Marcada audiência para debater a volta das bebidas em estádios no RS

 Reunião será na próxima quinta-feira e deverá contar com a participação dos principais de dirigentes de clubes, MP e BM



Foi aprovada na Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa a realização de uma audiência pública para debater a retomada do consumo e da venda de bebidas nos estádios de futebol e arenas esportivas gaúchas. O encontro será na próxima quinta-feira, dia 17. O requerimento é de autoria dos deputados Marcus Vinicius (PP) e Fábio Ostermann (Novo). 

A reunião deverá contar com a participação de dirigentes de times de futebol, inclusive do interior do Estado, e integrantes da Justiça ligados ao assunto, como Ministério Público e Brigada Militar. O encontro ocorre em função do PL 466/21, que está tramitando na Casa e prevê uma série de medidas para retomar a comercialização de bebidas dentro desses espaços, interrompida desde 2008. 

Para Ostermann, um dos deputados a assinar a proposta, a audiência será uma oportunidade para trazer as novas informações sobre o tema e reforçar o diálogo com clubes, órgãos de segurança e de saúde. “Nossa proposta sustenta princípios sólidos para uma regulamentação responsável. Consolidamos um projeto que oferece uma solução séria e devolve o poder de escolha para o consumidor e para os clubes com segurança”,  defendeu o deputado. 

Contrários à medida, incluindo deputados e órgãos responsáveis pela segurança pública, apontam para uma redução no número de confusões em estádios após a proibição da venda. Em 2019, o governador Eduardo Leite (PSDB) vetou um projeto com a mesma intenção. 

Recentemente, o Ministério Público (MP-RS) alterou o posicionamento sobre a medida. A titular da Promotoria do Torcedor da Capital, Débora Balzan, afirmou que é favorável à liberação da venda e do consumo de bebidas alcoólicas durante os jogos. Conforme a promotora, não existem dados comprovando ou demonstrando a ligação concreta e direta do consumo de álcool dentro dos estádios com o aumento de violência. 

Correio do Povo

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Congresso derruba veto de Bolsonaro à distribuição de absorventes

 Projeto prevê a distribuição gratuita do produto de higiene a estudantes de baixa renda e mulheres em situação de rua



O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (10), os vetos do presidente Jair Bolsonaro (PL) a um projeto de lei que previa a distribuição gratuita, por parte do governo, de absorventes femininos a mulheres em situação de baixa renda. Foram contra o veto 426 deputados e 64 senadores.

A distribuição gratuita dos absorventes estava prevista em uma proposta aprovada pelo Congresso em 2021. O texto instituiu o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. Bolsonaro vetou os trechos do projeto que obrigavam a disponibilização dos itens a estudantes de baixa renda matriculadas em escolas da rede pública de ensino, mulheres em situação de rua ou em situação de vulnerabilidade social extrema, presidiárias e mulheres internadas em unidades para cumprimento de medida socioeducativa.

A distribuição atende a 5,6 milhões de mulheres. Ao justificar o veto, Bolsonaro alegou que o projeto contrariava o interesse público e não indicava a fonte de custeio ou medida compensatória, o que violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal. Também disse que a iniciativa não abarcava os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) de forma ampla e restringia as beneficiárias.

Antes do veto, o presidente comentou que, se sancionasse o projeto, estaria cometendo crime de responsabilidade. Ele estimou o custo em mais de R$ 100 milhões e disse que estaria tirando o dinheiro da saúde e da educação.

A deputada Marília Arraes (PT-PE), autora do projeto, afirmou após o veto que o texto enviado ao chefe do Executivo previa claramente as fontes de recursos para bancar a iniciativa, como o SUS e Funpen (Fundo Penitenciário Nacional). A estimativa de financiamento do projeto era de R$ 84 milhões por ano.

