PSDB faz reunião para discutir retirada do governo Temer

BRUNO BOGHOSSIAN
ANGELA BOLDRINI
DE BRASÍLIA


Ministros do PSDB e governadores contrários à saída do partido do governo pressionam os dirigentes da sigla para que não haja uma decisão nesta segunda-feira (12), dia de reunião marcada peça executiva nacional da sigla.

Eles argumentam que a legenda está rachada e que uma deliberação nesse cenário aprofundaria essa divisão.

"Acho que seria muito difícil chegar a alguma conclusão, num partido dividido. Não há urgência ou determinação para que haja decisão agora. Marcar data para uma reunião desse tipo não me parece uma coisa muito sensata", afirmou o secretário-geral do PSDB, deputado Silvio Torres (SP).

O roteiro original da reunião previa discussão ampla, envolvendo a cúpula partidária, deputados, senadores, ministros, governadores, prefeitos de capitais e presidentes de diretórios regionais. Em seguida, a comissão executiva –instância de decisões da legenda– se reuniria e tomaria uma decisão, no voto.

Diante das pressões, o partido pode adiar essa votação e convocar uma nova reunião da comissão executiva para outra data.
Levantamento publicado pela Folha no domingo (11) mostra uma legenda rachada entre os que querem sair do governo e os que defendem a permanência.

Dos 56 deputados federais, 19 responderam que desejam o desembarque e 19 que preferem manter-se na base. Outros 11 se declararam indecisos ou não quiseram opinar e sete não responderam.

Entre os que defendem a saída do governo, está a ala mais jovem dos parlamentares da legenda, que pressiona por uma definição.

Para eles, a absolvição da chapa Dilma-Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na sexta-feira (9) não deveria afetar a decisão sobre o desembarque. Eles reclamam que o foco do governo saiu da agenda de reformas para gerenciar a crise e defendem a entrega dos ministérios.

"Não precisamos de cargos para apoiar projetos importantes", disse o deputado federal Fábio Sousa (GO).

Congressistas do grupo devem se reunir antes do encontro para traçar uma estratégia e tentar impedir o protelamento da decisão.

Na prática, no entanto, a decisão sobre a deliberação final cabe ao presidente interino do PSDB, o senador Tasso Jereissati. Na semana passada, ele disse que "segunda-feira é o limite do PSDB".

Diante da indefinição do quadro político, teria se convencido, porém, de que este não será o momento para a decisão final, diz um aliado.

Silva Junior - 3.jun.13/Folhapress

SAO CARLOS, SP, BRASIL, 03-06-2013. Secretario de estado da habitacao Silvio Torres durante evento da assinatura de parceria do governo com a prefeitura de Sao Carlos, o Governador Geraldo Alckmin cancelou a sua participacao para ir ao enterro de Gloria Giglio mulher do deputado Celso Giglio. (Foto: Silva Junior/ Folhapress ) ***EXCLUSIVO FOLHA***

O secretário-geral do PSDB, Sílvio Torres, que diz que não há urgência para decisão imediata


Folha de S. Paulo



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Processos de Lula na Lava Jato chegam a datas decisivas enquanto defesa e Justiça brigam

Nathan Lopes

Do UOL, em São Paulo

Eraldo Peres/AP

Em meio a polêmicas envolvendo a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a Justiça, os dois processos em que o petista é réu na Justiça Federal no Paraná dentro da Operação Lava Jato chegam a momentos importantes.

Enquanto na ação que investiga desvios em contratos entre a empreiteira OAS e Petrobras já está contando o prazo para as alegações finais, a partir desta segunda-feira (12), o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, ouve testemunhas de defesa na ação em que Lula é réu por participação em um esquema envolvendo oito contratos entre a empreiteira Odebrecht e a Petrobras, que geraram desvios de cerca de R$ 75 milhões.
Parte do dinheiro, cerca de R$ 12,4 milhões, teria sido usada para comprar um terreno, que seria usado para a construção de uma sede do Instituto Lula. A denúncia diz ainda que o dinheiro de propina também foi usado para comprar um apartamento vizinho à cobertura onde mora o ex-presidente, em São Bernardo do Campo (SP).

