Novo pede que STF invalide portaria sobre demissão de não vacinados

 Partido alega que vacinação reduz o impacto da Covid-19 na população e protege todas as pessoas no ambiente de trabalho



O Partido Novo ingressou com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que a Corte invalide uma portaria do Ministério do Trabalho que proíbe a demissão por justa causa de pessoas que não se vacinaram contra a Covid-19. O texto da pasta, editado pelo ministro Onyx Lorenzoni, permite que quem não for imunizado pode apresentar teste negativo para a doença quando for acessar a empresa.

No entanto, para o Novo, a vacinação é fundamental para garantir a saúde não apenas do trabalhador imunizado, mas também de todos que atuam no mesmo ambiente. "Sabe-se que a vacinação reduz a mortalidade de Covid-19. A vacinação de um indivíduo, sobretudo daqueles que trabalham em ambientes fechados e com atendimento ao público, impacta não apenas na proteção de sua saúde, mas também no controle comunitário da doença", diz um trecho do documento apresentado ao Supremo.

Ainda de acordo com o partido, a portaria desrespeita a Constituição, pois por meio da medida, o Executivo contraria leis vigentes. Os advogados da sigla lembram que desde 2004, por lei, o cartão de vacinação é exigido para contratações.

"Desta feita, sendo a rescisão contratual por justa causa ante a recusa de vacinação por empregado uma das medidas indiretas da vacinação obrigatória, e considerando-se que a apresentação de atestado de vacinação é documento necessário para contratação trabalhista desde 2004, não restam dúvidas quanto à inconstitucionalidade da portaria ora impugnada", completa o texto da ação. Outras ações sobre o tema estão sob relatoria do ministro Luís Roberto Barroso.

R7 e Correio do Povo

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RS terá predomínio de sol e amanhecer frio em vários pontos nesta quinta-feira

 Mínimas podem chegar a um dígito em locais com mais altitude


O sol predomina no Rio Grande do Sul mais uma vez nesta quinta-feira, entretanto nuvens devem ser esperadas na maioria das regiões. No Oeste, haverá céu claro no decorrer do dia. Períodos de maior nebulosidade podem ser registrados em pontos do Norte e da costa.

Não se descarta mesmo chuva bastante isolada e passageira na faixa costeira por nuvens que avançam do mar pela presença de um bolsão de ar frio sobre o Atlântico. Por isso, cidades mais a Leste do Rio Grande do Sul terão um dia ameno enquanto mais a Oeste faz calor durante a tarde. O vento Leste se intensifica da tarde para a noite.

As mínimas rondam os 10ºC em Bagé e os 8ºC em São José dos Ausentes. As máximas, por sua vez, podem chegar a 31ºC em Cruz Alta e 33ºC em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 14ºC e 25ºC.

Cidades de maior altitude voltaram a ter amanhecer muito frio para a época do ano nesta quarta-feira. As menores mínimas ocorreram de novo nos Campos de Cima da Serra. Estações meteorológicas indicaram 4,4ºC em São José dos Ausentes, 5,8ºC em Vacaria, 6,4ºC em São Francisco de Paula, 7,6ºC em Cambará do Sul, 8,0ºC em Lagoa Vermelha, e 8,5ºC em Cambará do Sul. Já na região da Serra, as mínimas foram de 6,6ºC no parque do Caracol de Canela, 6,9ºC em Farroupilha e 8,6ºC em Caxias do Sul.

Quem for para a Serra ou Aparados no fim de semana do feriadão terá dias de temperatura agradável e até um pouco de calor à tarde, mas a atmosfera muito seca vai favorecer um acentuado resfriamento noturno que proporcionará novas mínimas baixas para novembro na madrugada e ao amanhecer. Mesmo a possibilidade de formação de geada isolada em baixadas não é descartada na região de São José dos Ausentes e no Planalto Sul de Santa Catarina durante o fim de semana.


