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CPI da Funai aprova relatório com pedido de indiciamento de lideranças indígenas

Brasília - O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e Incra 2, Alceu Moreira, durante reunião da comissão para discutir e votar o parecer do relator (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da comissão durante reunião para discutir e votar o parecer do relatorMarcelo Camargo/Agência Brasil

Em uma reunião marcada por discussões tensas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Fundação Nacional do Índio (Funai) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) 2 aprovou o relatório do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT). O documento de 3.385 páginas pede, entre outros pontos, o indiciamento de mais de 90 pessoas, entre lideranças indígenas, religiosas, antropólogos, procuradores da República, técnicos da Funai e do Incra e defensores dos direitos dos povos originários, por supostos crimes cometidos durante o processo de demarcação de terras indígenas. O ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também está na lista dos pedidos de indiciamento. 

O relatório também traz, entre as proposições, a reanálise da demarcação de terras indígenas e dos procedimentos administrativos em andamento no Ministério da Justiça. O documento pede ainda a proposição de um projeto de lei para regulamentar o Artigo 231 da Constituição, que trata da demarcação de terras indígenas.

Ainda faltam votar os destaques. Em razão do início da Ordem do Dia em plenário, o presidente do colegiado, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), suspendeu a sessão. "Ela está suspensa e voltará com a votação do segundo destaque", disse.

Críticas

Desde ontem (16), quando teve início o processo de discussão que antecede a votação do parecer, os deputados da oposição tentaram adiar a votação e criticaram duramente o relatório. O texto, segundo eles, atende aos interesses da bancada ruralista e age com parcialidade, com a intenção de “criminalizar os índios e seus apoiadores, especialmente aqueles que atuam pela demarcação dos limites das áreas indígenas”, disse o deputado Nilto Tatto (PT-SP). Após a apresentação do parecer do relator, a oposição tentou novamente adiar a votação, por meio de requerimentos de adiamento. Entretanto, todos foram rejeitados.

“Por tudo o que acompanhamos aqui fica claro que o relatório será aprovado por essa comissão, o que é muito triste”, disse a deputada Eliziane Gama (PPS-MA), que ao lado de Tatto apresentou voto em separado com críticas ao relatório. “O texto do relator tem encaminhamentos preocupantes de normas legais, sem obedecer critérios. Vamos questionar a constitucionalidade desse relatório. Entendemos que não há um embasamento legal e constitucional suficiente para entender que este relatório seja legal”, acrescentou.

No discurso de defesa de seu parecer, Nilson Leitão admitiu que o relatório pode ter falhas e é “discutível”. Mas, negou que tenha a intenção de indiciar alguém e argumentou que “a CPI não indicia ninguém”, apenas encaminha procedimento de ação administrativa para que os órgãos competentes possam tomar as providências sobre a conduta suspeita dos investigados.

Depois de críticas da oposição, Leitão afirmou que vai retirar da lista de indiciados o nome de um servidor que já morreu. O relator disse ainda que, ao contrário da proposta inicial em que havia a possibilidade de extinção da Funai, seu parecer recomenda a reestruturação do órgão. A sugestão inicial era pedir à Presidência da República a criação de uma Secretaria Nacional do Índio, que assumiria as atribuições da Funai.

Leitão retirou também do relatório a sugestão de indiciamento do presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho, mas manteve a sugestão do indiciamento do secretário-executivo do Cimi, Cléber Cezar Buzatto, e do conselheiro Roberto Antonio Liegbott. Os pedidos atingem pessoas que atuam nos estados da Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A sessão foi marcada por troca de acusações e ofensas entre os deputados oposicionistas e integrantes da chamada bancada ruralista. O deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) se exaltou após ter tido a palavra interrompida pelo presidente da comissão, deputado Alceu Moreira. Aos gritos, Rodrigues pediu que seu tempo fosse respeitado de acordo com o regimento, o que motivou novo bate-boca entre os membros da comissão.

CPI

A CPI da Funai foi instalada sob justificativa da necessidade de investigação de casos de fraudes e desvios ocorridos no processo de demarcação de terras conduzido pela Funai e o Incra. A comissão é composta, em sua maioria, por integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária, a chamada bancada ruralista.

O texto também é fortemente criticado por entidades que atuam na defesa dos direitos indígenas. As lideranças comunitárias avaliam que o pedido de indiciamento é equivocado e visa criminalizar os agentes que atuam de forma contrária aos interesses econômicos dos ruralistas. “A votação deste relatório coincide com a violência crescente contra povos indígenas, quilombolas e reforma agrária. Nos últimos tempos temos visto massacres de trabalhadores rurais no Mato Grosso, aos índios Gamela no Maranhão, a líderes quilombolas em Minas Gerais e no Pará”, disse a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP).

