Hoje o dia é de móveis e quem economiza é VOCÊ!

Caso não esteja visualizando, acesse esse link.

Magazine Você
Twitter Google+ Facebook Blog

Hoje o dia é de móveis e quem economiza é VOCÊ!

Guarda-roupa Casal 10 Portas 3 Gavetas - Araplac Rusti
Guarda-roupa Casal 10 Portas 3 Gavetas - Araplac Rusti
de R$ 402,00
por R$ 289,99
até 3x de R$ 96,66 sem juros
Comprar

Aspirador de Pó e Água Electrolux 1200W - A10N1

Aspirador de Pó e Água Electrolux 1200W - A10N1 110 Volts
de R$ 329,90
por R$ 229,90 até 7x de R$ 32,84 sem juros

Comprar

Smartphone Motorola Moto G5 32GB Platinum - Dual Chip 4G Câm. 13MP + Selfie 5MP Tela 5"

Smartphone Motorola Moto G5 32GB Platinum - Dual Chip 4G Câm. 13MP + Selfie 5MP Tela 5"
R$ 999,00 até 10x de R$ 99,90 sem juros
ou R$ 869,13 à vista

Comprar

TV LED 42" AOC Full HD LE42M1475 Conversor Digital - 3 HDMI 1 USB

TV LED 42" AOC Full HD LE42M1475 Conversor Digital - 3 HDMI 1 USB 42 - Bivolt
de R$ 1.699,00
por R$ 1.499,00 até 10x de R$ 149,90 sem juros
ou R$ 1.424,05 à vista

Comprar

Geladeira/Refrigerador Samsung Frost Free Inox - Duplex 384L Twin Cooling Plus RT5000K

Geladeira/Refrigerador Samsung Frost Free Inox - Duplex 384L Twin Cooling Plus RT5000K 110 Volts
de R$ 3.499,00
por R$ 2.199,90 até 10x de R$ 219,99 sem juros
ou R$ 2.089,91 à vista

Comprar

Rack pra TV até 42" com Mesa de Centro e Painel - Multimóveis Inovare

Rack pra TV até 42" com Mesa de Centro e Painel - Multimóveis Inovare
de R$ 599,00
por R$ 259,99 até 8x de R$ 32,50 sem juros

Comprar

Colchão Casal Ortopédico Hellen Espuma D-45 - 24cm de Altura Strong Fit

Colchão Casal Ortopédico Hellen Espuma D-45 - 24cm de Altura Strong Fit
de R$ 888,00
por R$ 499,99 até 9x de R$ 55,55 sem juros
ou R$ 449,99 à vista

Comprar

Smartphone Samsung Galaxy J5 Metal 16GB Dourado - Dual Chip 4G Câm. 13MP + Selfie 5MP Desbl. Tim

Smartphone Samsung Galaxy J5 Metal 16GB Dourado - Dual Chip 4G Câm. 13MP + Selfie 5MP Desbl. Tim
de R$ 1.099,00
por R$ 777,67 até 8x de R$ 97,21 sem juros
ou R$ 699,90 à vista

Comprar

Notebook Lenovo Ideapad 110 Intel Dual Core - 4GB 1TB LED 15,6" Windows 10

Notebook Lenovo Ideapad 110 Intel Dual Core - 4GB 1TB LED 15,6" Windows 10
de R$ 1.999,00
por R$ 1.499,00 até 10x de R$ 149,90 sem juros
ou R$ 1.394,07 à vista

Comprar

Cadeira de Escritório Giratória de Tela - Travel Max Diretor

Cadeira de Escritório Giratória de Tela - Travel Max Diretor
de R$ 425,99
por R$ 209,99 até 6x de R$ 35,00 sem juros

Comprar

Telefone Sem Fio Panasonic TGB110 - com Identificador de Chamadas Black Piano

Telefone Sem Fio Panasonic TGB110 - com Identificador de Chamadas Black Piano
de R$ 199,00
por R$ 99,90 até 3x de R$ 33,30 sem juros

Comprar

Selos
Magazine Você

Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Magazine Você é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.magazinevoce.com.br

Ofertas válidas até o dia 17/05/2017 às 23:59 (horário de Brasília) ou enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete.

Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800-344000.