MetSul e Correio do Povo


"Estamos indignados e cansados", dispara vice de futebol do Inter sobre arbitragem

Aguirre admite rendimento ruim do Inter e projeta reação nos próximos jogos


Após um ano e três meses, Porto Alegre volta a zerar mortes por Covid-19

Inter joga mal, perde para o Juventude e segue fora do G6

 Colorado foi superado por 2 a 1 pelo Verdão da Serra, que ganha fôlego na luta contra o rebaixamento


Sem apresentar um bom futebol, o Inter foi derrotado pelo Juventude por 2 a 1 na noite desta quarta-feira, no estádio Alfredo Jaconi, na 31ª rodada do Brasileirão e desperdiçou a chance de entrar na zona de classificação para a Libertadores. Com o resultado, o Colorado segue na sétima colocação, com 44 pontos, distante três do Corinthians, que também perdeu e permanece em sexto. 

Do lado do Verdão da Serra, a vitória renova o ânimo na luta contra o rebaixamento e complica a situação do Grêmio no Z4. O time jaconero permanece entre os quatro piores, mas sobe para 33, abre quatro do Tricolor e encosta no Bahia, que tem 36. 

A partida foi movimentada em Caxias do Sul, mas sempre com mais iniciativa dos donos da casa. Dawhan, em lance com intervenção do VAR, abriu o placar aos 20 minutos da segunda etapa. Aos 40, em lance de infelicidade, Paulo Victor marcou contra. O jovem Matheus Cadorini descontou para o colorado, que ainda reclamou de pênalti não marcado no fim.

Lomba protagonista 

O Inter teve em seu goleiro Marcelo Lomba um dos grandes protagonistas da primeira etapa. O jogo foi franco desde o primeiro minuto e ambos os times criaram oportunidades para abrir o placar. No caso do Verdão da Serra, as chances pararam na boa atuação do arqueiro colorado. Logo aos seis minutos, Lomba defendeu cabeçada do atacante Ricardo Bueno, livre na área. O Colorado respondeu em finalização cruzada de Yuri depois de erro na defesa do Ju. Forster perdeu a bola para Mercado dentro da área. 

Aliás, erros defensivos não faltaram. Aos 19, o zagueiro Bruno Méndez furou em bola e ela sobrou com Ricardo Bueno, que bateu forte para nova defesa de Lomba. O goleiro ainda se recuperou rapidamente no rebote. Pouco antes, o VAR entrou em ação em entrada de Mercado em Castilho. O zagueiro colorado chegou por cima da bola e o árbitro de vídeo recomendou revisão. No campo, Bruno Arleu de Araújo entendeu que era somente para amarelo. 

A criação colorada passou pelos pés do meia Carlos Palacios. Novidade na escalação, o jogador chileno conseguiu boas conexões com Mauricio no ataque. Na melhor delas, o meia finalizou em cima da marcação já na pequena área. Faltou tranquilidade na hora do chute. Antes do final do primeiro tempo, ainda deu tempo de mais emoções, dando o tom do quanto franca foi a partida. Sorriso cruzou e Castilho, sem marcação, testou forte para Lomba operar milagre na chance mais clara do jogo aos 35 minutos. Nos acréscimos, foi a vez de Mauricio quase marcar para o Inter. Ele recebeu pelo meio, fintou bem a marcação e mandou a bola na trave do goleiro Douglas. Assim, o 0 a 0 seguiu. 

Falhas decidem jogo

O ritmo acelerado não voltou do intervalo. Sem trocas, os times truncaram o duelo e poucas oportunidades apareceram. Emoção mesmo surgiu somente aos 20 minutos. Castilho bateu falta na cabeça de Dawhan, que testou sem chances para Lomba no ângulo. No campo, o assistente marcou impedimento. Depois de longa análise no VAR, o gol foi confirmado para os donos da casa para alegria e sorrisos de Jair Ventura. 

Em desvantagem, o técnico Aguirre mexeu no time. Boschilia ingressou no lugar de Mercado, mudando o sistema de jogo. Antes do gol, Gustavo Maia e Johnny entraram nas vagas de Mauricio e Lindoso. As alterações, entretanto, não alteraram o panorama. O time colorado caiu bastante ofensivamente na segunda etapa. 