Neste processo, além de Lula, outras sete pessoas são rés. Entre elas, está o ex-ministro Antônio Palocci (PT) e o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht.

De acordo com a agenda de depoimentos --que, no momento, vai até 12 de julho--, apenas o ex-presidente é responsável por quase sete em cada dez testemunhas exclusivamente de defesa --algumas arroladas pela acusação também foram designadas pelas defesas de réus. Até agora, estão marcados 119 depoimentos a pedido exclusivamente dos acusados. Desses, 80 são do ex-presidente, sendo apenas quatro deles solicitados junto com outros réus.

Esses números, porém, podem mudar. Nos últimos dias, as defesas de Palocci e Paulo Ricardo Baqueiro de Melo, ex-executivo da Odebrecht, desistiram da oitiva de algumas das testemunhas que solicitaram.

Mas esta etapa em que a Justiça passa ouvir as testemunhas de defesa tem relação com uma das recentes polêmicas envolvendo a defesa de Lula e Moro.

'SINCERAMENTE, ESTOU QUASE FAZENDO UMA DELAÇÃO', IRONIZA LULA
Sabia ou não sabia?

Na última segunda-feira (5), o advogado Cristiano Zanin Martins disse que não havia sido informado formalmente da inclusão dos conteúdos da delação de Emílio Odebrecht, presidente do Conselho da Odebrecht e pai de Marcelo, e de Alexandrino Alencar, ex-executivo da empreiteira, que foram ouvidos como testemunhas de acusação (e de defesa por parte de Marcelo) horas depois. Ele só teria sabido do fato no dia.

Zanin, então, entrou com um habeas corpus no TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, a segunda instância da Lava Jato, pedindo que o depoimento fosse suspenso e remarcado para que ele pudesse ter ciência do teor das delações. O desembargador João Pedro Gebran Neto determinou que Emílio e Alencar fossem reinquiridos.

Moro, então, marcou os novos depoimentos para a manhã desta segunda, data em que já estavam previstos os interrogatórios das testemunhas de defesa. Por esse motivo e para respeitar a ordem no processo, os depoimentos solicitados pelos defensores só podem ser ouvidos após as falas de Emílio e Alencar. Durante a fase de instrução, a ordem de apresentação dos argumentos aponta primeiro a intervenção da acusação para, apenas depois, a defesa começar a trazer seu posicionamento.

Mas esse não foi o ponto principal gerado pelo habeas corpus. Moro disse que o advogado do ex-presidente mentiu ao dizer que não tinha conhecimento da presença no processo dos vídeos das delações de Emílio e Alencar, que foram anexados à ação em 31 de maio. A Gebran, o juiz federal disse que a defesa de Lula acessou os vídeos no mesmo dia e em 1º de junho. "Salvo melhor explicação, os fatos afirmados na impetração pelos advogados, de que a defesa teria sido surpreendida em 5 de junho, não são lamentavelmente verdadeiros", afirmou.

Zanin, então, negou que ele tivesse acessado as delações. "Qualquer eventual acesso anterior, além de não ter sido realizado pessoalmente por este advogado, não tem valor legal de intimação", escreveu em uma petição à segunda instância na qual pede que a conduta de Moro seja avaliada. A defesa ofereceu o áudio para provar que foi Moro quem teria mentido.

A Oitava Turma do TRF-4 deve analisar a questão na próxima quarta-feira (14).

EMÍLIO ODEBRECHT DIZ QUE PALOCCI ERA INTERMEDIÁRIO DE LULA
Tríplex

A troca de críticas chegou também ao processo mais adiantado de Lula na Justiça Federal no Paraná. Nele, Lula é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a empreiteira OAS e a Petrobras. O MPF (Ministério Público Federal) alega que os valores foram repassados a Lula por meio da reforma de um apartamento tríplex no Guarujá (SP) e do pagamento do armazenamento de bens do ex-presidente, como presentes recebidos no período em que era presidente. O petista é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula nega as acusações.