Desde então, o presidente vinha sendo criticado pelo veto. Para tentar contornar a situação, na última terça-feira (8), Dia Internacional da Mulher, Bolsonaro assinou um decreto voltado à proteção da saúde menstrual, prevendo a oferta gratuita de absorventes higiênicos femininos.

Contudo, o decreto do governo não é tão amplo como o projeto do Congresso, e atenderá apenas mulheres em situação de rua, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e alunas de 9 a 24 anos matriculadas em escolas do programa Saúde na Escola. Segundo o governo, cerca de 3,6 milhões de mulheres devem ser beneficiadas.

R7 e Correio do Povo

Bolsonaro afirma que oito ministros vão ser candidatos

 Na avaliação do presidente, todos têm chances no pleito eleitoral em 2022



O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que ao menos oito ministros deixarão as pastas para concorrer às eleições deste ano. A declaração ocorreu durante a live desta quinta-feira. "A Damares vem pelo Amapá; em Pernambuco, o Gilson; em São Paulo, o Tarcísio ao governo; no Rio Grande do Norte, o Rogério Marinho ao senado; no Rio Grande do Sul, o Onyx governador; a Tereza Cristina ao senado em Mato Grosso do Sul; no DF, a Flávia Arruda no senado; na Bahia, o João Roma a governador", citou.

Ele também disse que terá um assessor direto concorrendo como suplente ao senado na Paraíba, Tércio Arnaud. "O resto não sei se alguém vai querer disputar alguma coisa. Temos muita esperança do Tarcísio em São Paulo, mas todos têm chance de se eleger, porque saem do governo mostrando alguma coisa, o que fizeram, houve muita exposição." Por fim, Bolsonaro citou Marcos Pontes na disputa pelo cargo de deputado federal por São Paulo. "Temos ex-ministros também."

Falando sobre economia, o presidente citou o que considerou avanços promovidos pelo Banco Central durante o mandato, como o Pix e o saque de dinheiro inativo. "O Banco Central descobriu R$ 8 bi em contas inativas. Eu podia ter ficado quieto e o dinheiro não voltar. Mas foi feita uma campanha. [...] A questão do pix, em novembro, tivemos R$ 1,2 bi em movimentações. Dezembro aumentou: R$ 1,460 bi. Janeiro, R$ 1,3 bi. Segundo o Banco Central, se essas transações não fossem por Pix, os bancos teriam arrecadado cerca de R$ 4,9 bilhões em tarifas. Em um ano, aproximadamente R$ 20 bilhões."

Mineração

Após a Câmara dos Deputados aprovar um requerimento de urgência para o projeto de lei que autoriza a exploração de minério em reservas indígenas, nesta quarta-feira, Bolsonaro também comentou o tema afirmando que ele é de interesse dessa população e pode trazer avanços.

"Nós apresentamos, em fevereiro de 2020, um projeto de lei para que possamos explorar minerais nas áreas indígenas, de acordo com o interesse deles. Foi aprovada urgência na Câmara. Lógico que temos urgência, mas, mesmo aprovando, vai levar dois ou três anos para produzir algo. [...] Os indígenas querem isso aí. Alguns são influenciados por ONGs e são contra. Mas uma parte considerável já quer fazer o que o fazendeiro vizinho faz na propriedade. O projeto não é impositivo, os indígenas têm que dar o sinal verde para você explorar. Eles podem ter ganho e servir para benefício deles."

O projeto de lei tem como proposta permitir a realização de pesquisa e da lavra de recursos minerais e do aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica em terras indígenas, desde que haja a autorização do Congresso Nacional e o consentimento das comunidades indígenas afetadas. O texto ainda busca autorizar que indígenas desenvolvam atividades econômicas nas terras, como agricultura, pecuária, extrativismo e turismo.

Combustíveis

Jair Bolsonaro também acompanhou as votações no Senado nesta quinta-feira (10), que aprovaram dois projetos sobre combustíveis. O principal deles muda a fórmula de cálculo do ICMS, um imposto estadual responsável por 25% do preço dos combustíveis, e zera a cobrança de PIS-Confins dos combustíveis até o fim do ano.