Num lance de infelicidade, aos 40 minutos, o jovem lateral Paulo Victor marcou contra após cruzamento de Sorriso. Ele conseguiu se redimir praticamente na sequência e colocou a bola na cabeça do jovem Matheus Cadorini, que entrou na vaga de Edenilson e descontou para o Inter. No final, ainda existiu um lance de pôlemica aos 50 minutos. Cuesta levantou na área e o goleiro Douglas se atrapalhou no lance, dividindo a bola com Dourado dentro da área em um carrinho. O juiz esperou a análise do VAR e não assinalou a penalidade. No escanteio, a bola passou por todo mundo e a vitória do Ju estava consumada. 

Campeonato Brasileiro - 31ª rodada 

Juventude 2

Douglas; Michel Macedo, Quintero, Forster e William Matheus; Jadson, Dawhan e Guilherme Castilho; Wagner (Wescley), Sorriso e Ricardo Bueno. Técnico: Jair Ventura.

Inter 1 

Marcelo Lomba; Mercado (Boschilia), Bruno Méndez, Cuesta e Paulo Victor; Dourado e Lindoso (Johnny); Edenilson (Matheus Cadorini), Palacios e Mauricio (Gustavo Maia); Yuri Alberto (Heitor). Técnico: Diego Aguirre. 

Gols: Dawhan (20min/2°T) Paulo Victor (Contra 40min/2°T) Matheus Cadorini (41min/2°T)
Cartões amarelos: Mercado, Yuri Alberto, Dourado e Edenilson (Inter) William Matheus e Quintero (Juventude)
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Data e hora: Quarta-feira, 10 de novembro às 21h30min
Local: Alfredo Jaconi, Caxias do Sul (RS)


Correio do Povo


RS terá predomínio de sol e amanhecer frio em vários pontos nesta quinta-feira



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Vigilância Ambiental captura escorpiões amarelos no Centro Histórico de Porto Alegre


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Pedro Geromel enaltece luta do Grêmio ao voltar a vencer no Brasileirão



Chiellini desfalca Itália contra Suíça e Irlanda do Norte



Rafael Sobis anuncia aposentadoria após vitória do Cruzeiro contra o Brusque



Denis Abrahão prega cautela após vitória: "Ganhamos uma decisão, temos mais oito"



São Paulo sai atrás, tem gol anulado, mas arranca empate com o Fortaleza


Grêmio vence o Fluminense e segue vivo na luta para se manter na Série A


Mancini elogia atuação e reconhece "alívio" com vitória do Grêmio


Palmeiras tem grande exibição e goleia Atlético-GO por 4 a 0

VÍDEO: Jornalista da Globo é chamado de ‘bundão’ em NY por homem que passava na rua

 


No último domingo (7), o jornalista Tiago Eltz, correspondente da Globo , foi chamado de ‘bundão’ durante a cobertura da maratona realizada em Nova York. “Vou levar seu braço pra minha casa, seu bosta”, disse o homem ao hostilizar o repórter. 

 

“Estava segurando o microfone da Globo quando esse casal começou a me xingar e a gravar, aparentemente se divertindo”, disse o jornalista ao publicar o vídeo em rede social.

 

“Eles passaram e quando o homem começou a voltar eu comecei também a gravar”, contou o repórter.

Gazeta Brasil

Regras mais duras deixam o brasileiro mais longe de se aposentar

 


A obrigatoriedade de uma idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e de 62 para mulheres, imposta pela reforma da Previdência, que completará dois anos no próximo dia 13 de novembro, foi a mudança de maior impacto para os brasileiros que contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Os especialistas também destacam que há pouco o que se comemorar neste segundo aniversário da reforma, pois ela representou um endurecimento das regras e o retrocesso de alguns direitos para quem sonha com a aposentadoria no país

Na visão do advogado João Badari, sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, diversos direitos dos trabalhadores e segurados dos regimes próprios e geral da Previdência Social foram alterados e significaram um retrocesso.