Esta ação já está próxima do final. Para que Moro apresente sua sentença neste processo, resta apenas que as defesas dos oito réus façam suas alegações finais. O prazo para isso encerra-se no próximo dia 20 de junho.

O MPF, em seus argumentos derradeiros, pediu a prisão do ex-presidente e pagamento de multa de R$ 87 milhões, posição que foi endossada pela Petrobras.

Mas a defesa de Lula queria produzir novas provas nesse processo. Moro negou o pedido em maio e, por esse motivo, os defensores do ex-presidente entraram com um outro habeas corpus na segunda instância. A decisão do desembargador veio na semana passada.

Mais do que negar o recurso dos advogados do petista, Gebran usou praticamente todo o despacho para criticar o uso constante que os defensores fazem de habeas corpus. No intervalo de uma semana neste mês, eles haviam apresentados três ao TRF-4.

"Novamente depara-se este Tribunal com impetração de habeas corpus que nenhuma relação tem com o direito de ir e vir do paciente", escreveu o desembargador. "Não há qualquer indicativo que aponte para a prisão do paciente, nem mesmo para eventual condenação, haja vista que pendente a ação penal de exame".

Zanin, então, voltou a desqualificar a denúncia do MPF, que "substituem prova por crenças e argumentos e julgamento por atos de fé" e criticou os argumentos de Gebran. "A ideia de restrição do habeas corpus não é compatível com a Constituição Federal e não pode ser aplicada pelos Tribunais, tanto é que o projeto de lei defendido pela Lava Jato para essa finalidade, com claro viés autoritário, não teve êxito no Congresso Nacional", afirmou, em nota, o defensor do ex-presidente.

ADVOGADO DE LULA E MORO DISCUTEM SOBRE SÍTIO DE ATIBAIA
Terceira denúncia

Enquanto isso, o juiz Sergio Moro ainda tem à mão uma terceira denúncia do MPF contra Lula. Em 22 de maio, a força-tarefa da Lava Jato acusou o ex-presidente dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso envolvendo o sítio em Atibaia (SP).

Segundo os procuradores, o imóvel passou por reformas custeadas pelas empresas Odebrecht, OAS e Schahin em benefício do petista e de sua família. Em troca, os três grupos teriam sido favorecidos em contratos com a Petrobras.

O sítio está em nome de Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios de Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula. O ex-presidente sempre negou as acusações e afirmou que não é dono da propriedade.

Além de Lula, foram denunciadas outras 12 pessoas. Entre elas, os empresários Emílio e Marcelo Odebrecht, da empreiteira Odebrecht; Leo Pinheiro, da OAS; o pecuarista José Carlos Bumlai; e o proprietário formal do sítio, Fernando Bittar. Segundo a denúncia, o ex-presidente se beneficiou de R$ 1,02 milhão em benfeitorias no sítio, que era frequentado por ele.

Até o momento, o juiz Moro não decidiu se acolhe ou não a denúncia do MPF. Em caso positivo, Lula se tornará réu pela terceira vez na Justiça Federal no Paraná.

DENÚNCIA CONTRA LULA CONTA COM 415 DOCUMENTOS SOBRE SÍTIO


UOL Notícias

Cassação lançaria o país em quadro de incógnita, afirma Gilmar Mendes

Marlene Bergamo -8.jun.2017/Folhapress

ao centro,o presidente do TSe,gilmar mendes,em sessão que julgou a chapa Dilma-Temer

Gilmar Mendes, ao centro, em sessão do julgamento da chapa Dilma-Temer

MÔNICA BERGAMO
DE COLUNISTA DA FOLHA


O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes sai em defesa da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que, na semana passada, absolveu Dilma Rousseff e Michel Temer da acusação de abuso de poder econômico, mantendo o atual presidente no cargo.

Presidente da corte eleitoral, Mendes afirma que o papel dos juízes é "muitas vezes decidir de forma contramajoritária e desagradar tanto a chamada 'vox populi' quanto a voz da mídia".