O texto tinha sido aprovado pela Câmara no ano passado, mas retornará para a análise dos deputados porque sofreu alterações. Na live, o presidente reafirmou que vai sancionar imediatamente após a aprovação, como havia adiantado ao Blog do Nolasco mais cedo. 

"Com a sanção, na questão do diesel, por exemplo, já reduzo em torno de 33 centavos por litro. Os governadores reduzem em torno de 27 centavos. Então, o desconto de impostos será de 60 centavos do litro do diesel. Como seria bom se a Petrobras reajustasse na segunda ou terça-feira. Mas não posso interferir na Petrobrás. Se pudesse deixar para dar o reajuste na segunda ou terça-feira estaria tudo resolvido", reclamou.

Ele fez referência ao anúncio da empresa de que vai aumentar os preços de venda de gasolina e diesel às distribuidoras a partir desta sexta-feira (11). A gasolina da Petrobras ficará 18% mais cara para as distribuidoras, enquanto o diesel terá aumento maior, de 25%. O GLP, também reajustado, ficará 16% mais pesado na conta. O preço final ao consumidor depende da política de cada revendedor e dos postos.

R7 e Correio do Povo

Governo de Minas Gerais flexibiliza uso de máscaras em locais abertos

 Municípios terão autonomia para definir regras de uso da proteção



O governo de Minas Gerais retirou a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial em locais abertos de todo o estado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti. A decisão passa a valer a partir de sábado.

De acordo com o secretário, os municípios terão autonomia para decidir sobre o tema. Para a equipe técnica do governo estadual, porém, o momento é seguro para a flexibilização no uso do equipamento de proteção individual.

O secretário disse que a decisão está baseada no quadro de projeção de quedas de casos nos próximos dias, e do fato de há mais de seis meses o estado está em onda verde, ou seja, um cenário controlado. Ele disse ainda que a vacinação completa no estado com duas doses está acima de 80% e o reforço acima de 40%. “A recomendação do estado é que cada município possa desobrigar o uso de máscara em locais abertos a partir de sábado”.

Baccheretti explicou que a orientação da pasta é que cada município verifique se sua cidade já atingiu pelo menos 80% da população vacinada com duas doses para poder optar pela flexibilização.

Atualmente, o estado de Minas Gerais tem mais de 86% da população totalmente imunizada com as duas doses, ou dose única, e cerca 45% com a dose de reforço. Desde o início da pandemia da covid-19, mais de 61 mil pessoas morreram em decorrência da infecção no estado.

Ao menos outras nove capitais já flexibilizaram parcial ou totalmente o uso de máscaras. Rio de Janeiro e Brasília, por exemplo, liberaram o uso inclusive em locais fechados.

Agência Brasil e Correio do Povo

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Municipários reinvindicam reajuste em frente à Prefeitura de Porto Alegre

 Servidores relatam 32% de perda salarial em cinco anos



O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) realizou uma manifestação em frente ao Paço Municipal, no fim da tarde desta quinta-feira. Além do ato, foi entregue à prefeitura um documento endereçado ao prefeito Sebastião Melo.

"Estamos entrando no sexto ano sem sequer a reposição da inflação. Sem a reposição os municipários não aguentam mais. Tivemos a última reunião com o Melo em dezembro e desde então as negociações foram suspensas e o prefeito não apresentou nenhuma proposta concreta oficial de reposição aos servidores. São 32,64% de perdas, só pela não reposição", apontou o diretor geral do Simpa, João Ezequiel.

No documento endereçado ao prefeito, o Simpa pede a retomada da negociação. "E que o Melo apresente uma proposta de reposição inflacionária oficial aos servidores. Os servidores estão empobrecendo de fato. Muitos colegas ligam para o sindicato pedindo auxílio de cestas básicas, é uma situação dramática", relatou Ezequiel.