Câmara aprova mudança em limites de parque nacional para passagem de ferrovia

Após a aprovação da Medida Provisória (MP) 756/16, que alterou os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamaxin, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou no final da noite ontem (16) mais uma alteração na área de proteção ambiental com a votação da MP 758/16. Desta vez, a alteração servirá para dar passagem à Estrada de Ferro (EF)170, também chamada de Ferrogrão, em fase de construção e próxima à BR-163, no Pará.

O texto-base da MP 758/16 foi aprovado depois das 23h e a votação dos destaques entrou na madrugada desta quarta-feira (17) em razão da obstrução dos partido de oposição, contrários a inclusão na medida de destaques alterando ainda mais as áreas de proteção. O projeto segue agora para votação no Senado.

Pelo texto-base do projeto serão excluídos 862 hectares (um hectare tem uma área equivalente à de um campo de futebol) do Parque Nacional de Jamanxin, localizado nos municípios de Itaituba e Trairão, e da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, localizada nos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso e Trairão, para a passagem da ferrovia.

A intenção do governo é compor, com a EF-170, um corredor de exportação de grãos unindo Sinop, em Mato Grosso, a Miritituba, no Pará, para possibilitar o uso de portos da Bacia Amazônica e servir de alternativa ao transporte na BR-163.

De acordo com o texto, após a construção da ferrovia, as áreas excluídas pela MP e que não forem efetivamente utilizadas serão reintegradas ao Parque Nacional do Jamanxim. O projeto aprovado prevê, ainda, que os imóveis rurais privados existentes no parque ficam declarados de utilidade pública para fins de desapropriação.

Mais cedo, os deputados haviam aprovado a redução dos limites do Parque Nacional do Rio Novo e da Flona do Jamanxim, ambos no Pará. Os partidos da base aliada ao governo precisaram de três sessões extraordinárias consecutivas para vencer a obstrução da oposição.

Os deputados aprovaram um texto substitutivo de deputado José Priante (PMDB-PA) que diminuiu a área de proteção da flona dos atuais 1,3 milhão de hectares para 561 mil hectares, menos da metade de sua área original. Ambientalistas e deputados da oposição dizem que a medida vai ajudar no desmatamento da região.

Entre as principais diferenças de uma flona para uma APA, a floresta nacional permite apenas a presença de populações tradicionais, sendo que as áreas particulares incluídas no seu limite devem ser desapropriadas. A APA admite maior grau de ocupação humana e a existência de área privada, nos termos da Lei 9.985.

As alterações vão permitir a ampliação de determinadas atividades econômicas como o garimpo, a agricultura e agropecuária, uma vez que as APA's, apesar de também serem unidades de conservação, têm critérios de uso mais flexíveis.

Saiba Mais

Destaques

Durante a votação dos destaques, os deputado aprovaram uma emenda do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que exclui o acréscimo de 51.135 hectares do Parque do Jamanxim oriundos da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós.

Os deputados também aprovaram o destaque do PP à Medida Provisória 758/16 e reintroduziu na medida dispositivo que cria a Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Branco, com 101.270 hectares retirados do Parque Nacional do Jamanxim. A medida havia sido incluída no relatório do deputado José Reinaldo (PSDB-MA). A medida foi criticada pela oposição.

Em seguida, foi votado um destaque do PPS, partido da base aliada, reinserindo a previsão da criação da Área de Proteção Ambiental Trairão, em município de mesmo nome no Pará, com 169.135 hectares retirados da Floresta Nacional Itaituba II e do Parque Nacional do Jamanxim. Deputados da oposição criticaram a medida com o argumento e que a proposta iria invadir os limites da terra indígena dos mundurukus.

“O que se está fazendo é um crime de lesa-pátria, essa medida vai invadir pelo menos 65 mil hectares das terras indígenas dos mundurukus e isso vai acabar gerando um conflito desnecessário com os índios. Não é possível que o governo não perceba isso”, disse o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), que propôs a retirada do destaque.

Diante dos apelos de diversos deputados, o líder do governo na Casa, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), cedeu e orientou para que a base votasse contra o destaque. De acordo com Ribeiro, o governo vai enviar um novo projeto tratando da criação da APA. “ O governo vai mandar um projeto de lei em regime de urgência com a as devidas coordenadas sobre essa questão. Então, o governo vai encaminhar [para votar] não", disse.

CPI da Funai

Após a votação, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) encerrou a sessão. Antes, Maia anunciou que em razão da votação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e Incra 2, não haverá sessão no plenário na manhã desta quarta-feira.

