Começa estudo da vacina Janssen no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre

 Pesquisa está na fase 3 e iniciará recrutando voluntários acima de 59 anos, sem comorbidades




Começam nesta quinta-feira no Grupo Hospitalar Conceição (GHC) os testes com a vacina contra a Covid-19 do laboratório belga Janssen, divisão de vacinas da Johnson & Johnson. O estudo está na Fase 3 (fase controlada com placebo) e iniciará recrutando voluntários acima de 59 anos, sem comorbidades. Ao todo, os testes no Hospital Conceição visam à inclusão de dois mil participantes. Cada voluntário deverá receber uma dose da vacina.

De acordo com o GHC, o estudo é multicêntrico e escalonado, sendo dividido em quatro etapas: primeiro, voluntários de 18 a 59 anos sem comorbidades; depois acima de 60 anos sem comorbidades; na sequência de 18 a 59 anos com comorbidades; e por último, acima de 60 anos com comorbidades. Sempre com intervalos entre as fases para avaliações de segurança. 

Os testes preveem 60 mil participantes em todo o mundo. No Hospital Conceição, foram mais de 4 mil inscritos em dois dias e, por isso, as inscrições na instituição já estão encerradas. Para o coordenador do Serviço de Infectologia do Hospital Conceição e investigador responsável, Breno Riegel Santos, a expectativa é de que essa vacina venha a cumprir a missão de alcançar imunidade induzida efetiva contra o SARS CoV2, causador da pandemia de Covid-19.

"A vacina não é restrita a nenhum grupo populacional, nem laboral, a população em geral é alvo dessa tentativa de se chegar a uma vacina eficaz contra a doença que está causando essa pandemia", explicou Santos. Segundo ele, a vacina com vírus inativado não causa a doença e não apresenta nenhum risco à saúde. 

A diretoria do GHC enfatizou que é incentivadora destes estudos e espera que os resultados sejam satisfatórios. “Todos estamos ansiosos para que tenhamos uma vacina segura e confiável”, disse o diretor-presidente do GHC, Cláudio Oliveira.


Correio do Povo

Delegado Fernando quer ser o vice do diálogo em Porto Alegre

 Integrante da chapa de João Derly foi o entrevistado do programa Esfera Pública



Fernando Soares (Republicanos), candidato a vice-prefeito de Porto Alegre, na chapa encabeçada por João Derly (Republicanos) disse que, caso eleito, será o vice do diálogo. Entrevistado do programa 'Esfera Pública' da Rádio Guaíba, nesta quarta-feira, afirmou que o papel do vice é servir como uma extensão do prefeito, trazendo sempre informações com o objetivo de melhorar a cidade.

Delegado Fernando, como se apresenta, foi delegado de polícia por 21 anos e defende a forte atuação dos municípios na segurança pública. Para ele, é preciso, em um primeiro momento, pensar na urbanização da cidade como parte de um projeto de segurança pública e, posteriormente, no fortalecimento da Guarda Municipal. Segundo o candidato, nas últimas administrações a prefeitura se afastou das comunidades, acarretando em danos para a cidade.

Ele tem como objetivo restabelecer as reuniões dos gabinetes da gestão integrada, envolvendo todas as entidades de segurança e as secretarias municipais. Assim, pretende promover o diálogo com a comunidade. "A partir desse gabinete vamos definir prioridades junto com o Estado, sobre onde devemos atuar e combater a criminalidade. É assim que se faz segurança pública", afirmou.

O candidato ainda chamou a atenção para os projetos de empreendedorismo local, que são a base do projeto de governo da sua chapa.  Uma das frentes é desenvolver formas para a cidade sair da crise resultante da pandemia do coronavírus. O objetivo é investir no empreendedor regional, com o projeto Meu Bairro Empreendedor. "O principal é ensinar e orientar, para que (o empreendedor) saiba fazer o investimento e ter retorno", concluiu.