Elaine Silveira, representante do conselho do departamento municipal de previdência dos servidores públicos do município de Porto Alegre (PREVIMPA), explicou que mais servidores estão tendo que pagar a alíquota de 14% de desconto do INSS. "A insenção de pagamento da alíquota era até o teto do INSS. E agora a isenção é até dois salários mínimos. A partir de agora, o aposentado com dois salários mínimos já paga 14%."

"No meu caso, isso representou uma perda de mais de mil reais. Foi um baque", lamentou Claudia Sepé, municipária aposentada. No ato, a professora também pedia pela valorização do serviço público. "Houve superávit de arrecadação em 2021 e não vemos retorno desses impostos nos serviços", reclamou. 

Os municipários não desconsideram a ideia de uma greve. "A nossa ideia é que daqui pra frente a gente intensifique o movimento, chamar a categoria cada vez mais. Caso não haja resposta do governo, uma greve de todos os municipários não é descartada", finalizou Ezequiel.

Representantes do Simpa foram recebidos pelo secretário de Administração e Patrimônio, André Barbosa, durante a tarde. O sindicato fez suas reinvidicações e a prefeitura disse, em nota, que "as solicitações serão levadas ao prefeito Sebastião Melo".

Correio do Povo


Senadores revelam intimidação por não apoiarem projeto de armas

Senado aprova projeto que cria auxílio-gasolina de até R$ 300 e fundo para estabilizar preço

 Auxílio não pode ser pago em ano eleitoral; matéria prevê a criação de uma conta de estabilização do preço dos combustíveis



O plenário do Senado aprovou na tarde desta quinta-feira (10) projeto de lei (1.472) que cria uma Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis (CEP-Combustível). A intenção é dar um subsídio para conter as oscilações nos preços de derivados de petróleo, de gás de cozinha e de gás natural para o consumidor final. Foi incluída nesta quinta-feira uma emenda que prevê, ainda, a criação de um auxílio-gasolina de até R$ 300, que deve ser pago somente a partir do ano que vem.

A aprovação do projeto se dá em meio à escalada do preço dos combustíveis, com anúncio de reajuste feito pela Petrobras nesta quinta-feira, o que pressionou ainda mais a aprovação do texto. O cenário deve ficar ainda pior, com o aumento do preço do barril de petróleo diante da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

A inclusão do auxílio foi feita pelo relator Jean Paul Prates (PT-RN) após apresentação de emenda pelo líder do MDB, Eduardo Braga (AM). O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também apresentou uma emenda no mesmo sentido. A alteração foi acordada por Braga com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na última quarta-feira, conforme apurado pela reportagem. A questão pegou os governistas de surpresa, pois Guedes não discutiu a questão com os senadores da base, e a proposta não era sequer discutida entre os parlamentares.

O texto aprovado instituiu um "auxílio emergencial destinado a atenuar os impactos extraordinários sobre os preços finais ao consumidor da gasolina", limitado ao valor de R$ 3 bilhões e priorizando os beneficiários do programa Auxílio Brasil. A matéria diz que o pagamento do auxílio fica sujeito à disponibilidade orçamentária e financeira e observará a Lei das Eleições, que não permite pagamento de novos benefícios em ano eleitoral. Ou seja, o auxílio poderá ser pago somente no próximo ano.

Apesar de a lei ser clara, e ser esse também o entendimento do relator, o líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), afirma que a questão está sendo analisada pela área jurídica. A intenção é conseguir uma brecha para que o auxílio seja pago já neste ano.

O auxílio-gasolina será pago em parcelas de R$ 300 a "motoristas autônomos do transporte individual, incluídos taxistas e motoristas, condutores ou pilotos de pequenas embarcações com motor de até 16 HP e motociclistas de aplicativos, sempre com rendimento familiar mensal de até três salários mínimos".

