Ataques russos na Ucrânia se aproximam de países da Otan

 


Ataques russos no oeste da Ucrânia, inclusive na cidade de Lutsk, a menos de 100 quilômetros da fronteira com a Polônia, acenderam vários alertas entre a comunidade internacional. A proximidade dessas incursões com o território da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) acirrou enfrentamentos entre a Rússia e o Ocidente e levou o presidente dos EUA, Joe Biden, a voltar a falar sobre o risco de uma Terceira Guerra Mundial.

Além de Lutsk, as autoridades ucranianas também relataram ataques com danos substanciais e mortes em outras cidades da região de Volyn, no noroeste ucraniano, e em Ivano-Frankivsk, no sudoeste.

Já em Lviv, cidade mais a oeste e uma das principais rotas para refugiados que querem fugir da conflito com a Rússia através da fronteira com a Polônia, sirenes anunciando um possível ataque aéreo soaram na madrugada deste sábado (12). Até então, a cidade não foi alvo de ataques, mas a apreensão cresce, enquanto as forças russas adentram cada vez mais a região.

Na tarde de sexta-feira (11), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que um ataque ao território da Otan seria respondido à altura: “Quero ser claro: nós defenderemos cada centímetro do território da Otan com todo o poder de uma Otan unida e galvanizada.”

Contudo, Biden reconheceu o risco do conflito e disse que a aliança militar não entrará diretamente na guerra, se os exércitos russos mantiverem-se na Ucrânia. “Nós não entraremos numa guerra contra a Rússia na Ucrânia. Um confronto direto entre a Otan e a Rússia é a Terceira Guerra Mundial. É algo que devemos nos esforçar para evitar”, declarou.

Apesar disso, países da Otan têm participado indiretamente do conflito, com pesadas sanções à Rússia e envios de armamentos para fortalecer a defesa da Ucrânia.

Para a Rússia, o envio de armas para a Ucrânia é “um ato perigoso” que pode ser respondido militarmente. O vice-primeiro-ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, em entrevista ao canal de televisão russo Pervy Kanal, deixou claro que os comboios podem ser atacados por tropas do país.

“Nós alertamos os Estados Unidos que a entrega de armas que eles estão orquestrando de uma série de países não é apenas um ato perigoso, mas também transforma esses comboios em alvos legítimos”, alertou.

Ryabkov também declarou que “a situação mudou completamente” no que diz respeito às exigências do Kremlin para cessar o ataque. “A questão agora é alcançar a implementação dos objetivos de nossos líderes”, afirmou, referindo-se à “desmilitarização” da Ucrânia, que é uma das exigências de Putin.

“Se os americanos estiverem dispostos, podemos, é claro, retomar o diálogo”, acrescentou, observando que Moscou está disposta a negociar, principalmente no que diz respeito aos acordos para limitar arsenais nucleares. “Tudo depende de Washington”, afirmou.

Além de estender seus ataques ao oeste, as forças russas têm intensificado o cerco no restante da Ucrânia. O exército do Kremlin se posicionou em torno de Kiev na manhã deste sábado, a ponto de o assessor da presidência ucraniana, Mikhailo Podolyak, afirmar que a capital “está sitiada”.

As forças russas também teriam bombardeado áreas civis de outras cidades ucranianas, incluindo um hospital de Mykolaiv, uma mesquita de Mariupol e o aeroporto de Vasylkiv.

Segundo informações do exército ucraniano, as tropas do Kremlin concentram seus esforços em Kiev, Mariupol e outras cidades do centro, como Krivói Rog, Nikopol ou Zaporizhzhia.

Mariupol, principalmente, tem sofrido severos reveses. Seus habitantes estão incomunicáveis, sem água, gás ou eletricidade e até brigam para conseguir comida. É uma situação “quase desesperadora”, alertou a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF).

“O inimigo ainda está bloqueando Mariupol”, disse o presidente ucraniano Volodmir Zelenski, na noite de sexta-feira. “As tropas russas não deixaram nossa ajuda entrar na cidade”, criticou, prometendo tentar novamente levar suprimentos para a cidade.