 

Agência Brasil

Conta de luz deve continuar com bandeira vermelha até novembro

A bandeira tarifária vermelha de patamar 1 deve continuar a elevar o preço das contas de luz até o fim do período seco, em novembro, quando o volume de chuvas deve aumentar e elevar o nível dos reservatórios de hidrelétricas brasileiras. A previsão é do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Barata.

A bandeira tarifária vermelha é acionada quando é preciso ligar usinas termelétricas, que produzem energia com custo maior que as hidrelétricas.

Conta de luz (Arquivo/Agência Brasil)

Conta de luz com aviso de bandeira vermelhaArquivo/Agência Brasil

“As nossas avaliações são de que, ao longo do período seco, o preço vai subir, porque cada vez mais vamos precisar das usinas térmicas. Se o lado benéfico delas é o fato de serem presumíveis e gerenciáveis e termos o controle dos combustíveis, o outro lado é serem mais caras”, disse Barata.

Segundo o diretor do ONS, em novembro, os reservatórios do Sudeste estarão com 20% da capacidade, e os do Nordeste, possivelmente abaixo dos 10%.

Quando a bandeira vermelha patamar 1 está em vigor, os consumidores pagam R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Em 2017, a bandeira patamar 1 está em vigor desde abril.

Campanha de conscientização

Barata informou que o governo pretende fazer uma campanha para estimular o uso de energia elétrica sem desperdícios. No entanto, segundo ele, não há previsão de racionamento.

“Não há risco de desabastecimento, mas existe quase uma certeza de encarecimento de energia, que às vezes só aparece no ano que vem, quando houver o reajuste tarifário.”

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse que a proposta da campanha já foi discutida em reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico e que a medida deve ser lançada no segundo semestre.

 

Agência Brasil

Anvisa registra primeiro teste de farmácia para detecção do HIV

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou esta semana o primeiro autoteste para detectar o HIV a ser comercializado em farmácia, como outros testes comuns. O Action, nome comercial do produto, será fabricado pela empresa Orangelife Comércio e Indústria e dará o resultado em até 20 minutos. O valor do teste será definido pelo fabricante.

A ideia do registro do autoteste do vírus da aids vinha sendo estudada desde 2015, ano em que a Anvisa havia regulado o registro de produtos para diagnóstico in vitro do HIV.

Saiba Mais

Assim como alguns aparelhos que são usados para a medição de glicose por diabéticos, o teste de HIV vem com um líquido reagente, uma lanceta específica para furar o dedo, um sachê de álcool e um capilar (tubinho para coletar o sangue). O resultado aparece na forma de linhas que indicam se há ou não presença do anticorpo do HIV. A presença do anticorpo mostra que a pessoa foi exposta ao vírus que provoca a aids.

Apesar de demonstrar 99,9% de sensibilidade e efetividade, o teste só poderá indicar a presença do vírus 30 dias depois da situação de exposição. Caso o teste dê positivo, a pessoa deve procurar um serviço de saúde. Em caso de resultado negativo, o teste deverá ser repetido após 30 dias.

A situação de exposição começa a contar a partir do momento em que a pessoa possa ter tido o contato com o vírus da aids, seja em uma relação sexual sem proteção ou com o compartilhamento de agulhas. O tempo de 30 dias é o período que organismo precisa para produzir anticorpos em níveis que o autoteste consegue detectar.

Se uma nova situação de exposição ocorrer após este período um novo teste precisa ser feito, respeitando o prazo necessário para detecção e as confirmações necessárias.

 

Agência Brasil

 

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Aumento de 25% nos salários de prefeito e vice é vetado em Viamão (RS)

urídico da Câmara afirma que reposição salarial do prefeito e do vice são prerrogativas do Legislativo e não do Executivo

Cristiano Duarte
cristiano.duarte@rdgaucha.com.br

Foto: Câmara de Vereadores /Divulgação

Saiba mais

Após a polêmica envolvendo o aumento dos salários do prefeito, do vice e dos secretários municipais de Viamão em 24,89%, o jurídico da Câmara de Vereadores da cidade vetou o reajuste para o prefeito André Pacheco (PSDB) e o vice Russinho (PMDB).

De acordo com a análise dos juristas, reposição salarial do chefe do Executivo e do vice são prerrogativas do Legislativo, e não da prefeitura. Somente o aumento dos vencimentos dos secretários foi sancionado e começa a vigorar nesta quinta-feira (18).

O projeto que aumentou os salários havia sido aprovado por 11 votos favoráveis e 8 votos contrários, na noite da última terça-feira, pela Câmara de Vereadores de Viamão. André Pacheco recebeu muitas críticas em relação à proposta – que aumentaria o salário dele de R$ 13,3 mil para cerca de R$ 16, 6 mil.