O valor será, segundo o texto, de R$ 100 para motoristas com habilitação para conduzir ciclomotor (ACC) ou motos de até 125 cilindradas, "observados os limites de um benefício por família e rendimento familiar mensal de até três salários mínimos".

Fundo de estabilização

Além deste trecho, o ponto principal da matéria, que vem sendo discutida há semanas, é a criação da conta de estabilização. A matéria estabelece um "regime de banda" para os preços dos combustíveis derivados de petróleo, com uma frequência de reajuste definida e mecanismos de compensação. Ou seja, o texto cria uma conta com diferentes fontes de recurso que vão atuar para conter as oscilações nos preços de combustíveis.

A ideia é de que, com o aumento do petróleo, o fundo sirva para equilibrar o preço e evitar que o consumidor final pague a conta. O projeto aprovado também incluiu a ampliação do auxílio-gás, dando prioridade ao vale em relação à conta de estabilização. A matéria ainda é alvo de amplos questionamentos no Congresso, e alguns entendem que a conta de estabilização pode não resolver o problema.

O senador Carlos Viana (MDB-MG), por exemplo, que tem atuado auxiliando nas negociações do governo, disse mais cedo nesta quinta-feira que o projeto faz uma intervenção. "É diferente de regulação. Regular é criar regras. Criar um fundo de estabilização você está tabulando preço de petroleo. E, se no período, a gasolina fica mais cara lá fora e o Brasil está com o preço regulado? O que acontece? Desabastecimento", afirmou.

R7 e Correio do Povo


Leite cogita antecipar retorno ao Brasil para avaliar cenário eleitoral


Nota pela flexibilização de máscaras no RS gera divergência entre infectologistas

Bolsonaro diz que sancionará imediatamente projeto que fixa ICMS dos combustíveis

 Presidente disse que dará aval ao texto assim que medida for aprovada também na Câmara dos Deputados


O presidente Jair Bolsonaro acompanhou de perto as votações no Senado nesta quinta-feira. Foram aprovados dois projetos. O principal deles muda a fórmula de cálculo do ICMS, um imposto estadual responsável por 25% do preço dos combustíveis, e zera a cobrança de PIS-Confins dos combustíveis até o fim do ano.

O presidente disse ao Blog do Nolasco, do R7, com exclusividade, que pretende sancionar rapidamente o projeto, "Se aprovarem hoje, eu hoje mesmo, ou amanhã cedo, sanciono. Em números arredondados, [zerar a cobrança de PIS-Confins] diminui 32 ou 33 centavos no preço do Diesel (Pis-Cofins) e esse novo cálculo do ICMS abate em torno de 27 centavos do Diesel. Dá mais ou menos 60 centavos ao todo. Os 90 centavos (reajuste anunciado pela Petrobras) anunciados hoje passariam para 30 centavos. Então, é um primeiro passo. Em vez de a gente falar em 90 centavos no preço do Diesel, a gente fala a partir de amanhã em 30 centavos. É um valor alto? Ainda é. Mas, perto do que está acontecendo no mundo, a gente está fazendo o possível", disse o presidente.

Bolsonaro não garantiu que vai sancionar o outro projeto aprovado hoje no Senado, que cria um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis. A equipe econômica é contra a proposta, porque o projeto poderia significar uma interferência no mercado. O presidente disse que vai debater o tema com o Ministério da Economia.

"Eu converso com a Economia para gente ver como proceder. A gente vai tomar muito cuidado. Não queremos que que se alterem o dólar e a confiança no Brasil. Agora, o preço dos combustíveis no Brasil, o povo tem que entender que é uma coisa anormal o que está acontecendo aí, uma consequência da Guerra. E, no nosso entendimento, está com os dias contados o fim da guerra lá na Ucrânia, porque todo mundo perde com isso."