Rádio Guaíba e Correio do Povo

Biden pode vencer hoje; Bolsas em alta; A vez do biogás

 

A contagem dos votos avança nos EUA e o dia pode terminar com Joe Biden presidente, enquanto as bolsas abriram em alta com a notícia de que os republicanos devem seguir no Senado. A chance de batalha judicial ainda é grande. A Desperte destaca também o bom momento para o biogás no Brasil e a nova edição da EXAME que traz na capa o mercado imobiliário. Boa leitura.

Rudy Giuliani, ex-prefeito de NYC e advogado de Trump: contestação do resultado na Justiça | Reuters/Mark Kauzlarich
 
1 - A DOIS ESTADOS DE VENCER 

O democrata Joe Biden venceu em Wisconsin e Michigan e está muito perto de conquistar a Presidência dos Estados Unidos. Falta a confirmação de suas lideranças em Nevada e Arizona para que o candidato atinja os 270 votos necessários para ser eleito pelo colégio eleitoral. Até às 7 horas de hoje, Biden tinha vantagem de pouco menos de 70.000 votos no Arizona (2,4 pontos) e cerca de 8.000 votos em Nevada (0,6 ponto). O democrata também tem chance de virar na Geórgia. Num breve pronunciamento na tarde de ontem, Biden não disse que não se declararia o ganhador da disputa, mas afirmou ter confiança no resultado “quando a contagem for encerrada”. Enquanto isso, a campanha do presidente Donald Trump afirmou que está entrando na Justiça em alguns estados, e há um clima de tensão sobre o resultado, sobretudo nas cédulas por correio. Leia os destaques até agora e acompanhe a apuração ao vivo.
 

2 - BOLSAS EM ALTA

As bolsas mundo afora seguem em alta na madrugada desta quinta-feira enquanto o fim da contagem americana se aproxima. As bolsas europeias operam em alta e os índices futuros americanos sobem mais de 6% às 7 horas. As asiáticas também fecharam em alta, assim como fez ontem o brasileiro Ibovespa (só 14 das 77 ações do índice caíram). Uma notícia que tem sido lida como positiva pelo mercado é a iminência de vitória dos republicanos no Senado, enquanto a Câmara segue democrata. Com Congresso dividido, o mercado vê como menor a chance de grandes mudanças. Por outro lado, investidores seguem sem precificar ainda uma possível contestação judicial dos resultados na Suprema Corte. A EXAME perguntou a gestores o que muda nos seus investimentos após a eleição. O resultado: o dólar pode ficar mais fraco e ações dos países emergentes podem ter alta. Leia mais


3 - ESPERANÇA NO EATS

A Uber apresenta nesta quinta-feira seus resultados financeiros do terceiro trimestre. A empresa não vive seu melhor ano em função da pandemia, que reduziu o fluxo de passageiros. Por outro lado, vem de uma grande vitória após a votação na Califórnia em que os eleitores decidiram que empresas de aplicativo não precisam tratar motoristas e entregadores como funcionários. Para o trimestre, a Uber deve reportar queda de 15,9% na receita. Será a segunda queda seguida no faturamento. A maior baixa vem da frente de transporte de passageiros, enquanto há expectativa de crescimento do Uber Eats, que deve movimentar o dobro do ano passado. Leia mais


4 - A VEZ DO BIOGÁS

Começa nesta quinta-feira o VII Fórum do Biogás, promovido pela Associação Brasileira do Biogás (ABiogás). Por causa da pandemia, o evento será todo online. É o maior encontro da indústria do biogás no país e acontece num momento em que o setor ganha um impulso. Primeiro, com a nova usina de biogás da Raízen, no interior de SP. Com investimentos de cerca de 153 milhões de reais, a usina produz energia com dois subprodutos da cana-de-açúcar. Outra boa notícia ao setor é uma mudança regulatória do Marco do Saneamento, que propõe incentivo fiscal para essa fonte renovável e geração de biogás por meio do esgoto doméstico. Leia mais

UM MERCADO À PROVA DE CRISES?

