Inter pode receber ao menos R$ 4,8 milhões com jogadores na Copa do Mundo

 Rochet, Carbonero, Borré e Félix Torres estão nas pré-listas de suas seleções e podem render compensação financeira ao clube



Mesmo sem representantes na Seleção Brasileira, o Inter poderá lucrar milhões durante a Copa do Mundo de 2026. O clube colorado tem quatro jogadores estrangeiros nas pré-listas de suas seleções e pode receber, no mínimo, cerca de R$ 4,8 milhões da Fifa caso todos sejam convocados para o torneio.


Estão na relação preliminar Sérgio Rochet, pelo Uruguai; Carbonero e Rafael Borré, pela Colômbia; além de Félix Torres, pelo Equador. Se confirmados entre os convocados, os atletas garantirão ao Inter uma compensação financeira por meio do Programa de Benefícios aos Clubes, criado pela Fifa para indenizar equipes que cedem jogadores ao Mundial.


A entidade distribuirá mais de US$ 355 milhões — aproximadamente R$ 1,8 bilhão na cotação atual — entre os clubes participantes do programa. O modelo prevê pagamento diário por atleta liberado às seleções durante a competição.


Para a edição de 2026, o valor estimado é de cerca de US$ 11 mil por dia por jogador. Mesmo em caso de eliminação ainda na fase de grupos, cada convocado poderá render aproximadamente US$ 250 mil ao clube de origem, cifra que supera R$ 1,2 milhão.


O valor aumenta conforme o tempo afastado do clube de origem. Desta forma, no cenário mais conservador, o Inter arrecadaria ao menos R$ 4,8 milhões com os quatro atletas. Caso Uruguai, Colômbia e Equador avancem às fases finais, a quantia recebida pelo clube gaúcho poderá ser ainda maior.

Correio do Povo

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