“Entre elas as regras de aquisição dos benefícios, como a exclusão da possibilidade de aposentar-se por tempo de contribuição na regra permanente, aumento de idades mínimas, mudanças na pensão por morte até a regulamentação de novas alíquotas de contribuição”, diz

Entre os principais pontos, segundo Badari, estão as pensões por morte concedidas, com óbitos pós 13 de novembro de 2019. Antes desta data as pensões por morte eram concedidas em 100% aos dependentes, ou seja, o seguro social pago mensalmente no caso de falecimento do mantenedor do lar garantia aos seus dependentes um benefício integral.

“Com a reforma a regra mudou e a pensão não terá o redutor dos 20% menores salários de contribuição após a data de julho de 1994, e será de 60% (mais 2% a cada ano contribuído a partir de 15 anos para mulheres e 20 anos para homens). E após estes dois redutores se aplica a alíquota de 50% e um acréscimo de 10% para cada dependente”, afirma o especialista

Para se ter uma ideia, o advogado cita um exemplo de cálculo da nova pensão. “Vamos imaginar o senhor José, que faleceu em 2020 e deixou a esposa e um filho. Se a média das contribuições do José era de R$ 4 mil (descontando os 20% menores), se aplicarmos os redutores atuais de não excluirmos os 20% menores, o coeficiente do salário de benefício para RMI de 60% e posteriormente o redutor de 70% (esposa mais um filho), o benefício inicial dos beneficiários da pensão será em torno de R$ 1,5 mil”, exemplifica

O advogado especialista em Direito Previdenciário Celso Joaquim Jorgetti, da Advocacia Jorgetti, ressalta que o brasileiro será obrigado a trabalhar por mais tempo e receber um valor menor no benefício.

“Após a reforma, os pontos mais prejudiciais para o segurado foram a implantação de uma idade mínima para a aposentadoria e as novas formas de calcular o benefício. No caso da idade mínima a regra geral de aposentadoria passou a exigir pelo menos 62 anos de idade e pelo menos 15 anos de contribuição das mulheres e 65 anos de idade e 20 anos de contribuição dos homens”, pontua.

Jorgetti complementa que o segurado terá que trabalhar muito mais para conseguir um benefício de maior valor.

“Isso porque, além de atingir o tempo mínimo de contribuição (20 anos se for homem e 15 se for mulher para aqueles que ingressarem no mercado de trabalho depois da reforma), os trabalhadores do regime geral terão direito a 60% do valor do benefício integral, com o percentual subindo 2 pontos para cada ano a mais de contribuição. Para ter direito a 100% da média dos salários, a mulher terá de contribuir por 35 anos, e o homem, por 40 anos”, observa

Para Marco Aurelio Serau Junior, advogado, professor da UFPR e diretor científico do Ieprev, o legado mais óbvio da reforma da Previdência é, “certamente, uma dificuldade mais acentuada para se aposentar, diante da fixação de idade mínima, bem como do endurecimento das regras de transição”.

E, de acordo com o advogado Ruslan Stuchi, sócio do escritório Stuchi Advogados, com a pandemia as dificuldades impostas pelas novas regras para aposentadoria no Brasil aumentaram.

Regras de transição

As regras de transição, uma das novidades impostas pela reforma, ainda vão perdurar por alguns anos, informa a advogada Debora Hutado, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados.

“Como exemplo, temos a regra de transição da aposentadoria por tempo com o sistema de pontos (soma da idade com tempo de contribuição). Nesses casos, a cada ano que passa, a soma aumenta 1 ponto. No ano de 2022 a soma chega a 89 para mulheres e 99 para homens (que deverão ter, no mínimo, 30 e 35 anos de contribuição, respectivamente). Além disso, no caso da aposentadoria por idade das mulheres, houve um aumento gradativo da idade mínima necessária desde 2019, começou com 60,5 anos em janeiro de 2020, e a cada ano é acrescida de mais 0,5, finalizando com 62 anos em 2023”, revela. (ConJur)

O Sul

“Se necessário”, diretor do Banco Central admite alta acima de 1,5% para a taxa básica de juros

 


Em entrevista ao jornal japonês Nikkei Asia, o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra, indicou não descartar uma nova aceleração do ritmo de alta da taxa Selic. Na mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC apertou o passo de 1 ponto percentual para 1,50 ponto percentual, levando a taxa a 7,75% ao ano. Além disso, o colegiado indicou novo aumento de igual magnitude em dezembro, o que levaria a Selic a 9,25%.