Com juros baixos, cada vez mais brasileiros trocam de casa: o momento é favorável, mesmo com a pandemia. A pujança do mercado imobiliário é um dos temas da edição 1.222 da EXAME, disponível a partir desta quinta-feira em todas as plataformas. Clique aqui para ver todas as reportagens da edição e, se ainda não é assinante, assine a partir de R$ 15,90 para ter acesso ilimitado. 

O Brasil teve 622 mortes e quase 24.000 casos de coronavírus no boletim de quarta-feira. A média móvel de óbitos é de 384 vítimas. Veja os números.

Em um dia nada menos que simbólico, os EUA registraram pela primeira vez mais de 100.000 casos diários de coronavírus. A preocupação é que uma segunda onda nos moldes da Europa colapse o sistema de saúde no país. 

Uma das maiores pesquisas do tipo até agora, por pesquisadores do Reino Unido, está apontando ao menos seis meses de imunidade ao coronavírus, incluindo em assintomáticos ou quem teve sintomas leves.

O Congresso decidiu ontem derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro ao dispositivo da desoneração da folha de pagamentos. Com a decisão, a desoneração foi prorrogada para 17 setores da economia até o fim de 2021.

O Cade aprovou a compra da Nike Brasil pelo grupo SBF, dono da Centauro, divulgado em fevereiro. O negócio havia sido contestado pela Netshoes. Com o negócio, o SBF passa a ser o único distribuidor da Nike no Brasil. 

Em tempo: a Centauro inaugura hoje na avenida Paulista uma nova loja com produtos exclusivos e descontos. Será a quinta maior unidade da Centauro.

Com uma mudança nas regras da Receita, empresas do Simples Nacional passaram ontem a poder parcelar débitos tributários. Entenda como funciona

Até outubro, os aportes em startups no Brasil chegaram a 2,49 bilhões de dólares. O valor já supera em 3% todo o acumulado do ano passado, que havia sido histórico para o ecossistema de startups.

Conta grátis e cartão: o plano do iFood para ser o “banco do restaurante”

O Google revelou o que os brasileiros mais pretendem comprar na BlackFriday para cuidado pessoal.

A startup Tucum Brasil, que revende artesanato indígena, foi escolhida pelo Mercado Livre como representante brasileira em seu programa de empreendedorismo. 

Após transplante, Rogério Fasano promove campanha para aumentar doações de órgãos

O Taycan, o aguardado e polêmico Porsche elétrico, chega ao Brasil

De Nike a Johnnie Walker, as campanhas das marcas não ficaram de fora das eleições americanas

E, como na eleição passada, as buscas por “como se mudar para o Canadá” saltaram entre os americanos
Bolsa
HOJE | Xangai / +1,30%
Tóquio / +1,73%
Londres / +0,54% (às 7h)


ONTEM | Ibovespa / +1,97%
S&P 500 / +2,20%
Dólar / 5,65 reais (-1,89%)
As eleições dos EUA foram tema do dia nos mercados e na política, mas também entre as piadas e brincadeiras na internet. Acostumados a saber o resultados da eleições poucas horas após o encerramento da votação, os brasileiros não perderam tempo em fazer memes com a apuração americana. Veja aqui
Memes com a apuração americana: o assunto virou tema de brincadeiras dos brasileiros no Twitter | Reprodução

Prefeitura envia proposta para reduzir em R$ 0,15 preço da passagem em Porto Alegre

 Em projeto que será analisado pelos membros do Conselho, valor da tarifa na Capital baixaria dos atuais R$ 4,70 para R$ 4,55



A Prefeitura de Porto Alegre enviou, nesta quarta-feira, ao Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu) um ofício em que propõe redução de R$ 0,15 no preço da tarifa de ônibus, baixando dos atuais R$ 4,70 para R$ 4,55. Segundo o Executivo, a medida foi possível devido à aprovação da nova lei proposta pela prefeitura que extinguiu a remuneração pelo gerenciamento da Câmara de Compensação Tarifária (CCT).

