do RS com a União.

Na semana passada, o relator do processo, ministro Edson Fachin, votou favorável ao governo gaúcho, mas o ministro Flávio Dino pediu vistas, adiando a votação. A nova data de julgamento está prevista para início na próxima sexta-feira, 21. Leite se encontrou com o ministro junto do Procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha Costa, para tentar desenrolar o caso.

A agenda do governador com o Dino foi a última do dia, segundo a agenda oficial. Antes, ele esteve com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, onde tratou de outro imbróglio gaúcho: os vetos do governo federal ao Propag.

Entenda

A ADI movida pela PGR questiona o trecho da lei que criou o Funrigs que permite que os recursos do fundo sejam destinados a fundos de natureza privada, o que possibilitaria, dentre outros pontos, a contratação de obras e serviços pelo respectivo gestor do fundo privado sem a necessária realização de procedimento licitatório.

Critica, também, a ausência de fiscalização ao fundo, uma vez que o artigo que previa uma auditoria independente dos recursos foi retirado, pela Assembleia Legislativa gaúcha, do projeto de lei.

Em contraponto, o Palácio Piratini argumenta que a relação do Funrgis com entes privados é restrita a instituições controladas pelo Estado, a exemplo do Banrisul e Badesul, e cuja as finalidades devem atender funções determinadas em lei, como a execução de ações, projetos ou programas de resiliência climática ou o enfrentamento das consequências sociais, econômicas e ambientais decorrentes dos eventos climáticos.

É lastreado nesse último argumento também que a PGE nega que gestores privados poderiam, assim, fazer a aplicação do dinheiro público sem discernimento, uma vez que os recursos precisam, por lei, atender a determinadas funções.

No que tange a fiscalização, além de destacar a atuação dos órgãos de controle do Estado, também aponta para existência de uma página específica sobre o fundo no Portal da Transparência.

Segundo dados do governo, o Funrigs já recebeu R$ 2,43 bilhões, sendo R$ 2,17 bilhões provenientes somente dos valores da dívida. Já foram pagos R$ 1,60 bilhões.

Correio do Povo

Janja encontra Papa Francisco e agradece orações pela saúde de Lula

 

Em um vídeo, Janja aparece em imagens apertando a mão do pontífice e conversando com ele num escritório.  Foto: Reprodução

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, encontrou o Papa Francisco nessa quarta-feira (12), em Roma, na Itália, onde participa de compromissos da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Num vídeo publicado em seu perfil do Instagram, Janja aparece em imagens apertando a mão do pontífice e conversando com ele num escritório.

Janja disse ter agradecido ao Papa pelas orações direcionadas à recuperação do marido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sofreu um acidente doméstico em outubro do ano passado e, em dezembro, precisou fazer cirurgia às pressas para drenar um hematoma intracraniano. “Ele perguntou muito sobre isso”, disse a primeira-dama, que também afirmou que o marido está plenamente recuperado.

“Agradeci pelas orações pela recuperação e pela saúde do meu marido e também aproveitamos a ocasião para conversar sobre a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, um compromisso que Sua Santidade apoia e aprecia, se dedicando, ao longo de sua missão, aos mais vulneráveis”, escreveu a primeira-dama no vídeo.

Não é a primeira vez que ocorre um encontro entre os dois. Em junho de 2023, Janja e Lula estiveram em visita oficial ao líder da Igreja Católica e trocaram presentes com ele, em uma reunião de cerca de 45 minutos. “Toda vez que encontro com ele, é sempre muita emoção”, disse a primeira-dama.

Nessa terça-feira (11), o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, que convidou Janja para participar da comitiva oficial, foi eleito o primeiro presidente do Conselho da Aliança Global.

Wellington Dias e Janja estão em Roma desde domingo (9), e participam de agendas relacionadas ao bloco. No vídeo, a primeira-dama disse que está “muito honrada” por ter sido convidada para discursar na cerimônia de abertura do segmento de alto nível do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), também nessa quarta.

Queda na popularidade

Janja enfrenta uma queda na popularidade nos últimos meses, segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado na terça. Se, em outubro do ano passado, a mulher do presidente Lula tinha uma imagem negativa para 40% e positiva para 48% dos entrevistados, em janeiro de 2025 os dois índices saltaram para 58% e 32%, respectivamente. Outros 10% não souberam responder na pesquisa mais recente.

Segundo a pesquisa, o desempenho de Janja é pior do que o de Lula, que soma 51% de imagem negativa. Há três meses, em outubro, eram 46% os que enxargam o presidente do mesmo modo.

Ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro também teve o nome avaliado na pesquisa. Enquanto 52% a veem de forma negativa, outros 42% responderam ter uma imagem positiva da mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao contrário do caso de Janja, a avaliação negativa da ex-primeira-dama é inferior à do marido, Bolsonaro (57%).

Janja foi alvo de ataques no mês passado após críticas pela falta de transparência sobre seus compromissos no Palácio do Planalto. Ela também foi alvo do bolsonarismo por ofender o dono do X, o bilionário Elon Musk, durante participação em um painel do G20 Social, em novembro. A primeira-dama o xingou usando a expressão em inglês “fuck you”.

Janja discursava sobre o combate à desinformação e a necessidade de regulamentação das plataformas digitais. O bilionário, que assumiu um cargo no governo do presidente norte-americano Donald Trump, compartilhou o vídeo com a fala de Janja que havia sido publicado pelo deputado bolsonarista Nikolas Ferreira (PL), e o respondeu: “Eles vão perder a próxima eleição”.

O Sul

Você já sabe que no verão a proteção contra o sol precisa ser redobrada, né? 🌞

 



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