"Eu sou um servidor público também, aprovado num concurso que é a eleição. Meu vice e secretários também. Quando eu faço um ajuste no quadro, eu faço para todos, incluindo o prefeito. E, ainda assim, temos os menores salários da Região Metropolitana", justificou em entrevista.

Porém, depois da aprovação pelos vereadores, a proposta teve de passar pelo jurídico da Câmara, onde o reajuste para o prefeito e o vice foi vetado.

Gaúcha

Primo de Aécio também é preso pela Polícia Federal

Andreza Matais

 

Um primo do presidente do PSDB, senador Aécio Neves, também foi preso preventivamente nesta quinta-feira pela Polícia Federal. Fred, como é conhecido Frederico Pacheco de Medeiros, teria sido filmado recebendo R$ 2 milhões a mando do empresário Joesley Batista.

Além dele, Menderson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG) também foi preso. Assim como a irmã do operador financeira Lucio Bolonha Funaro, chamada Roberta. Todos foram citados na delação de Joesley Batista.

Em todos os casos os mandados são de prisão preventiva e foram autorizados pelo STF.

 

Estadão

Prazo para inscrição no Enem termina nesta sexta-feira

aplicativo do Enem

As inscrições poderão ser feitas até as 23h59 no site do EnemMarcello Casal Jr/Agência Brasil

Hoje (18) é o penúltimo dia de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições poderão ser feitas até as 23h59, no horário de Brasília, desta sexta-feira (19), no site do Enem. Aqueles que já fizeram a inscrição têm até o fim do prazo para fazer alguma alteração no cadastro, como por exemplo, a cidade em que deseja fazer as provas.

Até a noite de ontem (17), segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 4,8 milhões haviam concluído a inscrição. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.

Saiba Mais

Para concluir a inscrição, o candidato deve pagar a taxa de R$ 82. O prazo para pagamento vai até o dia 24 deste mês. Pelas regras do edital, estão isentos da taxa os estudantes de escolas públicas que concluirão o ensino médio este ano, os participantes de baixa renda que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e os que se enquadram na Lei 12.799/2013 que, entre outros critérios, isenta de pagamento aqueles com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.405,50.

Os candidatos que solicitarem algum atendimento especializado ou específico, além da isenção da taxa do exame, deverão estar atentos aos documentos comprobatórios. Este ano, serão exigidos laudos médicos, que deverão ser enviados em formato digital pelo próprio sistema, além de outras informações, como o Número de Identificação Social (NIS), que comprove que o participante integra o CadÚnico.
O atendimento especializado é concedido àqueles que comprovarem, por informação do código de Classificação Internacional de Doenças (CID) e inserção de laudo médico, condições de autismo, baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência intelectual/mental, déficit de atenção, discalculia, dislexia, surdez, deficiência auditiva, surdocegueira e visão monocular.

Já o atendimento específico é garantido a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e, a partir de 2017, a outras condições específicas, para as quais deverá ser informado o CID. Um exemplo são os participantes diabéticos que usem bomba de insulina.

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em caso de problema na hora da inscrição, os candidatos podem ligar para o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

 

Agência Brasil

Fachin autoriza abertura de inquérito para investigar Temer

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu abrir inquérito para investigar o presidente Michel Temer. A medida foi tomada a partir das delações premiadas dos empresários Joesley Batista e Wesley Batista, donos do grupo JBS, controlador do frigorífico Friboi. A previsão é de que o sigilo das delações seja retirado ainda hoje (18).
O conteúdo dos depoimentos envolvendo Temer foi antecipado ontem (17) pelo jornal O Globo. Segundo a reportagem, em encontro gravado em áudio pelo empresário Joesley Batista, Temer teria sugerido que se mantivesse pagamento de mesada ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro para que estes ficassem em silêncio. Cunha está preso em Curitiba.

Saiba Mais

A Casa Civil confirmou hoje (18) que o Palácio do Planalto solicitou ao STF a íntegra das gravações. Segundo assessores, o material solicitado servirá de base para o pronunciamento a ser feito pelo presidente da República.

A Presidência da República divulgou nota na noite de ontem (17) na qual informa que o presidente Michel Temer "jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha", que está preso em Curitiba, na Operação Lava Jato.