Caso contrário, diz, seria melhor acabar com a Justiça "e criar um sistema 'Big Brother'" para ouvir o povo e a imprensa. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

*

O TSE está sofrendo críticas porque teria tomado uma decisãoeminentemente política. O tribunal desprezou provas?
Gilmar Mendes - Não se tratou de nada disso. O debate se cingiu à discussão sobre o que foi pedido na inicial [da ação do PSDB contra a chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer por ter supostamente recebido, em 2014, dinheiro de propina da Petrobras].

A maioria do tribunal entendeu que o relator, Herman Benjamin, que fez um belíssimo trabalho, teria extrapolado, ido além do próprio pedido feito pelo PSDB.
A Constituição prevê prazo de 15 dias a partir da eleição para a impugnação de um mandato. Se houver o alargamento dos fundamentos à disposição do relator, estaremos burlando esse prazo.

E por que há prazo estrito? Porque há o valor do mandato, conferido pelo povo.
Não se pode banalizar a intervenção judicial.

Para o leigo é difícil entender: só porque o dinheiro ilegal destinado à campanha não tinha origem na Petrobras, mas em outros negócios, vamos desprezar provas?
Esta é a questão técnica que se coloca. E por isso esse tema não é entregue a leigos.

Na maioria dos países, resolvidas as eleições, não se impugna mais mandatos.No TSE, inclusive, somos muito seletivos. Não cabe ao juiz ficar banalizando a impugnação de mandatos. Mas estamos vivendo em um ambiente conturbado. E o que se queria? Que o TSE resolvesse uma questão política delicada [a crise do governo, afastando Temer].

Olvidou-se inclusive que os maus feitos atribuídos [à campanha de 2014] seriam debitados à candidata Dilma. O relator não falava nomes. Teve esse constrangimento.

Por que constrangimento?
Talvez porque ele tenha sido nomeado pelo PT e não queria falar disto. E é até uma pergunta válida, né? Qual teria sido o posicionamento desses ministros [Herman e Rosa Weber, também indicada na gestão do PT] se estivesse presente ali [a possibilidade de se cassar] a Dilma?

Neste caso, qual teria sido o posicionamento do ministro Gilmar Mendes?
Da mesma forma. Eu absolveria a Dilma. Como a absolvi, pois se ação fosse julgada procedente, ela ficaria inelegível por oito anos. Recentemente eu fui voto minerva na 2ª Turma [do Supremo Tribunal Federal] decidindo um habeas corpus em favor de José Dirceu [para que ele fosse libertado]. E também sofri críticas imensas, de todos os lados. Podem me imputar vários problemas, mas não vão me imputar simpatia por José Dirceu, não é?

Uma crítica constante é a de que o senhor tem lado.
Essa é uma lenda urbana. Eu tenho relacionamento com todos os partidos. Dialoguei muito, e tranquilamente, com o então presidente Lula. A despeito das diferenças, tínhamos até uma relação de frequência, de amizade.

Dizem "ah, esteve cinco ou seis vezes com o Temer". Eu recebi outro dia o pessoal do PC do B. E perguntei "como vai o nosso partido"? Eu sou um comensal do PC do B, toda hora me reúno com eles.

Depois de atritos com o ex-presidente Lula, é inegável que o senhor virou um crítico contundente do PT. Chegou a falar que o partido instalou uma cleptocracia no Brasil.
E falei de novo agora, no julgamento do TSE. De fato se instalou esse sistema. Se fala que todos os contratos da Petrobras tinham que verter 1% ou 2% para caixas de partidos.

Nunca se havia visto algo assim. Se estabeleceu essa confusão entre partido e Estado, que vem do marxismo-leninismo, que permite ao partido lançar mão de patrimônio do Estado.

Mas o PMDB e o PSDB, que não são marxistas-leninistas, também sofrem acusações.
Com certeza. Todos usam sistema de financiamento com base em obras públicas, em serviços. Mas essa sistematização, que ficou bem explicitada no julgamento, ninguém tira do lulo-petismo.

Mas, enfim, o fato de eu ser crítico do PT nunca me levou a julgar de maneira diferente. Tanto é que nunca questionaram minha imparcialidade no TSE. Em 2015, ao contrário do que esperavam, votei pela aprovação das contas de Dilma Rousseff.