O relatório da CPI tem causado polêmica. O texto pede o indiciamento de cerca de 90 pessoas por supostos crimes praticados em processos de demarcação de terras indígenas, de quilombolas e até em assentamentos rurais destinados à reforma agrária.

Elaborado pelo deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), integrante da bancada ruralista, o relatório também acusa servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além de antropólogos e dirigentes de organizações não governamentais (ONGs) de fraudarem processos de demarcação no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e na Bahia. A oposição diz que Leitão fez um relatório parcial para atender aos interesses da bancada ruralista. A oposição entregou um relatório paralelo com críticas ao texto do relator.

 

Agência Brasil

Câmara aprova mudança em limites de parque nacional para passagem de ferrovia

Após a aprovação da Medida Provisória (MP) 756/16, que alterou os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamaxin, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou no final da noite ontem (16) mais uma alteração na área de proteção ambiental com a votação da MP 758/16. Desta vez, a alteração servirá para dar passagem à Estrada de Ferro (EF)170, também chamada de Ferrogrão, em fase de construção e próxima à BR-163, no Pará.

O texto-base da MP 758/16 foi aprovado depois das 23h e a votação dos destaques entrou na madrugada desta quarta-feira (17) em razão da obstrução dos partido de oposição, contrários a inclusão na medida de destaques alterando ainda mais as áreas de proteção. O projeto segue agora para votação no Senado.

Pelo texto-base do projeto serão excluídos 862 hectares (um hectare tem uma área equivalente à de um campo de futebol) do Parque Nacional de Jamanxin, localizado nos municípios de Itaituba e Trairão, e da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, localizada nos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso e Trairão, para a passagem da ferrovia.

A intenção do governo é compor, com a EF-170, um corredor de exportação de grãos unindo Sinop, em Mato Grosso, a Miritituba, no Pará, para possibilitar o uso de portos da Bacia Amazônica e servir de alternativa ao transporte na BR-163.

De acordo com o texto, após a construção da ferrovia, as áreas excluídas pela MP e que não forem efetivamente utilizadas serão reintegradas ao Parque Nacional do Jamanxim. O projeto aprovado prevê, ainda, que os imóveis rurais privados existentes no parque ficam declarados de utilidade pública para fins de desapropriação.

Mais cedo, os deputados haviam aprovado a redução dos limites do Parque Nacional do Rio Novo e da Flona do Jamanxim, ambos no Pará. Os partidos da base aliada ao governo precisaram de três sessões extraordinárias consecutivas para vencer a obstrução da oposição.

Os deputados aprovaram um texto substitutivo de deputado José Priante (PMDB-PA) que diminuiu a área de proteção da flona dos atuais 1,3 milhão de hectares para 561 mil hectares, menos da metade de sua área original. Ambientalistas e deputados da oposição dizem que a medida vai ajudar no desmatamento da região.

Entre as principais diferenças de uma flona para uma APA, a floresta nacional permite apenas a presença de populações tradicionais, sendo que as áreas particulares incluídas no seu limite devem ser desapropriadas. A APA admite maior grau de ocupação humana e a existência de área privada, nos termos da Lei 9.985.

As alterações vão permitir a ampliação de determinadas atividades econômicas como o garimpo, a agricultura e agropecuária, uma vez que as APA's, apesar de também serem unidades de conservação, têm critérios de uso mais flexíveis.

Saiba Mais

Destaques

Durante a votação dos destaques, os deputado aprovaram uma emenda do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que exclui o acréscimo de 51.135 hectares do Parque do Jamanxim oriundos da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós.

Os deputados também aprovaram o destaque do PP à Medida Provisória 758/16 e reintroduziu na medida dispositivo que cria a Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Branco, com 101.270 hectares retirados do Parque Nacional do Jamanxim. A medida havia sido incluída no relatório do deputado José Reinaldo (PSDB-MA). A medida foi criticada pela oposição.

Em seguida, foi votado um destaque do PPS, partido da base aliada, reinserindo a previsão da criação da Área de Proteção Ambiental Trairão, em município de mesmo nome no Pará, com 169.135 hectares retirados da Floresta Nacional Itaituba II e do Parque Nacional do Jamanxim. Deputados da oposição criticaram a medida com o argumento e que a proposta iria invadir os limites da terra indígena dos mundurukus.

