Kit 3 Calça REFORÇADA de Brim Pesado com Faixa Refletivo Uniforme Profissional de Trabalho Sinalização Para Industria Pedreiro Eletricista Soldador - Eb Confecção

 


Informações do Produto

Kit 3 Calça REFORÇADA de Brim Pesado com Faixa Refletivo Uniforme Profissional de Trabalho Sinalização Para Industria Pedreiro Eletricista Soldador

Kit composto por 3 unidade de calça toda elástico com faixa refletiva em brim pesado de alta resistência e durabilidade.








Calça toda Elástico com 4 bolsos Faixa Refletiva cordão na cintura na parte interna em brim 100% Algodão super REFORÇADA COSTURADO COM LINHA GROSSA indicada para profissionais que atuam em situações onde precisam ser vistos mesmo com baixa luminosidade, como Industria, Pedreiro, Eletricista, Soldador, Construção, Serralheiro, estacionamentos, entregadores, motociclistas, trabalhadores ferroviários, mecânicos, motoristas e muito mais.




Tecido: Brim


Composição: 100% algodão


Cor: Royal, cinza ou marinho


Numeração: P ao XGG3


Ref: CR2012




Tamanho Altura Largura


PP 1,05M 92CM


P 1,06M 94CM


M 1,07M 98CM


G 1,07M 1.04M


GG 1,10M 1.10M


XGG1 1,13M 1.12M


XGG2 1,13M 1.20M


XGG3 1,13M 1,40M


XGG4 1,14M 1,50M




Nosso diferencial


o 100% originais de Fabricação Própria sem economias tolas em insumos.


o Trabalhamos com as melhores marcas de tecidos e insumos nacionais.


o Não Gostou? Seu dinheiro de Volta.


o 99% De cliente Satisfeitos.


o Despachamos seu pedido de imediato.


o Todos os nossos pedidos são muito bem embalados para que chegue intacto.


o Atendimento Super Rápido Suporte Ao Cliente.


o Produto Novo e conferido antes de ser postado.


Registro do produto ANVISA

Não se aplica

Registro do produto Ministério da Agricultura (MAPA)

Não se aplica

Informações complementares

Cor Royal

Tamanho XGG1

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/kit-3-calca-reforcada-de-brim-pesado-com-faixa-refletivo-uniforme-profissional-de-trabalho-sinalizacao-para-industria-pedreiro-eletricista-soldador-eb-confeccao/p/bb51c27e5a/md/otmd/

Linhas para socorrer empresas gaúchas terão juros de 6% a 12% ao ano

 CMN regulamentou condições de financiamento em reunião extraordinária


As linhas especiais de crédito para socorrer empresas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul terão juros de 6% a 12% ao ano, dependendo do tamanho da empresa e da finalidade do crédito. Em reunião extraordinária nesta quarta-feira, o Conselho Monetário Nacional regulamentou as condições dos financiamentos de R$ 15 bilhões anunciados na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Destinadas a compra de máquinas e equipamentos, materiais de construção, materiais de serviço, investimento e capital de giro, as linhas usarão recursos do superávit financeiro do Fundo Social. Os empréstimos beneficiarão tanto pessoas jurídicas como pessoas físicas, caso sejam microempresários, que operem em municípios em estado de calamidade pública.

No caso de operações de crédito contratadas diretamente pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as taxas máximas variam de 6% a 11% ao ano para o tomador final. Nas operações indiretas, em que outra instituição financeira opera recursos do BNDES, os juros ficarão entre 7% e 12% ao ano. Nos dois casos, as instituições que concederem os empréstimos assumem o risco de inadimplência das operações.

Soma de taxas

As taxas finais de juros são a soma das taxas dos recursos do Fundo Social gerado pela exploração de petróleo na camada pré-sal e das taxas de remuneração das instituições financeiras.

Os recursos do Fundo Social serão emprestados a 1% ao ano, para as linhas de projetos de investimento, aquisição de máquinas e equipamentos, materiais de construção ou serviços relacionados. Para a linha de capital de giro, as taxas do Fundo Social serão 4% ao ano para micro, pequenas e médias empresas, que faturam até R$ 300 milhões anuais, e de 6% ao ano para empresas que faturem acima desse valor.