A preocupação com o mandato popular não foi demonstrada pelo Judiciário, nem pelo senhor, no impeachment da Dilma. Qual é a diferença?
O problema da Dilma, como o do [Fernando] Collor [que sofreu impeachment em 1992] não era jurídico. E sim de apoio no Congresso.

O impeachment é um mecanismo que a Constituição prevê para a derrubada do presidente. Ela precisava de votos para barrar o impeachment. Liminares não salvariam o mandato. Se quiserem, igualmente, afastar o Temer, que o façam pelo Congresso. Ou que comprovem que ele já não tem mais condições de governar e ele opte pela renúncia.

O que havia desta vez, por parte de grupos de mídia, de setores da própria política, era o propósito de usar o TSE para solucionar a crise, cassando o mandato do Temer. E jogando o país numa outra crise.

O senhor acha que grupos de mídia atuaram politicamente?
A mim me parece que houve uma mudança bastante radical e que parte da mídia passou a entender que aqui [no TSE] estava a solução para o problema político, que se divisava como grande. Houve o engajamento de parte de grupos de mídia.

Infelizmente cabe a nós [juízes] muitas vezes decidir de forma contramajoritária e desagradar tanto a chamada "vox populi" quanto a voz da mídia. Caso contrário, seria melhor extinguir a Justiça. E criar um sistema "Big Brother" para ouvir o povo e setores da imprensa.

Como uma eventual pressão repercute na vida dos magistrados?
Nós ouvimos lá [no julgamento do TSE] ministros dizendo que decidiam de olho na opinião pública. É uma situação muito delicada.
Certamente [a pressão] traz desconforto. Os vazamentos de informação para quebrantar o ânimo das pessoas, o moral, isso a gente vê. Não há mãos a medir nesse caso, usam de todos os instrumentos, envolvem familiares, atacam a honra. Alguns certamente ficam com medo.

Há outras pressões. A presidente do STF, Cármen Lúcia, publicou neste sábado uma nota contra devassa que o governo estaria fazendo na vida do ministro Edson Fachin.
Certamente temos que nos preocupar com isso e dar toda a proteção ao ministro Fachin, que está realizando um excelente trabalho.
Agora, eu chamei a atenção da ministra Cármen: ela precisa assumir a defesa do tribunal em todos os ataques.

O ministro [Dias] Toffoli já sofreu ataque, ligado a vazamento da Lava Jato. Já houve ataques ao [Luiz] Fux, ao [Ricardo] Lewandowski. A revista "Veja" noticiou que a PGR queria me envolver no caso [do senador] Aécio [Neves]. E houve silêncio [de Cármen Lúcia]. É preciso que ela assuma a defesa institucional do tribunal e de todo o Judiciário. E não só de um ou de outro. Essa é a missão dela, como presidente.

O próprio STF precisaria de proteção institucional?
Claro. Recentemente uma jornalista escreveu um belíssimo artigo dizendo que hoje o tribunal está como refém da procuradoria. Não sei se isso é verdade ou não. Mas, se o for, temos que reagir. Nós não somos autômatos da procuradoria. Não temos que ficar chancelando atos. Nós somos órgão de controle. O ministro Fachin tem que ter consciência dessa função. E isso vale para todos nós.

O fato de o ministro Fachin ter recebido apoio de executivo da JBS quando era candidato a ministro do STF o compromete para julgar?
Não, não, não. Eu acompanhei esse processo. Quando ele foi candidato, o governo já estava debilitado e ele se sentia muito isolado. Eu mesmo tomei a iniciativa de acolhê-lo no meu gabinete e de telefonar para senadores amigos meus, como José Serra, [José] Sarney, para que o recebessem. Certamente outras pessoas conhecidas ofereceram ajuda e ele aceitou.

Não havia nenhuma imputação a elas naquele momento. Portanto ele não cometeu nenhum ilícito e não há que imputar nada. Agora, como estamos lidando com temas muito delicados do ponto de vista político-jurídico, as pessoas lançam mão desses questionamentos.Eu sei que é fácil nadar a favor da corrente. E sei quão é difícil nadar contra a corrente.