“O que se está fazendo é um crime de lesa-pátria, essa medida vai invadir pelo menos 65 mil hectares das terras indígenas dos mundurukus e isso vai acabar gerando um conflito desnecessário com os índios. Não é possível que o governo não perceba isso”, disse o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), que propôs a retirada do destaque.

Diante dos apelos de diversos deputados, o líder do governo na Casa, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), cedeu e orientou para que a base votasse contra o destaque. De acordo com Ribeiro, o governo vai enviar um novo projeto tratando da criação da APA. “ O governo vai mandar um projeto de lei em regime de urgência com a as devidas coordenadas sobre essa questão. Então, o governo vai encaminhar [para votar] não", disse.

CPI da Funai

Após a votação, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) encerrou a sessão. Antes, Maia anunciou que em razão da votação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e Incra 2, não haverá sessão no plenário na manhã desta quarta-feira.

O relatório da CPI tem causado polêmica. O texto pede o indiciamento de cerca de 90 pessoas por supostos crimes praticados em processos de demarcação de terras indígenas, de quilombolas e até em assentamentos rurais destinados à reforma agrária.

Elaborado pelo deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), integrante da bancada ruralista, o relatório também acusa servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além de antropólogos e dirigentes de organizações não governamentais (ONGs) de fraudarem processos de demarcação no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e na Bahia. A oposição diz que Leitão fez um relatório parcial para atender aos interesses da bancada ruralista. A oposição entregou um relatório paralelo com críticas ao texto do relator.

 

Agência Brasil

Promotoria recorre de decisão que absolveu Vaccari e mais 11 no caso Bancoop

Resultado de imagem para Promotoria recorre de decisão que absolveu Vaccari e mais 11 no caso Bancoop

 

O promotor de Justiça José Carlos Blat recorreu da sentença de absolvição do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e de mais 11 réus acusados de estelionato em empreendimentos da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop). A sentença que absolveu os réus, da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4.ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, é de abril deste ano.

Além de Vaccari Neto, foi absolvido o empreiteiro José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, da OAS. Tanto Léo Pinheiro quanto Vaccari estão presos aem Curitiba, no âmbito da Operação Lava Jato.

Em entrevista nesta terça-feira (16), na sede do Ministério Público, Blat disse que a absolvição dos réus surpreendeu os promotores do caso. “Estamos falando em cerca de 7 mil famílias que viveram um drama com o maior golpe imobiliário do país. A juíza (...) se equivocou nesse caso. Ou ela não leu o processo, ou foi induzida a erro pelas argumentações trazidas pelos réus”, afirmou Blat, que integra a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social, órgão do Ministério Público do Estado de São Paulo,.

Criada nos anos 90, a cooperativa habitacional Bancoop faliu em 2009, e a empreiteira OAS assumiu as obras. De acordo com o promotor, inicialmente, a cooperativa foi um sucesso. Montada pelo Sindicato dos Bancários e voltada para essa categoria, a Bancoop acabou se tornando "uma cooperativa de fachada" e  passou a vender para qualquer interessado, disse o promotor. "As pessoas compraram apartamentos e pagaram suas prestações. Depois de pagos e quitados, ou não receberam, porque os imóveis não foram construídos, ou receberam e foram cobradas indevidamente por aportes financeiros absurdos. E não receberam suas escrituras, ficando sem a propriedade dos imóveis."

Um dos imóveis sob suspeita é o triplex no Guarujá Solaris, que levou o Ministério Público Estadual (MPE), há pouco mais de um ano, a pedir a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sob a alegação de crimes de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio – e falsidade ideológica.

Para o MPE, o ex-presidente recebeu vantagem indevida da empreiteira OAS, por meio da reforma do imóvel. Segundo o órgão, a reforma foi oferecida a Lula como compensação por ações em esquema de corrupção na Petrobras. Como envolvia a estatal, a denúncia sobre Lula, no entanto, foi transferida para a esfera federal, sendo anexada ao processo da Operação Laja Jato, conduzida pelo juiz Sérgio Moro.

Na decisão, a juíza Maria Priscilla alegou que absolveu os réus devido à falta de fundamentação e por causa de alegações vagas na acusação.

Para Blat, a juíza cometeu equívocos em sua sentença, ouvindo apenas os pedidos dos apelados e desprezando a investigação criminal, em que 84 pessoas foram ouvidas como testemunhas e vítimas. O documento que recorre da sentença foi protocolado ontem (14) na Justiça. Segundo o promotor, a juíza "desprezou" a existência de um esquema criminoso comandado pelos dirigentes da Bancoop e da OAS, que prejudicou 7.138 famílias e deixou 3.110 unidades em empreendimentos inacabados, além de 3.182 unidades em empreendimentos concluídos.

Segundo Blat, a Bancoop e a OAS cometeram os crimes de estelionato, falsidade ideológica e contra a incorporação imobiliária e o cooperativismo, além de outros delitos que foram remetidos para Curitiba. Na denúncia encaminhada à juíza, os promotores citaram casos de pessoas que cumpriram todo o contrato com a Bancoop, mas não receberam o imóvel ou ficaram sem a escritura. É o caso da educadora Helena Malachias, que comprou um imóvel em 2000, terminou de pagar em 2005 e até hoje não ficou pronto.

“Duas torres ficaram prontas, mas pararam de construir na minha, que era a terceira. Paguei tudo. Todo mundo pagou. Aporte, também. Mas não tenho o apartamento até hoje”, reclamou, após acompanhar a entrevista do promotor. Helena disse que o apartamento custou em torno de R$ 109 mil e deveria ter sido entregue em 2005. “É uma revolta muito grande", afirmou a educadora.

OAS não se pronuncia
A OAS informou que não vai se pronunciar.
Em nota, a defesa de Vaccari reiterou "o  acerto e a justiça da sentença" que absolveu seu cliente. O  advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, que assina a nota, diz que recorrer é um direito do Ministério  Público, que, a seu ver, não tem "chances de sucesso".

 

Agência Brasil

Congresso dos Estados Unidos pede ao FBI documentos de Comey sobre Trump

Da Agência EFE

O Comitê de Inteligência da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (EUA) solicitou nessa terça-feira (16) ao FBI (Agência Federal de Investigação norte-americana) todos os documentos que seu ex-diretor James Comey elaborou sobre as conversas com o presidente Donald Trump. A informação é da Agência EFE.

A petição, assinada pelo presidente do comitê, o republicano Jason Chaffetz, inclui "memorandos, notas, resumos e gravações" em poder do FBI, para que sejam entreguem antes do dia 24 de maio.

"Se for verdade, esses memorandos apresentam dúvidas sobre se o presidente tentou influenciar ou impedir a investigação do FBI no que se refere ao general (Michael) Flynn", disse Chaffetz, em carta dirigida ao diretor interino do FBI, Andrew G. McCabe.

A solicitação é feita depois que o jornal The New York Times revelou a existência de documentos elaborados por Comey, a fim de documentar suas conversas com Trump.

Em um desses documentos, há o pedido de Trump para que Comey encerrasse uma investigação das ligações da Rússia com seu ex-assessor de Segurança Nacional, o general aposentado Michael Flynn.

"Espero que possa deixar isso passar", disse Trump a Comey, segundo o texto divulgado pelo jornal. "É um bom sujeito", acrescentou o governante, de acordo com o The New York Times.

Na semana passada, Trump demitiu James Comey, que comandava a investigação do FBI para esclarecer as ligações dos russos com a campanha presidencial de Trump, um assunto também abordado pelo Congresso.

Também na semana passada, o Comitê de Inteligência do Senado ordenou que Comey entregasse todos seus documentos relacionados com a Rússia, depois de ele se negar a colaborar com a investigação.

 

Agência Brasil

Conselho de Segurança da ONU analisa situação na Venezuela

Da Agência EFE

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) analisa hoje (17) a situação na Venezuela, durante reunião informal a portas fechadas, disseram nessa terça-feira (16) fontes diplomáticas. A informação é da Agência EFE.

Os Estados Unidos, um dos cinco membros permanentes do conselho, pediram que o tema da Venezuela fosse incluído em uma reunião que já estava programada para analisar outros assuntos.

Saiba Mais

O encontro foi convocado horas depois de o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ter anunciado um novo decreto de "estado de exceção e emergência econômica".

As fontes disseram ainda que a crise da Venezuela estará incluída entre "outros temas" que serão analisados durante a reunião, convocada em princípio para abordar a situação na Somália.

O conselho se reunirá a partir das 10h (horário local, 11h de Brasília) para analisar o caso da Somália, em sessão pública, e posteriormente abordará a crise da Venezuela, em conversas qualificadas como "informais".

O encontro ocorrerá sob a presidência mensal do Uruguai, que juntamente com a Bolívia representa a América Latina no Conselho de Segurança.

 

Agência Brasil

 

AO VIVO | TV Antagonista - Edição das 17h

[ Acesse o vídeo aqui]

Exclusivo: Michel Temer prejudica a Lava Jato

Lula tem de se congratular com Michel Temer... [ leia mais

Temer estrangula a PF

Michel Temer está estrangulando a PF.

Ele não pode barrar a Lava Jato no Congresso Nacional, mas pode cortar seu financiamento...

Mensagens contra Lula

A OAS entregou à Lava Jato documentos que provam a reserva do triplex de Lula e as reformas do apartamento no Guarujá e do sítio em Atibaia...

[ leia mais

OAS No sítio de Lula

Léo Pinheiro entregou à Lava Jato documentos que desmoralizam ainda mais a defesa de Lula. ..

O assessor de Lula no prédio da OAS

A reforma de Atibaia foi relacionada pela OAS a uma tabela que trata do condomínio Absoluto Mooca...

 

Exclusivo: Bolsonaro pede ao STM todos os processos da guerrilheira Dilma

Depois de ser atacado pela Folha, Jair Bolsonaro decidiu requerer ao STM cópias dos autos de todos os processos judiciais em que conste o nome de Dilma Vana Rousseff, a Iolanda... [ leia mais

O resultado da sinergia entre Doria e Alckmin

A sinergia entre João Doria e Geraldo Alckmin terá como resultado a candidatura do primeiro à Presidência da República ... [ leia mais

Doria prepara a campanha

O marqueteiro de João Doria analisou a imagem de seus adversários nas redes sociais...

 

Um Lula sem Lula

Fernando Haddad está em campanha para 2018.

A sua estratégia é evitar se sujar com Lula... [ leia mais

Caiado quer o Planalto

O Antagonista sabe que Ronaldo Caiado está mesmo disposto a se candidatar ao Planalto em 2018... [ leia mais

Lindbergh fala em "lutas de classes nas ruas"

Depois dos discursos dos pelegos, agora é Lindbergh que diz no Senado que se aprovadas as reformas trabalhista e da Previdência, o Brasil seguirá... [ leia mais

CUT ameaça

Sérgio Nobre, da CUT, da tribuna do Senado:

"Não duvidem da nossa capacidade de reagir... [ leia mais

 

Petrobras quer expulsão do 'exército' de Stédile

Registramos ontem que cerca de 40 famílias invadiram uma área do governo do Espírito Santo cedida para a Petrobras para a construção do Complexo Gás-Químico... [ leia mais

TODOS OS ALVOS DA OPERAÇÃO LUCAS

O Antagonista obteve o despacho da Justiça Federal no âmbito da Operação Lucas. A Polícia pediu prisões temporárias... [ leia mais

Excelente oportunidade para tirar vantagem da crise

A imagem pode conter: sala de estar e área interna

 

A imagem pode conter: área interna

A imagem pode conter: quarto e área interna

 

Venha morar no coração do Jardim Europa. Apartamento de 1 dormitório, suite, com sacada, living 2 ambientes, 2 vagas cobertas, infraestrutura completa. Vista para o Parque Germania.
Valor da unidade R$ 950.000,00
Mais informações: (51) 98039-0049

Ministério terá programa para municípios investirem em mobilidade e saneamento

Brasília - Os ministros das Cidades, Bruno Araújo, e do Desenvolvimento Agrário, Osmar Terra, participam de sessão plenária para debater os pleitos ao Executivo Federal (José Cruz/Agência Brasil)

Os ministros das Cidades, Bruno Araújo, e do Desenvolvimento Agrário, Osmar Terra  José Cruz/Agência Brasil

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou nesta terça-feira (16) o Programa Avançar Cidades, que vai emprestar recursos federais aos municípios para investimento em obras de mobilidade e saneamento básico. Ao participar da 20ª Marcha Nacional dos Municípios, ele disse que cerca de R$ 6 bilhões serão disponibilizados às prefeituras para o financiamento de ações como pavimentação e calçamento de vias, abastecimento de água e construção de ciclovias.