Em relação à remuneração das instituições financeiras, as operações concedidas diretamente pelo BNDES terão juros de 5% ao ano. Nas operações indiretas, o BNDES receberá até 1,5% a.a. e a instituição financeira repassadora cobrará adicionalmente até 4,5% a.a. dos mutuários.

Os prazos de financiamento variam entre 60 e 120 meses (cinco e dez anos). O tomador terá de 12 a 24 meses para pagar a primeira parcela, dependendo da linha. No caso das pessoas jurídicas, a concessão da linha de crédito é condicionada ao de manutenção ou ampliação do número de empregos existentes antes das enchentes no Rio Grande do Sul.

O CMN é um órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.


Agência Brasil e Correio do Povo

Tribunal de Apelações do estado da Geórgia suspende caso sobre interferência eleitoral de Trump

 Ex-presidente é acusado de participar de uma conspiração criminosa para anular o resultado das eleições de 2020 no Estado


O Tribunal de Apelações da Geórgia suspendeu nesta quarta-feira, 5, todos os procedimentos relacionados ao caso de interferência eleitoral contra o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e os outros corréus, neste estado do sul do país, enquanto aguarda o resultado de um recurso interposto pelo magnata.

Trump, de 77 anos, é acusado de participar de uma conspiração criminosa para anular o resultado das eleições de 2020 na Geórgia, onde o democrata Joe Biden venceu por cerca de 12 mil votos.

Em março, o juiz encarregado do processo rejeitou uma tentativa de Trump e de vários outros réus de desqualificar a promotora distrital que apresentou as acusações, após revelações de que ela mantinha um relacionamento romântico com o advogado que contratou para acompanhar o caso.

Trump e os demais réus recorreram da decisão do juiz Scott McAfee, e o Tribunal de Apelações da Geórgia anunciou que vai começar a ouvir as alegações orais somente em 4 de outubro, ordenando nesta quarta-feira a suspensão de todos os procedimentos relacionados ao caso.

Com a suspensão, é muito improvável que o julgamento seja concluído antes das eleições presidenciais de novembro, nas quais Trump deverá enfrentar Biden novamente.

As provas do caso incluem uma gravação telefônica em que Trump pede a um alto funcionário eleitoral da Geórgia que “encontre” votos suficientes para anular o resultado.

Na semana passada, Trump foi condenado em um outro processo criminal, desta vez em Nova York, por falsificar documentos contábeis com o objetivo de esconder o pagamento de dinheiro a uma ex-atriz pornô que alega que os dois tiveram uma relação sexual em 2006.

Trump e mais 18 réus respondem por chantagem e outras acusações na Geórgia, incluindo seu ex-advogado pessoal Rudy Giuliani e o ex-chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows.

Quatro dos corréus originais, incluindo três ex-advogados de campanha de Trump, declararam-se culpados por acusações menores, em acordos que os pouparam de penas de prisão.

Trump também enfrenta acusações federais por conspirar para anular os resultados das eleições de 2020 e por supostamente manter documentos confidenciais em sua casa na Flórida e se recusar a devolvê-los.

Nenhum desses casos deverá ser processado antes das eleições.


AFP e Correio do Povo

Cheias afetaram mais de 206 mil propriedades rurais, diz Emater-RS

 Perdas aparecem na produção, infraestrutura e no abastecimento d'água

Perdas aparecem na produção, infraestrutura e no abastecimento d'água 

Mais de 206 mil propriedades rurais foram afetadas pela catástrofe climática que atingiu o Rio Grande do Sul, informa relatório feito pela Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Segundo o levantamento, as perdas foram amplas, não apenas na produção, mas também na infraestrutura e no abastecimento de água potável, como ocorreu com 34.519 famílias que ficaram sem acesso à água.

O período pesquisado pela Emater foi de 30 de abril a 24 de maio, mas, segundo a instituição, alguns dados ainda são preliminares, porque ainda não é possível estimar o real impacto das fortes chuvas no estado. O relatório foi divulgado pelas secretarias da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e de Desenvolvimento Rural no início da semana, mas os escritórios regionais da Emater, por meio do sistema Sisperdas, continua abastecendo com informações o meio rural. O fato constatado é que 9.158 localidades foram atingidas pelas chuvas, enchentes e deslizamentos – dos 497 municípios gaúchos, 78 continuavam em estado de calamidade pública, a maioria no Vale do Taquari e na região metropolitana de Porto Alegre, enquanto 340, em situação de emergência.