A extinção da CCT foi um dos projetos enviados à Câmara Municipal, em 27 de janeiro de 2020, dentro de um pacote de seis medidas para reduzir o valor da passagem.

Até o momento, a Câmara de Vereadores votou apenas um dos projetos. O fim da CCT foi aprovado em 16 de setembro pelo Legislativo, mas a redação final para sanção do prefeito chegou ao Executivo em 22 de outubro, 34 dias depois da aprovação em plenário.

A lei, que foi sancionada nesta quarta-feira, tinha prazo final para manifestação do prefeito Nelson Marchezan Júnior em 12 de novembro. Mas para evitar a proximidade com o primeiro turno das eleições e dar maior transparência à medida, o projeto foi encaminhado nesta quarta-feira ao Comtu para avaliação por parte dos conselheiros, sobre a redução no valor da tarifa.

“Nossa ideia é que a política de subsídio ao transporte coletivo apresentada em Porto Alegre possa inspirar uma política nacional que não tenha o cidadão usuário do transporte público como único financiador do sistema”, afirma o secretário municipal extraordinário de Mobilidade Urbana, Rodrigo Tortoriello.

Correio do Povo

Candidato é eleito em Dakota do Norte um mês após sua morte por Covid-19

 Juiz indicou que vitória de falecido será entendida como aposentadoria ou renúncia à vaga



Um candidato republicano foi eleito para a assembleia estadual de Dakota do Norte, nos Estados Unidos, na terça-feira, um mês depois de morrer do novo coronavírus. David Andahl, fazendeiro e empresário, morreu em 5 de outubro aos 55 anos “após uma breve batalha contra a covid-19”, disse sua família na página do Facebook sobre sua candidatura à Câmara dos Representantes local. “Ele foi funcionário público durante anos e ansiava por servir no corpo legislativo estadual”, acrescentaram pessoas próximas a ele. 

Entretanto, seu desejo só se concretizou postumamente. Ex-piloto profissional, Andahl conquistou a última vitória de sua vida no oitavo distrito eleitoral de Dakota do Norte, depois de ganhar mais de um terço dos votos válidos (duas vagas estavam em disputa para quatro candidatos).

Antecipando essa possibilidade, o procurador-geral desse estado rural havia indicado que a situação seria semelhante a uma renúncia ou aposentadoria e que caberia ao Partido Republicano local designar um substituto para ocupar seu lugar. 

As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos de 2018 já haviam registrado uma vitória póstuma. Na ocasião, um conhecido dono de bordel, Dennis Hof, foi eleito para a assembleia de Nevada, também pelo Partido Republicano, poucas semanas após sua morte.


AFP e Correio do Povo

Prefeitura amplia horário de funcionamento do comércio em Porto Alegre

 Decreto municipal também autoriza a retomada das atividades presenciais para o ensino superior



A Prefeitura de Porto Alegre publicou, nesta quarta-feira, o decreto 20.784, que amplia o horário de funcionamento de estabelecimentos comerciais na capital gaúcha. De acordo com o texto, publicado em edição extra do Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa), o comércio, prestação de serviços e centros comerciais podem atender das 9h às 19h, e os shoppings centers, das 12h às 22h. 

Os restaurantes terão o horário estendido até a meia-noite. Bares, casas noturnas, boates e similares podem funcionar com serviço de bar e restaurante desde que tenham alvará para a atividade. Os horários e regras seguem os mesmos dos restaurantes.

Nos estacionamentos de supermercados e hipermercados, fica retirada a restrição de ocupação máxima de 50%. Em estacionamentos que oferecem manobrista, fica permitido o serviço.

Educação 

O decreto 20.784 também autoriza o retorno das atividades presenciais para o ensino superior, em estabelecimentos públicos ou privados. A retomada deverá seguir os protocolos sanitários específicos do decreto 20.747 e o Calendário de Retomada das Atividades de Ensino, previsto para o dia 23 de novembro. Os setores administrativos das instituições de ensino também poderão retornar ao funcionamento presencial.