“Mariupol sitiada é atualmente a pior catástrofe humanitária do planeta. 1.582 civis mortos em doze dias, enterrados em valas comuns como esta”, disse o diplomata-chefe da Ucrânia, Dmytro Kuleba, em um tuíte acompanhado de uma foto de uma vala com cadáveres. As informações são da agência de notícias AFP.

O Sul

Cadeira Gamer Preta e Vermelha 100 - AC Comercial

 


Se você gosta de passar horas em frente ao computador jogando, sabe que é necessário ter uma cadeira de qualidade e que também seja adequada para esses momentos de lazer, não é mesmo? Pensando nisso, a empresa traz a cadeira gamer 100, disponível nas cores preta e vermelha, trazendo máximo conforto e ergonomia para você. Ela possui regulagem de altura, sendo ideal para pessoas com até 1,80cm. Conta também com rodas silenciosas e apoios de braços fixos, macios e ergonômicos. Ela ainda possui balanço, lembrando que não é reclinável. Acompanha 2 almofadas para cabeça e lombar, chave para montagem e manual de instruções.

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Rússia ameaça deixar astronauta norte-americano sozinho no espaço

 


O retorno do viajante espacial americano Mark Vande Hei, da Nasa, pode estar comprometido. Segundo informações divulgadas pela emissora ABC News, o diretor da agência espacial russa (Roscosmos), Dmitry Rogozin, publicou um vídeo no YouTube ameaçando deixar o astronauta americano na Estação Espacial Internacional (ISS), onde ele vive atualmente.

Mark Vande Hei detém o recorde de maior longevidade em missões espaciais, teoricamente terminará seus 355 dias no espaço em três semanas, quando ele e os dois cosmonautas russos – Anton Shkaplerov e Pyotr Dubrov – embarcarão em uma nave Progress e descerão até o Cosmódromo Baikonur, no Cazaquistão.

Entretanto, tensões entre a Rússia e a Ucrânia têm ficado cada vez mais acaloradas nas últimas duas semanas, quando o presidente Vladimir Putin autorizou ação militar contra a Ucrânia em virtude desta poder integrar ao quadro de membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) – um bloco onde o maior representante é os Estados Unidos.

Em resposta à declaração de guerra, o presidente americano Joe Biden impôs diversas sanções comerciais que, prometeu ele, “degradarão o programa espacial russo”. Em resposta, Rogozin fez a ameaça no vídeo acima. Isso, depois de um comunicado da Nasa afirmar que, lá em cima, na ISS, as relações entre EUA e Rússia seguiam em cooperação, apesar do conflito.

A ameaça de Rogozin não parou por aí, pois o diretor também afirmou a intenção de “destacar todo o segmento russo da ISS”. A estação é dividida em diversos segmentos e módulos, onde atuam os astronautas de seus respectivos países – o Nauka, por exemplo, é um dos módulos russos na estrutura de quase 500 toneladas.

A Nasa e a Casa Branca não responderam à ameaça de Rogozin, que foi publicada no YouTube durante uma entrevista em um programa russo veiculado por um canal no Telegram (o próprio app viria a sinalizar apoio à Ucrânia dias depois).

Entretanto, a medida não passou incólume: o ex-astronauta da Nasa, Scott Kelly, cobrou explicações de Rogozin no Twitter, no próprio idioma do diretor. Rogozin, por sua vez, bloqueou Kelly de interagir com ele.

“Eu fiquei furioso que ele (…) disse que deixaria um membro americano da tripulação para trás. Eu nunca pensei que ouviria nada tão escandaloso”, disse Kelly à ABC. “Eu conhecço [pessoas da agência espacial russa] – muitas delas por mais de 20 anos. Eu confio nelas. Eu literalmente confiei a minha vida a elas antes”. O ex-astronauta ainda disse que os EUA deveriam “se preparar para o pior”, mas “torcer pelo melhor”.