Foram prejudicados 48.674 produtores de feijão, milho e soja e 19.190 famílias de agricultores tiveram perdas relativas à estrutura das propriedades, como casas, galpões, armazéns, silos, estufas e aviários. Cerca de 200 empreendimentos familiares da agroindústria foram afetados.

As fortes chuvas prejudicaram a produção da soja. Foram 2,71 milhões de toneladas perdidas. A Emater estimou em março deste ano colheita equivalente a 22,24 milhões de toneladas, de uma área plantada de 6,68 milhões de hectares e produtividade de 3.329 quilos por hectare. Porém, a área afetada pelas chuvas obrigou a uma nova estimativa, agora de 19,5 milhões de toneladas e produtividade média por hectare de 2.923 quilos.

Pecuária, frutícolas e hortaliças

Conformem o relatório, a perda na pecuária foi extensa, com 3.711 criadores gaúchos afetados – o maior número de animais mortos foi de aves: 1,2 milhão. As perdas de bovinos de corte e de leite, suínos, peixes e abelhas também foram elevadas. De acordo com o documento, a A vasta extensão de pastagens prejudicadas deve ocasionar impacto direto na produção de leite e de carne nos próximos meses.

Os citros, na região dos Vales, e a banana, nas encostas da Serra do Mar, foram as culturas mais prejudicadas, com impacto em 8.381 propriedades. O período do evento climático extremo coincidiu com a fase final de frutificação de importantes variedades de citros, em especial a bergamota, que já estava em colheita. Em muitos pomares, o solo ficou alagado, não somente em razão da inundação, mas por vários dias com precipitações volumosas.

O abastecimento de hortaliças nos centros urbanas foi fortemente afetado, com destaque nas áreas localizadas na região metropolitana, na Serra e nos vales do Taquari e do Caí. Considerando o volume e a área plantada, as maiores perdas foram de batata, brócolis e aipim. As péssimas condições das estradas vicinais, que são o eixo das propriedades rurais aos centros consumidores, reduziram a oferta de diversos produtos, embora não tenha ocorrido interrupção total no fornecimento, situação que permitiu uma menor elevação dos preços na Central de Abastecimento (Ceasa) do Rio Grande do Sul.

O relatório técnico completo da Emater inclui, ainda, os impactos para os povos tradicionais, a cultura do arroz, a floricultura, o abastecimento, o cooperativismo, as produções leiteira e florestal, além de dados meteorológicos e ações para o enfrentamento da calamidade.

Municípios em calamidade

Organizados por regiões administrativas, estes são os municípios em situação de calamidade:

Organizados por regiões administrativas:

Caxias do Sul - Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Cotiporã, Gramado, Santa Tereza e São Valentim do Sul.

Erechim - Barra do Rio Azul, Ponte Preta e Severiano de Almeida.

Lajeado - Arroio do Meio, Bom Princípio, Bom Retiro do Sul, Canudos do Vale, Muçum, Colinas, Coqueiro Baixo, Cruzeiro do Sul, Doutor Ricardo, Encantado, Estrela, Feliz, Lajeado, Imigrante, Marques de Souza, Putinga, Relvado, Roca Sales, São Sebastião do Caí, São Vendelino, Taquari, Travesseiro e Vespasiano Corrêa.

Porto Alegre - Alvorada, Arambaré, Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas, Charqueadas, Eldorado do Sul, Esteio, Guaíba, Igrejinha, Montenegro, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Rolante, São Jerônimo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Taquara, Três Coroas e Triunfo.

Pelotas - Pelotas, Rio Grande, São José do Norte e São Lourenço do Sul.

Santa Maria - Agudo, Cachoeira do Sul, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Nova Palma, Santa Maria, São João do Polêsine e São Martinho da Serra.

Soledade - Candelária, Fontoura Xavier, General Câmara, Ibarama, Passa Sete, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul, São José do Herval, Segredo, Sinimbu, Venâncio Aires e Vera Cruz.