De acordo com o ministro, os créditos serão disponibilizados a juros de 6% ao ano, tendo quatro anos de carência e, a partir desse prazo, 20 anos de financiamento. Os recursos são do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e não há critérios específicos para a candidatura das cidades, que poderão ser de menor porte até as metrópoles. Há um limite de R$ 200 milhões por município que conseguir acesso ao empréstimo.

O chamado Avançar Cidades Saneamento terá R$ 2,2 bilhões disponíveis e o Avançar Cidades Mobilidade, R$ 3,7 bilhões. “Só para não haver expectativa frustrada no passado, em que todos procuravam a Caixa Econômica Federal, sabemos como é burocracia, [em que os municípios] superavam meses de dificuldade para depois fazer a seleção, nós invertemos essa pirâmide. Primeiro vamos fazer o processo de seleção, autorizar os municípios. A partir daí, eles seguem para a Caixa”, disse aos prefeitos.

Após o anúncio, Bruno Araújo foi perguntado pelos representantes da Confederação Nacional dos Municípios se seria apenas um empréstimo ou repasse de valores a fundo perdido, sem retorno para a União, ao que ele confirmou que será um empréstimo.

 

Agência Brasil

 

Marketing de Conteúdo – O que é e como fazer?

 

Marketing de Conteúdo ou Content Marketing é um termo extremamente popular nos dias de hoje. No entanto, o marketing de conteúdo existe desde que a internet existe. No seu conceito...

Meirelles diz que reforma da Previdência “tem grandes chances” de aprovação

Resultado de imagem para Meirelles diz que reforma da Previdência “tem grandes chances” de aprovação

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou hoje (16) que a que a reforma da Previdência “tem grandes chances” de ser aprovada e que o governo espera que a votação da proposta no plenário da Câmara dos Deputados ocorra ainda neste mês.

“Temos um relativo grau de segurança. Tem grandes chances de ser aprovada e provavelmente será ainda no mês de maio. A reforma faz o país voltar a crescer, cria condições justas e faz com que todos recebam sua aposentadoria. Isso também já garante que o emprego possa crescer, a inflação continue a cair e o país possa ter o seu padrão de vida aumentado para todos ainda este ano”, disse o ministro a jornalistas após participar de um evento com empresários em Nova Lima (MG).

Meirelles disse acreditar que os desdobramentos da Operação Lava Jato, cujas investigações atingem parlamentares e membros do governo, não atrapalharão a reforma da Previdência e outras que o governo quer aprovar, como a trabalhista, que agora tramita no Senado.

“As reformas não são do governo. Não dependem do índice de apoio. São reformas do povo brasileiro para a economia voltar a crescer e é assim que elas estão sendo entendidas pela população e pelo Congresso. Isso não depende de uma situação política ou outra ou situações judiciais. Isso é de interesse do povo.”

Perguntado se o governo pode fazer novas concessões no texto da reforma para garantir a aprovação, Meirelles disse que o país é “uma democracia” e que “a negociação com o Congresso é absolutamente legítima e saudável”. Segundo ele, a proposta como está hoje mantém 70% da economia de recursos prevista originalmente e preserva pontos básicos.

Saiba Mais

O texto inicial da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata das mudanças da aposentadoria, já foi suavizado antes da votação na comissão especial criada na Câmara para sua análise. Entre as mudanças, a exigência de idade mínima unificada em 65 anos para homens e mulheres caiu, dando lugar à regra de 62 anos para as mulheres se aposentarem e 65 anos para os homens.

Isenção do IR

O ministro da Fazenda disse nesta terça-feira que o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) “não está em discussão no momento”. Atualmente, não precisam declarar o IR pessoas com renda até R$ 1.903,98.

“Foram ideias ventiladas, o presidente mencionou como uma coisa que seria positiva. Por outro lado, precisa ver o custo disso para a economia, para a sociedade”, afirmou Meirelles.

Parcelamento

Sobre o parcelamento de débitos previdenciários dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, previsto em medida provisória (MP) assinada hoje pelo presidente Michel Temer, Meirelles disse que a mudança é um avanço. “Concluímos um programa de parcelamento da dívida dos municípios com o INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] que é um projeto que já tem muitos anos. Os municípios estão devendo há décadas. O que fizemos foi pegar tudo, consolidar e dar um prazo de pagamento longo e viável”, disse.

O ministro também fez uma avaliação positiva da redução da alíquota e parcelamento de dívidas do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). O governo deve editar uma MP esta semana reduzindo a alíquota da contribuição de 2,3% para 1,5% e criando condições para produtores rurais que não recolheram o tributo pagarem a dívida em até 180 meses, com isenção de juros e redução de multa.

“Estaremos amanhã concluindo o escalonamento do pagamento de toda a dívida com o Funrural. Seja na dívida dos agricultores, seja na dívida das empresas com bancos, credores ou com o Fisco, caso do Refis [programa de parcelamento para empresas com dívidas tributárias], tudo isso estamos trabalhando intensamente visando concluir nos próximos dias e semanas”, disse Meirelles.

 

Agência Brasil

 

1

2

3

4

InternacionalCongresso dos Estados Unidos pede ao FBI documentos de Comey sobre Trump

Internacional Conselho de Segurança da ONU analisa situação na Venezuela

Lava Jato

Justiça aceita denúncia contra Cabral por fraudes na Secretaria de Saúde

Senado PSDB quer relatório único para as 3 comissões da reforma trabalhista

Pará

Câmara aprova mudança em limites de parque nacional para passagem de ferrovia

Senado

Votação da PEC do fim do foro fica para esta quarta-feira

Corrupção Ministério da Agricultura afasta servidores envolvidos em operações da PF

Operação Lava Jato Delator da Odebrecht terá que pagar multa de R$ 5 milhões, além de 8kg de ouro

Segunda Instância Justiça derruba decisão que suspendeu atividades do Instituto Lula

Justiça

Promotoria recorre de decisão que absolveu Vaccari e mais 11 no caso Bancoop

Prisão domiciliar

Advogado de Eike diz que novo bloqueio de bens impede pagamento de fiança

Política CPI do Senado quer saber quem são os maiores devedores da Previdência

Senado aprova renegociação de dívidas de estados; projeto vai para sanção

O plenário do Senado aprovou o projeto de lei que trata do ajuste fiscal dos estados superendividados. O texto foi votado hoje (17) após acordo entre os líderes da Casa que resultou na aprovação de urgência para a matéria e, logo em seguida, a quebra das duas sessões de interstício que seriam necessárias antes da votação.

Os senadores aprovaram o projeto sem alterações em relação ao texto enviado pelos deputados. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou dois destaques para votação de emendas em separado, mas os dois foram rejeitados pelo plenário e, com isso, o texto segue para sanção presidencial. A urgência também dispensa a necessidade de votação em segundo turno.

O senador Rolando Caiado (DEM-GO) chegou a apresentar questão de ordem à Mesa Diretora cobrando que o regimento fosse seguido e a matéria só fosse apreciada na próxima semana. Ele queria um acordo que atrelasse a votação do ajuste fiscal dos estados a outro projeto de lei, que está paralisado na Câmara dos Deputados, que trata da convalidação de incentivos fiscais que já foram oferecidos por alguns estados.

O presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE) anunciou, então, ao plenário, que recebeu ligação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se comprometendo a pautar o projeto sobre a convalidação dos incentivos fiscais na próxima semana. Com isso, foi possível o acordo que possibilitou a votação do ajuste fiscal dos estados hoje.

Negociação e contrapartidas

O projeto permite que estados com alto endividamento e problemas de caixa tenham o pagamento da dívida com a União suspenso por três anos (prorrogáveis por mais três), desde que atendam as contrapartidas constantes da proposta. Após esse período, os estados voltam a quitar seus débitos, mas ainda com parcelas reduzidas.

Em troca dessa suspensão das dívidas, os estados terão que elevar a alíquota de contribuição previdenciária de servidores (ativos e aposentados) de 11% para, no mínimo, 14%. Está previsto ainda o congelamento de reajuste dos servidores públicos e a restrição à realização de concursos públicos.

A recuperação valerá para os estados que estão com grave situação fiscal, com mais de 70% do orçamento comprometidos com gasto de pessoal e serviço da dívida; dívida maior que a receita e caixa disponível menor que as despesas. Estão nessa situação, especialmente, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Os estados também terão que reduzir incentivos tributários, privatizar empresas estatais que prestam serviços financeiros, de energia e saneamento, além de outras medidas de corte de gastos.

 

Agência Brasil