Atualmente, a Nasa conta com a SpaceX para realizar a entrega de tripulantes e suprimentos científicos à ISS e, em tese, nada impede que a empresa de Elon Musk preste esse auxílio caso Rogozin decida cumprir a ameaça. Até o momento, a empresa também manteve-se em silêncio.

Se nada mudar e a ameaça se provar vazia, Mark Vande Hei retornará à Terra em 30 de março de 2022.

O Sul

Brasileiros relatam apreensão ao serem confundidos com “infiltrados russos” na Ucrânia

 


O casal de brasileiros que morava na Ucrânia e mobilizou o Itamaraty para uma ação de resgate dos pets em áreas de risco no país relatou que chegou a ser confundido com “infiltrados russos” durante a fuga da guerra.

Vanessa Rodrigues Granovskaya e Vladimir Granovsky moravam em Kiev havia mais de três anos e, com a invasão russa, decidiram deixar a cidade. Em suas redes sociais, a sorocabana Vanessa postou detalhes do seu trajeto até chegar ao Brasil.

O casal e seu cachorro Thor tentaram sair da capital ucraniana pela primeira vez no dia 24 de fevereiro, mas não tiveram sucesso, pois não conseguiram um carro para serem transportados até a estação de trem. Vanessa conta que, nesse dia, foi decretado um toque de recolher e que eles só podiam sair de casa às 8h do dia 28 de fevereiro.

No dia 28, o casal e o cão deixaram o local com duas malas em direção à estação de trem, na expectativa de embarcar para Lviv, cidade que faz fronteira com a Polônia. Vladimir conta que, no entanto, eles não conseguiram embarcar.

“Um policial com um fuzil foi empurrando as pessoas para deixarem passar mães e crianças. Não tinha condições de chegar nem perto da porta. Não com um cachorro e com uma esposa grávida. Desespero”, diz Vladimir. “Eu só tinha visto uma cena dessas em documentários sobre o Holocausto”, completa.

“Infiltrados”

O casal conseguiu embarcar para Lviv em uma van de um grupo de voluntários que alimentam os soldados. Chegando à cidade, foram para um apartamento de pessoas desconhecidas. Os vizinhos haviam deixado as chaves para eles. Porém, a síndica do prédio não sabia que eles se hospedariam no local.

Vanessa conta que a mulher estava nervosa com a situação, pois muitas pessoas estavam emprestando apartamentos para estranhos, e acabou se exaltando quando o marido, que é fluente em russo, começou a conversar com ela na língua.

“Ela começou a falar em ucraniano com meu marido, mas ele é fluente em russo, e a gente esqueceu que era melhor usar o inglês, e educadamente ele pediu para ela trocar o idioma. Ela soltou um comentário que ele estava falando russo em um país que está sendo atacados por russos, e ela ficou super nervosa e meu marido também”, relata.

Vladimir e a síndica do prédio começaram a discutir sobre a situação, ambos nervosos, segundo Vanessa. Nesse momento, a sorocabana começou a chorar e o marido ficou mais nervoso e disse que ela estava grávida.

Nesse meio tempo, a síndica os levou para a guarita do prédio, junto com policias, pois estava muito frio no local e o dono do apartamento enviou uma mensagem a Vladimir dizendo que no grupo do prédio as pessoas enviaram mensagens dizendo que russos estavam entrando no local.

Por fim, a síndica conseguiu entender que eles eram brasileiros e os dois conseguiram ir ao apartamento. Vanessa relata que, no momento em que entraram no local, eles choraram com a situação.

“Na hora que fechamos a porta, começamos a chorar, porque, por mais que as pessoas tivessem entendido, a gente nunca sabe e sempre tem um louco extremista. Como está todo mundo tenso, todo mundo armado, eles têm muito medo de contra espionagem, de ter infiltrados. Eu dormi mal naquela noite, foi o pico do pior dia das nossas vidas”.

No dia seguinte, a síndica ligou para o marido de Vanessa e disse para que eles encontrassem com ela pois tinha marcado um médico para Vanessa. Ela conta que, no condomínio de prédios, existe uma clínica especializada em gestantes e que foi nessa consulta que ela conseguiu ver seu bebê pela primeira vez através de um exame de ultrassom.