Infraestrutura Afetada

14.029 casas

8.164 galpões

328 armazéns

738 silos

594 estufas de fumo

2005 estufas de hortifruti

4.983 açudes para psicultura e irrigação

804 aviários

932 pocilgas

4.570 fontes de águas contaminadas

34.519 famílias sem acesso à água

2,7 milhões de toneladas perdidas de soja

15.661 produtores de soja afetados

1.4 milhão de hectares prejudicados

721,3 mil toneladas perdidas de milho (silagem)

7.693 produtores de milho afetados

32.681 hectares de milho afetados

160,7 mil toneladas perdidas de arroz

1,5 mil produtores de arroz afetados

89,9 mil hectares de arroz afetados.

Agência Brasil e Correio do Povo

OMS confirma primeira morte humana no mundo pela gripe aviária H5N2

 Caso aconteceu no México e foi o primeiro confirmado em laboratório e relatado globalmente em humanos



Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, nesta quarta-feira, a morte de uma pessoa no México no primeiro caso conhecido de infecção humana pela gripe aviária H5N2, uma variante diferente da detectada nos Estados Unidos.

'Este é o primeiro caso humano confirmado em laboratório de infecção por um vírus da gripe A(H5N2) relatado no mundo, e a primeira infecção pelo vírus aviário H5 registrada em uma pessoa no México', declarou a agência de saúde da ONU em um comunicado em seu site.

As autoridades mexicanas haviam informado em 23 de maio à OMS sobre um caso confirmado de infecção pela gripe aviária H5N2 em uma pessoa de 59 anos, que havia sido hospitalizada na capital.

O paciente apresentava 'múltiplas patologias subjacentes' e, em 17 de abril, desenvolveu febre, problemas respiratórios, diarreia e náuseas, antes de falecer em 24 de abril, disse a OMS.

Em outro comunicado, o governo mexicano afirmou que se tratava de 'um homem de 59 anos, com histórico de doença renal crônica, diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica de longa data, residente no Estado do México'.A agência da ONU afirmou que a origem da infecção é 'atualmente desconhecida' e destacou que a vítima não tinha 'histórico de exposição a aves ou outros animais'.

'Não existe risco de contágio'

A organização apontou que, em março, foi detectado um foco epidemiológico de gripe aviária do tipo H5N2 em uma granja avícola no estado de Michoacán, limítrofe com o Estado do México. Também foram identificados outros casos em aves de criação em março em Texcoco e em abril em Temascalapa, ambos municípios no Estado do México. 'Até agora, não foi possível estabelecer' se a infecção humana detectada está relacionada com esses casos em aves de criação, disse a OMS.

Com base nas informações disponíveis, a organização estima que o risco atual que esse vírus representa para a população é 'baixo'.Na mesma linha, a Secretaria de Saúde do governo mexicano afirmou que 'não existe risco de contágio para a população' e assegurou que 'todas as amostras dos contatos identificados [do paciente] resultaram negativas'.

Também informou que as autoridades estão monitorando as granjas próximas à residência da vítima e estabeleceram um sistema de monitoramento permanente para detectar outros casos na fauna silvestre da região.

Nos Estados Unidos, também foi registrado um foco de gripe aviária, mas do tipo H5N1, que se propaga há várias semanas entre o gado.Vários casos foram detectados em humanos, mas ainda não houve nenhum contágio de pessoa para pessoa.

AFP e Correio do Povo

Janones e Nikolas quase saem no tapa na Câmara

 



Fonte: https://youtube.com/shorts/O8mOPoV0qP4?si=55B9WbG0Q5WJWomk

Bomba Elétrica Galão Garrafão de Água 20L Recarregável USB Torneira 702 - NEHC

 



Informações do Produto

Bomba Elétrica Galão Garrafão de Água 20L Recarregável USB Torneira 702

Esqueça o Peso de Virar o galão no antigo bebedouro.

Apresentamos uma forma diferente e simples, onde você pode levar qualquer lugar e encaixar em qualquer modelo de galão tranquilamente.

A bomba para galão de água elétrica recarregável é universal, que serve galões e garrafões de 5L, 10L, 20L e similares.



Especificações do Produto:


- Bateria Forte: Dura até 8 galões de água de 20 Litros. Carga: 3 Horas.

- Pode ser usada enquanto estiver carregando.