No caso do julgamento do TSE, nós decidimos bem ao não envolver a Justiça num processo de natureza estritamente política. Na Alemanha, no modelo parlamentar, há o voto de desconfiança construtivo: só se derruba um governo para colocar outro no lugar. Isso que é uma lei da política também é um critério de análise de consequência no âmbito jurídico-político. Queriam que o tribunal decidisse essa questão política, lançando o país em um quadro de incógnita.

Editoria de Arte/Folhapress

Como cada um votou - TSE - Tribunal Superior Eleitoral - Cassação chapa Dilma-Temer

Como cada um votou no processo de cassação da chapa Dilma-Temer


Folha de S. Paulo

Procurador-geral dos EUA testemunhará no Senado sobre interferência russa

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Da EFE

O procurador-geral dos Estados Unidos, Jeff Sessions, comparecerá na próxima terça-feira (13) perante o Comitê de Inteligência do Senado para responder ao testemunho do ex-diretor do FBI, James Comey, sobre a interferência russa nas eleições presidenciais americanas de 2016. As informações são da Agência EFE.

"À luz das informações que concernem ao recente testemunho de Comey perante o Seleto Comitê de Inteligência do Senado, é importante que tenha uma oportunidade de abordar esse assunto no foro apropriado", anunciou Sessions em comunicado.

O procurador já compareceria perante um subcomitê do Senado na terça-feira, mas os legisladores democratas anteciparam que aproveitariam a ocasião para lhe perguntar sobre seus contatos com o governo russo e sobre o seu papel na investigação da suposta interferência da Rússia.

"Previamente aceitei um convite para testemunhar em nome do Departamento de Justiça perante os subcomitês de Dotações da Câmara e o Senado sobre o orçamento do Departamento para 2018", explicou Sessions.

Saiba Mais

"Alguns membros expressaram publicamente a sua intenção de concentrar suas perguntas em assuntos relacionados à investigação da interferência russa nas eleições de 2016, da qual eu me recusei", acrescentou.

Sessions argumenta que o Comitê de Inteligência do Senado é o foro "mais apropriado" para "esse assunto", "já que esteve fazendo uma investigação e tem acesso a informações relevantes e classificadas".

Por isso, indica, está satisfeito em "aceitar o convite para comparecer perante os membros desse comitê em 13 de junho".

O vice-procurador-geral dos EUA, Rod Rosenstein, o substituirá em seu depoimento com os subcomitês de Dotações de ambas a câmaras.

Segundo a imprensa local, Comey disse ao Comitê de Inteligência do Senado em uma sessão a portas fechadas que Sessions pode ter tido uma terceira reunião - até agora desconhecida - com o embaixador russo nos EUA, Sergei Kislyak.

Sessions se defendeu na última quinta-feira do testemunho aberto de Comey e assegurou que se desligou da investigação russa "apenas" pela sua participação na campanha do agora presidente, Donald Trump.

Assim, o Departamento de Justiça contradisse em um comunicado a versão dada por Comey, que sugeriu que Sessions deixou a investigação russa em 2 de março devido à sua participação em uma série de fatos, que por serem sigilosos, não revelou perante o público.


Agência Brasil

Partido de Macron conquista ampla vitória no primeiro turno das eleições legislativas

Resultado final será definido no domingo (18): https://glo.bo/2s2jkR0#GloboNews

Partido de Macron conquista ampla vitória no primeiro turno das eleições legislativas

G1.GLOBO.COM

“AS REDES SOCIAIS CRIAM A ILUSÃO DE UM TEMPO QUE PARA NO PRESENTE, O QUE NOS LEVA A CONFUNDIR EXPRESSÃO COM AÇÃO”!

