PSDB decide manter apoio ao governo Temer

Enquanto as reformas estiverem tramitando no Congresso Nacional, partido deve continuar ao lado de Temer

Enquanto as reformas estiverem tramitando no Congresso Nacional, partido deve continuar ao lado de Temer | Foto: Reprodução / Twitter / CP

Enquanto as reformas estiverem tramitando no Congresso Nacional, partido deve continuar ao lado de Temer | Foto: Reprodução / Twitter / CP

Principal fiador do presidente Michel Temer no Congresso Nacional, o PSDB decidiu na noite desta segunda-feira, em reunião ampliada da executiva nacional e de demais lideranças do partido, que vai permanecer na base aliada. Os tucanos adotarão o discurso de que não podem desembarcar agora do governo, sob o argumento de que um eventual rompimento com Temer poderia prejudicar a aprovação das reformas da Previdência e trabalhista.

Na reunião, prevaleceu o entendimento de que, enquanto as reformas estiverem tramitando no Congresso Nacional, o PSDB deve continuar ao lado de Temer. Nos bastidores, tucanos também defendem que, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolver Temer da cassação, a legenda deve agora aguardar a possível denúncia contra o presidente que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode apresentar até o fim de junho.

Ex-ministro das Relações Exteriores de Temer, o senador José Serra (SP) foi o primeiro a anunciar a decisão. Em entrevista à imprensa, ele afirmou que a maioria dos tucanos decidiu se manter na base aliada até que novos fatos surjam. "O PSDB não fará nenhum movimento agora no sentido de sair do governo. Se os fatos mudarem, terão outras análises", afirmou o parlamentar. "É um governo que tocou adiante compromissos que assumiu conosco. Isso é visto como algo positivo", acrescentou.

A reunião foi comandada pelo presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), e contou com as presenças de várias lideranças do partido. Entre elas, a do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e a do prefeito da capital paulista, João Doria. Os quatro ministros da sigla - Bruno Araújo (Cidades), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Luislinda Valois (Secretaria de Direitos Humanos) - também participam. Com a decisão de não desembarcar, os quatro permanecerão nos cargos.

Na reunião, as lideranças tucanas se revezaram no microfone. De acordo com relatos de tucanos presentes, em seus discursos, o governador de São Paulo e o senador José Serra (SP) defenderam que o partido permanecesse aliado ao governo, por enquanto, para ajudar o Palácio do Planalto a aprovar as reformas da Previdência, que sequer foi votada no plenário da Câmara, e trabalhista, que já foi aprovada pelos deputados e que tramita no Senado.

Segundo relatos, Serra defendeu a unidade do PSDB e que o partido levasse em consideração a crise econômica pela qual o Brasil passa, ao decidir sobre o apoio a Temer. O ex-ministro das Relações Exteriores pregou que a legenda deveria tomar uma decisão "sensata" para não ser acusada de aprofundar a crise. Ele ainda pregou que a sigla retome suas principais bandeiras, como a defesa pelo parlamentarismo.

Alckmin, por sua vez, afirmou que o PSDB deveria "observar" o cenário político até a conclusão da votação das reformas. Conforme relatos, o governador paulista ainda propôs antecipar a eleição para escolher novos membros da executiva nacional do partido, entre eles, o substituto definitivo do senador afastado Aécio Neves (MG). O parlamentar mineiro está licenciado da presidência nacional da legenda desde 18 de maio, após ser atingido pela delação de executivos do frigorífico JBS.

Sucessão de Aécio

Senadores e deputados querem antecipar a eleição para definir o sucessor de Aécio Neves na presidência do PSDB para o segundo semestre deste ano. A estratégia é tirar o mineiro do foco político para que a legenda possa tentar "renovar" sua imagem para as eleições de 2018. Segundo Serra, praticamente todos os presentes na reunião concordaram que o senador Tasso Jereissati (CE), atual presidente interino da sigla, deve ser eleito presidente definitivo.

Mesmo ausente da reunião, Aécio também trabalhou, nos bastidores, para evitar o desembarque do PSDB do governo agora. A avaliação de "aecistas" é a de que, se os tucanos romperem com Temer agora, o PMDB, partido do presidente e dono das maiores bancadas no Congresso Nacional, trabalhará a favor da cassação do mandato do senador mineiro no Conselho de Ética do Senado.