“Eu fico emocionada de contar isso. Eu acho que Deus me protegeu o caminho inteiro até chegar nesse ponto. Eu acabei confiando, nessa fuga toda, em pessoas completamente estranhas e que acabaram ajudando uma estrangeira. Não era para eu ter entrado naquele trem, era para as coisas terem acontecido exatamente como aconteceram. A gente foi ajudado pelos ucranianos”, conta Vanessa em suas redes sociais.

Após o mal entendido, Vanessa voltou a Sorocaba, no interior de São Paulo, na quinta-feira (10), e afirmou que quer continuar ajudando colegas que ficaram no país.

Vladimir, que continua em Lviv, criou uma vaquinha nas redes sociais para ajudar os soldados ucranianos na linha de frente com equipamento de proteção.

Ele conta que pretende arrecadar R$ 600 mil para realizar a importação de coletes a prova de balas e capacetes. Segundo ele, o dinheiro será usado apenas para compra de materiais não letais.

O Sul

Presidente da Ucrânia diz que a Rússia parou de “só fazer ultimatos” e “adotou enfoque diferente” em negociações

 


O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que há mudanças significativas nas negociações entre seu país e a Rússia, que ocorrem em paralelo à guerra. Em entrevista coletiva neste sábado, Zelensky disse “estar feliz” por perceber “passos positivos” nas últimas negociações bilaterais.

“A Federação Russa nos deu ultimatos desde o início, que não aceitamos”, disse Zelensky. “Agora, eles começaram a falar sobre algo, não apenas lançando ultimatos. É um enfoque fundamentalmente diferente.”

Zelensky não especificou quando ocorreram as últimas negociações. Embora tenham ocorrido quatro encontros presenciais oficiais entre os representantes dos países até o momento, o presidente russo, Vladimir Putin, já afirmou que as negociações “agora acontecem quase diariamente”. Isto dá a entender que as conversas às quais o ucraniano se referiu ocorreram de forma extraoficial, provavelmente por meios virtuais e não presencialmente. Na sexta-feira, Putin também insinuou perceber avanços nas negociações. Apesar disso, em nenhum momento a Rússia disse que abrirá mão de seus objetivos.

Na quinta-feira, a Turquia sediou as primeiras negociações entre os ministros das Relações Exteriores russo e ucraniano desde o início da invasão, o encontro de mais alto nível até agora. Realizaram-se também três sessões de diálogo ao nível das delegações, a primeira na fronteira ucraniana-bielorrussa e as duas seguintes na fronteira polaco-bielorrussa.

Neste sábado, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, informou que as reuniões continuarão ocorrendo por videoconferências, sem dar mais detalhes.

Na mesma declaração, transmitida pela televisão, o presidente ucraniano deu pela primeira vez um número de soldados ucranianos mortos desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro: no mínimo 1.300. Ele afirmou que a Rússia “sofreu muito mais baixas”. Os números não podem ser confirmados de forma independente.

Zelensky disse que pediu aos líderes da França e da Alemanha – Emmanuel Macron e Olaf Scholz, respectivamente – para pressionarem o Kremlin para libertar o prefeito de Melitopol, uma cidade do Sul agora ocupada por tropas russas. Ivan Fedorov foi capturado na sexta-feira, e civis protestam por sua libertação.

Macron e Scholz tiveram uma conversa trilateral por telefone de 75 minutos com Putin neste sábado (12). O comunicado do Kremlin sobre o chamado não faz menção a um cessar-fogo, e diz que o presidente russo acusou as forças ucranianas de “violações flagrantes” do direito humanitário durante a chamado. De acordo com a nota, Putin mencionou “assassinatos extrajudiciais de opositores”, “tomada de reféns civis” e seu “uso como escudo humano”, bem como a “distribuição de armas pesadas em áreas residenciais, perto de hospitais, escolas e creches”.