Dominique Wolton, 70, é um dos especialistas franceses mais renomados em ciências da comunicação (trechos da entrevista à Folha de S. Paulo, 11).
1. Não são os instrumentos de comunicação (redes sociais em 2013 no Brasil) que fazem a revolta, isso é um contrassenso. Uma vez que a mecânica da revolta surge, os meios tecnológicos acompanham e desempenham um papel. O mistério e a grandeza da Primavera Árabe é que as revoltas explodiram por razões que desconhecemos. Os telefones foram usados como meios de transmissão de informações, da mesma forma que a televisão e o rádio em outros momentos históricos. Não podemos dar demasiada importância à técnica. A política é muito mais complicada do que a comunicação.
2. Nas democracias, as redes sociais são uma extensão da lógica de expressão, o que, na teoria, é positivo. Mas se todo mundo se exprime, quem escuta o outro? Na prática, as redes sociais são o "low cost" da democracia, porque resume a ação política ao problema da expressão, quando o grande desafio é conhecer e agir.
3. Para melhorar a democracia, cada um deve ficar no seu lugar e fazer o seu trabalho. Os políticos devem parar de interagir diariamente com o eleitorado, os jornalistas devem parar de seguir o dia a dia dos políticos e se dedicar ao trabalho de investigação, e a opinião pública deve parar de pensar que ela é o coração revolucionário da sociedade.
4. Eu sou da opinião de que há mais inconvenientes do que vantagens das redes sociais na política. É uma perversão total achar que a ausência de atores intermediários melhora a política. Não há política sem atores intermediários.
5. Essa tendência (fim dos grandes marqueteiros) que ganhou corpo durante a campanha de Barack Obama [nos Estados Unidos] em 2008, é enganosa. Obama não tinha estratégia para as redes sociais, ele apenas utilizou as redes sociais para mobilizar a sua estrutura tradicional. Os pilares das campanhas modernas —sondagens, grupos focais e redes sociais— levam a um impasse. A força de uma campanha é medida pelo tempo passado na estrada, tocando, conversando, interagindo com as pessoas.
6. A tragédia de um telefone (smartphone) é que ele dá ao seu utilizador um sentimento de potência e controle: poder ouvir tudo, saber tudo, aceder a tudo. Isso leva o utilizador a subestimar a importância da experiência humana. No mais, as redes sociais ampliam o presente e esmagam o futuro. Elas impedem o debate sobre as questões verdadeiramente fundamentais. O papel dos partidos, dos "think tanks", dos sindicatos, torna-se por isso ainda mais relevante na era das redes sociais. São as únicas organizações que conseguem pensar os próximos 20 anos na política. Enquanto as redes sociais criam a ilusão de um tempo que para no presente, o que nos leva a confundir expressão com ação.
7. A chegada ao poder de Emmanuel Macron só foi possível devido ao colapso eleitoral da centro-esquerda e da centro-direita. Sem esse desdobramento, a visão centrista dele não conquistaria apoio. A vitória de Macron não significa o fim da polarização direita-esquerda, mas a ultrapassagem momentânea do bloqueio político. Portadora de uma mensagem de inovação, renovação e juventude, a chegada ao poder de Macron é, antes de tudo, uma lição de otimismo. A grandeza da política é que as cartas são sempre redistribuídas. E a chegada de Macron redistribui as cartas. Isso vai fazer bem à direita e à esquerda.
8. O seu grande ativo é pertencer à elite e ao mesmo tempo dar a impressão de não pertencer a ela. Assim, ele consegue canalizar o sentimento popular de rejeição das elites sem perder o apoio da elite. Ele mostrou ter inteligência para chegar ao poder. Ele antecipou os acontecimentos, viu as brechas, soube aproveitar as falhas dos outros. Mas isso não significa que ele tem inteligência para governar. São duas inteligências diferentes.
9. A França gosta da democracia, mas também gosta dos símbolos e da hierarquia. Macron recorre aos símbolos para sinalizar à população que a ação presidencial não será orientada por consultores, assessores. Comunicar menos, na sua perspectiva, é comunicar mais.


Ex-Blog do Cesar Maia

Novas regras para rotativo diminuem juros do cartão de crédito, mostra pesquisa

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As novas regras para o rotativo do cartão, que começaram a valer no início de abril, estão causando um efeito de queda dos juros da modalidade de crédito, que têm as taxas mais caras do mercado. É o que aponta pesquisa divulgada pela Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac). Os juros do cartão recuaram de 14,31% em abril para 13,25% em maio, segundo o estudo.

