Gasolina sobe 2,2% nas bombas e já bate nos R$ 8 na gaúcha Bagé

 por Nicola Pamplona

Segundo ANP, preço do diesel subiu 2,4% nos postos na semana passada O preço da gasolina subiu novamente nos postosbrasileiros na semana passada e já chega a custar R$ 7,999 por litro em Bagé (RS), onde a pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) encontrou o maior valor.

 

Na média nacional, o combustível foi vendido a R$ 6,710 por litro, alta de 2,2%, ainda com repasses do último reajuste promovido pela Petrobras, de 7%, no fim de outubro. O valor é um novo recorde desde que a ANP começou a compilar os preços dos combustíveis no país, em 2002.

O preço do diesel também manteve tendência de alta, chegando a R$ 5,339 por litro, na média nacional. O valor é 2,4% superior ao praticado na semana anterior. Em Cruzeiro do Sul (AC) o produto já é encontrado por R$ 6,70 por litro.

O diesel foi reajustado em 9,1% no mesmo dia em que a Petrobras aumentou a gasolina. A alta levou a protestos de caminhoneiros e transportadoras, com uma tentativa frustrada de paralisação nacionalno início do mês.

A escalada dos preços dos combustíveis e o risco de nova paralisação de caminhoneiros vem gerando uma ofensiva do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra a Petrobras, em mais uma estratégia para transferir a responsabilidade pela crise.

Nesta segunda (8), ele voltou a reclamar do elevado lucro da estatal e defender sua privatização. "Vamos reclamar de quem realmente é o responsável por isso: a Petrobras é a responsável", disse o presidente, em entrevista à rádio Jovem Pan.

"É uma empresa que está existindo em um monopólio para si e para seus acionistas. Eu quero divulgar, os números são astronômicos dos lucros da Petrobras ao longo dos anos, e grande parte vai para acionistas."

 

Na entrevista, o presidente repetiu que a Petrobras está prestes a anunciar novos reajustes, embora a estatal negue que antecipe decisões sobre preços ao governo.

A série de declarações do presidente sobre a Petrobras levou à abertura de investigações na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), pelos efeitos sobre a cotação das ações da companhia em Bolsa de Valores.

Segundo a ANP, o preço do botijão de gás permaneceu estável na semana passada, quando ficou em uma média de R$ 102,48. Já o etanol hidratado caiu 1,9%, para R$ 4,099. O gás natural veicular subiu 2,4%, para R$ 4,256 por metro cúbico.

Este mês, começou a vigorar o congelamento dos preços de referência para cobrança do ICMS sobre os combustíveis, medida que ajudaria a suavizar os repasses às bombas, segundo defendem o governo e o setor de combustíveis.

Desde o reajuste do fim do outubro, o preço da gasolina nas bombas tem alta acumulada de 5,1%. Já o diesel subiu 7,1% no período.

Fonte: Folha Online - 08/11/2021 e SOS Consumidor


Empresa de pescados do sul de SC é condenada por danos morais coletivos em R$ 100 mil

Mercado eleva pela 3ª vez seguida estimativa para Selic em 2022 no Focus, a 11%

 por Camila Moreira

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Pesquisa do BC aponta que expectativa para alta do IPCA em 2021 aumentou pela 31ª vez seguida

O mercado elevou pela terceira vez seguida a expectativa para a taxa básica de juros em 2022, em meio a projeções cada vez mais altas para a inflação, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira (8).

A projeção para a Selic no ano que vem chegou agora a 11%, de 10,25% na semana anterior. Para 2021, a estimativa permaneceu em 9,25%. Atualmente, a Selic está em 7,75%, e o Comitê de Política Monetária do BC volta a se reunir para decidir sobre a política monetária no início de dezembro.

O levantamento semanal apontou ainda que a expectativa para a alta do IPCA em 2021 aumentou pela 31ª vez seguida, chegando a 9,33%, de 9,17% antes. A conta para o ano que vem também aumentou e bateu em 4,63%, de 4,55%.

O centro da meta oficial para a inflação em 2021 é de 3,75% e para 2022 é de 3,50%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento este ano foi ajustada em 0,01 ponto percentual para baixo, a 4,93%. Para 2022, caiu com mais força, a 1,0%, de 1,20%.

Fonte: Folha Online - 08/11/2021 e SOS Consumidor


Cia aérea deve restituir valor de voucher de passagem cancelada


Condomínio indenizará moradora atingida por estilhaços de vidro na garagem, decide Justiça

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Auxílio Brasil 2021: Veja quanto você irá receber com o reajuste de 17,84%

 por Fábio Munhoz

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Pagamento do novo Bolsa Família começa no próximo dia 17; confira quem tem direito ao benefício

SÃO PAULO

Novo programa de transferência de renda do governo federal, o Auxílio Brasil terá um reajuste médio de 17,84% na comparação com os benefícios que atualmente são pagos pelo Bolsa Família.

O decreto que oficializa o aumento foi publicado na última sexta-feira (5) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

 

Segundo informações do Ministério da Cidadania, o valor médio passará para R$ 217,18 no Auxílio Brasil. No Bolsa Família, esse valor era de R$ 184,30. Os reajustes passarão a valer no próximo dia 17.

Entre as mudanças trazidas pelo decreto, está também a elevação das faixas de renda que caracterizam as famílias como de extrema pobreza ou de pobreza. No Bolsa Família, eram consideradas em situação de extrema pobreza os grupos familiares cuja renda era de até R$ 89 por pessoa. No Auxílio Brasil, esse limite vai aumentar para R$ 100.

No caso das famílias em situação de pobreza, o limite de renda, que era de até R$ 178 por pessoa da família, passará para até R$ 200.

O benefício básico, que é pago somente para as famílias de extrema pobreza, também passará de R$ 89 para R$ 100, o que representa um aumento de 12,36%. As parcelas variáveis subirão de R$ 41 para R$ 49, uma elevação de 19,51%. 

Já o Benefício Variável Vinculado ao Adolescente passará de R$ 48 para R$ 57: o aumento é de 18,75%. "No Auxílio Brasil, a estrutura básica foi simplificada para Benefício Primeira Infância, Benefício Composição Familiar e Benefício de Superação da Extrema Pobreza", diz o ministério.

A pasta informa que os pagamentos do Auxílio Brasil começarão a ser feitos no dia 17 de novembro, seguindo o mesmo calendário do Bolsa Família. A estimativa é de que aproximadamente 14,6 milhões de famílias recebam o benefício em todo o Brasil.

"Todas as pessoas já cadastradas receberão o benefício automaticamente, seguindo o calendário habitual do programa anterior, o Bolsa Família. Não há necessidade de recadastramento", afirma o ministério.

Ainda de acordo com a pasta, esses reajustes são definitivos e não têm relação com o valor mínimo de R$ 400 para cada família, que o governo federal vem prometendo e que condiciona à aprovação da PEC dos Precatórios. O Planalto também tem afirmado que a aprovação da proposta irá ampliar o Auxílio Brasil para mais de 17 milhões de famílias.

Procurado pelo Agora, o Ministério da Cidadania afirmou que, em dezembro, se a PEC for aprovada, o governo iniciará o pagamento dos R$ 400 mensais. "Quem já está na folha de pagamento de novembro do Auxílio Brasil receberá o novo valor de forma retroativa", garante a pasta.

Diferenças: Bolsa Família x Auxílio Brasil

 

 Bolsa FamíliaAuxílio BrasilVariação
Renda por pessoa das famílias em situação de extrema pobrezaR$ 89R$ 10012,36%
Renda por pessoa das famílias em situação de pobrezaR$ 178R$ 20012,36%
Benefício básico (para famílias em extrema pobreza)R$ 89R$ 10012,36%
Parcelas variáveisR$ 41R$ 4919,51%
Benefício Variável Vinculado ao AdolescenteR$ 48R$ 5718,75%
Valor médio do benefícioR$ 184,30R$ 217,1817,84%

Quem pode receber

  • Famílias em condição de extrema pobreza (renda mensal de até R$ 100 por pessoa, segundo o padrão atual do governo)
  • Famílias em condição de pobreza (renda mensal acima de R$ 100 até R$ 200 por pessoa, segundo o padrão atual do governo) com gestantes ou pessoas com idade até 21 anos

É PRECISO ESTAR CADASTRADO NO CADÚNICO E COM AS INFORMAÇÕES ATUALIZADAS

  • Para se inscrever no Cadastro Único, é preciso que uma pessoa da família se responsabilize por prestar as informações de todos os membros da casa para o entrevistador
  • Essa pessoa, chamada de Responsável pela Unidade Familiar (RF), deve ter pelo menos 16 anos, ter CPF ou título eleitor, e, preferencialmente, ser mulher
  • O cadastro é feito normalmente nas prefeituras, no Cras (Centro de Referência de Assistência Social), ou em um posto de atendimento do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família

É necessário apresentar também, pelo menos, um documento para cada pessoa da família, dentre os seguintes:

  • Certidão de nascimento
  • Certidão de casamento
  • CPF
  • RG
  • Carteira de trabalho
  • Título de eleitor
  • Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani), se a pessoa for indígena

Como será o pagamento

  • O pagamento do novo auxílio começa em novembro de 2021 e, se aprovado pelo Congresso, irá até dezembro de 2022
  • Famílias que recebem o Bolsa Família terão aumento de 20% na renda a partir de dezembro
  • O valor será pago do mesmo modo que, atualmente, é liberado o Bolsa Família

Fonte: Folha Online - 08/11/2021 e SOS Consumidor


Construtora que usou pandemia para justificar atraso é condenada


Cliente será indenizado por compra no crédito não reconhecida

Presidente da Câmara mantém votação da PEC dos precatórios nesta terça e prevê maior margem de apoio

 


O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), manteve a votação da chamada PEC dos Precatórios (Proposta de Emenda à Constituição 23/21) para esta terça-feira (9), no Plenário. Ele voltou a afirmar que a margem de apoio à proposta deve aumentar na votação desta terça, quando espera obter um quórum maior. Na semana passada, o texto-base foi aprovado com 312 votos entre 456 presentes. São necessários 308 para a aprovação.

Lira disse não acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) venha a interferir na tramitação da proposta, conforme pedidos feitos em ações judiciais. “Não acredito em paralisação de votação por liminar que venha a obstacular a votação. O Supremo pode se pronunciar depois sobre a constitucionalidade ou inconstitucionalidade de uma matéria. Mas interferir no trâmite de uma matéria eu nunca vi acontecer. Espero que não aconteça, porque os Poderes se respeitam, sabem das suas atribuições e competências”, defendeu.

Arthur Lira argumentou que a votação é uma matéria interna corporis do Poder Legislativo. “Com relação a medidas judiciais, lamento sempre quando você judicializa a política. Você não pode o tempo todo estar ganhando votações de 1 a 312”, disse, referindo-se a um ministro do STF contra 312 deputados. O presidente da Câmara lembrou que sempre teve um bom relacionamento com o Supremo. “Naquela crise institucional dos Poderes, em setembro, sempre atuamos como bombeiros”, afirmou.

O presidente da Câmara também defendeu a votação remota de deputados que estavam em missão oficial, lembrando que entre eles foram seis votos contra e dois a favor da PEC. “Estamos ainda com a mudança do sistema virtual para o presencial. Há uma reclamação normal, todo mundo se acostumou a ficar nos estados, a trabalhar em home office. Sempre há solicitações de que a Câmara possa flexibilizar isso ainda neste ano”, argumentou.

Athur Lira observou que o voto virtual em missões oficiais foi permitido por Ato da Mesa. “O Infoleg foi criado por Ato da Mesa e não precisa alterar o Regimento. É uma decisão interna corporis, sem nenhum tipo de ingerência de outros Poderes sobre essa decisão.”

A Mesa Diretora deve reunir-se na tarde desta segunda-feira para decidir sobre a votação virtual de deputados com comorbidades e sob licença médica.

Auxílio Brasil

Lira defendeu a aprovação da PEC dos Precatórios para garantir recursos ao programa social Auxílio Brasil, que substituiu o Bolsa Família. “O grande problema é a fome causada pelo rebote financeiro da pandemia, com desemprego, inflação e aumento do preço da energia e dos combustíveis”, apontou. O objetivo do governo é oferecer um auxílio mensal de R$ 400 a quase 20 milhões de famílias abaixo da linha da pobreza.

Sem a aprovação da PEC 23/21, o pagamento de precatórios deve subir de R$ 54,7 bilhões, neste ano, para R$ 89,1 bilhões, no ano que vem. Se a emenda constitucional for aprovada, haverá um limite de R$ 44,5 bilhões para precatórios no ano que vem. A PEC também muda o cálculo do teto de gastos, abrindo um espaço de R$ 47 bilhões para despesas do governo.

Crítica à OAB

O presidente da Câmara disse que o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, defende os interesses financeiros de grandes escritórios de advocacia ao questionar a constitucionalidade da PEC. A OAB recorreu ao STF contra a votação da PEC 23/21 por acreditar que o texto ofende a separação dos Poderes, por adiar o pagamento de parcela de dívidas cujo pagamento foi determinado pelo Poder Judiciário.

“O presidente da OAB é candidato a governador do Rio de Janeiro, uma situação plenamente incompatível com o cargo que ele exerce. Ele muitas vezes se omite de discussões importantes da sociedade, e a OAB não se manifesta sobre muitas matérias aqui que cuidam da cidadania, de direito adquirido, do devido processo legal”, criticou.

Usina de ações

Arthur Lira reconhece que as decisões judiciais devem ser respeitadas, mas pondera que o pagamento integral de precatórios pode tornar inviável todo o Orçamento da União em 2022. O presidente da Câmara também observa que muitos precatórios já foram negociados e estão na mão de terceiros. “Isso virou uma usina de ações. Todo ano nós temos precatórios, é uma despesa recorrente, anual e permanente.”

O presidente da Câmara também acusou os opositores da PEC de ter motivações eleitorais. “A PEC virou um cabo-de-guerra político. A discussão no Plenário está politizada. Quem não quer dar o auxílio de R$ 400 é porque acha que vai influenciar o processo eleitoral, está levando isso além do aspecto social de 20 milhões de famílias passando fome. Se no ano passado votamos um auxílio de R$ 600, porque não votar um outro de R$ 400?”, questionou.

Senado

O presidente da Câmara lembrou que a PEC apenas oferece recursos temporários para o Auxílio Brasil e voltou a defender a votação pelo Senado da reforma do Imposto de Renda (PL 2337/21), que foi aprovado pela Câmara no início de setembro e poderia fornecer uma fonte de arrecadação permanente para as despesas do programa social, respeitando o teto de gastos.

Lira informou que já conversou sobre a tramitação da PEC dos Precatórios com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. “Há sensibilidade do Senado para votar o tema. A incerteza é muito pior para o Brasil, para o mercado e para especialistas que defendem fundos”, disse.

O Sul

Sérgio Moro diz que fim da prisão em segunda instância “libertou corruptos”

 


Prestes a assinar sua ficha de filiação no Podemos para, possivelmente, se candidatar ao Planalto em 2022, o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro subiu o tom nas críticas ao fim da prisão em segunda instância. A decisão foi tomada dois anos atrás pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e, na avaliação feita por Moro, nesta segunda-feira (8), nas suas redes sociais, “libertou corruptos”.

Não foi a única crítica feita pelo ex-juiz da Lava-Jato em relação ao funcionamento da Justiça. Em referência ao fato de os responsáveis pelo incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, não terem sido julgado até hoje, oito anos depois do ocorrido, Moro culpou a “ineficiência do sistema de Justiça”.

“Marcos da impunidade. O fim da prisão em segunda instância, há dois anos, libertou corruptos. Mas a ineficiência do sistema de justiça também deixa outras tragédias sem resposta, como o incêndio na Boate Kiss, há oito anos. Os responsáveis, até hoje, não foram julgados”, disse Moro.

Prestes a entrar formalmente na política, Moro tem ampliado suas declarações públicas sobre temas que poderão ser centrais numa eventual campanha presidencial. E o combate à corrupção e à impunidade já se tornaram agendas naturais para o ex-juiz nesse início de movimentação política.

Até o fim do mês passado, Moro vinha adotando cautela nessas manifestações, já que ainda tinha vigente seu contrato de consultoria com a Alvarez & Marsal. Com o fim do compromisso, o ex-ministro confirmou a decisão de se filiar ao Podemos.

Oficialmente, ainda não anunciou a disposição de concorrer à Presidência, mas já vem organizando sua candidatura nesse sentido. Sua entrada na disputa, porém, vai depender de seu nome pegar tração nas pesquisas dentro do hoje congestionado campo da terceira via.

Senado

Sérgio Moro lidera em três cenários a disputa por uma vaga ao Senado por São Paulo em 2022, segundo uma pesquisa do Instituto Realtime Big Data.

Na pesquisa que mostra Moro à frente em uma hipotética disputa ao Senado por São Paulo, o ex-juiz chega a registrar 30% das intenções de voto em um dos cenários simulados.

— Cenário 1: Sérgio Moro – 29%, Guilherme Boulos (PSOL) – 19%, José Luiz Datena – 19%, Janaína Paschoal (PSL) – 8%, José Aníbal (PSDB) – 1%, branco/nulo – 17%, não souberam ou não responderam – 7%.

— Cenário 2: Sérgio Moro – 30%, José Luiz Datena – 17%, Eduardo Suplicy (PT) – 14%, José Serra (PSDB) – 8%, Abraham Weintraub – 5%, branco/nulo – 18%, não souberam ou não responderam – 8%.

— Cenário 3: Sérgio Moro – 29%, José Luiz Datena – 18%, Márcio França (PSB) – 15%, Paulo Skaf (MDB) – 10%, José Anibal (PSDB) – 1%, branco/nulo – 18%, não souberam ou não responderam – 9%.

O Sul

Cesta básica passa de 700 reais no País; veja os alimentos que mais subiram de preço

 


O preço da cesta básica voltou a subir em outubro, em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese, chegando a passar de R$ 700.

Segundo levantamento divulgado pelo Dieese na sexta-feira (5), a cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 700,69), seguida pelas de São Paulo (R$ 693,79), Porto Alegre (R$ 691,08) e Rio de Janeiro (R$ 673,85).

Até setembro, o preço ainda não tinha chegado a R$ 700 em nenhuma capital do País. A mais cara era a de São Paulo: 673,45.

Em 1 ano, o preço da cesta básica subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento. Os maiores percentuais foram observados em Brasília (31,65%), Campo Grande (25,62%), Curitiba (22,79%) e Vitória (21,37%).

Para as famílias de baixa renda, o preço da cesta básica de alimentos chega a comprometer, na média entre as 17 capitais, 58,35% do salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%). Em algumas capitais, já equivale mais de 60% do salário mínimo.

Com base na cesta mais cara do país, o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.886,50, o que corresponde a 5,35 vezes o piso nacional vigente (R$ 1.100). O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

Entre os itens que mais subiram na passagem de setembro para outubro, o Dieese apontou a batata, o tomate, o pó de café, o óleo de soja e o açúcar.

  • A batata apresentou alta nas 10 cidades pesquisadas entre setembro e outubro e as taxas oscilaram entre 15,51%, em Brasília, e 33,78%, em Florianópolis;
  • O preço do café em pó subiu em 16 capitais, com destaque para as altas de Vitória (10,14%), Rio de Janeiro (10,06%), Campo Grande (9,81%) e Curitiba (9,78%);
  • O quilo do tomate registrou aumento de preço em 16 capitais. Os maiores aumentos ocorreram em Vitória (55,54%), João Pessoa (44,83%), Natal (42,16%), Brasília (40,16%) e Campo Grande (32,69%);
  • O valor do açúcar aumentou em 15 capitais, com aumento chegando a 7,02%, no Rio de Janeiro;
  • O óleo de soja registrou alta em 13 das 17 capitais. Os maiores encarecimentos ocorreram em Vitória (3,22%), Brasília (2,40%), Campo Grande (2,16%), Rio de Janeiro (1,81%) e São Paulo (1,76%);
  • O leite e a manteiga apresentaram elevação de preço em 11 capitais, com a maior alta sendo observada em Vitória (5,18%). Para o leite, o maior aumento foi registrado em Campo Grande.

O Sul

Reforço de ar frio avança pela costa da Argentina e trará mais noites frias

 

Alto acumulado de chuva previsto entre São Paulo, Goiás e Minas Gerais

 

500 mil empresas correm o risco de fechar, se a Câmara não votar o novo Refis imediatamente, alerta senador (veja o vídeo)

 

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/34198/500-mil-empresas-correm-o-risco-de-fechar-se-a-camara-nao-votar-o-novo-refis-imediatamente-alerta-senador-veja-o-video?fbclid=IwAR21BdXePQTi4e1tsvLqbc_JgFoAjV8H0zmtn_K7D0Cco2TqKSnXLvM1rmg

500 mil empresas correm o risco de fechar, se a Câmara não votar o novo Refis imediatamente, alerta senador (veja o vídeo)