Correio do Povo

Vagas de emprego em Porto Alegre - 05.11.2020

 

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Confira as vagas que temos para você:

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Salário: Confidencial

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Senado confirma derrubada de veto à desoneração da folha até 2021

 Parlamentares mantiveram decisão dos deputados federais contra veto de Bolsonaro que impedia prorrogação do benefício tributário


Senadores confirmaram na tarde desta quarta-feira a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamento até o final de 2021. No total, 64 senadores apoiaram a derrubada, mais que os 41 necessários, e dois votaram pela manutenção do veto. 

Dessa forma, os parlamentares decidiram no mesmo sentido dos 430 deputados federais que pela manhã votaram por mudar a decisão do Executivo, e o veto acabou derrubado de forma conjunta pelo Congresso Nacional.

A desoneração foi criada em 2011 e consiste em um sistema diferenciado de recolhimento da contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pelos patrões, permitindo economia a companhias de 17 áreas como call center, transportes e telecomunicações. Elas empregam juntas 6 milhões de trabalhadores.

O benefício acabaria em 2020. Em julho, o presidente Bolsonaro vetou artigo de uma lei aprovada pelo Congresso que prorrogava o regime especial por mais um ano. O presidente afirmou não haver previsão para essa renúncia de receita no Orçamento do próximo ano, entre outros argumentos.

A derrubada do voto pelo Congresso se deu após um acordo entre governo e o Legislativo. Um símbolo disso foi o fato de a sessão remota da tarde desta quarta-feira realizada pelos senadores da República ter sido comandada pelo líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO). Os líderes dos partidos, incluindo os que apoiam o governo, os de oposição, e os que se intitulam independentes, declararam apoio à derrubada do veto.

O senador Major Olímpio, líder do PSL, por exemplo, afirmou que "conseguiu-se juntar milhares de empresários com os trabalhadores das áreas envolvidas, o governo e o Congresso. Não é vitória nem derrota de ninguém. Ganharam o Brasil, o trabalho e o emprego", afirmou.

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) foi no mesmo sentido e afirmou que a desoneração "é muito importante para as empresas brasileiras, para a geração de empregos e manutenção dos empregos."

Um dos votos contrários à derrubada do veto foi do senador Fernando Bezerra (MDB-PE), que afirmou ver inconstitucionalidade na forma como a desoneração foi prorrogada - argumento também apresentado pelo governo ao determinar o veto. 

Negociação

A gestão Jair Bolsonaro tentou encontrar uma saída para bancar a renúncia de receita que ocorrerá em 2021 com a manutenção da desoneração. Uma das apostas seria mudar o formato do benefício, alterando o cálculo e incluindo todos os setores da economia.

O governo tentou com essa proposta na mesa alcançar outro de seus objetivos, que é a criação do imposto sobre transações digitais. Com alíquota de 0,2%, o tributo que vem sendo chamado de “nova CPMF” permitiria uma arrecadação de R$ 120 bilhões por ano, dos quais R$ 70 bilhões seriam usados para cobrir a desoneração, segundo o governo.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, no entanto, vem afirmando que a ideia do imposto digital, alvo de críticas, está "morta". Ameaçados por fim da desoneração, setores preveem deixar de contratar. O debate sobre o novo imposto e novas alterações que possam mudar o recolhimento de tributos deverá ganhar novo impulso ao longo de 2021, com a discussão da reforma tributária.

Mas, afinal, o que é a desoneração?

A desoneração reduz o valor do recolhimento ao INSS. Em vez de pagar 20% sobre a folha de pagamento do funcionário, o tributo pode ser calculado aplicando-se um percentual sobre a receita bruta da empresa, variando de 1% a 4,5%, de acordo com o setor.

A ideia da criação do regime diferenciado foi beneficiar setores responsáveis por um grande número de empregos, especialmente indústrias. Chegaram a ser contemplados 56 setores. Em 2018, o ex-presidente Michel Temer sancionou lei que retirou 39 áreas do regime diferenciado.


