Senado aprova projeto que fixa valor do ICMS sobre o preço dos combustíveis

 Proposta estabelece que alíquota do ICMS incidirá apenas uma vez sobre o preço dos produtos



Senado aprovou nesta quinta-feira o projeto de lei que altera a forma de cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações envolvendo combustíveis, o que deve baixar o valor de venda dos produtos derivados de petróleo. O texto tinha sido aprovado pela Câmara no ano passado, mas retornará para a análise dos deputados porque sofreu alterações.

Segundo a proposta, a alíquota do ICMS na comercialização de gasolina, etanol, diesel, biodiesel, gás de cozinha, derivado de gás natural e querosene de aviação será cobrada sobre o valor fixo por litro e não pelo preço do produto. Além disso, o imposto vai incidir apenas uma vez no decorrer da cadeia de circulação das mercadorias.

De acordo com o texto, o percentual a ser cobrado será definido mediante deliberação dos estados e do Distrito Federal. Ele deve ser uniforme em todo o território nacional, mas poderá ser diferenciado por produto. A alíquota poderá ser reduzida e restabelecida no mesmo exercício financeiro.

O projeto não define uma data para que esse novo regime de cobrança do tributo passe a valer e diz que caberá aos estados, por meio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), implementar a cobrança única do ICMS ao seu ritmo.

Com relação à cobrança do ICMS nas operações envolvendo diesel, especificamente, a base de cálculo do imposto até o fim deste ano, para fins de substituição tributária, será a média móvel dos preços médios praticados ao consumidor final nos 60 meses anteriores à sua fixação.

A escolha pelo diesel, de acordo com a proposta, deve-se ao papel crucial desse combustível para a manutenção da atual cadeia logística brasileira, bem como das operações de transporte coletivo.

"Entendemos que o mecanismo de transição pode ser o ponto de partida para adoção da monofasia primeiro no diesel e depois nos demais combustíveis, seguindo o ritmo determinado pelo Confaz, provavelmente priorizando aqueles com maior simplicidade e rumando, aos poucos, aos de sensibilidade socioeconômica mais complexa", frisou o relator da matéria, Jean Paul Prates (PT-RN).

Outra mudança estabelecida pelo projeto é que, até o fim de 2022, ficam zeradas as alíquotas de PIS/Cofins (interno e importação) sobre o diesel, gás de cozinha, querosene de aviação e biodiesel.

Outras regras

Quanto à definição das alíquotas fixas do ICMS pelo Confaz, o projeto diz que o Conselho deverá respeitar um intervalo mínimo de doze meses entre a primeira fixação e o primeiro reajuste desses valores, e de seis meses para os reajustes subsequentes, respeitada a anterioridade de 90 dias da data em que foi publicada a última alteração.

A proposta ainda estabelece que, para evitar, de um lado, perda de arrecadação e, de outro, aumento da carga tributária, serão instituídos mecanismos de compensação entre os entes federados, tais como câmara de compensação ou outro instrumento mais adequado, com atribuições relativas aos recursos arrecadados em decorrência da incidência do ICMS.

Nas operações com combustíveis derivados de petróleo, o imposto caberá ao estado onde ocorrer o consumo. Nos demais combustíveis, em operações entre contribuintes, o imposto será partilhado entre os estados de origem e destino, na proporção aplicável às demais mercadorias. Nas operações que destinem combustíveis não derivados de petróleo a não contribuinte, o imposto cabe ao estado de origem.

R7 e Correio do Povo

Melo reúne governo nesta sexta para avaliar contribuições sobre uso de máscaras em Porto Alegre

 Em debate, o prefeito destacou o cenário de retração da pandemia e disse que é momento de avançar na reflexão "sem demagogia e ideologia"


A Prefeitura de Porto Alegre promoveu, na tarde desta quinta-feira, um debate técnico sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 nos espaços ao ar livre. Nesta sexta-feira, às 10h, o prefeito Sebastião Melo se reúne com a equipe técnica para examinar as contribuições dos especialistas e avaliar a flexibilização.

Melo afirma que a gestão enfrenta a pandemia com responsabilidade. “Em momentos cruciais, a Capital atuou de forma prudente e cancelou eventos de grandes aglomerações, como Réveillon, o que não se viu no litoral ou em outras regiões, em nível estadual”, ressalta. Segundo ele, o avanço da vacinação e a queda nos indicadores de contágio e ocupação da rede hospitalar contribuem para iniciar a construção do melhor caminho para desobrigatoriedade do uso de máscaras.  

“Agora, felizmente diante de um cenário de retração da pandemia e com ampla cobertura vacinal, chegou o momento de avançar na reflexão sobre as máscaras sem demagogia e ideologia, mas com base nos dados da saúde e na ciência”, disse o prefeito.

Especialistas

A reitora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Lucia Pellanda, afirma que a queda nos indicadores é uma boa notícia e acredita que é possível flexibilizar o uso de máscaras em locais abertos. No entanto, reforça que pessoas não vacinadas e imunossuprimidas devem manter a proteção. Já em locais fechados, ela defende seguir com o uso. 

Para o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Alexandre Zavascki, a retirada da obrigatoriedade da máscara em locais ao ar livre deve ser avaliado para depois avançar para outras flexibilizações, como ambientes fechados.

Segundo o professor Fernando Rosado Spilki, da Feevale, o bom momento da pandemia se deve à vacinação. Em Porto Alegre, 95,4% da população acima de 5 anos recebeu, pelo menos, a primeira dose, conforme o Vacinômetro.

Cenário

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), houve redução de casos confirmados pela sexta semana epidemiológica consecutiva, com níveis equivalentes a abril de 2021 e setembro de 2020. A região 10, composta por Porto Alegre, Cachoeirinha, Alvorada, Gravataí, Viamão e Glorinha, apresenta a menor taxa de contaminação acumulada em sete dias, com 160 casos para cada 100 mil pessoas. A média do Estado é de 300.

Os pronto-atendimentos registraram queda de procura por quadros gripais, assim como os leitos de enfermaria e internações em UTI.


Correio do Povo

Tanques russos avançam e cercam capital da Ucrânia

 Com avanço da invasão, União Europeia (UE) se prepara para receber "milhões" de refugiados



Os tanques russos chegaram às portas de Kiev nesta quinta-feira, seguindo a estratégia de Moscou de cercar as grandes cidades da Ucrânia, provocando um êxodo em massa para países da União Europeia (UE), que se prepara para receber "milhões" de refugiados.

As operações militares continuaram paralelamente às primeiras negociações de alto nível entre a Rússia e a Ucrânia, nas quais o objetivo de um cessar-fogo no conflito que o presidente Vladimir Putin iniciou em 24 de fevereiro não foi alcançado.

Os Estados Unidos e seus aliados da UE disseram que estão considerando novas sanções contra a Rússia devido a sinais de uma "escalada" nos ataques a civis. No solo, uma equipe da AFP viu colunas de fumaça na cidade de Skybyn, a algumas centenas de metros do último posto de controle no extremo nordeste de Kiev.

Os tanques russos já haviam chegado aos subúrbios do norte e do oeste. A cinco quilômetros da capital, a cidade de Velyka Dymerka foi alvo de foguetes russos Grad.

Segundo o Estado-Maior ucraniano, as forças russas continuam avançando para cercar Kiev sem descuidar de outras frentes, como as cidades de Izium, Petrovske, Sumy, Ojtyrka e a região de Donestsk.

"Corredores humanitários" para a Rússia

A reunião entre os ministros das Relações Exteriores da Rússia e da Ucrânia, Sergei Lavrov e Dmytro Kuleba, na cidade turca de Antalya, não registrou nenhum resultado tangível para a cessação das hostilidades.

Kuleba indicou, no entanto, que ambos os chanceleres decidiram "continuar seus esforços", embora "a Ucrânia não desistiu, não desiste e não desistirá", acrescentou.

Lavrov disse que seu país está disposto a continuar as conversas no mesmo formato das três primeiras reuniões entre autoridades em Belarus e que uma reunião entre Putin e o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, foi descartada por enquanto.

Diante da impossibilidade de chegar a um acordo de cessar-fogo, o ministro russo afirmou que Moscou queria "falar sobre corredores humanitários" para evacuar civis das cidades sitiadas.

À noite, o governo russo anunciou que, mesmo sem acordos, seu exército abriria "corredores humanitários" dessas cidades para a Rússia.

Na Turquia, Lavrov reiterou que a Rússia "não atacou a Ucrânia", mas respondeu a "ameaças diretas contra (sua) segurança", e insistiu na desmilitarização e neutralidade da ex-república soviética. O ministro também descreveu como "perigosa" a entrega de armas de países ocidentais a Kiev.

80.000 evacuados em dois dias

A Rússia mantém o cerco de grandes cidades ucranianas, o que obriga milhares de civis a passaram dias se protegendo de bombardeios em porões e abrigos improvisados. Em alguns lugares, a situação humanitária é crítica, segundo testemunhas.

De acordo com um representante do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Sasha Volkov, os habitantes de Mariupol, um porto estratégico no Mar de Azov, "começaram a brigar por comida".

"Todas as lojas e farmácias foram saqueadas há quatro ou cinco dias", acrescentou Volkov, que está na cidade, em uma gravação de áudio enviada à imprensa.

O clamor de indignação aumentou após o bombardeio na quarta-feira de um hospital pediátrico daquela cidade, que deixou pelo menos três mortos, incluindo uma criança, segundo o prefeito.

O presidente francês, Emmanuel Macron, descreveu o atentado como um "ato indigno de guerra", ao chegar a uma cúpula da União Europeia no Palácio de Versalhes (oeste de Paris) dedicada aos impactos do conflito russo-ucraniano.

A Rússia negou que suas aeronaves tenham realizado missões de ataque na área de Mariupol e afirmou que "o suposto bombardeio aéreo é uma provocação completa encenada para manter a agitação contra a Rússia entre uma audiência ocidental".

Em Kiev, metade da população fugiu desde o início da invasão, relatou o prefeito Vitali Klitschko. E mais de 80.000 pessoas foram evacuadas em dois dias da cidade sitiada de Sumy e nos arredores de Kiev, segundo o governo ucraniano.

Em duas semanas, a UE recebeu mais de 2 milhões de refugiados ucranianos, um número apenas comparável ao afluxo de requerentes de asilo, principalmente sírios, entre 2015 e 2016.

A comissária europeia para o Interior, Ylva Johansson, acredita que o fluxo não parou. "Vamos ver cada vez mais pessoas fugindo da Ucrânia (...) Não sabemos exatamente quantos, mas eu diria milhões", estimou a comissária sueca, que considera a situação "um desafio muito grande" para os 27 membros da UE.



AFP e Correio do Povo

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Moscou vai abrir corredores humanitários diários da Ucrânia para a Rússia

 Os corredores que forem "em outras direções serão negociados com a parte ucraniana"


A Rússia destacou nesta quinta-feira (10) que vai abrir corredores humanitários diários para permitir que os ucranianos que fogem dos combates cheguem ao seu território, enquanto Kiev pede corredores que permitam a evacuação de civis dentro da Ucrânia.

"Anunciamos oficialmente que os corredores humanitários para a Federação Russa agora serão abertos unilateralmente, sem coordenação, todos os dias a partir das 10h", informou o Ministério da Defesa da Rússia, citado pelas agências de notícias russas.

Os corredores que forem "em outras direções serão negociados com a parte ucraniana", acrescentou.

"Garantimos total segurança nos territórios controlados pelas forças armadas russas", prosseguiu Mizintsev, pedindo ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e às Nações Unidas que "trabalhem no terreno com as autoridades ucranianas para informar a população sobre esta iniciativa".

Mizintsev informou que Moscou já tinha evacuado "mais de 187 mil pessoas" para a Rússia, um número que não pode ser verificado de forma independente.

Muitos civis estão presos em cidades sitiadas pelo exército russo na Ucrânia, frequentemente obrigados a se esconder em porões para se proteger dos bombardeios.

Três rodadas recentes de diálogos entre negociadores russos e ucranianos tiveram como resultado várias declarações de cessar-fogo locais e de abertura de corredores humanitários para a evacuação de civis das cidades cercadas.

Mas, tanto russos quanto ucranianos têm se acusado reiteradamente de violar estes acordos.




AFP e Correio do Povo


Ucrânia afirma que invasão militar russa causou danos de US$ 100 bilhões

Chuva segue no RS nesta sexta

 Frente fria que atua no Sul do Brasil traz mais um dia com muitas nuvens para o Estado



O tempo segue instável no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira. Uma frente fria que atua no Sul do Brasil traz mais um dia com muitas nuvens para o Estado e ainda chove na maioria das localidades.

Conforme a MetSul, os maiores volumes de chuva ocorrem na Metade Norte, onde as precipitações podem ser localmente fortes.

O avanço de ar mais frio e seco trará menor instabilidade a partir do Oeste e do Sul, onde o sol pode aparecer em alguns pontos.

Será um dia de temperatura agradável e amena. Em Porto Alegre, a mínima é de 20ºC e a máxima chega aos 24ºC.

Mínimas e máximas no RS

Bagé 16°C / 25°C
Santa Cruz 19°C / 23°C
Vacaria 16°C / 19ºC
Torres 20°C / 25°C
Erechim 18°C / 22°C 

MetSul e Correio do Povo

Conselho de Segurança da ONU se reúne sexta para debater armas químicas na Ucrânia

 Encontro foi convocado pela Rússia, que alega uma suposta fabricação deste tipo de armamento por parte dos ucranianos



O Conselho de Segurança da ONU realizará, a pedido de Moscou, uma reunião de emergência nesta sexta-feira para debater a suposta produção de armas químicas na Ucrânia. A Rússia acusa ucranianos e norte-americanos de administrar laboratórios para produzir armas químicas na Ucrânia, o que foi negado por ambos os governos.

Moscou já havia acusado os Estados Unidos em 2018 de realizar secretamente experimentos químicos em um laboratório na Geórgia, outra ex-república soviética que, como a Ucrânia, quer ingressar na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e na União Europeia.

Desde quarta-feira, os Estados Unidos e o Reino Unido alegam que a Rússia pode ter usado armas químicas na Ucrânia. "A Rússia tem repetidamente espalhado desinformação sobre o uso repetido de armas químicas pela Síria", disse o vice-embaixador dos EUA, Richard Mills.

"A recente torrente de mentiras da Rússia, na tentativa de justificar a guerra premeditada e injustificada contra a Ucrânia, deve deixar claro, de uma vez por todas, que não se pode confiar na Rússia para falar sobre o uso de armas químicas na Síria", apontou.

Durante os últimos dez dias, "a Rússia continuou sua guerra de agressão contra a Ucrânia, sitiando cidades, matando civis indiscriminadamente e forçando milhões de pessoas a fugir por segurança", acusou seu colega britânico, James Kariuki.

"Os paralelos com a ação russa na Síria são claros" e "a comparação se estende também às armas químicas, pois vemos o conhecido espectro da desinformação russa", acrescentou.



R7 e Correio do Povo


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EUA negam que apoiem laboratórios de armas químicas e biológicas na Ucrânia

 



EUA negam que apoiem laboratórios de armas químicas e biológicas na Ucrânia
A ministra das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou em entrevista que Moscou “exigia” que os americanos explicassem o apoio a laboratórios ucranianos que, segundo o Kremlin, desenvolve armas químicas e biológicas. Estados Unidos e Ucrânia negam que isso ocorra. A Casa Branca disse que os russos “possivelmente” podem usar esse tipo de arma na invasão ao território ucraniano.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1483255084750282753

Ucrânia afirma que invasão militar russa causou danos de US$ 100 bilhões

 Conselheiro Econômico reiterou pedido para que a Europa corte o acesso do governo russo ao dinheiro usado na guerra



A invasão russa até agora destruiu cerca de US$ 100 bilhões em estradas, pontes e negócios na Ucrânia, causando um grande golpe em sua economia, disse uma autoridade do governo de Kiev nesta quinta-feira (10).


"Atualmente, cerca de 50% de nossas empresas não estão operando, e aquelas que ainda estão operando não estão em 100%", disse Oleg Ustenko, principal conselheiro econômico do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. "A situação em termos de crescimento econômico será realmente muito deprimente, mesmo que a guerra pare imediatamente", disse ele em um discurso virtual ao Instituto Peterson de Economia Internacional dos EUA.


Ustenko reiterou seu apelo para que governos europeus e outros cortem o acesso de Moscou ao "dinheiro de sangue" boicotando o petróleo e o gás natural russos, "os europeus continuam a pagar esse monstro para matar nosso povo, gente inocente", enfatizou. 

Enquanto os países europeus dependem da energia russa para aquecer suas casas, "posso garantir que é muito, muito, muito mais frio no subsolo da Ucrânia, onde as pessoas estão escondidas".

O conselheiro econômico elogiou os Estados Unidos por suspender as importações do petróleo russo e disse esperar que Washington também ajude a criar um "fundo de recuperação" para a Ucrânia.



AFP e Correio do Povo