- Uso Universal: Serve todos os tamanhos de galões e garrafões, 5L, 10L, 20L e similares

- Materiais seguros: Aço Inox 304, Plásticos (pp, abs, eva), Silicones, Alumínio, Bateria de Li-Ion, Circuito eletrônico

- Voltagem: Bivolt 110V - 220V

- Peso leve: 400gr

- Líquido = 300gr

- Tamanho: 13cm de comprimento e 5cm de largura



Itens inclusos:


1 Bomba filtro;

1 Manual de Instrução;

1 Haste em Inox;

1 Cabo usb;

1 Mangueira de Silicone;


OBS atenção! não acompanha carregador, mas você pode usar o do seu celular.

Informações complementares

Tipo Elétrico

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/bomba-eletrica-galao-garrafao-de-agua-20l-recarregavel-usb-torneira-702-nehc/p/fc0126c989/ud/bpga/

Reunião aborda situação de famílias que invadiram antigo hotel em Porto Alegre

 Grupo deve reunir assinaturas que serão encaminhadas ao Judiciário e tentará com o Governo Federal a aquisição do prédio no Centro Histórico de Porto Alegre

Reunião foi realizada na Câmara com a presença de autoridades e das famílias que invadiram o espaço 

Uma reunião realizada na tarde desta quarta-feira, na Câmara de Vereadores, discutiu o futuro de 45 famílias que invadiram um antigo hotel abandonado na rua Coronel Fernando Machado, no Centro Histórico de Porto Alegre. Essas famílias, provenientes principalmente da zona Norte da capital, de bairros como Humaitá e Sarandi, foram deslocadas devido às recentes enchentes e encontram-se no local há mais de 10 dias.

Com a presença de autoridades políticas e judiciárias, além de associações e dos próprios abrigados, ficou definido o encaminhamento de um documento ao judiciário, após o recolhimento de assinatura de autoridades, organizações e apoiadores. Uma das hipóteses abordada é a venda do hotel e, por isso, a ideia é que ocorra uma nova reunião com o ministro Paulo Pimenta, já que o Governo Federal afirmou que vai garantir moradia para todos que perderam casas. Desta forma, seria possível a aquisição do imóvel para manutenção destas famílias no local.

Durante a reunião, a defensora pública e dirigente do núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, Gizane Mendina, explicou que a Defensoria atua desde a última sexta-feira, indo ao local para conversar com os moradores para analisar a situação. Ela observou que, no dia da tentativa de execução da reintegração de posse, a Defensoria Pública tentou intermediar para evitar que as pessoas fossem colocadas na rua, pois não havia um plano para realocá-las.

Gizane também mencionou a sua atuação em abrigos da Capital e os problemas enfrentados lá, como a falta de privacidade. Apesar da tentativa de encontrar uma solução extrajudicial, a atuação está focada em conter danos e garantir os direitos humanos dos invasores. “Nos dirigimos ao local para tentar intermediar a situação, para que não fosse concretizado naquele momento, um momento de absoluta catástrofe climática a desocupação do prédio, a colocação das pessoas na rua. O que a gente verificou é que, na verdade, não havia nenhum tipo de planejamento contra a destinação das pessoas que estavam ali. Não havia sequer um caminhão, um ônibus para que fosse possível essas pessoas se deslocarem para algum lugar”, explicou.

A vice-presidente da Associação dos Abrigados da Enchente, Natally Martins, destacou a necessidade de organização e dignidade para os afetados pelo desastre. Apesar das limitações, ela disse que todos os abrigados estão com comida, espaço e privacidade, algo que o governo não tem condições de oferecer nos abrigos. Ela afirmou que o grupo busca informações corretas e lutam por seus direitos, incluindo acesso a moradias dignas.

Outra integrante do grupo, Maelia Alexandra disse que os questionamentos surgiram porque muitos os invasores são da periferia. Ela afirmou que todo o grupo foi muito bem recebido pelos vizinhos. “Eles falaram que a nossa presença ali melhorou o ambiente”, relatou. “A gente procura dignidade. Quando saiu aquele projeto, de as pessoas serem levadas para o Porto Seco, já deu outro desespero, porque o projeto não leva em consideração a guerra entre facções e colocaria as famílias lá dentro”, acrescentou.

Maelia também ressaltou a importância de levar em consideração o emocional de todas vítimas da enchente. “Além de termos pedidos tudo, a nossa saúde mental foi muito afetadas. Nós não estamos nos sentindo acolhidos pelas propostas que estão sendo feitas”, declarou.

