Elséve Hidra Hialurônico Kit - Shampoo + Condicionador + Creme de Pentear + Máscara + Creme Noturno - Elseve

 

O kit contém: 1 Shampoo Elséve Hidra Hialurônico - 400ml 1 Condicionador Elséve Hidra Hialurônico - 400ml 1 Creme para Pentear Elséve Hidra Hialurônico - 250ml 1 Máscara de Hidratação Elséve Hidra Hialurônico - 300g 1 Creme de Hidratação Noturna Elséve Hidra Hialurônico - 200ml Shampoo Elséve Hidra Hialurônico Preenche o cabelo com hidratação profunda para um cabelo leve e solto. Cabelos Hidratados; Cabelos Saudáveis; Shampoo hidratante; Sem Frizz. Modo de Uso: Aplique nos cabelos molhados e massageie suavemente. Enxágue. Repita a operação se necessário. Benefícios • Limpeza Profunda; • Hidratação; • Preenche a fibra capilar; • Cabelos Leves, soltos e Saudáveis. Condicionador Elséve Hidra Hialurônico: Hidrata profundamente, desembaraça e sela o cabelo. Para um cabelo leve e solto. Cabelos Hidratados; Cabelos Saudáveis; Condicionador Selador; Condicionador Hidratante; Sem Frizz. Modo de Uso: Aplique em todo o comprimento, até as pontas. Deixe o produto agir e enxágue abundantemente. Benefícios • Hidratação Profunda; • Controla o frizz; • Desembaraça os fios; • Sela as cutículas; • Maciez; • Cabelos Leves, soltos e Saudáveis. Creme para Pentear Elséve Hidra Hialurônico: Hidrata, protege e dá brilho. 72 Horas de frizz controlado! Para um cabelo leve e solto. Cabelos Hidratados; Cabelos Saudáveis; Condicionador Selador; Condicionador Hidratante; Sem Frizz. Modo de Uso: Aplique sobre o cabelo úmido ou seco. Não enxágue e penteie como de costume. Benefícios • Hidratação Profunda; • Elimina o frizz; • Desembaraça os fios; • Sela e previne contra pontas duplas; • Brilho intenso sem pesar; • Cabelos Leves, soltos e Saudáveis. Máscara de Hidratação Elséve Hidra Hialurônico: Hidrata Profundamente, suaviza e dá brilho. Para cabelos leves e soltos. Cabelos Hidratados; Cabelos Saudáveis; Condicionador Selador; Condicionador Hidratante; Sem Frizz Modo de Uso: Aplique nos fios lavados e úmidos e deixe agir por 5 minutos. Enxágue bem. Benefícios • Hidratação Profunda; • Elimina o frizz; • Desembaraça os fios; • Brilho intenso sem pesar; • Cabelos Leves, soltos e Saudáveis. Creme de Hidratação Noturna Elséve Hidro Hialurônico: 4 vezes mais hidratação e maciez sem pesar. Para cabelos leves e soltos. Cabelos Hidratados; Cabelos Saudáveis; Extermina Frizz; Sem Frizz; Alinhado; Creme noturno; Hidratação Noturna. Modo de Uso: Aplique no comprimento e nas pontas do cabelo e deixe agir durante a noite. No dia seguinte, a lavagem do cabelo é opcional. Benefícios: • Hidratação Profunda; • Controla o frizz; • Desembaraça os fios; • Sela as cutículas; • Maciez.


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Rússia considera "perigosas" entregas de armas para Ucrânia

 Ministro do país afirmou que países se colocam em situação conflituosa com iniciativa



O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, criticou nesta quinta-feira as "perigosas" entregas de armas dos países ocidentais para a Ucrânia, após uma reunião com seu homólogo ucraniano, Dmytro Kuleba.

"Aqueles que enchem a Ucrânia de armas têm de entender, é claro, que carregarão a responsabilidade de seus atos", disse Lavrov à imprensa, denunciando o recrutamento de "mercenários" estrangeiros. "Esses países criam um perigo colossal, inclusive para eles mesmos", completou.

Lavrov se referia, em particular, às entregas de mísseis terra-ar portáteis que, segundo ele, poderiam ser usados contra a "aviação civil".

"Para onde vão esses milhares de sistemas terra-ar portáteis é uma pergunta que fazemos aos nossos colegas da UE", acrescentou o diplomata russo. Ele não ameaçou, porém, retaliar os países ocidentais que fornecem armas à Ucrânia.



AFP e Correio do Povo

ONU diz que hospital pediátrico Mariupol é o terceiro destruído na Ucrânia

 Moscou teria atacado instalações em Zhytomyr e Saltivsky



Antes do atentado russo na quarta-feira ao hospital pediátrico Mariupol, outras duas maternidades foram destruídas por bombas na Ucrânia, informou o chefe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) neste país, Jaime Nadal.

Mariupol "não é a única. Em Zhytomyr (noroeste), a maternidade foi totalmente destruída. Em Saltivsky, na cidade de Kharkiv (nordeste), a maternidade também foi destruída", disse o funcionário em entrevista em vídeo a jornalistas ONU em Nova York.

Ele não soube especificar a origem dos bombardeios ou se causaram vítimas. Existem "69 maternidades e centros pré-natais" na Ucrânia, acrescentou.

Ele disse que, de acordo com o UNFPA, "cerca de 80 mil mulheres grávidas vão dar à luz na Ucrânia nos próximos três meses".

No total, cerca de 240 mil mulheres ficaram grávidas na Ucrânia e que entre 24 de fevereiro, data do início da invasão russa do país, e 7 de março, 4.311 deram à luz, disse.

Em Mariupol, o bombardeio russo contra o hospital pediátrico deixou três mortos, incluindo uma menina, segundo o município desta cidade portuária. O balanço anterior publicado na quarta-feira pelas autoridades falava em 17 feridos.

O ataque a este hospital provocou a indignação das autoridades ucranianas e ocidentais.



AFP e Correio do Povo

Projeto dos combustíveis inclui "auxílio-gasolina" de até R$ 300

 Emenda encontra resistência de parlamentares



Relator de dois projetos no Senado que visa reduzir o preço dos combustíveis, Jean Paul Prates (PT-RN) incluiu em um dos projetos uma emenda que propõe a criação de um "auxílio-gasolina" de até R$ 300. A proposta é do líder do MDB, Eduardo Braga (AM), e foi protocolada nesta quinta-feira no projeto de lei 1.472. Está prevista para esta quinta a votação dos dois projetos, mas com risco de adiamento da votação de ao menos um deles.

A emenda instituiu um "auxílio emergencial destinado a atenuar os impactos extraordinários sobre os preços finais ao consumidor da gasolina", limitado ao valor de R$ 3 bilhões e priorizando os beneficiários do Programa Auxílio Brasil. O pagamento do auxílio fica sujeito à disponibilidade orçamentária e financeira.

O auxílio-gasolina seria pago em parcelas de R$ 300 "para motoristas autônomos do transporte individual, incluídos taxistas e motoristas, condutores ou pilotos de pequenas embarcações com motor de até 16HP e motociclistas de aplicativos, sempre com rendimento familiar mensal de até três salários mínimos".

O valor seria, segundo o texto, de R$ 100 para motoristas com habilitação para conduzir ciclomotor (ACC) ou motos de até 125 cilindradas, "observados os limites de um benefício por família e rendimento familiar mensal de até três salários mínimos".

O R7 apurou que há resistência à emenda. Conforme apurado pela reportagem, Braga, que é líder da maior bancada partidária do Senado, se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na última quarta-feira e acordou apoio para a referida emenda. No entanto, o ministro não teria dialogado com os integrantes do governo, que está sem líder no Senado.

O acordo envolveu também a reedição do decreto do governo que reduziu a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em até 25%, demanda de Braga e de parlamentares do Amazonas.

Sem ter conversado com senadores do governo sobre o acordo, a reportagem apurou que houve um movimento no sentido de tentar votar o projeto na noite de quarta-feira, para evitar que Braga tivesse tempo de protocolar a emenda. Como a votação não ocorreu, o senador protocolou a emenda nesta quinta-feira.

Na justificativa do texto, Braga afirma que "é fundamental que exista alguma medida de efeito imediato para minimizar os impactos dos aumentos sucessivos dos preços dos combustíveis, a gasolina, o diesel e o gás de cozinha".

"Essa nova realidade tem prejudicado principalmente os mais pobres e, de forma acentuada, os trabalhadores do setor de transporte de cargas, condutores de pequenas embarcações e do profissional individual privado autônomo, que dependem dos combustíveis para o exercício de sua atividade profissional", pontuou.

Braga havia protocolado a emenda no projeto de lei complementar (PLP) 11. Jean Paul, no entanto, a incluiu no projeto de lei 1.472. Ao acatar a emenda, o relator afirmou que o dispositivo poderá ser aprimorado na Câmara dos Deputados e que ele fortalece "sobremaneira o texto", criando "mecanismos para mitigação do impacto do aumento dos preços sobre os mais vulneráveis".

Os projetos

Um dos projetos em tramitação no Senado, o projeto de lei complementar 11, altera a forma de cálculo do ICMS sobre combustíveis, determinando uma alíquota unificada e um valor fixo para o imposto sobre combustíveis. O projeto prevê que os estados vão definir até o fim deste ano, por meio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), uma alíquota sobre os combustíveis (diesel, biodiesel, gasolina, etanol, gás de cozinha e gás natural).

O outro projeto é o projeto de lei 1.472, que prevê a instituição da Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis (CEP-Combustível). Um dos pontos de entrave na matéria era a criação de um imposto de exportação sobre o petróleo bruto. O imposto seria uma das fontes do referido fundo para subsidiar a estabilização para conter a oscilações nos preços de derivados de petróleo e gás natural para o consumidor final.

Para resolver a questão, Prates retirou o imposto. Agora, a conta será subsidiada basicamente por três fontes: os dividendos da Petrobras quando ela tiver lucros extraordinários derivados do preço do petróleo e combustível alto; as participações governamentais na indústria do petróleo; e impostos que eventualmente estejam associados ao preço do petróleo internacional ou preço do combustível no mercado nacional.

Ainda assim, existe resistência com a matéria. O governo entende que a proposta faz uma intervenção no preço do combustível, o que pode gerar desabastecimento. Após se reunir com Guedes, o relator acordou algumas alterações que serão feitas antes do projeto ser levado ao plenário.

R7 e Correio do Povo

Creme Facial Hialurônico + Creme Facial Loreal - Paris Anti-idade + Creme para os Olhos Anti-idade

 


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PM aposentado é preso em ação para esclarecer ataque à subestação elétrica em Porto Alegre

 Roubo ocorrido em fevereiro causou prejuízo superior a R$ 1 milhão



A Polícia Civil elucidou o assalto cometido por uma quadrilha contra a subestação de uma concessionária de energia elétrica, situada na avenida Praia de Belas, na esquina com a avenida Ipiranga, em Porto Alegre. O ataque ocorreu na madrugada do dia 11 de fevereiro passado e causou um prejuízo de mais de R$ 1 milhão com o roubo de seis bobinas de cabos condutores elétricos de cobre, pesando 15 toneladas no total.

Ao amanhecer desta quinta-feira, os agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio das Concessionárias e os Serviços Delegados (DRCP), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um policial militar aposentado, de 57 anos, durante a operação Cuprum na área central de Gravataí.

Ele é suspeito de usar o próprio veículo, um Citroën C3, de cor preta, para escoltar os dois caminhões munck empregados pela quadrilha para transportar as bobinas roubadas. Imagens de câmeras de monitoramento na cidade registraram o deslocamento dos veículos em via pública. "Os caminhões foram identificados", adiantou o titular da DRCP, delegado Luciano Dias Peringer, citando um Volkswagen, de cor amarela, e um Mercedes-Benz, de cor branca.

Os policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão e outro mandado de prisão temporária contra o soldado inativo da Brigada Militar. Houve o recolhimento de dois telefones celulares, um rádio comunicador e de um revólver calibre 38 com munição na moradia dele. O carro do brigadiano inativo também foi apreendido na ação desta quinta-feira.

A investigação já havia resultado na prisão de um dos motoristas dos caminhões. Estão sendo identificados ainda outros cinco criminosos envolvidos no ataque.

A invasão na subestação ocorreu logo após a meia-noite. Os criminosos ingressaram e obrigaram os vigilantes a entregarem o controle do portão da avenida Borges de Medeiros, onde entraram dois caminhões. Três ladrões estavam com uniformes da empresa.

Eles renderam dois funcionários da sala de controle, sendo que todas as vítimas foram amarradas com lacres e fitas adesivas. Uniformes que estavam nos armários dos funcionários da empresa foram usados para não levantarem suspeitas, enquanto carregavam os caminhões. Dois revólveres calibres 38 e um colete balístico foram também levados.

Cada uma das seis bobinas roubadas pesava em torno de 2,5 toneladas. Segundo o delegado Luciano Dias Peringer, elas "ainda não foram recuperadas e devem estar escondidas". O trabalho investigativo prossegue na DRCP.

Foto: PC / Divulgação / CP Memória


Correio do Povo

Petrobras anuncia reajuste de 18% na gasolina e 25% no diesel

 GLP também tem aumento (16%)



Após 57 dias sem reajustes, a Petrobras decidiu aumentar os seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. Os novos valores passam a valer a partir desta sexta-feira. A gasolina ficará 18% mais cara às distribuidoras, enquanto o diesel terá aumento maior, de 25%. O GLP, também reajustado, ficará 16% mais pesado na conta. O preço final ao consumidor depende da política de cada revendedor e dos postos.

"Apesar da disparada dos preços do petróleo e seus derivados em todo o mundo, nas últimas semanas, como decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Petrobras decidiu não repassar a volatilidade do mercado de imediato, realizando um monitoramento diário dos preços de petróleo", explicou a companhia em nota.

Ela, no entanto, acrescentou que "após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário o reajuste dos preços de venda às distribuidoras "para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento".

A partir de sexta-feira, portanto, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro.  Para o diesel, o valor médio de R$ 3,61 irá R$ 4,51 por litro. O GLP que era de R$ 3,86 passará a R$ 4,48 por quilo, equivalente a R$ 58,21 por 13 quilos.

R7 e Correio do Povo

Brasil abre 155 mil vagas formais de trabalho em janeiro, aponta Caged

 No primeiro mês de 2022, o país registrou 1.777.646 contratações e 1.622.468 demissões; no mesmo período de 2021, foram abertos 254 mil postos com carteira assinada



O Brasil abriu 155.178 vagas formais de trabalho em janeiro, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Previdência nesta quinta-feira (10). Ao todo, no primeiro mês de 2022, o país registrou em janeiro 1.777.646 contratações e 1.622.468 demissões. 

De acordo com especialistas, a velocidade com que se criam empregos no país ainda é baixa. O resultado ficou bem atrás do de janeiro de 2021, quando foram abertos 254,3 mil empregos com carteira assinada. 

Quatro dos cinco setores da economia criaram vagas no início deste ano: serviços (102 mil), indústria (51 mil), construção (36 mil) e agropecuária (25 mil). A exceção foi o comércio, com menos 60 mil postos formais. 

Na coletiva de imprensa de apresentação dos dados, o ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, afirmou que o país criará neste ano entre 1,5 milhão e 2 milhões de empregos, "ao contrário das previsões pessimistas dos especialistas".

R7 e Correio do Povo

Geladeira/Refrigerador Consul Frost Free Duplex - Branca 386L com Prateleira Dobrável CRM43NBANA

 


Cansado de passar aperto com a geladeira? A nova geladeira Consul Frost Free 386 litros é bem pensada para se adaptar a todos os seus momentos, das compras do mês à ocasiões especiais, como aquele almoço de domingo ou a cerveja com os amigos. Ela é a única com as prateleiras Altura Flex, que podem ser ajustadas em até 8 níveis de altura.Controle a temperatura sem precisar abrir a porta. São 4 níveis de temperatura e a função turbo, ideal para quando sua geladeira está bem cheia. Bem pensada assim, só podia ser Consul.

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Após outro adiamento, Senado volta a discutir combustíveis

 Projetos deveriam ter sido apreciados pelos senadores antes do Carnaval



Após outro adiamento, o Senado volta a discutir combustíveis nesta quinta-feira. O relator dos dois projetos, senador Jean Paul Prates (PT-RN), concordou na quarta-feira com pedido do senador Carlos Viana (MDB-MG) para adiar novamente a análise, pedindo o compromisso de que este será o último adiamento. 

Os projetos deveriam ter sido apreciados pelos senadores antes do Carnaval, mas a votação foi adiada para quarta e, então, postergada novamente para esta quinta-feira.  Os dois projetos abordam tentativas de solucionar a escalada do preço dos combustíveis nas bombas.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fez um apelo no plenário para que os senadores analisassem as matérias o quanto antes, sem novos adiamentos. Durante a discussão, o líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), disse que o pedido partia do governo, que por sua vez deveria se comprometer a que não haja reajuste dos combustíveis até a votação.

Uma das propostas já foi aprovada pela Câmara, em outubro do ano passado, e altera a forma como o ICMS incide sobre o preço da gasolina, do diesel e do etanol. O texto estabelece que o imposto seja cobrado pelos estados com base no valor médio dos combustíveis em anos anteriores.

A segunda proposta foi analisada apenas na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e aprovada pelo colegiado no fim do ano passado. O texto sugere a criação de um fundo de estabilização para conter a alta da gasolina, do diesel e do gás de cozinha com a instituição de um mecanismo de bandas de amortecimento da volatilidade do preço desses derivados.

Os projetos serão analisados pelos senadores em meio à escalada do preço do petróleo, com a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Na segunda-feira, o preço do barril de petróleo do tipo Brent chegou a US$ 139, um recorde desde 2008. As matérias estão em discussão há semanas, mas, por falta de acordo, os textos não foram votados.

R7 e Correio do Povo