Ainda não há notas oficiais de França e Alemanha. Um funcionário da Presidência francesa disse à agência de notícias AFP, sob anonimato, que “não detectamos a disposição de Putin de encerrar a guerra”.

Neste sábado, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, acusou os Estados Unidos de aumentar as tensões e disse que a situação foi complicada por comboios de carregamentos de armas ocidentais para a Ucrânia. Ele descreveu esses comboios como “alvos legítimos”.

A Rússia enfrenta dificuldades para avançar, e neste sábado suas tropas fizeram mais uma pausa operacional rumo a Kiev. As informações são do jornal O Globo e de agências internacionais de notícias.

O Sul

Jogo de Panelas Tramontina Antiaderente - de Alumínio Vermelho 10 Peças Turim 20298/722

 


Hoje em dia, seja por lazer ou necessidade, todos nós nos aventuramos na cozinha não é mesmo? E para que tudo saia como planejamos, precisamos sempre contar com utensílios adequados e de qualidade. Por isso vale a pena conferir o Jogo de Panelas Turim da Tramontina. Feita em alumínio revestido com antiaderente Starflon T1 interno, esse belíssimo jogo de panelas na cor vermelha proporciona um cozimento uniforme de seus alimentos e é muito fácil de lavar, pois o revestimento faz com que os alimentos não grudem. Com 10 peças, esse jogo certamente fará parte de grandes momentos na sua cozinha!

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Rússia “pagará alto preço se usar armas químicas” na Ucrânia, afirma o presidente dos Estados Unidos

 


A Rússia “pagará um alto preço se usar armas químicas” na Ucrânia, alertou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante um discurso na Casa Branca na sexta-feira (11). Os ocidentais estão preocupados com o possível uso de armas químicas por Moscou após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de fevereiro.

Por sua vez, a Rússia acusa Washington e Kiev de administrar laboratórios destinados a produzir armas biológicas no país, o que foi negado por ambas as capitais.

Biden repetiu o discurso de que os americanos não travariam uma guerra com a Rússia na Ucrânia, mas que defenderiam o território dos países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

“Se tocarem nos países da Otan, vamos responder”, disse Biden em uma conferência do Partido Democrata, na Pensilvânia.

O americano disse aos democratas que conversou por telefone, durante quase uma hora, com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky – o que, segundo ele, tem feito diariamente.

Biden disse ter prometido ao líder ucraniano apoiar seu país com armas e ajuda humanitária. Além disso, o americano afirmou que os EUA estariam prontos para acolher refugiados da guerra.

Mais cedo, o democrata anunciou uma nova rodada de sanções contra o governo de Vladimir Putin, e bloqueou a compra de vodca e diamantes.

Os EUA anunciaram que vão barrar a importação de diamantes e vodca da Rússia – e que com outros membros do G7, poderiam retirar do país o status comercial de “nação mais favorecida”.

A medida, se tomada pelo grupo das nações mais industrializadas do mundo, abriria caminho para aumentos de tarifas para produtos russos.

O presidente Vladimir Putin é um “agressor, o agressor”, disse Biden, e deve “pagar um preço”.

A aprovação final da retirada da Rússia do status comercial de “nação mais favorecida” será tomada em coordenação com os países do G7 e a União Europeia, e será decidida pelo Congresso, mas a Casa já se demostrou ser amplamente favorável.

Neste sábado (12), Biden autorizou 200 milhões de dólares em armas e outras ajudas à Ucrânia, informou a Casa Branca, enquanto autoridades ucranianas disseram que os fortes bombardeios das forças russas estava ameaçando a retirada de civis.

A decisão leva o total de auxílio dos EUA à segurança da Ucrânia ao longo do último ano a 1,2 bilhão de dólares, afirmou uma autoridade sênior do governo.

Em um memorando ao secretário de Estado, Antony Blinken, Biden orientou que até 200 milhões de dólares alocados por meio do Lei de Assistência Externa fossem designados à defesa da Ucrânia.

Os recursos podem ser usados para armas e outros artigos de defesa do estoque do Departamento de Defesa, e também para educação militar e treinamento para ajudar a Ucrânia.