Patrícia Unuane Dias é moradora do Centro Histórico e estava na reunião em apoio aos moradores que estão no prédio. Ela revelou que a sua casa também foi atingida pela enchente e precisa de uma grande reforma estrutural para poder voltar à residência. “Eu moro no centro há 14 anos e aquele prédio sempre foi abandonado. Foi com muita alegria que a gente viu que as pessoas foram morar lá em busca das suas dignidades. Nós achamos que é o momento de nós apoiarmos”, disse.

Entre as autoridades que participaram da reunião, o vereador Roberto Robaina defendeu a comunidade que ocupou o espaço. “Um hotel abandonado há mais de 10 anos, com dívidas com a Prefeitura e sem cumprir nenhuma função social, não pode continuar nessa situação quando temos milhares de pessoas sem teto em função das enchentes. Deve servir de moradia provisória”, disse.

Colaborou: Paula Maia



Correio do Povo

Casa de bombas reduz funcionamento e ruas do Humaitá e da Vila Farrapos voltam a ficar alagadas

 Necessidade de manutenção na estação de bombeamento número 5 forçou desligamento

Água voltou a acumular em trechos da avenida AJ Renner 

Com operação instável desde o fim de semana, a Estação de Bombeamento de Água Pluvial (Ebap) número 5, que fica no bairro Humaitá, na zona Norte da Capital, voltou a demandar manutenção nesta quarta-feira. Por consequência, do funcionamento parcial, ruas do Humaitá e da Vila Farrapos voltaram a ficar alagadas.

De acordo com o Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE), houve a necessidade de um novo serviço emergencial em um dos geradores que alimentam a casa de bombas. Sem energia desde o início do alagamento, a Ebap é mantida por equipamentos instalados no quilômetro 94 da free way, nas imediações da Arena do Grêmio.

Ruas do bairro Humaitá e Vila Farrapos como as avenidas Voluntários da Pátria e AJ Renner, e do entorno tornaram a registrar acúmulo de água. A Voluntários foi uma das mais atingidas, e no trecho imediatamente em frente à Ebap 5, o trânsito de automóveis ficou inviável. Apenas caminhões conseguiam passar pelo local.

Correio do Povo

Governo vai recorrer de liminar judicial que suspende leilão para importação de arroz

 Iniciativa buscava adquirir 300 mil toneladas do alimento para evitar possível desabastecimento ou aumento de preços



O governo federal vai recorrer da decisão da Justiça Federal da 4ª Região em Porto Alegre que suspendeu o leilão para importação de 300 mil toneladas de arroz que estava previsto para esta quinta-feira, às 9h. Em nota, a assessoria de imprensa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que a Advocacia-Geral da União (AGU) está trabalhando nas medidas cabíveis junto ao departamento jurídico da empresa pública.

A decisão da Justiça de suspender o leilão atendeu a pedido dos deputados federais Marcel van Hattem (Novo-RS) e do deputado federal, Lucas Redecker (PSDB-RS), e do deputado estadual Felipe Camozzato (Novo-RS). Para o juiz Bruno Risch, o agendamento do leilão é prematuro, "tendo em vista a ausência de comprovação de que o mercado de arroz nacional sofrerá o impacto negativo esperado pelo governo federal" em razão das enchentes no Rio Grande do Sul.

A compra pública de arroz importado e beneficiado pelo Executivo tornou-se uma queda de braço entre setor produtivo e governo federal. O Ministério da Agricultura e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) alegam que a medida visa frear o aumento especulativo dos preços do cereal no País, após as perdas registradas nas lavouras gaúchas como medida para enfrentar as consequências econômicas das enchentes do Rio Grande do Sul.

No certame que estava agendado, a Conab compraria os primeiros lotes do produto a no máximo R$ 5 por quilo. Conforme o edital, o arroz tipo 1, longo, fino seria adquirido em pacotes de 5 kg, embalado no país de origem com a logomarca do governo federal e comercializado ao consumidor final com preço tabelado de R$ 4 por quilo, sendo R$ 20 cada pacote de 5 quilos. O produto seria distribuído para 21 Estados do País e o Distrito Federal. A empresa pública estava autorizada a gastar R$ 2,53 bilhões na operação.

Já entidades do agronegócio argumentam que não há risco de desabastecimento e nem necessidade de recorrer às compras públicas para reequilibrar o mercado. O setor também moveu uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a importação de 1 milhão de toneladas de arroz.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo