Consumidor quer usar Black Friday para se livrar dos efeitos da inflação

 por Daniele Madureira

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Pesquisa aponta que 70% pretendem adiantar compras de Natal e maioria busca produto até 50% mais barato

Em tempos de vacas magras, os brasileiros querem aproveitar a Black Friday para se livrar dos efeitos da inflação, que acumula mais de 10% de alta nos últimos 12 meses.

 

De um universo de 7.449 consumidores pesquisados pela internet entre 22 e 26 de outubro pela fintech Trigg, moradores das principais capitais do país, apenas 2% não querem comprar absolutamente nada pela internet no próximo dia 26 de novembro.

De acordo com o levantamento, 65,4% dos entrevistados esperam conseguir entre 20% e 50% de desconto sobre o preço dos produtos. "A expectativa dos consumidores é que o desconto compense a inflação", disse à Folha o presidente da Trigg, Wellington Santos.

Mais de dois terços dos entrevistados (67,9%) pretendem gastar mais de R$ 1.000 no próximo dia 26. Desse total, 30% planejam investir mais de R$ 3.000 nesta Black Friday. Eletrodomésticos (41,3%) e tecnologia (29,5%) lideram o ranking das principais intenções de compra.

"O interesse pela compra de eletrodomésticos me surpreendeu", disse Santos. "Mas como o consumidor passou mais tempo em casa, por conta do home office, é natural que ele queira aproveitar a poupança que ainda tem para trocar aparelhos antigos", diz o executivo, que acredita que a próxima Black Friday deve faturar mais do que o Natal de 2020.

Quase metade dos consumidores (49%) respondeu que planeja gastar mais no evento deste ano do que no do ano passado. Ao mesmo tempo, 71% dos entrevistados afirmaram que pretendem comprar os presentes de Natal na Black Friday.

Santos chama a atenção para o planejamento da compra. "Fizemos o levantamento no final de outubro, ou seja, um mês antes do evento, e a maioria das pessoas [87%] já estava pesquisando preços", afirma. "Isso é positivo, porque indica uma compra mais pensada, e não por impulso, que é o que gera o endividamento".

Frete grátis ou barato (48,6%) e facilidade no pagamento (47,8%) estão entre os principais atrativos para o consumidor fazer uma compra online. Na sequência, estão valores acessíveis (resposta de 43%) e cashback (30,8%) – que é a possibilidade de ganhar créditos para uma próxima compra. Essa disposição está sendo explorada pela Trigg. "Na Black Friday, vamos lançar uma promoção em que o cliente do cartão de crédito vai receber cashbacks de até R$ 2.000, por sorteio", diz Santos. Lançada em 2017, a fintech já oferece cashback de até 1,3% do valor das compras nas operações usuais do cartão.

De acordo com o levantamento, 97% dos entrevistados vão pagar as contas da Black Friday com cartão de crédito. Mas nem todos pretendem fazer compras online: 35% preferem adquirir os produtos direto nas lojas físicas.

FALTA DE RESPEITO ESPANTA CONSUMIDOR, DIZ OUTRO LEVANTAMENTO

A busca por uma boa pechincha não é determinante na internet, mesmo fora da Black Friday. Outra pesquisa realizada online pela MRM, agência de marketing digital do grupo McCann – desta vez com 1.000 consumidores de várias regiões do país, entre 12 e 18 de agosto –, apontou que 60% deixariam de comprar um produto com bom preço e qualidade se a empresa desrespeitasse os mais pobres.

A mesma atitude seria tomada se a empresa testasse o produto em animais (49% das respostas), não se preocupasse com o meio ambiente (48%) ou com a diversidade (47%).

"Por outro lado, entre os concorrentes que apresentem um produto similar em preço e qualidade, ganha a preferência do consumidor quem oferecer melhor experiência de compra, com um site de fácil navegação (resposta de 69%), ou for bem avaliado por outros consumidores (59%) ou apresentar uma boa reputação (55%)", disse àFolha Eduardo Soutello, diretor da MRM Commerce, unidade da MRM Brasil responsável pela pesquisa.

Curiosamente, preocupação com meio ambiente (21%) e causas sociais (14%) – questões tão em voga por conta dos critérios ESG (de governança ambiental, social e corporativa) adotados pelas empresas – são menos relevantes para motivar a decisão de compra. "Mas a falta de respeito a essas questões são determinantes para impedir a compra", destaca Soutello.

O executivo chama a atenção para o quanto os grandes marketplacescomo Amazon, Mercado Livre e Magalu (50%) se tornaram importantes frente aos sites de busca (57%), como Google, na hora de pesquisar produtos. "Os marketplaces precisaram se calibrar para tornar a sua navegação agradável, ao mesmo tempo que tiveram que atrair mais sellers [vendedores] para aumentar sua oferta de produtos", afirma, destacando que sites de avaliação (44%), como o Reclame Aqui, também são muito consultados nas buscas online antes da compra.

Quanto aos meios de pagamento mais usados pelo internauta, o cartão de crédito continua liderando, com 59% de participação. "85% dos entrevistados também disseram gostar muito do modelo de cashback", diz Soutello. Mas, segundo a pesquisa, o boleto bancário resiste ao Pix, mesmo um ano depois do lançamento do meio de pagamento digital instantâneo. O tradicional boleto responde por 15% das vendas online, enquanto a fatia do Pix é de 11%.

Mais da metade dos consumidores (58%) disseram seguir alguma marca nas redes sociais, especialmente pelo interesse em promoções (61%). As cinco marcas mais citadas pelos entrevistados, de maneira espontânea, foram Lojas Americanas (21%), Magalu (19%), Nike (15%), Adidas (12%) e Amazon (9%).

Existe um ponto em que as grandes empresas ainda precisam se esmerar na internet: os anúncios. Apenas 24% dos consumidores disseram que as propagandas que recebem são exatamente do seu interesse. Para 11%, elas nunca são relevantes e, para 61%, às vezes.

Fonte: Estado de Minas - 07/11/2021 e SOS Consumidor

Supremo dá prazo de 24 horas para Câmara explicar votação da PEC dos Precatórios contestada por Rodrigo Maia

 


A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber definiu neste domingo (7) um prazo de 24 horas para que a Mesa Diretora da Câmara e o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), se manifestem sobre o mandado de segurança protocolado pelo ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (sem partido) que questiona o rito de votação da PEC dos Precatórios.

O prazo começa a contar assim que Lira e a Câmara forem notificados, o que só deve acontecer nesta segunda (8), e a resposta não é obrigatória.

Rosa Weber deve aguardar o posicionamento da Câmara para decidir se atende o pedido de Maia para suspender a tramitação da PEC – Arthur Lira marcou a votação da PEC em segundo turno para as 9h desta terça (9).

Rosa Weber já tinha tomado decisão semelhante, na manhã de sábado (6), em relação a outros dois mandados de segurança no STF que questionam a votação da PEC em primeiro turno. Como os pedidos são similares, mas não iguais, a ministra abriu espaço para que a Câmara responda no novo mandado.

Até a noite deste domingo, não havia resposta em nenhum dos três processos. Em razão do fim de semana, é possível que a Câmara só seja notificada sobre esses três pedidos de Rosa Weber na manhã de segunda.

A proposta de emenda à Constituição é a principal aposta do governo para viabilizar o Auxílio Brasil de R$ 400. O texto foi aprovado em primeiro turno na Câmara na madrugada da última quinta (4) com placar apertado – eram precisos 308 votos favoráveis, e o governo conseguiu reunir 312.

Mandado de segurança

No mandado de segurança, Maia afirma, no entanto, que “o processo de aprovação ignorou por completo a Constituição e normas regimentais, numa sequência de graves violações ao devido processo legal legislativo”.

O documento aponta ao STF dois “vícios” principais na tramitação:

— a autorização para que deputados em missão oficial participassem da sessão, concedida pela Mesa Diretora da Câmara horas antes da votação;

— a apresentação de uma “emenda aglutinativa” que, na prática, adicionou novos trechos à PEC durante a análise do texto em plenário.

A ação deve ser distribuída ao gabinete da ministra Rosa Weber, que já é relatora de uma outra ação de parlamentares no mesmo sentido. Não há prazo para que ela decida.

Rosa Weber já pediu informações à Câmara sobre a votação da PEC em primeiro turno.

A votação do segundo turno da PEC está prevista para esta terça (8). Arthur Lira marcou a sessão para as 9h porque, antes do segundo turno, será preciso votar em primeiro turno os destaques – trechos para os quais houve pedido de votação em separado.

O Sul

Gruta de Fingal (em gaélico escocês: Uaimh-Binn)

 A Gruta de Fingal (em gaélico escocês: Uaimh-Binn) significa caverna da melodia, é uma caverna marítima na Escócia localizada na ilhota de Staffa, no arquipélago das Hébridas Internas, que faz parte de uma reserva natural. É composto por colunas hexagonais de basalto, semelhante em estrutura à Calçada do Gigante na Irlanda do Norte, com quem compartilha a mesma fonte de fluxo de lava. A sua dimensão, a sua cobertura com arcos naturais e os sons arrepiantes produzidos pelos ecos das ondas conferem-lhe o ambiente de uma catedral natural.

Via Geology World
Marcos Schmidt




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1311297525952250

Fronteiras dos Estados Unidos se abrem aos brasileiros nesta segunda

 


Os Estados Unidos se preparam para reabrir suas fronteiras terrestres e aéreas aos viajantes vacinados contra covid nesta segunda-feira (8), encerrando 20 meses de severas restrições criticadas pela Europa e pelos vizinhos México e Canadá.

Famílias separadas, relações comerciais interrompidas, ambições de carreira frustradas: a “proibição de viagens” imposta pelo então presidente Donald Trump no início de 2020, mais tarde confirmada por seu sucessor Joe Biden, agravou as turbulências provocadas pela pandemia.

Para se proteger dos países mais atingidos pela covid-19, Trump impôs rapidamente restrições de viagens da China em fevereiro de 2020. Depois, no dia 13 de março, foi a vez dos países da Europa pertencentes ao espaço Schengen (a lista de 26 países europeus que aboliram oficialmente todos os passaportes e controles em suas fronteiras mútuas).

Reino Unido e Irlanda foram restringidos alguns dias depois, enquanto as fronteiras terrestres já estavam praticamente fechadas com o México e o Canadá.

Com todos esses países, a densidade das trocas humanas e econômicas é extremamente intensa.

“Foi muito difícil, só quero ver meu filho”, disse Alison Henry, uma britânica de 63 anos que viajará nesta segunda para encontrar seu filho em Nova York após 20 meses de separação.

Desde o verão passado era possível viajar dos Estados Unidos para a Europa, mas os estrangeiros que se estabeleceram nos Estados Unidos e possuíam certos vistos não tinham garantia de poder voltar para casa.

Para atender ao previsível aumento da demanda, as companhias aéreas aumentaram o número de voos transatlânticos e o tamanho dos aviões.

O levantamento das restrições também representa um respiro para o setor de aviação em crise pela pandemia.

Também ao longo da imensa fronteira mexicana, inúmeras cidades americanas, no Texas ou na Califórnia, sofreram um forte choque econômico e aguardam ansiosamente o retorno à normalidade.

Os ricos aposentados canadenses, por exemplo, podem agora, sem medo, na época da primeira geada, iniciar sua jornada anual de carro para a Flórida e suas delícias climáticas.

Vacinação e testes

Para os viajantes que chegam de avião, os Estados Unidos solicitarão a partir desta segunda, além do certificado de vacinação e do teste negativo para covid feito nos três dias anteriores à partida, o estabelecimento pelas companhias aéreas de um sistema de rastreamento de contatos.

Para a rota terrestre, as restrições serão suspensas em duas etapas.