Os novos recursos chegam dias depois de o Congresso dos EUA aprovar 13,6 bilhões de dólares em auxílio emergencial à Ucrânia, como parte de 1,5 trilhão de dólares para financiar o governo dos EUA até setembro. As informações são das agências de notícias AFP e Reuters.

O Sul

No último dia da missão aos Estados Unidos, Leite fala sobre meio ambiente e sustentabilidade em evento de tecnologia

 


Ponto mais esperado da missão internacional aos Estados Unidos, a palestra do governador Eduardo Leite na South by Southwest (SXSW) ocorreu na manhã deste sábado (12), em Austin, no Texas. A feira, uma das maiores do mundo em música, cinema e tecnologia, é descentralizada – ocorre em diversos espaços ao mesmo tempo, envolvendo toda a cidade no evento.

Mediado por Seth Garfield, professor de História na Universidade do Texas, o painel, intitulado “ESG: Caminhos para um desenvolvimento econômico sustentável’, durou cerca de uma hora. Leite foi convidado a falar sobre o ajuste fiscal realizado no Rio Grande do Sul e sobre as ações de enfrentamento à pandemia de coronavírus no Estado. Além disso, respondeu sobre a estiagem que afeta o RS e sobre as estratégias de inovação e de inclusão desenvolvidas pelo governo.

“O painel na SXSW foi uma oportunidade de falar sobre ESG, esse conceito que domina os investimentos e que ganha espaço nas ações de governo, norteando as ações de toda a sociedade voltadas à sustentabilidade: melhor governança, inclusão e inserção de grupos na economia e, claro, o respeito ao meio ambiente, a sustentabilidade. Também falamos sobre o que fizemos no RS e como fizemos, com firmeza, para mudar a realidade, mas com disposição para dialogar e construir soluções. Essa é uma demanda mundial que as democracias estão apresentando, a capacidade de conviver com as diferenças e, ao mesmo tempo, de entregar resultados para a sociedade”, detalhou o governador.

A participação na SXSW vai na esteira do esforço do governo do Estado em transformar o Rio Grande do Sul em uma referência de inovação e tecnologia. Em maio, o Rio Grande do Sul receberá o South Summit, que ocorrerá em Porto Alegre entre os dias 4 e 6 de maio.

“Para que tenhamos um ambiente convidativo às inovações, temos de manter no RS as pessoas, os talentos que estão se formando nas nossas universidades. Precisam querer morar lá, trabalhar lá, e estamos nos esforçando para transformar o Estado nesse ambiente. Estamos investindo em segurança, em rodovias, em educação e na geração de oportunidades”, disse.

A SXSW foi a última agenda oficial da missão internacional aos Estados Unidos. Durante este sábado, o governador ainda assistiu a alguns painéis, como o “Favelas brasileiras: os inovadores das comunidades”, ministrada por Edu Lyra, CEO e fundador da Gerando Falcões, que está utilizando ferramentas de alta tecnologia para transformar as favelas brasileiras em laboratórios de inovação. Ao final do painel, Leite aproveitou para conversar com Lyra.

Neste domingo (13), o governador inicia o retorno ao Brasil.

O Sul

Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena e prêmio vai a 165 milhões de reais

 


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.462 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (12) no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. O prêmio acumulou mais uma vez. Veja as dezenas sorteadas: 03 – 16 – 23 – 41 – 45 – 57.

A quina teve 294 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 39.145,65. A quadra teve 19.576 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 839,86.

O próximo concurso (2.463) tem prêmio estimado em R$ 165 milhões; será o maior do ano e um dos dez maiores concursos regulares da história da Mega-Sena. O sorteio será na quarta-feira (16).

O Sul

Kit Lenço Umedecido Pampers Cheirinho de Bebê - 288 Unidades

 


Conheça os Lenços umedecidos Pampers, agora com novos aromas! Eles são ideais para limpar seu bebê da cabeça aos pés. São feitos de um material resistente para evitar que se rasguem quando retiradas do pacotinho ou quando estiver limpando seu bebê.

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