João Doria também fez discurso em defesa da permanência do PSDB no governo durante a reunião. Segundo relatos de tucanos presentes no encontro, o prefeito da capital paulista destacou que o partido precisa manter o compromisso com a governabilidade e com as reformas. Afilhado político de Alckmin, o tucano também acenou para o governador em seu discurso. O prefeito disse que ele e Alckmin são "indivisíveis".


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


Relatório da reforma trabalhista deve ser lido hoje em comissão do Senado - Crédito: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP Memória

REFORMA TRABALHISTA

Relatório deve ser lido hoje em comissão do Senado

    CCJ da Câmara deve discutir hoje PEC das Diretas  - Crédito: Lucio Bernardo Jr / Câmara dos Deputados / CPCÂMARA DOS DEPUTADOS

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                BRASIL, UM PAÍS DO FUTURO

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                  Rômulo Bini Pereira

                          Será exibido em breve nas salas cinematográficas do País um filme sobre Stefan Zweig. Nascido na Áustria, filho de judeus, que se autoexilou no Brasil em 1940 em consequência da ascensão do regime nazista e de sua política antissemita. Era na época — e ainda é —  um escritor de renome mundial e que, em sua estada no País, escreveu um ensaio de título "Brasil, Um País do Futuro” para elogiar e ressaltar os pontos positivos do Brasil, enfatizando o modo de vida simples e feliz dos brasileiros, "como se estivessem no paraíso". As citações envaideciam os jovens e lhes davam esperança de tempos áureos para o Brasil.

                          Passados 80 anos, impera no Brasil um estado de total perplexidade e de revolta diante da desonestidade e desfaçatez que emergiram das delações premiadas de processos judiciais em curso. Bandidos e quadrilhas mancomunados com líderes governamentais e políticos de todos os partidos levaram o País a um caos político, econômico e social que fragiliza, sobremaneira, as maiores instituições nacionais

                           O Executivo e o Legislativo estão envoltos em crises quase que diárias e em fatos desabonadores, sendo praticamente impossível relatá-los e analisá-los num simples artigo. Resta ao povo o Poder Judiciário, até porque inúmeras decisões dos outros Poderes terminam em questionamentos na mais alta Corte, o STF. Uma inevitável “judicialização” da vida política brasileira. Um procedimento de se transferir responsabilidades nos processos decisórios, um hábito costumeiro das lideranças políticas.

                           O Poder Judiciário ainda é uma esperança dos brasileiros, em especial pela ação dos Juízes federais de primeira instância. O televisionamento das sessões do pleno do STF permitiu um conhecimento imediato tanto dos processos em curso como dos integrantes da Corte e dos votos que são proferidos. Uma transparência positiva, mas que também mostra alguns aspectos negativos como a influência da política partidária, as desavenças entre seus membros, bem como afrontas ao conhecido jargão que propala que o “juiz só fala nos autos“. Alguns analisam e opinam sobre grandes causas em curso, mesmo antes de proferir seu voto e esta exposição, sempre em órgãos televisivos, não tem sido aprovada pela opinião pública, bem como três fatos recentes acontecidos na Instituição.

                           O primeiro refere-se à delação dos irmãos Batista da JBS, cujas denúncias são liberadas por procuradores em doses homeopáticas, deixando o País em estado total de estupor e incertezas quanto às futuras soluções institucionais. Órgãos de imprensa já apontam falhas que colocam em dúvida a lisura no processo de delação e dos papeis exercidos pelo Ministro Relator e pela Procuradoria Geral da República. E como repercussão maior na sociedade o perdão concedido aos delatores, criando um novo preceito jurídico de que “o crime compensa”. 

                           O segundo diz respeito à possibilidade de revisão da decisão adotada pelo pleno do STF quanto à prisão de condenados em segunda instância. A descentralização do Poder Judiciário pela CF/88, criando os Tribunais Regionais, objetivou aliviar a Corte maior e, segundo os constituintes, combater a morosidade e a impunidade dos processos judiciais. Passados 30 anos o quadro jurídico permanece o mesmo com uma única e salutar ação: a Operação Lava Jato, cuja ação, porém, poderá ser esvaziada, em benefício dos infratores com atos recursais que prolongarão seus processos, inclusive com o objetivo de prescrição dos mesmos. Não era este o objetivo dos constituintes de 88. A proposta de revisão provoca, também, um questionamento. Será que os juízes das instâncias inferiores não possuem “saber jurídico e idoneidade” para julgar tais processos?