“Se for necessário aumentar a taxa em mais de 1,50 ponto percentual, precisaremos fazer isso”, disse Serra, na entrevista concedida na última quinta-feira (4).

O diretor de Política Monetária ainda reforçou que o BC segue mirando a meta de inflação de 2022, embora o mercado financeiro pareça cada vez mais descrente do cumprimento desse objetivo.

“Ainda estamos perseguindo o centro da meta de 2022.”

Na última segunda-feira (8), o Boletim Focus mostrou que a mediana para o IPCA, o índice oficial de inflação, de 2022 aumentou pela 16ª vez consecutiva, de 4,55% para 4,63%, mais perto do teto (5%) do que do centro (3,50%) da meta. O Copom, por sua vez, projeta 4,10% no cenário básico, conforme a estimativa informada no encontro de outubro.

Teto de gastos

Quanto às discussões fiscais sobre a ampliação do Bolsa Família, Serra disse que o mercado questiona “a estabilidade do arcabouço do teto de gastos que funcionou muito bem desde 2016”. O diretor acrescentou, segundo a entrevista, que um aumento de gasto não pode ocorrer sem a redução de outras despesas.

Sobre o cenário externo, conforme a entrevista ao Nikkei Asia, Serra disse que o início da normalização monetária pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) já era esperado e que os participantes do mercado se prepararam “muito bem”. Depois de injetar cerca de US$ 4,3 trilhões na economia na pandemia, o Fed confirmou, na quarta-feira passada, que começará a fechar as torneiras.

O diretor do BC afirmou que é “razoável esperar” que a primeira alta de juros nos Estados Unidos ocorra no segundo semestre de 2022. Serra também considerou que países emergentes, incluindo o Brasil, não devem sofrer grande impacto quando o Fed iniciar a alta de juros norte-americanos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Máscara para Cílios Colossal À Prova Dágua - Maybelline 18g

 


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Novas regras para venda de gasolina não devem reduzir o preço nas bombas

 


A escalada de preços dos combustíveis corrói o orçamento do consumidor, pressiona a inflação e afeta a imagem do presidente Jair Bolsonaro, que afirma não ter culpa dos aumentos nas bombas. Nesse contexto, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) publicou na segunda-feira (8) uma resolução que altera as regras de comercialização de combustíveis.

Uma das principais medidas é a que permite o delivery de gasolina e diesel. A medida é parte da estratégia do governo para reduzir preços, mas, para especialistas, terá alcance bastante limitado em um cenário de aumento da cotação do petróleo e avanço do dólar, variáveis que afetam os preços de gasolina e diesel.

Risco de sonegação

Hoje, o valor mostrado na bomba tem três casas decimais. A partir de agora, serão apenas duas. Os postos têm 180 dias depois de publicada a resolução para fazer a mudança.

Além disso, a ANP permitiu que a atividade de delivery seja exercida a partir de autorização específica da agência, que neste momento restringe a entrega ao etanol hidratado e à gasolina C.

A entrega deve ser feita até os limites do município onde está o revendedor varejista autorizado pela agência. Além disso, um único posto poderá vender diferentes marcas de gasolina e etanol, desde que o nome seja identificado de forma clara.

“O objetivo é modernizar e aprimorar a revenda”, afirmou Raphael Moura, diretor-geral da ANP. “O delivery será feito por veículos específicos, pois serão monitorados e fiscalizados pela ANP.”