A Anefac realiza todo mês a pesquisa com a variação dos juros para pessoas físicas e jurídicas. Em maio, o estudo mostrou queda de taxas de juros em todas as modalidades para pessoa física.

Além do cartão de crédito, que registrou a queda mais expressiva, houve recuo de 0,08 ponto percentual nos juros empréstimo pessoal em financeiras, que caíram de 8,15% para 8,07%. As taxas do empréstimo pessoal em bancos caíram 0,04 ponto percentual, de 4,45% para 4,41%.

No comércio a queda também foi de 0,04 ponto percentual, de 5,76% para 5,72%. Os juros do crédito pessoal automático caíram 0,03 ponto percentual, de 2,23% para 2,2%, e os do cheque especial, 0,02 ponto percentual, de 12,3% para 12,28%.

Saiba Mais

No crédito para pessoas jurídicas, a pesquisa também mostrou recuo generalizado. A taxa mensal do desconto de duplicatas barateou 0,05 ponto percentual, recuando de 2,98% para 2,92%. O crédito para capital de giro barateou 0,05 ponto percentual, caindo de 2,49% para 2,44%. Por fim, o custo do crédito via conta garantida/cheque especial caiu 0,04 ponto percentual, de 8,27% para 8,23%.

“As taxas vêm caindo em todas as categorias, mas onde caiu mais foi no [crédito] rotativo. Essa mudança [nas regras] é que provocou uma queda um pouco maior. As demais taxas de juros caíram dentro do intervalo da Selic [taxa básica de juros da economia definida pelo BC, atualmente em trajetória de queda]”, explica o economista Miguel de Oliveira, diretor-executivo da Anefac.

Novas regras

Desde o início de abril, os consumidores que não conseguem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só podem ficar no crédito rotativo por 30 dias. A medida consta de reforma microeconômica anunciada pelo governo no fim do ano passado. Ultrapassado o limite, os bancos são obrigados a transferir os débitos no rotativo para o crédito parcelado, que cobra taxas menores.

O diretor da Anefac destaca que mesmo com a queda nos juros do cartão de crédito, que tende a continuar, as taxas cobradas “ainda são muito altas”. Segundo a Anefac, de junho de 2016 a março de 2017, os juros acumulados do cartão de crédito somam 436,51%.

A entidade aponta, na pesquisa, uma tendência a que as taxas de juros em geral sigam caindo, em razão das reduções da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Desde outubro de 2016, o BC faz sucessivos cortes na Selic, devido à melhora nas expectativas quanto à queda da inflação. A Anefac ressaltou, no entanto, que ainda há risco elevado de inadimplência, o que favorece novas elevações das taxas de juros.


Agência Brasil


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Evaristo Sá/AFP Photo

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Após desarmamento das Farc, Santos diz que pobreza é novo inimigo da Colômbia

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Da EFE

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse que, após o processo de desmobilização das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), os novos inimigos do país são a pobreza e a desigualdade. As informações são da Agência EFE.

"Todos vamos levar este país adiante. As Farc estão entregando as suas armas e vão desaparecer como grupo armado. Assim os novos inimigos são a pobreza, a ignorância e a falta de saúde, que é o que estamos combatendo e o que estamos vencendo", afirmou Santos.

O presidente também manifestou que a mudança para a paz "requer um país unido, não polarizado. É o que eu quero para a Colômbia".

Na última quinta-feira, a missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na Colômbia confirmou que as Farc já entregaram 2.300 armas, o equivalente a 30% do arsenal do grupo guerrilheiro, que faz sua transição à vida civil depois de assinar o acordo de paz com o governo.

O líder máximo das Farc, Rodrigo Londoño, conhecido Timochenko, afirmou na última quarta-feira que a guerrilha entregará mais 30% de seu armamento no próximo dia 14 de junho e os 40% restantes em 20 de junho.


Agência Brasil

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