R7 e Correio do Povo

Pazuello testa negativo para Covid-19, diz Ministério da Saúde

 Ministro foi diagnosticado com a doença no dia 21 de outubro



O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira que o vírus Sars-CoV-2, que causa a doença Covid-19, não está mais ativo no organismo do ministro Eduardo Pazuello. O resultado de exame realizado na terça-feira detectou apenas anticorpos contra a doença. "Pazuello está bem e segue sendo monitorado pela equipe médica que o acompanha desde o início do tratamento para a Covid-19, em sua residência, em Brasília", informou a Saúde.

O ministro recebeu alta do Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, no fim da tarde de terça-feira. A previsão é de que Pazuello volte a despachar na próxima semana em sua sala, na sede do Ministério da Saúde.

Pazuello teve resultado positivo para Covid-19 em 21 de outubro. Na data seguinte, o presidente Jair Bolsonaro fez uma visita ao titular da Saúde, quando eles gravaram um vídeo sem máscara, apesar de Pazuello estar contaminado. No vídeo, o general disse que tomou o "kit completo" contra coronavírus, incluindo a hidroxicloroquina, medicamento defendido por Bolsonaro, mas que não tem comprovação científica de eficácia contra a doença.

Ao lado de Bolsonaro, o ministro chegou a dizer que estava "zero bala". O presidente afirmou que Pazuello era "mais um caso concreto" de que o uso da hidroxicloroquina "deu certo".

Apesar de sinalizar que estava recuperado, Pazuello foi internado na noite de sexta-feira, 30, no DF Star, um dos mais conceituados hospitais de Brasília, com quadro de desidratação. Ele ficou neste endereço até domingo, 1. Na mesma data, Pazuello passou a tratar-se no HFA.


Agência Estado e Correio do Povo

Trump anuncia que irá questionar contagem de votos em 5 estados

 A campanha do presidente deverá contestar votação de Wisconsin, Michigan, Pensilvânia, Geórgia e Carolina do Norte


presidente norte-americano Donald Trump anunciou que deverá contestar a contagem de votos de pelo menos cinco estados: Wisconsin, Michigan, Pensilvânia, Geórgia e Carolina do Norte. Mais cedo, seu comitê de campanha já havia anunciado que entraria com ação contra contagem de Wisconsin e Michigan.




Mais cedo, o comitê da campanha de Trump solicitou uma recontagem de votos no Estado de Wisconsin. "Tem havido relatos de irregularidades em vários condados de Wisconsin, que levantam sérias dúvidas sobre a validade dos resultados", disse o gerente de campanha, Bill Stepien, em um comunicado, sem fornecer detalhes de quaisquer relatos.

Acompanhe a cobertura completa das Eleições EUA 2020

Com 99% dos votos esperados apurados até o momento no estado, Biden tem 49,4% e Trump soma 48,8%, segundo a Edison Research. Como a diferença entre Biden e Trump é menor que 1 ponto percentual, Trump pode pedir uma recontagem de votos.

Em seguida, em um comunicado, a campanha do presidente pediu para interromper a contagem de votos no estado de Michigan. O comunicado alega que eles não tiveram acesso à contagem de forma significativa. 

"Também exigimos uma revisão dos votos que foram abertos e computados enquanto não possuíamos acesso significativo", disse a campanha em um comunicado.

Em sua conta oficial no Twitter, Trump afirmou que além destes dois estados, sua campanha também irá ingressar com uma ação contra a contagem de votos na Pensilvânia, Geórgia e Carolina do Norte.

"Reclamamos, para fins de votação eleitoral, a Comunidade da Pensilvânia (que não permite observadores legais), o Estado da Geórgia e o Estado da Carolina do Norte, cada um dos quais com uma liderança de BIG Trump", diz trecho da publicação.

Já a segunda parte, a que ele se refere a um suposto problema nas cédulas de votação de Michigan foi ocultado e sinalizado pelo Twitter como informação falsa. "Houve um grande número de cédulas rejeitadas secretamente, como foi amplamente relatado!", diz o presidente.


R7 e Correio do Povo