Décio Oddone, ex-diretor-geral da agência, diz que iniciativas para promover concorrência são favoráveis, mas o impacto pode ser limitado:

“As mudanças podem ter impacto geral? Talvez não. Essa maior concorrência pode ser limitada a um posto perto de uma usina ou um posto que venda via delivery em determinada região, mas é importante ter concorrência.”

O Sul

Famílias gastaram R$ 230 bilhões com pagamentos de juros no 1º semestre de 2021

 por Lucas Bombana

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Estudo da FecomercioSP aponta que valor representa um aumento de 7,25% em relação ao mesmo período de 2020

No primeiro semestre de 2021, em um cenário ainda bastante marcado pelos estragos provocados pela pandemia, o gasto das famílias brasileiras com o pagamento de juros alcançou a marca de R$ 233,5 bilhões.

A projeção faz parte de um estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) que busca quantificar o volume de recursos destinados para o pagamento de juros em operações de crédito livre, bem como os níveis de inadimplência. O estudo não considera as operações lastreadas em recursos direcionados.

Segundo o trabalho, os juros ocupam a segunda posição entre os itens de maiores despesas dos brasileiros, atrás apenas do gasto com aluguel, e superando os custos totais com educação, serviços de saúde e vestuário ao ano.

Para dar uma dimensão do montante comprometido para fazer frente às cobranças de juros, o estudo da federação das indústrias de São Paulo aponta que o valor corresponde a cerca de 14 vezes os R$ 16,8 bilhões desembolsados via o pagamento do auxílio emergencial na primeira metade deste ano. Ou ainda, a aproximadamente 73%, se comparado com os R$ 320,3 bilhões pagos de auxílio emergencial ao longo de todo o ano passado.

"Os recursos que vieram para aumentar a massa de rendimentos das famílias e estimular a economia foram bastante comprometidos com o pagamento de juros, que foram canalizados para o sistema financeiro", aponta o estudo conduzido por Altamiro Carvalho, assessor econômico da FecomercioSP.

As projeções apontam ainda que o valor cresceu 7,25% de janeiro a junho deste ano, na comparação com os R$ 217,7 bilhões na primeira metade de 2020.

O juro médio efetivo à pessoa física indicado pelo estudo foi de 2,94% ao mês, ou 19% no intervalo do primeiro semestre de 2021. Em igual período de 2020, a taxa mensal foi de 3,28%, chegando a 21,4% no acumulado do período.

  A pequena redução nas taxas, no entanto, não representa alívio, uma vez que ocorreram avanço da inflação e queda no rendimento.

O IPCA, índice oficial de inflação, teve alta de 0,10% no primeiro semestre do ano passado. Neste ano, a alta acelerou para 3,77% no mesmo período. O rendimento médio real do trabalho, por sua vez, nos trimestres encerrados em junho, ficou em R$ 2.735 no ano passado e caiu para R$ 2.554 neste ano.

No caso da inadimplência, o estudo indica que a taxa de atrasos acima de 90 dias foi de 4,12% entre as pessoas físicas ao final de junho de 2021. Em igual período de 2020, a taxa era de 5,30%, e de 4,78% em junho de 2019.

Além do controle sobre o orçamento doméstico, a federação destaca o pagamento do auxílio emergencial e a renegociação e ampliação de prazos para pagamento dos empréstimos como motivadores para a queda da inadimplência.

Para realizar o levantamento, a federação se valeu de informações disponibilizadas pelo BC (Banco Central) em suas notas sobre operações de crédito livre realizadas pelo sistema financeiro nacional, não contemplando aquelas lastreadas em recursos direcionados.

As estimativas são baseadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) e na Pesquisa do Orçamento Familiar (POF) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

"A importância do controle fiscal, mediante reformas estruturantes, é óbvia e, agora, muito mais explícita. Minimizar e postergar esta questão implicará a permanência de uma sociedade exaurida por uma carga tributária de 35% do PIB e obrigada a pagar quase 8% do PIB semestral em juros, a fim de manter o nível de consumo, arcando com as consequências de um Estado gigantesco que gasta muito (e mal)", defende a FecomercioSP.

Fonte: Folha Online - 09/11/2021 e SOS Consumidor