                          O terceiro fato é a declaração de um Ministro da Corte a respeito do emprego das Forças Armadas nas recentes manifestações ocorridas na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Sua Excelência declarou-se "preocupado" com a medida adotada. Para conhecimento do Sr. Ministro, o emprego é constitucional e já fora, anteriormente, realizado na própria Esplanada. Assim, não se sabe corretamente a razão de sua declaração. Talvez, data vênia, sua Excelência estivesse "preocupado" com a possibilidade de os baderneiros queimarem o STF ou que as Forças Armadas adotassem uma postura radical de intervenção militar. Nesta última "preocupação", os Comandantes das Forças já alertaram de imediato que suas ações se basearão na legalidade, legitimidade e estabilidade, atitudes que dão relevo aos nossos Poderes constituídos, no nosso frágil sistema democrático.

                          O País, entretanto, vive num vazio institucional e em meio a um clima de radicalização que está no limite do ponderável e agravado pelas constantes declarações de parlamentares oposicionistas, de líderes sindicais e estudantis que pregam " a luta armada com sangue" para alcançar o poder, como já tentaram no passado e levaram o País a uma luta fratricida. Esses brasileiros, por meio de suas cantilenas ideológicas, concitam, irresponsavelmente, o uso de armas para atingir seus objetivos, procurando, sem dúvida, novos mártires, tal qual o já quase esquecido secundarista Edson Luís. Os baderneiros estão próximos a conseguir e é o que desejam os gramscistas do Foro de São Paulo. Neste quadro, improvável até pouco tempo atrás, as Forças Armadas não se omitirão e estarão preparadas para garantir a lei e a ordem, pois a Nação- que não pode ser tutelada--, estará em perigo. Todavia, o momento exige um posicionamento acima de quaisquer questiúnculas e consequências. Desde o início da nacionalidade brasileira, o respeito e a credibilidade que elas possuem junto à sociedade serão os fiadores de seus atos.

                           Por isso, uma comparação do Brasil da década de 40 com os dias atuais permite que se afirme que, se Stefan Zweig estivesse ainda vivo, com tristeza, frustração e desesperança arrepender-se-ia de ter escrito o seu ensaio.l poderia induzi-lo a dar outro nome a ele:: Brasil, Um País sem Futuro.

                                                               Gen EX R/1, foi Chefe do Estado/Maior de Defesa


                Estadão

                Fux diz que população deve aceitar decisão do TSE sobre não cassação da chapa Dilma-Temer


                ‘Estou convencido que votei da melhor forma possível’, disse o vice-presidente do TSE.

                PSDB decide continuar na base de apoio do governo, mas fará avaliações diárias

                Brasília - Simão Jatene, Tasso Jereissati e Geraldo Alckmin participam da reunião da Executiva Nacional do PSDB(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

                Simão Jatene, Tasso Jereissati e Geraldo Alckmin participam da reunião da Executiva Nacional do PSDBFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

                O presidente nacional interino do PSDB,  senador Tasso Jereissati (CE), disse na noite de hoje (12) que o partido segue na base de apoio ao governo Michel Temer, mas que serão feitas avaliações diárias dos cenários políticos.

                "Vamos avaliar diariamente. Todos os dias têm surgido fatos novos e vamos estar atentos", disse o senador ao final da reunião da executiva nacional, que durou mais de seis horas.

                Segundo Jereissati, não houve deliberação do partido sobre a permanência no governo, mas a maioria da legenda entende que um eventual desembarque agora iria prejudicar as reformas. "O partido está unido, mas tem divergências. O partido não tem dono, nem é autoritário. Quem é mais velho lembra que ja tivemos crise e no momento exato seguiremos unidos", disse.

                TSE

                Sobre o resultado do julgamento da chapa Dilma-Temer pelo TSE, o  presidente nacional interino do PSDB defendeu que o partido recorra da decisão. Ele disse que os advogados do partido, no entanto, entendem ser melhor aguardar a publicação do acórdão e depois submeter a decisão à executiva.

                "Eu, como presidente, penso que devemos recorrer. O advogado quer esperar a publicação [do acórdão]. Vamos continuar no governo Temer, sem deixar de lado as nossas convicções. E eu estou convicto de que houve corrupção na eleição de 2014".

                Perguntado se essa posição não seria incoerente, o tucano reconheceu que sim, mas que prefere seguir suas convicções. "Com certeza há uma incoerência nisso, mas foi a história que nos impôs. Esse não é o meu governo, nem o governo dos meus sonhos. Não votei nele [Temer] nem nela [Dilma]. Estamos juntos para dar a estabilidade que o país precisa. Estaria mais confortável com alguém do PSDB [na Presidência]".

                Sobre uma eventual denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer, Jereissati disse que o partido não fechará questão e os deputados ficarão livres para votar ( a Câmara é quem decide se autoriza a abertura do processo de investigação contra o presidente). "Vai ser uma decisão da Câmara e cada deputado vai votar da maneira que quiser. Não existe nada de fechar questão em relação a isso. A bancada tem opiniões diferente, vai ser um voto de consciência e não uma decisão partidário. Se tiver um acontecimento muito grave, a opinião vai ser diferente e vamos chamar a bancada e conversar sobre isso", disse.


                Agência Brasil


                PSDB decide permanecer na base de Temer

                Sob o pretexto de apoiar as reformas trabalhista e da Previdência, tucanos decidiram não desembarcar

                Em vídeo, Temer diz que não permitirá 'ilegalidades' de instituições públicas

                Desde que foi inocentado pelo TSE na última sexta-feira, 9, há uma expectativa no Planalto que a PGR apresente denúncia

                Base articula relator em comissão para livrar Temer

                Aliados do presidente devem escolher nome combativo para tentar acelerar processo na Câmara e evitar desgaste do governo

                Cármen descarta adotar providências sobre caso Fachin

                Após revista trazer a notícia de que a Abin estaria investigando Fachin, a presidente do STF emitiu nota dizendo que a prática era 'inadmissível'


                'Gravíssimo crime', diz STF sobre suposta espionagem



                O PSDB quer eleger Lula

                O PSDB, mais uma vez, está fazendo de tudo para eleger Lula...

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                A covardia tucana

                O PSDB tem medo até de Rodrigo Maia... [ leia mais ]

                A pantomima tucana

                Ricardo Tripoli disse que o PSDB vai apresentar recurso no STF contra a decisão do TSE que absolveu Dilma Rousseff e Michel Temer... [ leia mais ]

                O túmulo do PSDB

                Miguel Reale Júnior saiu do PSDB.

                Ele disse ao Estadão:

                "Espero que o partido encontre um muro suficientemente grande que possa servir de túmulo"... [ leia mais ]



                Uma pessoa exemplar

                Miguel Reale Júnior, com seu pedido de impeachment, derrubou Dilma Rousseff.

                Agora, com seu exemplo, ele está desmoralizando o PSDB... [ leia mais ]

                Viva o velho

                Os jovens tucanos, apesar de reclamarem do apoio do PSDB a Michel Temer, continuam no partido... [ leia mais ]

                Tasso reconhece incoerência

                Tasso Jereissati, sobre o PSDB recorrer ao STF para cassar a chapa Dilma-Temer e permanecer com ministros no governo... [ leia mais ]

                "Cada deputado vai votar como quiser"

                Tasso Jereissati, presidente do PSDB, disse que não haverá fechamento de questão quando a denúncia contra Michel Temer chegar à Câmara...

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                Doria: "É apoio ao Brasil, não ao governo Temer"

                João Doria, na saída da reunião da executiva nacional, disse que o PSDB vai avaliar a situação do governo de Michel Temer "diariamente"...

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                A guinada autoritária de Temer

                Michel Temer está usando o aparato estatal para estrangular a Lava Jato...

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                O vento a favor de Temer

                Michel Temer só conta com o apoio do PSDB porque ele promete derrotar a Lava Jato... [ leia mais ]

                Petistas agridem Miriam Leitão

                Lula ataca todos os dias a TV Globo.

                Ele já obteve um resultado: sua gangue, alguns dias atrás, agrediu Miriam Leitão... [ leia mais ]

                MOMENTO ANTAGONISTA (EXCLUSIVO): O TORPEDO QUE VAI AFUNDAR TEMER

                A delação de Lúcio Funaro tem mais de 200 anexos e acerta em cheio o núcleo de poder de Michel Temer....

                [ Acesse o vídeo aqui]

                Operação policial combate roubos ligados ao tráfico de drogas em cidades das Missões

                Estão sendo cumpridos 21 mandados de prisão, a maioria, preventiva

                Cid Martins
                cid.martins@rdgaucha.com.br

                Foto: Polícia Civil /Rádio Gaúcha

                Uma operação policial foi realizada na madrugada desta segunda-feira (12) nas Missões para combater furto, roubo e receptação em quatro cidades da região. A chamada operação Conexão apurou que todos os crimes eram semelhantes e tinham ligação com o tráfico de drogas. Os delitos iniciaram nos primeiros meses do ano e desde o começo da investigação, dez criminosos já foram presos, três por furtos e sete por tráfico.

                Policiais cumpriram nesta manhã 18 mandados de prisão preventiva, três temporárias e 24 de busca e apreensão. São cerca de 100 policiais envolvidos, com apoio da Brigada Militar. A base da operação ocorre em São Luiz Gonzaga, mas também há mandados sendo executados em Santiago.

                Na ação de hoje, 24 pessoas foram presas até o momento, três delas em flagrante.

                GAÚCHA

                Agentes encontram 21 crianças e adolescentes em situação irregular de trabalho, em Goiás

                Nesta segunda (12) é comemorado o Dia Mundial de Luta contra o Trabalho Infantil. https://glo.bo/2std6My #GloboNews

                Agentes encontram 21 crianças e adolescentes em situação irregular de trabalho, em Goiás

                G1.GLOBO.COM

                Depois de vitória no TSE, Temer articula apoio no Congresso para evitar avanço de denúncia


                Esta segunda (12) promete ser de muita articulação política em Brasília.

                A verdadeira tradição do PT

                Resultado de imagem para lula da silva



                O PT costumava se gabar de ter consolidado nos governos de Lula e Dilma Rousseff a tradição de nomear para o cargo de PGR o procurador mais votado na lista tríplice da categoria, como fez, por exemplo, no caso de Rodrigo Janot.

                Como ficou comprovado em escuta telefônica da Lava Jato, no entanto, Lula esperava de Janot "gratidão" em troca da nomeação, o que, em linguagem petista, significa blindagem em investigações criminais.

                Além disso, a "tradição" petista não se repetiu no STJ.

                Dilma indicou para a vaga do ministro Ari Pargendler o desembargador Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, o segundo – não o primeiro – colocado na lista tríplice da categoria, com 20 votos, um a menos que o vencedor renegado, Joel Paciornik.

                Como confirmou Delcídio do Amaral em delação, Dilma colocou Navarro Dantas no tribunal para que ele votasse pela libertação de empreiteiros como Otávio de Azevedo, da Andrade Gutierrez, e Marcelo Odebrecht, cujas delações eram temidas pelo PT.

                Ele votou, mas perdeu – e, junto com Dilma, passou a ser investigado por obstrução de Justiça.

                Hoje, escolher o primeiro colocado da lista, só importa em público. Os petistas querem mesmo é que Temer emplaque na PGR um inimigo da Lava Jato capaz de salvá-los também.

                A verdadeira tradição do PT é, antes de tudo, a empulhação.


                O Antagonista

                Temer procura aliado para vaga de Janot

                Resultado de imagem para michel temer


                Torquato Jardim, quando assumiu o Ministério da Justiça, sugeriu que outras associações ligadas ao Ministério Público da União (MPU), além da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), apresentem nomes de candidatos ao cargo de Rodrigo Janot.

                Como comentamos em Reunião de Pauta, foi uma indicação de que o governo de Michel Temer, em guerra contra a Lava Jato, poderá romper a tradição de escolher o nome mais votado pelos procuradores na lista tríplice da entidade.

                O Estadão noticia neste domingo que Temer, de fato, vai analisar outras opções.

                Não é qualquer um, por exemplo, que toparia um acordão com Eduardo Cunha.


                O Antagonista




                Temer corre para evitar o "sangramento"

                A estratégia montada pelo governo de Michel Temer com deputados aliados é rejeitar da forma mais rápida possível a denúncia contra o presidente que será apresentada por Rodrigo Janot...

                Nas asas da incompetência

                De acordo com a Veja, na reportagem sobre a guerra suja de Michel Temer contra a Justiça, a Abin "já teria encontrado indícios de que Fachin voou no jatinho da JBS...

                Silêncio de Temer é visto como falta de argumentos

                Noventa por cento do faturamento da VTPB foi proveniente da campanha (de Dilma Rousseff)...

                Perícia da gravação de Joesley também reforçará denúncia contra Temer

                Além do relato de Lúcio Funaro, a perícia da gravação da conversa com Michel Temer...

                PGR deve usar contra Temer decisão de Moraes

                Uma decisão de 17 de abril do ministro Alexandre de Moraes, indicado ao STF por Michel Temer, pode prejudicar o presidente.

                A PGR deve usá-la para...


                A verdadeira tradição do PT

                O PT costumava se gabar de ter consolidado nos governos de Lula e Dilma Rousseff a tradição de nomear para o cargo de PGR... [ leia mais ]

                Os 8 candidatos à vaga de Janot

                O Estadão divide os oito candidatos declarados à vaga de Rodrigo Janot como procurador-geral da República em três grupos:

                1) A metade considerada de oposição a Janot...

                "Deve o Brasil se perguntar a quem interessa enfraquecer o MPF"

                De José Robalinho Cavalcanti, presidente da ANPR, a entidade que indica a lista tríplice de candidatos à vaga de PGR...

                O Antagonista entrevista Ricardo Felício – Íntegra: "Aquecimento global é fraude"

                Assista à íntegra da entrevista de Felipe Moura Brasil com o climatologista Ricardo Felício...[ Assista]

                Os dez seguranças do socialista

                Enquanto a população do Rio de Janeiro sofre com a criminalidade crescente, o socialista Marcelo Freixo (PSOL-RJ) admitiu ao Globo que conta com dez servidores da área de segurança cedidos ao seu gabinete: cinco agentes penitenciários, três PMs e dois policiais civis... [ leia mais ]

                Tem alguém aí que não seja réu?

                José Medeiros apresentou um projeto de lei que veda a quem é réu de ação penal ou de improbidade... [ leia mais ]

                PSDB rachado

                Dos 49 deputados federais e senadores tucanos que responderam a um levantamento da Folha:

                – 19 declararam apoio ao movimento de rompimento com o governo de Michel Temer;

                – 19 querem permanecer no governo (ao menos por enquanto); [ leia mais ]



                O abraço de afogado de Doria

                Enquanto Lula e Bolsonaro polarizam, onde está João Doria?... [ leia mais]

                Bolsonaro: "Somos o oposto de Lula"

                Em resposta a Lula, que o chamou de "subproduto ideológico do ódio contra o PT", Jair Bolsonaro enviou mensagem sucinta a O Antagonista:

                "Se o Lula está me atacando, é... [ leia mais ]

                TSE cassou seis governadores, mas amarelou para presidentes

                "Mão Santa" não foi o único.

                O TSE cassou até hoje seis governadores por abuso de poder político e econômico, a mesma acusação que pesava contra a chapa Dilma-Temer...

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                "Nunca, em nenhuma cassação de governadores, houve esse nível de provas e de gravidade"

                O procurador da República Rodrigo Tenório disse à Folha que a argumentação da defesa de Dilma Rousseff e Michel Temer no TSE foi destroçada pelo relator Herman Benjamin...

                Cassados e o duplo padrão de TSE e Senado

                Fernando Collor de Mello, afastado da presidência da República em 1992, indignou-se no julgamento do impeachment...

                O Antagonista entrevista Olavo de Carvalho – Íntegra: A cultura no Brasil

                Assista à íntegra da entrevista de Felipe Moura Brasil com o filósofo Olavo de Carvalho, autor do best seller "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota" e protagonista do filme "O jardim das aflições", em cartaz nos cinemas....

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                "Eu fui muito mais pobre que o Lula e não fico choramingando"

                O Antagonista transcreve um trecho sobre Lula da entrevista de Olavo de Carvalho a Felipe Moura Brasil...

                "Lula não é propriamente um líder, ele é um símbolo construído pelos outros"

                "Falta o elemento da vocação na cultura brasileira"

                "Amor por algo mais importante que sua vida imuniza você contra certo tipo de sofrimento"

                Derrota histórica dos socialistas

                A derrota dos socialistas nas legislativas francesas é histórica...

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                Emmanuel Macron esmaga nas legislativas francesas

                Encerrou-se a votação nas eleiçōes legislativas na França

                Senado ignora decisão do STF de afastar Aécio Neves do mandato

                Alan Marques - 27.set.2016/Folhapress

                BRASÍLIA, DF, BRASIL,27.09.2016. Os senadores Tarso Jereisate (E) e Aécio Neves falam com a imprensa após encontro com o presidente Michel Temer. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER

                O senador Aécio Neves, que foi afastado do mandato por ordem do STF

                TALITA FERNANDES
                RANIER BRAGON
                DE BRASÍLIA


                Mais de 20 dias após o STF (Supremo Tribunal Federal) determinar que Aécio Neves (PSDB-MG)fosse afastado do mandato, o Senado ainda não cumpriu a decisão da corte.

                O nome do tucano permanece no painel de votação e na lista de senadores em exercício do site do Senado. Seu gabinete tem funcionado normalmente. Se o tucano comparecesse a uma sessão estaria apto a votar, de acordo com técnicos consultados.

                A Folha procurou desde quinta (8) o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), sua assessoria e a assessoria do Senado questionando as razões do descumprimento da decisão do STF. Não houve resposta.

                O tema ainda não foi debatido pela Mesa do Senado, apesar de alguns senadores terem pedido reunião do colegiado a Eunício. É possível que haja encontro na próxima semana sobre o assunto.

                Na decisão do dia 17 de maio, Edson Fachin determinou que Aécio ficasse suspenso "do exercício das funções parlamentares ou de qualquer outra função pública", impedindo-o ainda de se encontrar com réus ou investigados no caso de deixar o país.

                Fachin levou em conta em sua decisão o áudio gravado pelo empresário Josley Batista, colaborador da Justiça. Na conversa, realizada em 24 de março, o tucano fala em medidas para frear a Lava Jato.

                De acordo com Fachin, no áudio, Aécio "demonstra, em tese, muita preocupação e empenho na adoção de medidas que de alguma forma possam interromper ou embaraçar as apurações das práticas de diversos crimes, o que além de ser fato típico, revela risco à instrução criminal."

                O Senado não respondeu à Folha qual foi o último dia de presença do tucano. No portal de transparência da instituição, as mais recentes verbas indenizatórias usadas por ele são de maio. Por exemplo, a última nota de combustível é do dia 16 de maio, dois dias antes do afastamento.

                Não está claro ainda, por exemplo, se Aécio continuará recebendo sua remuneração de R$ 33.763 mensais e os demais benefícios.

                A Folha visitou seu gabinete na tarde de quinta (8). O funcionamento era normal. Assessores do tucano continuam circulando na Casa, inclusive dentro do plenário.

                A assessoria de Aécio disse que ele "está afastado das suas funções legislativas conforme determinação do ministro Edson Fachin".

                Em dezembro de 2016, o Senado já descumpriu ordem do STF quando Marco Aurélio Mello determinou o afastamento de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência da Casa. Na ocasião, a Mesa não deu prosseguimento à decisão, e Renan não assinou a intimação. A decisão acabou derrubada por maioria do plenário, após o Senado recorrer.

                ROCHA LOURES

                Na Câmara dos Deputados, o procedimento foi diferente. No mesmo dia 18 de maio, data da Operação Patmos, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assinou despacho afastando o então deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) do cargo.

                Dias depois, a Mesa da Câmara se reuniu e ratificou a decisão, baixando ato em que manteve o pagamento do salário de R$ 33,7 mil e o plano de saúde do peemedebista.

                Entre outros benefícios, Loures perdeu direito à verba de R$ 97 mil para pagamento de assessores, além do chamado cotão –R$ 38 mil mensais para gastos com alimentação, passagens aéreas, aluguel de escritório e gasolina, entre outros.



                Folha de S. Paulo


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