A partir de agora, as pessoas que chegarem ao país por motivos considerados não essenciais, como família ou turismo, poderão cruzar a fronteira do Canadá ou do México, desde que estejam vacinadas.

Aqueles que o fazem por motivos imperiosos, por exemplo, os motoristas de caminhão, estarão isentos deste requisito.

Mas a partir de janeiro a obrigação de vacinação se aplicará a todos que cruzarem as fronteiras terrestres, independentemente do motivo da viagem.

As autoridades de saúde dos EUA também indicaram que todas as vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) serão aceitas.

Por outro lado, a OMS está mais uma vez alarmada com a taxa de transmissão “muito preocupante” da covid-19 na Europa, que pode causar mais meio milhão de mortes no continente até fevereiro.

Esta quarta onda atinge principalmente a Alemanha, com a qual o governo Biden é especialmente cuidadoso em suas negociações.

O Sul

UM BOM EXEMPLO: ENCONTRO DE CONSERVADORES EM CAMAQUÃ - 08.11.21

 por Percival Puggina


 


         Sábado, dia 6 de novembro, vivi um dia excepcionalmente feliz. Em companhia do amigo Coronel Jorge Schwerz (do Canal Ao Bom Combate) e sua esposa, fui a Camaquã participar do Congresso do Movimento Brasil Conservador do RS.


Dois anos de “terrorismo e pandemia” paralisaram essas necessárias atividades, em seus primeiros movimentos, no início de 2020. Agora, quando a normalidade parece voltar à vida, conservadores retomam seus encontros regionais e municipais com o intuito de identificar o adversário, arregimentar, motivar, preparar quadros, estabelecer metas e estratégias para que seus princípios e valores se constituam em força política reconhecível como tal.


Ao longo destes últimos anos, tenho repetido insistentemente que todo o fogo descarregado sobre o governo do presidente Bolsonaro tem o conservadorismo como alvo real. Nós conservadores queremos exatamente o que eles querem ver destruído, desconstituído, fora da pauta das alternativas. Trata-se, então, de um enfrentamento travado no plano das ideias, da cultura e da política. No Brasil, diante do que vemos acontecer, a empreitada conservadora é uma obra de salvação nacional.


Por isso, foi muito prazeroso falar ao público que lotou, com interesse e entusiasmo o amplo auditório e dependências do Centro Empresarial Humanize, num evento notável. Pretendia retornar a Porto Alegre após minha participação no início da manhã, mas fiquei até o final da tarde porque logo percebi uma boa oportunidade para conhecer, reencontrar e, principalmente, aprender com figuras destacadas do nosso conservadorismo. Ali estavam, movidos pelo mesmo ideal, intelectuais, políticas, comunicadores e lideranças como, entre outros, José Carlos Sepúlveda, Ernesto Araújo, Paulo Henrique Araújo, João Pedro Petek, deputado Luciano Zucco, deputado Eric Lins, vereadora Fernanda Barth, Felipe Pedri, Paula Cassol, Bruno Dornelles, Carina Belomé, Gustavo Vitorino e os três maravilhosos talentos (o Paulo, o Augusto e o Bismark) do grupo Hipócritas.


No início da manhã, também assistimos, falando de Brasília, o deputado Eduardo Bolsonaro e enquanto retornávamos a Porto Alegre, ainda se apresentavam àquele privilegiado e entusiasmado grupo, remotamente, os irmãos Weintraub, Valéria Sher e Anderson Sander.


Na coordenação geral do congresso do MBC/RS, a promissora liderança do jovem Maurício Costa, que, com numeroso e acolhedor grupo de parceiros da causa, fez acontecer o evento.


Foi semeadura em terreno fértil, necessária para colher uma restauração de princípios e valores em ausência dos quais o Brasil ficou irreconhecível e a própria obra civilizadora passa a exigir realinhamento e reconstrução.


Que em ritmo acelerado, sob as bênçãos de Deus, o mesmo se reproduza centenas, milhares de vezes em nosso país.


Pontocritico.com