R7 e Correio do Povo

Idôle Lancôme - Perfume Feminino Eau de Parfum

 


Criada no futuro. Prepare-se para descobrir a mais nova fragrância de Lancôme. Inspirada por uma nova visão sobre a feminilidade, IDÔLE abre novos horizontes. Adicione a fragrância feita no futuro à sua vida. Idôle, foi idealizada no despertar de consciência das mulheres contemporâneas. A fragrância de Lancôme , representa todos os valores de uma nova geração de mulheres que conquistam seu sucesso sem sacrificar sua feminilidade. Idôle foi inspirada em mulheres pioneiras que não são apenas um modelo a ser seguido, mas sim mulheres que expressam uma convicção absoluta de que todas têm o poder de mudar o mundo ao seguir seus maiores sonhos. Ao longo dos anos, as mulheres se transformaram, se reinventaram. Lancôme segue essa evolução, continuando seu caminho o mais próximo possível das aspirações de cada mulher. A Fragrância: A nova fragrância floral chipre clean conta com uma essência de pétalas de rosa de Esparta de origem sustentável da Turquia feita exclusivamente para Lancôme , junto com uma rosa de cem pétalas cultivada em Grasse na França, super infusão de jasmim grandiflorum da Índia criada para a Lancôme e uma nova nota “clean and glow” que está definida para reescrever a página em branco em que toda mulher começa sua história. Família olfativa: Chipre Floral Clean Notas de cabeça: Pêra, Bergamota, Absoluto de Jasmin Sambac, Absoluto de Jasmim Grandflorum Notas de coração: Rosa Centifolia, Rosa Damascena, Essência de rosas Notas de funco: Acorde chipre, Almíscar Branco O Frasco: Trazendo uma nova visão de sucesso - que une e transcende, indo além da convenção – o frasco de Idôle é indiscutivelmente um dos mais finos do mundo, com apenas 15 milímetros de espessura. Esta fineza, com um acabamento emblemático em rosé gold, enfatiza a sua estrutura geométrica. Ele é fácil de manusear, fazendo com que a mão se ajuste facilmente ao redor do objeto e tão leve quanto a virtualidade. As superfícies de vidro translúcido são tão finas que o suco, inspirado em um rosa millenial, parece estar direto nas palmas das mãos. Idôle é uma criação, atemporal, elaborada para ser capaz de se adaptar às novas tecnologias. A criação: Idôle surgiu a partir da combinação de três mulheres perfumistas. Três diferentes caminhos de vida, sensibilidades e personalidades em um único amor de fragrância. Reunidas pelo desejo de criar uma paixão nova e universal, Shyamala Maisondieu, Nadège Le Garlantezec e Adriana Medina trabalharam juntas para criar as notas da fragrância Idôle com base na harmonia original e clean. Combinando disciplina e intuição, cada uma proporcionou a sua contribuição única para a assinatura exclusiva desta fragrância. Beneficiando-se deu a cultura dupla, Shyamala Maisondieu cresceu na Malásia, estudou na Europa e trabalhou em Hong Kong e Paris. Ela combinou vários tipos de rosas e jasmim para formar uma base floral radiante com um brilho natural. Uma verdadeira parisiense, Nadège Le Garlantezec representa a França com elegância. Precisa e meticulosa, ela realizou inúmeros testes para encontrar o equilíbrio perfeito entre o patchouli e os almíscares para proporcionar à Idôle o seu aroma Chipre persistente e brilhante. Americana nascida na Colômbia, Adriana Medina conquista as pessoas de forma instantânea com sua personalidade espontânea. Seu estilo criativo reflete esta faceta, proporcionando apelo imediato às suas fragrâncias. Para a fragrância Idôle, ela criou um fascínio divertido e radiante de abertura, onde a bergamota revigorante aprimora as essências suculentas de uma nota de pera. Esta liga de criadoras complementares proporcionou a primeira essência chipre floral clean do mercado de fragrâncias.

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