 

Agência Brasil

Aécio Neves é alvo de operação da Polícia Federal e do MPF no Rio, em Brasília e Belo Horizonte

Segundo o portal G1, são cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços do senador tucano e no Congresso Nacional

Por: Estadão Conteúdo e Zero Hora

 

Aécio Neves é alvo de operação da Polícia Federal e do MPF no Rio, em Brasília e Belo Horizonte Geraldo Magela/Agência Senado/Divulgação

Foto: Geraldo Magela / Agência Senado/Divulgação

Agentes da Polícia Federal estão em imóveis do senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, na manhã desta quinta-feira (18). O presidente do PSDB foi acusado pelo dono do grupo JBS Joesley Batista de lhe pedir dinheiro em meio às investigações da Operação Lava-Jato. O valor de R$ 2 milhões foi rastreado e chegou ao senador Zezé Perrella (PMDB-MG). A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o Supremo Tribunal Federal afastou Aécio do Senado. 

Andreia Neves, irmã de Aécio, e Altair Alves, ligado ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também são alvo da operação. Segundo o G1, ela é alvo de um mandado de prisão. O site informa que Andreia está em Londres. 

Leia mais
Em nota, Aécio Neves diz estar "absolutamente tranquilo"
No Twitter, Lula posta fotos de Moro com Temer e Aécio
Imprensa internacional repercute gravação da JBS que incrimina Temer

Na capital fluminense, carros com agentes saíram da sede da PF, na zona portuária, por volta das 5h30min em direção a três endereços: o apartamento do senador tucano no bairro de Ipanema; em Copacabana, onde a irmã dele tem um apartamento; e na casa de Altair Alves, conhecido por ser braço direito do ex-deputado Eduardo Cunha. Os mandados foram autorizados pelo STF.

A Polícia Federal cumpre ainda mandado de busca e apreensão nos gabinetes de Aécio e Zezé Perrella no Senado. 

Em nota divulgada na noite de quarta-feira, a assessoria disse que o Aécio está "absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos. No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários".

Além de flagrar Aécio, Joesley, dono do maior grupo de produção de proteína animal do mundo, gravou o presidente Michel Temer dando aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha. Ele disse à PGR que fazia pagamentos para evitar que o ex-deputado falasse o que sabe a investigadores.  O deputado deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que teria sido indicado pelo presidente Michel Temer para resolver uma pendência da empresa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), também foi afastado pelo STF. 

Leia as últimas notícias sobre a Operação Lava-Jato

*ZH e Estadão Conteúdo

Refugiados tentam o empreendedorismo no Rio de Janeiro

Em parceria com o Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro (Sebrae-RJ), a organização não governamental Cáritas iniciou este mês o projeto Coletivo de Refugiados Empreendedores (Cores), que pretende incentivar o empreendedorismo entre refugiados com potencial para formar negócios próprios e gerar renda.
A primeira turma da iniciativa beneficia 18 refugiados de Angola, Colômbia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Síria, Togo e Venezuela. Seus integrantes frequentam, às quartas-feiras, um curso de formação na sede do Sebrae-RJ. As aulas se estenderão por três meses.

A ideia é ensinar técnicas de empreendedorismo, juntando o talento que muitos refugiados têm porque eram comerciantes em seus países de origem, e aproveitando o momento que o Brasil atravessa com dificuldades de colocação e recolocação de trabalhadores no mercado. Ontem, foi dada a terceira aula do curso.

O casal José Joaquim Rodrigues Alvarado e Maria Elias El Warrak está no Brasil há um ano e sete meses, fugindo da situação de conflito político na Venezuela. Maria pertence à segunda geração da família que foge de conflitos, porque sua mãe escapou da guerra do Líbano e veio para a América Latina.

Eles querem abrir um restaurante ou lanchonete para vender diretamente ao público comida libanesa que preparam. Por enquanto, trabalham em casa, sob encomenda, e participam de feiras de gastronomia internacional promovidas pela Cáritas do Rio de Janeiro.

A colombiana Nelly Camacho, vivendo no Brasil há cinco anos, é um exemplo para os que solicitam refúgio. Apesar da experiência de 20 anos como professora na Colômbia, ela teve que se reinventar para conseguir a independência financeira e, hoje, tem participação constante em feiras gastronômicas do Rio.

As aulas são divididas em dois módulos. No primeiro, com duração de dois meses, o conteúdo engloba questões como características de um empreendedor; como planejar um negócio; a legislação brasileira e o funcionamento de um micro empreendedor individual (MEI); o mercado brasileiro, auxílio na organização das finanças e identificação dos canais de vendas.

No último mês, os refugiados terão aulas específicas, de acordo com a área em que pretendem atuar. Moda e gastronomia estão entre as preferências.

O projeto visa também desenvolver parcerias com instituições públicas e privadas para a inserção de refugiados empreendedores em espaços que representem oportunidades de renda. A Cáritas atende no Rio, atualmente, 4 mil refugiados e 7 mil solicitantes de refúgio.

 

Agência Brasil